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Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico, a principal hipótese diagnóstica é
Com base na anatomia descrita, o fundamento anatômico que torna essa técnica segura e viável nessa região específica se deve ao fato de que
Relata que a dor inicia durante a evacuação e persiste por várias horas após o ato evacuatório. Nega febre, perda ponderal ou drenagem purulenta.
Ao exame físico: Estado geral preservado; Sinais vitais normais; Inspeção anal evidenciando plicoma sentinela posterior; Espasmo importante do esfíncter anal interno; Dor intensa à tentativa de afastamento das nádegas; Toque retal prejudicado pela dor; Anuscopia não tolerada adequadamente.
A melhor interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o caso, será:
Ao exame físico: Estado geral bom; Frequência cardíaca: 88 bpm; Pressão arterial: 118/72 mmHg; Abdome flácido e indolor; Sem massas palpáveis; Toque retal sem lesões palpáveis; Sem sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 10,8 g/dL; Ferritina reduzida; Função hepática normal; CEA normal.
Uma colonoscopia mostra mais de 400 pólipos adenomatosos distribuídos por todo o cólon e reto. A endoscopia digestiva alta evidencia múltiplos adenomas duodenais pequenos. A tomografia de abdome não demonstra metástases ou lesões invasivas.
Considerando os conhecimentos atuais, a melhor interpretação diagnóstica, propedêutica complementar e de tratamento para o caso, é
Ao exame físico, encontra-se afebril, com frequência cardíaca de 98 bpm e pressão arterial de 120/70 mmHg. O abdome apresenta dor localizada em fossa ilíaca direita, defesa muscular localizada e sinal de Blumberg positivo no ponto de McBurney. Os exames laboratoriais demonstram leucocitose de 15.600/mm³ com desvio à esquerda. Realizou-se uma tomografia computadorizada evidencia apendicite aguda supurativa sem perfuração.
Durante uma apendicectomia aberta, após a ligadura do mesoapêndice e secção do apêndice, o cirurgião solicita ao residente que identifique qual técnica corresponde ao tempo cirúrgico de síntese do coto apendicular, após a realização da exérese.
Uma técnica clássica de síntese utilizada nesse momento da operação é a de
Na manhã da cirurgia, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico. Durante a preparação anestésica, o primeiro auxiliar observa que a prescrição de profilaxia antimicrobiana contém cefazolina. Simultaneamente, a enfermagem identifica divergência entre a lateralidade registrada no prontuário eletrônico e a anotação da programação cirúrgica. O paciente já se encontra na sala operatória, porém ainda não foi realizada a indução anestésica.
O cirurgião principal está presente e argumenta que a divergência é um erro administrativo sem relevância clínica e que a cirurgia deve prosseguir para evitar atrasos na programação do centro cirúrgico.
De acordo com os princípios de segurança do paciente descritos na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS), a conduta mais apropriada nesse momento será
Recebeu alta hospitalar e após melhora inicial, começou a apresentar dificuldade para deglutir, a princípio, para alimentos sólidos, com progressão gradual para alimentos pastosos. Nas últimas semanas, passou a tolerar apenas líquidos. Refere perda ponderal de 14 kg nesse período, refere episódios frequentes de regurgitação alimentar e importante comprometimento nutricional. Não há história de hematêmese, melena ou sintomas respiratórios.
Ao exame físico encontra-se emagrecido, com índice de massa corporal de 17 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+), discreta atrofia muscular e sinais clínicos de desnutrição proteico-calórica. O exame cervical é normal. Não há linfonodomegalias palpáveis no pescoço. O exame cardiopulmonar e abdominal não apresenta alterações.
Uma seriografia do esôfago demonstra estenose longa, irregular, localizada no terço médio e distal do esôfago, com importante redução luminal. A endoscopia digestiva alta revela estenose cicatricial extensa, permitindo passagem apenas de endoscópio ultrafino. As biópsias não demonstram malignidade.
Considerando as diretrizes cirúrgicas atuais para o manejo da estenose cáustica do esôfago, a conduta mais apropriada nesse momento, será
Nas últimas 24 horas, apresentou dois episódios de melena e um episódio de hematêmese com eliminação de grande quantidade de sangue vermelho vivo.
Ao exame físico, encontra-se consciente, porém pálido, sudorético e ansioso. Pressão arterial: 90/60 mmHg; frequência cardíaca: 120 bpm; frequência respiratória: 22 irpm. Extremidades frias e tempo de enchimento capilar prolongado. O abdome é plano, com discreta dor à palpação profunda do epigástrio, sem sinais de irritação peritoneal. O toque retal confirma presença de melena.
Após reposição volêmica inicial, o paciente é submetido à endoscopia digestiva alta. O exame evidencia úlcera duodenal de aproximadamente 1,5 cm na parede posterior do bulbo duodenal, apresentando vaso visível não sangrante (Forrest IIa), sem sangramento ativo no momento do exame.
Considerando as recomendações atuais, a conduta mais apropriada para o caso será
Ao exame físico, está em bom estado geral, porém discretamente emagrecido. Apresenta mucosas hipocoradas (++/4+). O abdome é plano, flácido, indolor à palpação superficial, mas palpa-se massa pouco móvel e mal delimitada no epigástrio. Não há sinais de irritação peritoneal e não se observa linfonodomegalias.
O hemograma mostra hemoglobina de 8,7 g/dL, compatível com anemia ferropriva. Uma endoscopia digestiva alta evidencia abaulamento subepitelial na parede posterior do corpo gástrico, medindo aproximadamente 8 cm, com área central ulcerada. A ecoendoscopia demonstra lesão originada da muscular própria. A tomografia computadorizada de abdome evidencia massa gástrica exofítica de 8,5 cm, sem invasão de órgãos adjacentes e sem metástases hepáticas ou peritoneais.
Foi realizada biópsia guiada por ecoendoscopia, cujo resultado da imuno-histoquímica revela: CD117 (KIT): positivo; DOG1: positivo e CD34: positivo.
Diante desse quadro clínico a conduta mais apropriada será
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, corada (+/4+), hidratada, afebril e hemodinamicamente estável. O exame cardiopulmonar é normal. O abdome é flácido, indolor e sem massas palpáveis.
Um hemograma mostra hemoglobina de 9,8 g/dL com padrão compatível com anemia ferropriva.
Tem uma endoscopia digestiva alta que evidencia grande hérnia hiatal, com parte significativa do fundo gástrico herniado para o mediastino. Observam-se erosões lineares na mucosa gástrica ao nível do diafragma compatíveis com lesões de Cameron. Não existe esofagite significativa.
Um esofagograma contrastado demonstra migração intratorácica de aproximadamente 50% do estômago, com a junção esofagogástrica permanecendo em posição anatômica normal. Uma tomografia de tórax confirma hérnia paraesofágica volumosa, tipo III, sem sinais de perfuração ou isquemia.
Para essa paciente, a conduta mais apropriada será
Ao exame físico está emagrecido, com índice de massa corporal de 18 kg/m², mucosas hipocoradas (+/4+) e discreta atrofia muscular. Não há linfonodomegalias cervicais palpáveis. Tem auscultas pulmonar e cardíaca normais. O abdome não apresenta alterações.
Uma endoscopia digestiva alta evidencia lesão vegetante e ulcerada localizada no terço médio do esôfago, causando redução luminal significativa. A biópsia demonstra carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
O estadiamento prossegue com tomografia computadorizada de tórax e abdome, que não demonstra metástases à distância. A ecoendoscopia identifica invasão da camada muscular própria e da adventícia, sem invasão de estruturas adjacentes. Observam-se três linfonodos periesofágicos suspeitos, confirmando doença regional linfonodal.
O paciente apresenta bom desempenho funcional (ECOG 0) e avaliação cardiopulmonar favorável para tratamento multimodal.
Diante desse caso clínico, a conduta mais apropriada é
A peça cirúrgica media 6 cm de comprimento e tinha diâmetro que variava entre 0,5 cm e 2 cm. Era recoberta por serosa lisa e brilhante com segmento de irregularidade e coloração vinhosa. Aos cortes, mostrava luz dilatada preenchida por material vinhoso e friável. O exame microscópico revelou abundantes hemácias extravasadas, ocasionais células trofoblásticas e vilosidades coriônicas exibindo pequenos vasos que continham hemácias nucleadas em seu interior. Na área irregular e vinhosa da serosa, além da hemorragia recente, havia proliferação mesotelial com atipias, formação de papilas e psamomas.
O melhor diagnóstico histopatológico para o quadro descrito é:
Diante dos achados descritos, o diagnóstico histopatológico foi de
A respeito das características histopatológicas que permitiriam a distinção entre colite ulcerativa e doença de Crohn é correto afirmar que
Ele é caracterizado por uma translocação específica que resulta na fusão
Considerando o diagnóstico mais provável, seria desejável a realização de estudo imunohistoquímico utilizando o anticorpo anti
O diagnóstico histopatológico para a lesão descrita foi
Ao exame microscópico, a lesão era centrada por estroma desmoplásico, ao redor do qual notavam-se eixos fibrovasculares recobertos por uma camada de células com citoplasma levemente eosinofílico, núcleos um pouco aumentados de tamanho, ovais, sobrepostos, de contornos irregulares, com nucleoplasma em “vidro fosco”, contendo estrias e pseudoinclusões. Notavam-se ainda alguns folículos contendo coloide espesso e psamomas.
Diante do exposto, seu diagnóstico seria