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Q3752662 Raciocínio Lógico
Considere a sentença:
“Se Márcia é gaúcha, então é torcedora do Grêmio ou torcedora do Internacional”.
Assinale a opção que indica uma sentença logicamente equivalente a essa.
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Q3752661 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte proposição lógica:
“Se José é alto, então Maria é alta ou Pedro é alto.”
Sabendo que essa proposição é falsa, é correto concluir que
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Q3752660 Raciocínio Lógico

Considere o raciocínio a seguir.


Se um contrato é válido, então está assinado pelas duas partes; o contrato não está assinado pelas duas partes; logo, o contrato não é válido.


Com base na análise do raciocínio, assinale a opção em que ele está classificado corretamente do ponto de vista lógico.

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Q3752659 Raciocínio Lógico
Em um debate sobre mobilidade urbana, um comentarista afirmou:

Após a implantação de faixas exclusivas para ônibus, o trânsito piorou nas avenidas centrais. Portanto, as faixas exclusivas são responsáveis por todo esse congestionamento.

Analise o raciocínio apresentado nessa afirmação e assinale a opção que identifica corretamente a falácia lógica nele contida. 
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Q3752658 Matemática
O Setor de Protocolo de uma Vara Cível utiliza grandes volumes de papel A4 para impressão de despachos, sentenças e intimações. O consumo médio mensal atual é de 3.600 folhas de papel A4.
O gestor do setor determinou que o estoque de papel é ideal quando mantido sempre em um nível equivalente ao consumo médio de dois meses. No entanto, devido a uma atualização nas impressoras, prevê-se que o consumo mensal de papel cairá 25% a partir do próximo mês.
As requisições de papel A4 são feitas mensalmente e devem considerar uma margem de segurança adicional de 10% sobre o valor do estoque ideal.

Considerando que, no próximo mês, no momento da requisição, o estoque contenha 390 folhas de papel A4, será preciso comprar mais
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Q3752657 Português
Leia as descrições a seguir, nas quais elementos naturais e institucionais são apresentados por meio de estruturas paralelas.

I. Um rio subterrâneo se concentra em lençóis ocultos, irrompe por fendas da rocha, modifica a consistência do solo, percorre canais invisíveis e se prolonga em umidade contínua.
II. Um conjunto de processos percorre fluxos organizados, se prolonga em despachos sucessivos, se concentra em arquivos reservados, altera a rotina do fórum e emerge em movimentações judiciais.

Com base na correspondência estrutural entre os elementos de cada sequência, assinale a expressão em II que ocupa posição análoga à de “consistência do solo” em I. 
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Q3752656 Raciocínio Lógico
Considere a seguinte situação:
Um advogado informa ao seu cliente que seguirá defendendo seu caso se, e somente se, ele se comprometer a seguir à risca as suas orientações.
Se representarmos essa situação por meio das proposições lógicas “o advogado defende o cliente” e “o cliente segue as orientações”, o conectivo lógico que descreve corretamente a relação entre elas é o de  
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Q3752655 Matemática
O almoxarife de uma empresa precisa comprar cartuchos de tinta preta para as impressoras do escritório. Ele dispõe de um orçamento com 5 tipos diferentes de cartuchos.
O preço e o volume de tinta de cada tipo de cartucho estão descritos na tabela a seguir.  
q_31.png (305×162)
Nessa compra, todos os cartuchos devem ser de um mesmo tipo. Para pagar o menor valor por mililitro de tinta, o almoxarife deve adquirir cartuchos do tipo
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Q3752654 Raciocínio Lógico
Com base no conceito lógico clássico de proposição, analise os itens a seguir.

I. Todo réu tem direito à ampla defesa e ao contraditório?
II. Apresente os documentos solicitados no prazo legal!
III. Testemunhas podem ser ouvidas sem a presença do juiz.
É proposição o que se indica em 
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Q3752653 Raciocínio Lógico
Em lógica, quantificadores são operadores que definem o alcance de uma proposição em relação a um domínio. O quantificador universal (∀) indica que a propriedade se aplica a todos os elementos do domínio, enquanto o quantificador existencial (∃) afirma que há pelo menos um elemento no domínio que satisfaz a propriedade.
Com base nisso, assinale a sentença que pode ser expressa por meio de um quantificador universal.
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Q3752652 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Assinale a afirmativa correta sobre a interpretação do texto “Nasce uma crônica”. 
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Q3752651 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Assinale a opção que apresenta a justificativa correta para a ausência de acento gráfico na palavra “ideias”.
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Q3752650 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Assinale a opção correta sobre as marcas de flexão presentes na palavra sublinhada em “Você espreme o cérebro e não pinga nada”. 
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Q3752649 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Leia o trecho a seguir.
“E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto”.
Assinale a afirmativa correta sobre o trecho sublinhado
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Q3752648 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Assinale a opção em que a palavra destacada exerce a mesma função sintática que o termo em destaque no trecho “e me perguntou como nascia uma crônica”.  
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Q3752647 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
O texto “Nasce uma crônica” utiliza variadas estratégias argumentativas para comprovar a defesa de seu ponto de vista, exceto
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Q3752646 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Sobre a concordância do verbo haver no trecho “Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar”, é correto afirmar que o verbo se flexiona no singular, pois  
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Q3752645 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
Sobre a colocação pronominal no trecho “A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica”, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3752644 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 
No texto “Nasce uma crônica”, há o uso recorrente do pronome “você”.
Considerando os efeitos de sentido produzidos por esse emprego, assinale a opção que identifica corretamente sua função no texto. 
Alternativas
Q3752643 Português
Atenção: o texto a seguir deve ser usado para responder à
próxima questão.


Nasce uma crônica


    A moça era bonita, se chamava Fabíola e me perguntou como nascia uma crônica. Entre outras coisas. Ela era repórter do jornal da universidade de Ouro Preto e estava me entrevistando, uma tarefa que eu não desejo a ninguém, enquanto uma câmera de TV gravava tudo. Dei a resposta de sempre. Qualquer coisa pode originar uma crônica. Às vezes, há um assunto em evidência que você é obrigado a comentar. Às vezes, é uma coisa, assim, impressionista; às vezes, é pura invenção, uma frase que sugere uma história, ou um cheiro no ar, ou um incidente banal... Os mistérios, enfim, da criação. Etcetera, etcetera. Não há vezes em que as ideias simplesmente não vêm? Há, há. Acontece muito. Com os anos, as ideias parecem que vão ficando cada vez mais longe, enquanto o seu poder de convocá-las diminui. Você chama e elas não se aproximam. Você grita por socorro e elas continuam longe, lixando as unhas. Você espreme o cérebro e não pinga nada. E hoje nenhum cronista que se respeite pode recorrer ao velho truque de, não tendo assunto, escrever sobre a falta de assunto. Ou desperdiçar papel caro e o tempo do leitor com um parágrafo inteiro só de introdução.


VERISSIMO, Luis Fernando. "Nasce uma crônica". São Paulo. O Estado de São Paulo, caderno 2, p. 49, 01/05/2003. 

No texto, o autor apresenta uma situação em que o narrador, entrevistado por uma jovem repórter, reflete com humor sobre o processo de criação da crônica. No início, os verbos aparecem no passado, e, em seguida, passam a ser empregados no presente.


Essa alternância verbal ocorre porque

Alternativas
Respostas
121: B
122: C
123: E
124: B
125: B
126: C
127: D
128: D
129: E
130: B
131: B
132: A
133: C
134: E
135: E
136: A
137: C
138: B
139: D
140: C