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“A Tropicália procurou incorporar elementos da cultura de massa, do rock internacional, da tradição popular brasileira e das vanguardas artísticas, propondo uma crítica cultural ampla em um contexto marcado pela censura e pelo autoritarismo.”
Fonte: NAPOLITANO, Marcos. Seguindo a canção: engajamento político e indústria cultural na MPB (1959-1969). SP: Annablume, 2001
Alguns dos integrantes da Tropicália:
Jorge Benjor, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Rita Lee,
Gal Costa e Sérgio e Arnaldo Dias Batista

Fonte: https://jornalismojunior.com.br/quebrando-barreiras-culturais-com-a-tropicalia/
Considerando o contexto histórico da década de 1960 e as relações entre a Tropicália e os movimentos de contestação juvenil que ocorreram em diversas partes do mundo, observa-se que:
Observe a imagem a seguir.
Anos 50: marcados pelas várias mudanças
de JK, o presidente “bossa-nova”

Fonte: https://linksonoro.wordpress.com/tag/joao-gilberto/
A expressão “presidente bossa nova”, frequentemente associada a Juscelino Kubitschek, representado na figura acima, não se relaciona apenas ao crescimento econômico de seu governo, mas também às transformações socioculturais vividas pelo Brasil na segunda metade da década de 1950. Sobre essas mudanças ocorridas no Brasil no final da década de 1950, evidencia-se que o(a):
Fonte: HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 43
A partir do contexto apresentado acima, pode-se dizer que há uma relação entre a expansão territorial nazista, a inoperância da Liga das Nações, a política externa soviética e a eclosão da Segunda Guerra Mundial. Isso se deve ao fato de que:
Fonte: HOBSBAWM, Eric. Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995
O chamado American Way of Life tornou-se um símbolo da sociedade estadunidense na década de 1920. Sobre os efeitos positivos e negativos desse modelo no contexto dos Estados Unidos, afirma-se que o(a):
Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. 14. ed. São Paulo: Edusp, 2019, p. 331
Considerando as informações contidas nesse fragmento acerca dos conhecimentos sobre o nacionalismo econômico adotado por Getúlio Vargas, constata-se que o(a):
Fonte: HOBSBAWM, Eric. A Era dos Extremos: o breve século XX (1914-1991). São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p. 116
A partir disso, a relação entre os efeitos da Primeira Guerra Mundial e a ascensão dos regimes fascistas na Europa explica-se pelo fato de que a:
Fonte: QUEIROZ, Maria Isaura Pereira de. O messianismo no Brasil e no mundo. São Paulo: Alfa-Ômega, 1976
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o messianismo e o banditismo social no Brasil, verifica-se que:
Fonte: GRAMSCI, Antonio. Cadernos do Cárcere. Vol. 3. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 184.
O intelectual e ativista político italiano Antonio Gramsci fazia previsões pessimistas para as democracias liberais europeias na virada do século XIX para o XX. Com base no contexto da Belle Époque europeia (1871-1914) e considerando as tensões sociais e políticas que marcaram o período, pode-se versar que:
Observe o mapa da Região Platina e considere seus conhecimentos sobre a política externa do Segundo Reinado no Brasil (1840–1889).

Fonte: Bacia do Prata Fonte: Ministério dos Transportes, 2015 Org. FREITAS, Elisa Pinheiro de
A atuação do Império brasileiro na Região Platina esteve relacionada à defesa de interesses econômicos, estratégicos e geopolíticos. Nesse contexto, os objetivos e os resultados da intervenção brasileira nos conflitos platinos do século XIX eram:
Fonte: REIS, João José. Rebelião Escrava no Brasil: a história do levante dos malês em 1835. São Paulo: Cia das Letras, 2003.
O recente filme brasileiro Malês retrata aspectos dessa revolta e da experiência dos africanos muçulmanos na Bahia do século XIX.
Fonte: https://gshow.globo.com/cultura-pop/filmes/noticia/males-filme-de-antonio-pitanga
Sobre a singularidade da Revolta dos Malês, pode-se explicitar que:
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, em 1808, representou uma profunda transformação na vida da colônia. Entre as medidas adotadas por D. João, destacou-se a “Abertura dos Portos às Nações Amigas”, rompendo o antigo pacto colonial e ampliando o contato da sociedade brasileira com influências estrangeiras.
“A presença da Corte no Rio de Janeiro alterou profundamente os costumes da população. Novos hábitos de consumo, formas de sociabilidade, modas, livros e produtos europeus passaram a circular com maior intensidade, redefinindo práticas culturais e comportamentos urbanos.”
Fonte: Adaptado de: SCHWARCZ, Lilia Moritz. A Longa Viagem da Biblioteca dos Reis: do terremoto de Lisboa à Independência do Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 2002.
Baseado nessas informações, um dos impactos culturais decorrentes da Abertura dos Portos e da Chegada da Corte portuguesa ao Brasil consiste no(a):
“A Revolução entrou numa nova fase quando as ameaças externas e internas levaram os jacobinos a concentrar o poder político. Em nome da defesa da República, medidas excepcionais foram adotadas, incluindo a perseguição aos opositores e o uso sistemático da guilhotina.”
Fonte: Adaptado de: História Geral e do Brasil. VICENTINO, Cláudio; DORIGO, Gianpaolo. História Geral e do Brasil. São Paulo: Scipione, 2016
Observe a ilustração representando episódios associados ao Período do Terror (1793-1794).
A radicalização revolucionária

Fonte: https://davidbraga.wordpress.com/2011/09/06/terror-a-foice-da-igualdade/
Considerando o texto e a imagem acerca do processo histórico da Revolução Francesa, observa-se que:
“A escravidão africana foi alimentada por um vasto comércio atlântico que deslocou milhões de pessoas para as Américas, integrando diferentes regiões da África e do Novo Mundo em uma complexa rede econômica e social.”
Fonte: REIS, João José; GOMES, Flávio dos Santos. Liberdade por um fio: história dos quilombos no Brasil. São Paulo: Cia das Letras, 1996
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a diáspora africana e a formação da mão de obra na América Portuguesa entre os séculos XVI e XVIII, atesta-se que o(a):
Fonte: ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. Metamorfoses indígenas: identidade e cultura nas aldeias coloniais do Rio de Janeiro. 2. ed. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2013
A partir do fragmento de texto e dos conhecimentos sobre a colonização da América Portuguesa, a análise correta da relação entre os colonizadores e os povos originários é representada por:
“A prosperidade econômica das cidades italianas, especialmente entre os séculos XIV e XVI, permitiu que mercadores, banqueiros e governantes investissem recursos na produção artística, no conhecimento científico e na valorização da cultura clássica, fenômenos que marcaram profundamente o Renascimento.”
Fonte: BURKE, Peter. O Renascimento Italiano: Cultura e Sociedade na Itália. São Paulo: Nova Fronteira, 2010
Com base no texto e em seus conhecimentos históricos, a relação entre o poder das cidades-Estado italianas, a burguesia e o Renascimento se justifica pelo fato de que o(a):
Observe o mapa e analise a afirmativa a seguir:
Os reinos cristãos na Península Ibérica no século XI

Localização do Condado Portucalense
entregue a D. Henrique de Borgonha
Fonte: https://eugostodehistoria2.blogspot.com/2015/03/os-reinos-cristaos-napeninsula-iberica.html
A Guerra da Reconquista (séculos VIII–XV) constituiu um longo processo de expansão dos reinos cristãos da Península Ibérica sobre os territórios muçulmanos de Al-Andalus. No caso português, esse movimento esteve diretamente relacionado à formação territorial do reino e ao fortalecimento do poder régio. Nessa perspectiva, a relação entre a Reconquista e a precoce centralização política de Portugal, em comparação com outros reinos ibéricos, explica-se pelo fato de que o(a):
Fonte: LE GOFF, Jacques. A Civilização do Ocidente Medieval. Tradução de José Rivair Macedo. Bauru: Edusc, 2005, p. 46
Com base no texto e em seus conhecimentos sobre a transição da Antiguidade para a Idade Média, pode-se afirmar que o(a):
O mapa abaixo apresenta os Rios Tigre e Eufrates cortando toda a região da Mesopotâmia. Observe-o.

Fonte: https://imagohistoria.blogspot.com/2011/03/antiguidade-oriental-5-de-8-mesopotamia.html
Os povos da Mesopotâmia desenvolveram técnicas para controlar
as águas dos rios Tigre e Eufrates por meio da construção de
diques e de canais. O principal objetivo dessas obras era: