Seu paciente tem 62 anos, foi admitido para hemicolectomia ...
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Ano: 2026
Banca:
FGV
Órgão:
HU Brasil
Prova:
FGV - 2026 - HU Brasil - Área de Atuação - Cirurgia Bariátrica |
Q4312807
Medicina
Seu paciente tem 62 anos, foi admitido para hemicolectomia
direita eletiva por adenocarcinoma de cólon ascendente,
diagnosticado durante investigação de anemia ferropriva.
Durante a avaliação pré-operatória apresenta hipertensão
arterial controlada, diabetes mellitus tipo 2 e índice de massa
corporal (IMC) de 32 kg/m². Refere alergia grave à cefalosporina,
previamente associada a episódio de anafilaxia, que necessitou
de assistência respiratória. Os exames pré-operatórios
demonstram hemoglobina de 12,3 g/dL, creatinina normal e
glicemia adequadamente controlada com esquema de insulina
regular.
Na manhã da cirurgia, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico. Durante a preparação anestésica, o primeiro auxiliar observa que a prescrição de profilaxia antimicrobiana contém cefazolina. Simultaneamente, a enfermagem identifica divergência entre a lateralidade registrada no prontuário eletrônico e a anotação da programação cirúrgica. O paciente já se encontra na sala operatória, porém ainda não foi realizada a indução anestésica.
O cirurgião principal está presente e argumenta que a divergência é um erro administrativo sem relevância clínica e que a cirurgia deve prosseguir para evitar atrasos na programação do centro cirúrgico.
De acordo com os princípios de segurança do paciente descritos na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS), a conduta mais apropriada nesse momento será
Na manhã da cirurgia, o paciente é encaminhado ao centro cirúrgico. Durante a preparação anestésica, o primeiro auxiliar observa que a prescrição de profilaxia antimicrobiana contém cefazolina. Simultaneamente, a enfermagem identifica divergência entre a lateralidade registrada no prontuário eletrônico e a anotação da programação cirúrgica. O paciente já se encontra na sala operatória, porém ainda não foi realizada a indução anestésica.
O cirurgião principal está presente e argumenta que a divergência é um erro administrativo sem relevância clínica e que a cirurgia deve prosseguir para evitar atrasos na programação do centro cirúrgico.
De acordo com os princípios de segurança do paciente descritos na Lista de Verificação de Segurança Cirúrgica da Organização Mundial da Saúde (OMS), a conduta mais apropriada nesse momento será