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Compreender o ato de planejar numa perspectiva pedagógica transformadora pressupõe reconhecer os princípios, os fundamentos que devem orientar esta prática.
A alternativa que apresenta as orientações fundamentais para a prática do planejamento é:
I − Em um trabalho interdisciplinar as atividades vão sendo propostas e se estabelecendo por convergência entre os saberes.
II − A interdisciplinaridade ocorre quando as diversas atividades e contribuições das disciplinas, bem como o trabalho dos professores, acontecem apenas se acumulando por justaposição.
III − A prática interdisciplinar está vinculada à existência de um projeto sustentado por uma intencionalidade claramente estabelecida para este fim.
Com relação a uma prática pedagógica interdisciplinar, as afirmativas corretas são:
O processo educativo, por se realizar inserido em um dado contexto, configura, uma construção social que irá refletir as teorias do conhecimento que as pesquisas adotem como parâmetro.
A teoria que tem como pressuposto básico que o conhecimento é proveniente da experiência, considera o sujeito como aquele que nada tem, que nada sabe, ou seja, tabula rasa, é denominada:
A escola, como tradicionalmente a conhecemos, está apoiada num paradigma organizacional que privilegia a uniformidade. Podemos interrogar-nos, porém, se tal paradigma ainda se adequa à nova realidade educacional.
Na operacionalização de um novo paradigma de organização escolar, a alternativa que NÃO devemos considerar é:
O plano de curso é um instrumento que poderia ser considerado como um “mapa da mina do tesouro do saber”, por onde vão sendo rastreadas as pistas e os caminhos que permitem a descoberta do conhecimento.
Para a concretização desse plano, é necessária a ação descrita na seguinte alternativa:
A educação especial deve garantir os serviços de apoio especializado que visam eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
A alternativa que apresenta uma afirmativa NÃO compatível com atendimento educacional especializado é:
O que o currículo é depende, precisamente, da forma como é definido pelos diferentes autores e teorias. Uma definição de currículo nos revela o que uma determinada teoria pensa que ele seja.
Das assertivas a seguir, a que NÃO se relaciona com questões abordadas nas teorias de currículo é:
A tabela abaixo representa o consumo mensal de carne, em kg, de uma família, durante um ano.

O valor da mediana, em kg, de todo o consumo anual de carne, nesse ano, é igual a:
Admita n pedaços de papel contendo, cada um deles, uma sequência das oito letras da palavra TRINDADE, de modo que as três vogais da palavra sempre apareçam juntas.
Veja os seguintes exemplos:

Se todas as sequências escritas nos n pedaços de papel são distintas entre si, o maior valor possível de n é igual a:
A divisão de uma herança entre dois irmãos, no valor de R$ 250.000,00, apresenta uma condição: o valor a ser recebido por eles deve ser proporcional à idade de cada um.
Se a idade do mais velho é 30 anos, e ele receberá um total de R$ 150.000,00, a soma dos algarismos que representam a idade do irmão mais novo é igual a:
Duas figuras planas A e B são semelhantes, e a razão entre as medidas de suas áreas é igual a 1/9.
A razão entre os perímetros dessas duas figuras equivale a:
Admita que o número de pessoas com dengue em uma cidade, no mês de janeiro, foi igual a x e, no mês de fevereiro, foi igual a y.
Se y/x = 1,02, o aumento percentual do número de pessoas com dengue nesse bimestre, em relação ao mês de janeiro, corresponde a:
Considere a seguinte proposição:

A negação dessa proposição é logicamente equivalente a:
CARBOIDRATOS ABSOLVIDOS
Em algum ponto da história da evolução de nossa espécie “ganhamos” cérebros maiores, capazes de executar atividades cada vez mais complexas, decisivas para nos separar de nossos parentes mais próximos, os grandes primatas africanos, como chimpanzés e gorilas. Cérebros maiores e mais complexos são custosos do ponto de vista energético,e exigiram que nossos antepassados se desdobrassem para encontrar mais alimentos. Durante décadas, defendeu-se que ingerir carne (proteína animal) e aprender a cozinhar, graças ao domínio do fogo, foram os grandes responsáveis por esse salto quantitativo e qualitativo em nossa busca por mais e melhores “combustíveis” para nosso organismo. Mas outros animais também sempre comeram carne e nem por isso conseguiram chegar, do ponto de vista social e cognitivo, aonde chegamos. Agora, um novo trabalho publicado na revista científica Quarterly Review of Biology e noticiado pelo jornal inglês Daily Mail aponta mais um responsável pelo sustento de nossa alta complexidade cerebral. Alguém arrisca um palpite? Acertou quem apostou nos carboidratos, na forma de amido, presentes em tubérculos como nossa boa e velha batata. O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, traz alguns dados que reforçam a hipótese de os carboidratos terem sido centrais na evolução do cérebro humano. O órgão consome cerca de 25% de nossas fontes diárias de energia e 60% da glicose, molécula produzida a partir da digestão dos carboidratos. A nova teoria sugere que cozinhar vegetais e carnes facilitou nossa evolução, ao permitir que os nutrientes dos alimentos se tornassem mais assimiláveis e palatáveis e, também, ao possibilitar a ingestão de maior quantidade em intervalos mais curtos. Sobrava, assim, mais tempo para interações sociais. A existência de seis genes relacionados à digestão do carboidrato é outro indício de que contamos com adaptações para aproveitar, da melhor maneira possível, os carboidratos. Esses genes produzem uma substância que ajuda a quebrar em moléculas menores o amido, chamada amilase. Outros primatas têm apenas dois deles. Esses genes adicionais parecem ter surgido no último milhão de anos, tempo que bate com o de nosso crescimento cerebral, que ocorreu de 800 mil anos para cá. Em resumo, disponibilidade de amido na forma de tubérculos, maior expressão dos genes da amilase e habilidade para cozinhar tubérculos parecem ter sido fatores que se combinaram para garantir mais glicose para o cérebro. Isso tudo possibilitou energia extra para o desenvolvimento fetal, para a lactação e para a sobrevivência da prole, fazendo com que essa adaptação fosse transmitida de geração em geração. Curioso pensar que o mesmo carboidrato que possibilitou nossa evolução hoje é considerado um dos grandes vilões da obesidade, um problema de saúde pública.
CARBOIDRATOS ABSOLVIDOS
Em algum ponto da história da evolução de nossa espécie “ganhamos” cérebros maiores, capazes de executar atividades cada vez mais complexas, decisivas para nos separar de nossos parentes mais próximos, os grandes primatas africanos, como chimpanzés e gorilas. Cérebros maiores e mais complexos são custosos do ponto de vista energético,e exigiram que nossos antepassados se desdobrassem para encontrar mais alimentos. Durante décadas, defendeu-se que ingerir carne (proteína animal) e aprender a cozinhar, graças ao domínio do fogo, foram os grandes responsáveis por esse salto quantitativo e qualitativo em nossa busca por mais e melhores “combustíveis” para nosso organismo. Mas outros animais também sempre comeram carne e nem por isso conseguiram chegar, do ponto de vista social e cognitivo, aonde chegamos. Agora, um novo trabalho publicado na revista científica Quarterly Review of Biology e noticiado pelo jornal inglês Daily Mail aponta mais um responsável pelo sustento de nossa alta complexidade cerebral. Alguém arrisca um palpite? Acertou quem apostou nos carboidratos, na forma de amido, presentes em tubérculos como nossa boa e velha batata. O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, traz alguns dados que reforçam a hipótese de os carboidratos terem sido centrais na evolução do cérebro humano. O órgão consome cerca de 25% de nossas fontes diárias de energia e 60% da glicose, molécula produzida a partir da digestão dos carboidratos. A nova teoria sugere que cozinhar vegetais e carnes facilitou nossa evolução, ao permitir que os nutrientes dos alimentos se tornassem mais assimiláveis e palatáveis e, também, ao possibilitar a ingestão de maior quantidade em intervalos mais curtos. Sobrava, assim, mais tempo para interações sociais. A existência de seis genes relacionados à digestão do carboidrato é outro indício de que contamos com adaptações para aproveitar, da melhor maneira possível, os carboidratos. Esses genes produzem uma substância que ajuda a quebrar em moléculas menores o amido, chamada amilase. Outros primatas têm apenas dois deles. Esses genes adicionais parecem ter surgido no último milhão de anos, tempo que bate com o de nosso crescimento cerebral, que ocorreu de 800 mil anos para cá. Em resumo, disponibilidade de amido na forma de tubérculos, maior expressão dos genes da amilase e habilidade para cozinhar tubérculos parecem ter sido fatores que se combinaram para garantir mais glicose para o cérebro. Isso tudo possibilitou energia extra para o desenvolvimento fetal, para a lactação e para a sobrevivência da prole, fazendo com que essa adaptação fosse transmitida de geração em geração. Curioso pensar que o mesmo carboidrato que possibilitou nossa evolução hoje é considerado um dos grandes vilões da obesidade, um problema de saúde pública.
CARBOIDRATOS ABSOLVIDOS
Em algum ponto da história da evolução de nossa espécie “ganhamos” cérebros maiores, capazes de executar atividades cada vez mais complexas, decisivas para nos separar de nossos parentes mais próximos, os grandes primatas africanos, como chimpanzés e gorilas. Cérebros maiores e mais complexos são custosos do ponto de vista energético,e exigiram que nossos antepassados se desdobrassem para encontrar mais alimentos. Durante décadas, defendeu-se que ingerir carne (proteína animal) e aprender a cozinhar, graças ao domínio do fogo, foram os grandes responsáveis por esse salto quantitativo e qualitativo em nossa busca por mais e melhores “combustíveis” para nosso organismo. Mas outros animais também sempre comeram carne e nem por isso conseguiram chegar, do ponto de vista social e cognitivo, aonde chegamos. Agora, um novo trabalho publicado na revista científica Quarterly Review of Biology e noticiado pelo jornal inglês Daily Mail aponta mais um responsável pelo sustento de nossa alta complexidade cerebral. Alguém arrisca um palpite? Acertou quem apostou nos carboidratos, na forma de amido, presentes em tubérculos como nossa boa e velha batata. O trabalho, realizado por pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, traz alguns dados que reforçam a hipótese de os carboidratos terem sido centrais na evolução do cérebro humano. O órgão consome cerca de 25% de nossas fontes diárias de energia e 60% da glicose, molécula produzida a partir da digestão dos carboidratos. A nova teoria sugere que cozinhar vegetais e carnes facilitou nossa evolução, ao permitir que os nutrientes dos alimentos se tornassem mais assimiláveis e palatáveis e, também, ao possibilitar a ingestão de maior quantidade em intervalos mais curtos. Sobrava, assim, mais tempo para interações sociais. A existência de seis genes relacionados à digestão do carboidrato é outro indício de que contamos com adaptações para aproveitar, da melhor maneira possível, os carboidratos. Esses genes produzem uma substância que ajuda a quebrar em moléculas menores o amido, chamada amilase. Outros primatas têm apenas dois deles. Esses genes adicionais parecem ter surgido no último milhão de anos, tempo que bate com o de nosso crescimento cerebral, que ocorreu de 800 mil anos para cá. Em resumo, disponibilidade de amido na forma de tubérculos, maior expressão dos genes da amilase e habilidade para cozinhar tubérculos parecem ter sido fatores que se combinaram para garantir mais glicose para o cérebro. Isso tudo possibilitou energia extra para o desenvolvimento fetal, para a lactação e para a sobrevivência da prole, fazendo com que essa adaptação fosse transmitida de geração em geração. Curioso pensar que o mesmo carboidrato que possibilitou nossa evolução hoje é considerado um dos grandes vilões da obesidade, um problema de saúde pública.
A infância necessita de espaços onde as crianças possam movimentar-se, interagir, viver e conviver, desenvolvendo-se integralmente.
Assim, a Educação Infantil tem características muito particulares no que se refere à organização dos espaços nos quais se concretiza.
Neste sentido, a alternativa correta é: