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Q3584413 Farmácia
Nos laboratórios de hemoterapia, diversas metodologias são empregadas para a identificação de anticorpos eritrocitários. A técnica conhecida como eluição pode ser utilizada quando um teste de Coombs direto é positivo, e se baseia na:
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Q3584412 Farmácia
Os acidentes hemotransfusionais em serviços de saúde podem ocorrer em situações de erros laboratoriais nos testes de compatibilidade sanguínea. São identificados diversos antígenos eritrocitários que apresentam diferentes perfis de reações transfusionais. O antígeno mais imunogênico após os antígenos do tipo A e B é conhecido como: 
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Q3584411 Patologia
A pesquisa de elementos anormais e alterações morfológicas nas estruturas de células hematopoiéticas é essencial para o diagnóstico de doenças neoplásicas. Nos esfregaços sanguíneos, corados pela coloração de Romanowsky de pacientes com leucemia mieloide aguda, as inclusões vermelho-púrpuras lineares ou em forma de fuso no citoplasma de mieloblastos ou promielócitos são denominadas:
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Q3584410 Biomedicina - Análises Clínicas
O favismo e outras síndromes hemolíticas devem ser pesquisadas em determinadas populações devido a suas características genéticas. Nessas síndromes, a regeneração do NADPH (nicotinamida adenina dinucleótido fosfato reduzido) nas hemácias é limitada pela deficiência da enzima conhecida como: 
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Q3584409 Biomedicina - Análises Clínicas
O diagnóstico preciso de algumas formas de anemias necessita de exames complementares para adoção de procedimentos corretos e eficazes. As desordens hereditárias da síntese de hemoglobinas, que ocorrem predominantemente em pessoas de origem mediterrânea, são conhecidas como:
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Q3584408 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam” (6º parágrafo) é uma oração subordinada:
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Q3584407 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Na palavra CONSCIENTIZAÇÃO, o sufixo indicado tem o mesmo valor e a mesma função do elemento destacado em:
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Q3584406 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Em “[...] esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem” (1º parágrafo), a vírgula poderia ser substituída por um conectivo, sem alteração do sentido do trecho. Esse conectivo é:
Alternativas
Q3584405 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
“Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam” (6º parágrafo). Esse trecho cumpre a função de estabelecer uma relação discursiva com o contexto anterior. Essa relação é de:
Alternativas
Q3584404 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Com relação aos gêneros do discurso, o texto anterior apresenta características de:
Alternativas
Q3584403 Português
Leia o texto a seguir:


Contra milícia, polícia e inteligência social


Fernando Filardi


Os recentes acontecimentos ocorridos nas comunidades de base da pirâmide no Rio de Janeiro têm origem na histórica ausência do Estado que, nesses territórios, não entrega os serviços básicos de água, luz, gás, telefone, internet, educação, saúde, transporte e segurança. Em alguns casos, esses serviços foram privatizados, não são fiscalizados de maneira efetiva e simplesmente não existem.


O fato explica o crescimento assustador das facções do crime e da milícia nas últimas décadas, que ocupam espaços deixados pelo Estado, oferecendo serviços de maneira ilegal e extorsiva a uma população que se vê obrigada a aceitar as regras impostas pelo poder paralelo. Mas não foi sempre assim.


Em 2008, o Estado implantou as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), programa elogiado internacionalmente, que tinha a finalidade de retomar esses territórios, ocupando 40 favelas cariocas, beneficiando 1,5 milhão de pessoas, sendo bemsucedido no período de realização dos megaeventos de 2014 (Copa do Mundo) a 2016 (Olimpíadas), o que mostra que a capacidade para resolver o problema existe.


No entanto, passados esses eventos, a maioria das comunidades continuou carente de serviços básicos e o programa perdeu força porque se apoiou apenas nas ações de polícia e segurança e deixou de implantar ações sociais em parceria com empresas para qualificar as pessoas e investir no empreendedorismo local para aumentar a renda global do território.


Nesse cenário, algumas estratégias devem ser consideradas na questão das milícias no Rio de Janeiro, que se tornou um desafio complexo e multifacetado e requer abordagens integradas como o fortalecimento das instituições de segurança, investindo na capacitação de juízes, promotores e policiais, para garantir punições adequadas para membros de milícias, além de combater a corrupção e a impunidade dentro das forças de segurança.


Desenvolver unidades de inteligência especializadas em rastrear as milícias também é uma ação importante para reduzir seu poderio financeiro, utilizando tecnologia e análise de dados para identificar seus líderes e estruturas, evitando que esses grupos cresçam e se expandam.


Implementar programas de desarmamento para reduzir o acesso das milícias a armas de fogo e reforçar o controle de armas para evitar a entrada ilegal de armamentos no estado.


Mas a solução não se dá apenas por este vetor, que foca nas consequências, mas também pela implantação de políticas sociais nas comunidades, que devem ser realizadas visando atacar as causas do problema, com o objetivo de melhorar as condições de vida, reduzindo o recrutamento dos jovens e promovendo programas de emprego e educação.


Além disso, realizar campanhas de conscientização pública para apoiar as ações do Estado, estabelecendo canais de comunicação seguros para os moradores denunciarem atividades ilegais, prestando apoio às testemunhas e incentivando sua participação no combate às milícias.


A cooperação interinstitucional entre diferentes níveis de governo também deve ser articulada para combater as milícias, trabalhando em conjunto com organizações da sociedade civil e ONGs.


É importante dizer, por fim, que, no curto prazo, as ações mais ostensivas da polícia devem sim ser realizadas, mas as estratégias acima apontam caminhos complementares que devem ser seguidos para resolver o problema de forma efetiva no médio e longo prazo. Só assim teremos uma solução sustentável para o desequilíbrio social que se arrasta há décadas no estado.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2023/11/1047020-contra-milicia-policia-e-inteligencia-social.html. Acesso em: 07 nov. 2023.
Com relação ao problema das milícias no Rio de Janeiro, o autor do texto defende que a questão é: 
Alternativas
Q3584402 Radiologia
O dosímetro individual é um dispositivo valioso para a proteção radiológica e deve ser:
Alternativas
Q3584401 Radiologia
Na urografia excretora, a primeira aquisição de imagem após injeção intravenosa do meio de contraste deve ser feita:
Alternativas
Q3584400 Radiologia
Os seios paralisais a serem identificados na incidência posteroanterior da radiografia de face são: 
Alternativas
Q3584399 Radiologia
Em relação à radiografia portátil do tórax, pode-se afirmar que esse tipo de aparelho: 
Alternativas
Q3584398 Radiologia
Para realização da arteriografia, é necessário:
Alternativas
Q3584397 Radiologia
O produto kerma-área (PKA) na fluoroscopia é a:
Alternativas
Q3584396 Radiologia
Na radiografia do trato gastrointestinal, o contraste radiopaco padrão para avaliação das estruturas é: 
Alternativas
Q3584395 Radiologia
Na radiografia da coluna cervical, a incidência especial para avaliação de C1 e C2 é:
Alternativas
Q3584394 Radiologia
A principal diferença entre a Radiologia Computadorizada (CR) e a Radiologia Digital (DR) é:
Alternativas
Respostas
1521: C
1522: D
1523: C
1524: A
1525: B
1526: A
1527: C
1528: A
1529: D
1530: D
1531: B
1532: C
1533: B
1534: B
1535: D
1536: A
1537: D
1538: C
1539: A
1540: C