Questões de Concurso Para prefeitura de brumadinho - mg

Foram encontradas 84 questões

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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1198973 Enfermagem
Uma das complicações mais devastadoras do diabetes mellitus é o “pé diabético”, responsável por 50 a 70% das amputações não traumáticas e 15 vezes mais frequentes entre indivíduos diabéticos, além de concorrer para 50% das internações hospitalares.    Considerando as orientações e cuidados gerais que os profissionais de saúde deverão transmitir aos pacientes diabéticos com “pé diabético”, analise as seguintes assertivas e assinale a CORRETA. 
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1198846 Enfermagem
A operacionalização da Política Nacional de Humanização dá-se pela oferta de dispositivos, dentre os quais, destacamos o “Acolhimento”. Para a efetivação do acolhimento da pessoa idosa, os profissionais de saúde devem compreender as especificidades dessa população e a própria legislação brasileira vigente.    Considerando o acolhimento à pessoa idosa, os profissionais de saúde devem estar atentos, entre outros aspectos, para as especificidades dessa população.     Diante disso, analise as seguintes assertivas e assinale a INCORRETA.   
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1197435 Matemática
Para comemorar sua aprovação no vestibular, Vânia fez uma torta salgada, dividiu em pedaços iguais, para oferecer a seus amigos. João comeu 1 pedaço da torta, Paula comeu 5 pedaços da torta, Roberta comeu 3 pedaços da torta e Vânia comeu os 2 últimos pedaços da torta.   
Quantos pedaços a torta tinha? 
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1196988 Conhecimentos Gerais
Leia as alternativas a seguir e assinale aquela que contém, CORRETAMENTE, um princípio básico da educação ambiental.
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1196879 Geografia
Assim como as outras áreas do conhecimento, a cartografia também tem uma história que está ligada ao seu desenvolvimento ao longo dos séculos, já que cartografar é uma aptidão da humanidade desde os tempos primitivos.
Em relação a essa história, é CORRETO afirmar
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1194720 Administração Geral
No processo de tomada de decisões, o administrador se defronta com as condições do ambiente. Com relação às assertivas abaixo, assinale com V as assertivas verdadeiras e com F as falsas.
( ) O ambiente de incerteza é caracterizado por pouca informação e pouco conhecimento da situação como base para análise e, por isso, é necessário o uso da criatividade e inovação.
( ) No ambiente de certeza, a tomada de decisões é facilitada para o administrador, pois as informações são suficientes e claras e é possível prever os resultados de cada alternativa.
( ) No ambiente de risco, os resultados não podem ser definidos, mas existe probabilidade de eles ocorrerem já que existem informações à disposição, mas não suficientes.
Assinale a sequência CORRETA.
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1190905 Geologia
De acordo com a NBR 13133- Execução de levantamento topográfico, o levantamento topográfico, em qualquer de suas finalidades, deve ter, no mínimo, as seguintes fases: 
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1188762 Português
Uma tia-avó (Nina Horta)
Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada. De cada década, consigo no máximo as mesmas fotos imaginárias, daquelas pequenas, de ocasiões que me parecem que não fazem diferença nenhuma na biografia de uma pessoa.
Viagens, alegrias, sofrimentos, gentes, cada um como um álbum do Facebook, daqueles que se começa e não se acaba, com flashes fora de propósito e sem pose, além de tudo.
Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tiaavó. Vovó Naná, esse título que me obrigavam a dar a ela já era uma fofoca familiar para incomodar a verdadeira neta que morava no Rio e que a visitava pouco. Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas.
Uma velha senhora preta desbotada, que fora escrava, fazia par com ela, muda também, com as pernas cheias de varizes e chinelos de lã xadrez. Engraçado que, talvez por ser muito pequena, me lembro mais do acabamento inferior das pessoas, pernas e pés, e não os rostos que eu teria que quebrar o pescoço para observar.
O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas.
A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo.
Nem de comidas o inferno sem chamas era cheio. Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. Mas havia passeios a uma tal de Baleira Suíça, lugar sagrado na cidade com uma quantidade enorme de balas de sabores diferentes, escolhidas devagar pelo comprador e colocadas em saquinhos.
Tinha uma de coco queimado com fiapos de coco que iam aparecendo à medida que eram chupadas com cuidado.
Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos, balas boas, mas duras como pedras. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava.
Disponível em: http://ninahorta.blogfolha.uol.com.br/2013/07/17/uma-tia-avo/ Acesso em: 07 ago. 2013.
O texto de Nina Horta se refere à Belo Horizonte como
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1188676 Português
Uma tia-avó (Nina Horta)
Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada. De cada década, consigo no máximo as mesmas fotos imaginárias, daquelas pequenas, de ocasiões que me parecem que não fazem diferença nenhuma na biografia de uma pessoa.
Viagens, alegrias, sofrimentos, gentes, cada um como um álbum do Facebook, daqueles que se começa e não se acaba, com flashes fora de propósito e sem pose, além de tudo.
Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tiaavó. Vovó Naná, esse título que me obrigavam a dar a ela já era uma fofoca familiar para incomodar a verdadeira neta que morava no Rio e que a visitava pouco. Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas.
Uma velha senhora preta desbotada, que fora escrava, fazia par com ela, muda também, com as pernas cheias de varizes e chinelos de lã xadrez. Engraçado que, talvez por ser muito pequena, me lembro mais do acabamento inferior das pessoas, pernas e pés, e não os rostos que eu teria que quebrar o pescoço para observar.
O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas.
A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo.
Nem de comidas o inferno sem chamas era cheio. Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. Mas havia passeios a uma tal de Baleira Suíça, lugar sagrado na cidade com uma quantidade enorme de balas de sabores diferentes, escolhidas devagar pelo comprador e colocadas em saquinhos.
Tinha uma de coco queimado com fiapos de coco que iam aparecendo à medida que eram chupadas com cuidado.
Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos, balas boas, mas duras como pedras. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava.
Disponível em: http://ninahorta.blogfolha.uol.com.br/2013/07/17/uma-tia-avo/ Acesso em: 07 ago. 2013.
É CORRETO afirmar que o primeiro parágrafo do texto
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1188322 Português
Uma tia-avó (Nina Horta)
Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada. De cada década, consigo no máximo as mesmas fotos imaginárias, daquelas pequenas, de ocasiões que me parecem que não fazem diferença nenhuma na biografia de uma pessoa.
Viagens, alegrias, sofrimentos, gentes, cada um como um álbum do Facebook, daqueles que se começa e não se acaba, com flashes fora de propósito e sem pose, além de tudo.
Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tiaavó. Vovó Naná, esse título que me obrigavam a dar a ela já era uma fofoca familiar para incomodar a verdadeira neta que morava no Rio e que a visitava pouco. Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas.
Uma velha senhora preta desbotada, que fora escrava, fazia par com ela, muda também, com as pernas cheias de varizes e chinelos de lã xadrez. Engraçado que, talvez por ser muito pequena, me lembro mais do acabamento inferior das pessoas, pernas e pés, e não os rostos que eu teria que quebrar o pescoço para observar.
O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas.
A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo.
Nem de comidas o inferno sem chamas era cheio. Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. Mas havia passeios a uma tal de Baleira Suíça, lugar sagrado na cidade com uma quantidade enorme de balas de sabores diferentes, escolhidas devagar pelo comprador e colocadas em saquinhos.
Tinha uma de coco queimado com fiapos de coco que iam aparecendo à medida que eram chupadas com cuidado.
Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos, balas boas, mas duras como pedras. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava.
Disponível em: http://ninahorta.blogfolha.uol.com.br/2013/07/17/uma-tia-avo/ Acesso em: 07 ago. 2013.
Leia o título do texto.

“Uma tia-avó”
A palavra sublinhada é morfologicamente classificada, de acordo com o contexto, como
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Ano: 2013 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1186056 Segurança e Saúde no Trabalho
Para combater um incêndio em local considerado de risco de fogo pequeno, a distância máxima percorrida para ter acesso aos extintores é de
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1185486 Arquitetura
Onde você mora?
Não tente achar um endereço no Japão. Os endereços por lá são quase tão indecifráveis quanto os ideogramas. Os bairros são subdivididos em pequenas regiões numeradas. Dentro de uma região, cada quarteirão tem um número, mas também dentro de cada quarteirão, cada casa ou edifício tem o seu número. Por exemplo: o endereço Shibuya 10-3-20 significa que o que você procura está na vigésima casa da terceira quadra da décima microrregião do distrito de Shibuya. Detalhe: nenhum desses números está visível nos nossos algarismos.
Pense duas vezes antes de reclamar. Talvez o fato de os japoneses adorarem viajar em grupo se deva a uma total incapacidade de entender o sistema ocidental de endereçamento. Como assim, Faria Lima com Rebouças? Qual é a lógica de essas duas avenidas fazerem esquina?
Na Inglaterra, um mesmo nome pode ser atribuído a uma street¹, a uma road² e a uma lane³, todas pertinho umas das outras – mas, até você descobrir qual é qual, lá se vão 15 minutos debaixo de chuva. O sistema perfeito seria o americano, com ruas e avenidas dispostas em grades numeradas em sequência perfeita e organizadas por ponto cardeal. O problema é que nós, brasileiros, temos problemas com norte, sul, leste e oeste. Nossos pontos cardeais são seis: à esquerda, à direita, na frente, atrás, em cima e embaixo. Quer uma prova? Nossa cidade com o sistema de endereçamento mais perfeito, Brasília, tem o mapa mais errado do planeta: a Asa Sul aparece no oeste, e a Asa Norte, no leste. Ano passado passei uma semana em Palmas, que teoricamente seguiu o sistema de Brasília. Quanto mais eu me deslocava, menos entendia a lógica da coisa. Acredito que se orientar na cidade requer o mesmo tipo de talento necessário para decifrar um manual de TV a cabo.
Mas o troféu de cidade brasileira onde é mais difícil achar um endereço vai para a bela, próspera e animadíssima Goiânia. Suas ruas são numeradas, mas não obedecem a nenhuma grade ou lógica. No fim das contas nem é preciso: basta decorar que a rua 146 do Setor Marista passa a se chamar Dom Emanuel Gomes e tudo o que você precisava saber sobre a noite da cidade está resolvido.
FREIRE, Ricardo. Revista GOL. n.136, Jul.2013, p.140. Disponível em: <http://www.voegol.com.br/pt-br/servicos/entretenimento-a-bordo/paginas/default.aspx> Acesso em: 10 ago. 2013.
De acordo com o texto, infere-se que,
I. nos Estados Unidos, se adotam seis pontos cardeais para o endereçamento.
II. em Brasília, a Asa Sul deveria aparecer no sul e a Asa Norte, no norte.
III. em Palmas, o sistema de endereçamento obedece a mesma lógica que o de Goiânia.
IV. em Goiânia, uma mesma rua pode mudar de nome.
Estão CORRETAS as assertivas
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1184822 Medicina
Em relação ao tratamento das dislipidemias, é INCORRETO afirmar que
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1184750 Português
Numere a COLUNA II identificando a pontuação usada na COLUNA I.  
COLUNA I  1. Coitada da Zebra!  2. É tão pobrezinha , 3. Coitada da Zebra?  4. Dorme de  pijaminha.

COLUNA II   ( ) Ponto de interrogação.  ( ) Ponto final.  ( ) Ponto de exclamação. 4 ( ) Vírgula. 
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1184473 Meio Ambiente
Sobre o Protocolo de Montreal, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1184454 Meio Ambiente
Sobre o Protocolo de Kyoto, é CORRETO afirmar que
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1183986 Medicina
Paciente masculino, 60 anos, portador de diabete melito, hipertensão arterial e Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) apresenta Ritmo de Filtração Glomerular (RFG) estimado de 42 ml/min/1,73 m2 e albuminúria. Ao exame físico, constata-se presença de discreto edema de tornozelos, PA= 128/74 mmHg e quarta bulha cardíaca. Recebe tratamento com vários fármacos, incluindo um agente inibidor da enzima conversora da angiotensina (iECA).
Com base nesses dados clínicos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1183968 Patologia
São atribuições do técnico de patologia clínica no laboratório, EXCETO: 
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Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1183860 Medicina
Assinale a alternativa que corresponde à condição patológica que tem maior probabilidade de cursar com queda isolada da concentração sérica do componente C4 do sistema de complemento.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1183777 Direito Sanitário
Considerando a Resolução RDC nº 302/2005 da Agência de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (ANVISA/MS) que dispõe sobre regulamento técnico para funcionamento de laboratórios clínicos, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Respostas
61: C
62: A
63: B
64: A
65: C
66: C
67: B
68: B
69: A
70: B
71: B
72: C
73: B
74: D
75: D
76: B
77: D
78: C
79: B
80: C