Questões de Concurso
Para prefeitura de nova aurora - go
Foram encontradas 139 questões
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Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
Leia o texto.
TEXTO II
O Juquinha estava distraído, cabeça baixa, mexendo embaixo da carteira.
A professora chega perto e vê que ele está desmontando a caneta.
— Que é isso, menino?
E o Juquinha:
— Estou tentando ver de onde saem as letrinhas!
(ZIRALDO. As anedotinhas do Bichinho da Maçã. São Paulo: Melhoramentos, 1998. p.12.)
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TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
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TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
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TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Leia o texto.
TEXTO I
Era uma vez uma cidadezinha, dessas muito antigas. Pequena, mal tinha umas cinco ruas meio tortas e desencontradas. As casas, nessas ruas, eram quase todas baixinhas. No meio delas uns dois sobrados, o casarão da escola e o outro casarão muito feio, com janelas gradeadas, onde ficava a cadeia.
Mas a graça daquela cidadezinha era a igreja, que a gente até poderia chamar de igrejinha. Ficava no alto do morro, toda branca, de portas azuis, parecia leve, muito linda. Talvez por causa da igrejinha do morro, a cidade ganhou o nome de Morro Lindo. A igrejinha é que era linda, mas o morro ficou com a fama. E não era dessas igrejas importantes, paredes de pedra, com as torres apontando para o céu. Tinha as paredes caiadas, era muito simples, quadradinha, com uma torre também quadrada. E, bem debaixo do telhado da torre, no campanário, ficava o sino.
(QUEIROZ, Rachel de. Andira. São Paulo: Siciliano, 1992. p.3.)
Em relação à divisão de responsabilidade quanto à oferta da educação pública entre a União, Estados e Municípios, a LDB n.9.394/1996 explicita que os municípios são obrigados a oferecer a educação infantil, seguido do ensino fundamental, para não acarretar distorção idade/ série.
Considere a tabela.

Marque a alternativa correta.
Marque a alternativa correta.
A gestão ineficiente de conteúdos educacionais dificulta o processo de criação, edição, colaboração e distribuição. Isso leva a atrasos, erros e perda de produtividade, afetando a qualidade dos resultados da escola. Por isso, os educadores precisam de ferramentas para assumir a gestão das relações de trabalho e dos resultados das aprendizagens dos alunos.
Analise os itens que caracterizam uma gestão moderna e eficiente.
I. Capacidade de trabalhar em equipe.
II. Capacidade de gerar ambientes cada vez mais complexos.
III. Manejo de tecnologias emergentes.
IV. Capacidade de centralização das ações.
V. Criação de ambientes estáveis.
Marque a alternativa que apresenta todos os itens corretos.