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Para câmara de palmeira dos índios - al
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Analise as frases a seguir, considerando as variações linguísticas:
I. Depois dessa caminhada, fiquei com uma fome enorme.
II. Na minha dieta de baixa caloria, prefiro abóbora a macaxeira.
III. No calor da tarde, as crianças compraram um geladinho na porta da escola para se refrescar.
Considerando as frases que apresentam variação linguística regional, identifique a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
I. As crianças necessitam de maior quantidade de nutrientes, pois tendem a alimentar-se em menor quantidade do que os adultos.
II. Na fase da infância, a alimentação exerce papel fundamental na formação das estruturas físicas e no desenvolvimento das funções cerebrais.
III. Nessa fase, os nutrientes da alimentação são essenciais para o crescimento saudável; por isso, após a amamentação, os alimentos industrializados contribuem para suprir as necessidades nutricionais diárias.
IV. A ingestão de nutrientes é fundamental na infância, pois na idade adulta o organismo já não depende tanto deles.
Após análise das afirmativas, identifique a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
"Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas."
Identifique a alternativa que apresenta informação CORRETA, segundo o texto, sobre o objetivo do racionamento de alimentos no Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
"Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta."
No contexto da frase, é CORRETO afirmar que o vocábulo 'evidências' indica:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
"Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor."
De acordo com o estudo, assinale a alternativa CORRETA sobre os resultados do estudo mencionado a respeito das crianças que consumiram menos açúcar no início da vida.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
Com base nas informações apresentadas no texto, assinale as afirmativas a seguir relacionadas à alimentação e às necessidades nutricionais nas diferentes fases da vida.
I. O açúcar deve ser totalmente eliminado da alimentação em todas as fases da vida, pois seu consumo representa riscos significativos à saúde e está diretamente associado ao desenvolvimento de diversas doenças.
II. O racionamento de açúcar acabou contribuindo involuntariamente para pesquisas científicas, pois criou condições diferentes de consumo entre grupos de pessoas.
III. O cálcio e a vitamina D são considerados nutrientes prioritários na infância por contribuírem para o desenvolvimento adequado dos ossos.
IV. As necessidades nutricionais mudam ao longo da vida, de modo que alimentos adequados para crianças podem não ser os mais indicados para adultos.
Após análise das afirmativas, identifique a alternativa CORRETA.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
"Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade."
Os pronomes contribuem para a coesão referencial, pois são utilizados para retomar ou antecipar termos presentes no texto. Considerando o contexto do texto, assinale a alternativa CORRETA que apresenta o termo retomado pelo pronome 'Eles'.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
"Na prática, segundo Amati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas... ."
Após análise do texto-base, identifique a alternativa que identifica de forma CORRETA o uso do pronome 'isso' no contexto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que você deve comer em cada fase da vida
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o governo do Reino Unido criou uma política de racionamento, que oferecia provisões semanais às famílias britânicas.
A ideia era permitir que as pessoas satisfizessem suas necessidades nutricionais, garantindo que os alimentos fossem distribuídos igualmente em todo o país.
Um dos alimentos racionados foi o açúcar. Cada indivíduo podia receber cerca de 227 g do produto por semana. Mas, para sua tristeza, crianças abaixo de dois anos de idade não tinham esse direito.
Com o fim do racionamento de açúcar, em 1953, a ingestão média do produto dobrou entre os adultos britânicos.
Na época, as pessoas mal sabiam, mas este fato histórico ofereceu aos cientistas do futuro uma ótima oportunidade de determinar os efeitos do consumo de açúcar para a saúde na fase inicial da vida.
Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956, quando o racionamento de açúcar estava em vigor.
Eles descobriram que as crianças expostas a menos açúcar no útero e nos primeiros 1 mil dias de vida apresentaram 20% menos propensão a desenvolver doenças cardiovasculares com mais idade; 25% menos de desenvolver paradas cardíacas; e 31% menos de ter AVC do que crianças que se alimentaram com doces após o fim do racionamento.
Provavelmente não surpreende que esta forte relação entre a ingestão de açúcar e a saúde persista depois que nascemos. Resumidamente, comer muitos doces faz mal para nós, independentemente da idade.
Mas, como ocorre com outros alimentos, os benefícios nutricionais dependem do estágio da vida. Bebês e crianças precisam muito da gordura presente no leite integral e seus derivados, por exemplo, mas essa alimentação não seria considerada tão saudável para alguém na casa dos 20 ou 30 anos de idade.
Para a cientista nutricional Federica Amati, do Imperial College de Londres, as grandes necessidades de energia das crianças fazem com que elas precisem de alimentos ricos em nutrientes.
"Na infância, os alimentos estão literalmente construindo o corpo e o cérebro", explica ela.
"Além das calorias saudáveis, as crianças também precisam de ferro, iodo e uma ampla variedade de vitaminas para aumentar a imunidade, o desenvolvimento cerebral e o crescimento dos músculos."
Isso significa muitas frutas e legumes, grãos integrais, feijões e lentilhas, gorduras de boa qualidade como nozes e sementes e o mínimo de alimentos ultraprocessados.
"Da concepção até os primeiros 1 mil dias de vida e na idade escolar, as crianças crescem rapidamente e formam a maior parte da sua massa óssea futura", prossegue Amati.
"É por isso que o cálcio e a vitamina D são nutrientes prioritários nesta fase. Eles são essenciais para o desenvolvimento normal dos ossos e para atingir um pico saudável da massa óssea, o que reduz o risco de osteoporose e fraturas em idade avançada."
Na prática, segundo Almati, isso significa fontes regulares de cálcio, como leite, iogurte, queijo, tofu enriquecido com cálcio ou bebidas vegetais fortificadas, além de vitamina D da exposição ao sol e de alimentos como peixes e ovos.
Existem boas evidências de que comer os alimentos certos na infância pode beneficiar a saúde na idade adulta.
Em um estudo de 2023, pesquisadores analisaram a alimentação de crianças e a compararam com sua saúde, tanto na infância quanto ao se tornarem adultos.
Eles concluíram que as crianças que atenderam a três ou mais recomendações alimentares do Guia Coma Bem do NHS (o serviço público de saúde britânico) aos sete anos de idade apresentaram menos marcadores de risco de doenças cardíacas aos 24 anos, em comparação com as que não seguiram nenhuma das orientações.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c15xk1jv15xo-fragmento
"Em um estudo de 2025, uma equipe global de pesquisadores vasculhou os registros médicos de 63 mil pessoas nascidas no Reino Unido entre 1951 e 1956."
Analise o emprego da palavra 'vasculhou' no trecho e assinale a alternativa que apresenta uma substituição INCORRETA, por alterar o sentido do texto.
I. A função CONT.SE é utilizada para contar a quantidade de células em um intervalo que atendem a um determinado critério. Assim, pode ser aplicada para contabilizar o número de registros de ausência de um funcionário específico, utilizando seu nome como critério de contagem.
II. A função MÉDIA pode ser utilizada para calcular a média das horas extras registradas para todos os funcionários em um intervalo de dados. Entretanto, essa função não permite a aplicação de critérios ou condições específicas. Quando há necessidade de calcular médias condicionais, devem ser utilizadas funções apropriadas, como MÉDIASE ou MÉDIASES, que permitem considerar apenas os valores que atendem a determinados critérios.
III. A função PROCV permite localizar um valor na primeira coluna de uma tabela e retornar o dado correspondente em outra coluna da mesma linha. Dessa forma, pode ser utilizada para consultar o número total de faltas de um funcionário em uma tabela de dados, retornando o valor registrado na coluna de faltas correspondente.
Está correto o que se afirma em:
(__) O cache do navegador armazena cópias de arquivos baixados (imagens, scripts, CSS) para acelerar o carregamento de páginas visitadas posteriormente, reduzindo o consumo de banda.
(__) Os cookies são pequenos arquivos de texto armazenados no computador do usuário que permitem aos sites lembrar preferências e informações de login, sendo fundamentais para a experiência do usuário na web.
(__) O histórico de navegação não pode ser deletado manualmente pelo usuário, sendo armazenado permanentemente no navegador para fins de auditoria de segurança.
(__) As extensões de navegador podem acessar dados de navegação, modificar o conteúdo de páginas web e rastrear atividades do usuário, tornando essencial a análise cuidadosa das permissões solicitadas.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à sequência de cima para baixo das lacunas acima:
(__) O barramento do sistema é responsável por transportar dados entre o processador, a memória RAM e dispositivos de entrada e saída. Características como a frequência de operação e a largura do barramento podem influenciar a taxa de transferência de dados e, consequentemente, o desempenho do computador.
(__) A unidade lógica e aritmética (ULA) do processador executa operações matemáticas e lógicas, não participando do controle ou do fluxo de dados dentro do processador, funções atribuídas à unidade de controle.
(__) A memória ROM (Read-Only Memory) é volátil, perdendo seus dados quando o computador é desligado, sendo utilizada principalmente para armazenar o sistema operacional e programas instalados.
(__) O relógio do sistema (clock) sincroniza as operações do processador, e sua frequência indica o número de ciclos que podem ocorrer por segundo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
(__) A criação de pastas e subpastas para categorizar e-mails por assunto, remetente ou projeto é uma prática recomendada que facilita a localização de mensagens e melhora a organização geral da caixa de entrada.
(__) O uso de filtros automáticos para direcionar mensagens de remetentes específicos para pastas determinadas é uma funcionalidade que não oferece benefícios significativos, sendo considerada uma prática obsoleta.
(__) A assinatura digital de e-mails garante a autenticidade do remetente e a integridade da mensagem, sendo especialmente importante para comunicações que envolvem informações sensíveis ou transações críticas.
(__) O encaminhamento de e-mails contendo informações confidenciais da instituição pública para endereços de e-mail pessoais é uma prática segura, desde que o computador pessoal tenha antivírus instalado.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
(__) O cache do navegador armazena cópias de arquivos baixados (imagens, scripts, CSS) para acelerar o carregamento de páginas visitadas posteriormente, reduzindo o consumo de banda.
(__) Os cookies são pequenos arquivos de texto armazenados no computador do usuário que permitem aos sites lembrar preferências e informações de login, sendo fundamentais para a experiência do usuário na web.
(__) O histórico de navegação não pode ser deletado manualmente pelo usuário, sendo armazenado permanentemente no navegador para fins de auditoria de segurança.
(__) As extensões de navegador podem acessar dados de navegação, modificar o conteúdo de páginas web e rastrear atividades do usuário, tornando essencial a análise cuidadosa das permissões solicitadas.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à sequência de cima para baixo das lacunas acima:
(__) O "Modo de Exibição do Apresentador" permite que o palestrante veja suas anotações e o próximo slide em sua tela, enquanto o público vê apenas o slide atual.
(__) Uma vez que uma transição de slide é aplicada, ela deve ser a mesma para todos os slides, não sendo possível customizar transições diferentes para slides específicos.
(__) É possível ocultar um slide da apresentação principal sem excluí-lo, permitindo que ele seja usado como material de apoio, se necessário.
(__) Animações de objetos só podem ser acionadas com um clique do mouse, não sendo possível configurá-las para iniciar automaticamente.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à sequência de cima para baixo das lacunas acima:
I. A função CONCATENAR (ou o operador &) pode ser usada para unir o nome e o sobrenome de um servidor, que estão em colunas separadas, em uma única célula nome completo.
II. A função ARRUMAR é utilizada para remover espaços em branco no início e no final de um texto e reduzir múltiplos espaços existentes entre palavras a um único espaço, preservando apenas um espaço simples entre cada palavra. Ressalte-se que a função atua sobre os espaços padrão reconhecidos pelo Excel, podendo não eliminar determinados caracteres de espaço provenientes de outras codificações.
III. Para exibir uma data no formato "dd de mmmm de aaaa" (ex: 28 de fevereiro de 2026), a função TEXTO pode ser aplicada sobre a célula que contém a data, usando o código de formato correspondente.
Está correto o que se afirma em:
(__) O protocolo IPv4 utiliza endereços de 32 bits, permitindo aproximadamente 4,3 bilhões de endereços únicos, enquanto o IPv6 utiliza endereços de 128 bits para suportar o crescimento exponencial de dispositivos conectados à Internet.
(__) O protocolo TCP (Transmission Control Protocol) é um protocolo sem conexão que não garante a entrega de pacotes, sendo mais adequado para aplicações que requerem velocidade em detrimento da confiabilidade.
(__) O roteamento de dados na Internet é realizado por dispositivos chamados roteadores, que utilizam tabelas de roteamento para determinar o melhor caminho para encaminhar pacotes de dados entre redes diferentes.
(__) Uma Intranet necessariamente deve estar desconectada da Internet pública para garantir a segurança das informações, impossibilitando qualquer comunicação entre a rede interna e a rede externa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo: