Questões de Concurso Para câmara de são josé do seridó - rn

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Q3811928 Matemática
José viu que tinha 36 metros de fio de nylon entre objetos guardados, então resolveu tecer redes de pesca com eles. No primeiro dia ele utilizou 18 metros e em cada um dos dois dias seguintes ele usou 4 metros. Quantos metros de fio de nylon ainda restam para terminar o serviço?
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Q3811927 Matemática
Jorge participou de uma competição de CrossFit, onde cada etapa vencida valia 12 pontos e cada etapa perdida valia - 1 ponto. Se ele venceu 18 etapas e errou 7, quantos pontos ele fez no total?
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Q3811926 Matemática
Filipa está viajando de carro para a casa da mãe, que fica a 530 km da sua casa. No primeiro trecho ela percorreu 155 km e no segundo ela percorreu 210 km. Quantos quilômetros faltam para chegar ao destino? 
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Q3811925 Matemática
A escola "Tia Doquinha" ganhou 1.152 pacotes de biscoitos e 1.536 caixinhas de suco para serem distribuídos igualmente entre 12 turmas que possuem 32 alunos cada. Quantos pacotes de biscoito e quantas caixinhas de suco cada aluno receberá?
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Q3811924 Matemática
Cezar administra uma pequena propriedade agrícola onde cultiva milho para venda em feiras locais. Após a colheita da semana, ele pesou toda a produção e obteve um total de 1.280 kg de milho. Para facilitar o transporte até a cooperativa, decidiu armazenar o grão em sacos padronizados, cada um com capacidade para 40 kg. Considerando essa divisão, quantos sacos Cezar conseguiu encher completamente?
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Q3811923 Matemática
Jerônimo fez uma promoção em seu supermercado e vendeu 315 pacotes de arroz em 9 dias, mantendo o mesmo ritmo de vendas diárias. Quantos pacotes foram vendidos por dia?
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Q3811922 Matemática

Uma confeitaria preparou 156 cupcakes para um evento e ao acomodá-los em bandejas para transportar, percebeu que cabiam 12 cupcakes em cada bandejas. Se ela tem apenas 10 bandejas, quantas mais ela precisa providenciar para conseguir levar todos os cupcakes?

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Q3811921 Matemática
Na promoção de dia dos pais a sapataria "Pé a Pé" vendeu 45 pares de sapatos a R$160,00 cada. Se o custo total de compra dos sapatos foi de R$5.400,00, qual foi o lucro total obtido com as vendas?
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Q3811920 Matemática
A gráfica "Bem Impresso" foi contratada para imprimir panfletos de divulgação de um festival gastronômico e, em um teste inicial, verificou-se que a equipe conseguiu produzir 1.200 panfletos em 4 horas de trabalho contínuo. Mantendo a mesma velocidade de impressão e o mesmo número de funcionários, quantos panfletos seriam impressos no período de 7 horas? 
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Q3811919 Matemática
O centro de distribuição de uma empresa de cosméticos organizava o envio de um novo lote de produtos para diferentes lojas, então o gerente de logística separou 864 unidades de um mesmo item e decidiu acomodá-las em 12 caixas do mesmo tamanho, para que todas ficassem igualmente cheias e facilitasse o transporte. Considerando essa divisão, quantos produtos foram colocados em cada caixa?
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Q3811918 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O TEXTO apresenta uma análise sobre o futuro da inteligência artificial aplicada ao contexto empresarial, destacando uma nova fase em que diferentes abordagens tecnológicas convergem para gerar sistemas mais autônomos e confiáveis. Essa visão reflete uma transformação tanto técnica quanto estratégica no uso corporativo da IA. Considerando as ideias expostas, assinale a alternativa que expressa a tese defendida do texto. 
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Q3811917 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto analisa a trajetória recente da inteligência artificial e aponta uma mudança de paradigma na forma como a tecnologia deve evoluir. Ao criticar o gigantismo dos modelos atuais, o autor propõe uma alternativa que busca aliar eficiência técnica e transparência ética. Considerando as ideias desenvolvidas, assinale a alternativa que sintetiza a principal argumentação do texto.
Alternativas
Q3811916 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto discute o cenário atual da inteligência artificial sob a perspectiva de forças estruturais que impulsionam sua transformação. A mudança não é apresentada como uma opção estratégica, mas como uma resposta inevitável a demandas globais que envolvem ética, sustentabilidade e eficiência. Considerando as ideias expressas, assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
Alternativas
Q3811915 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto apresenta uma visão otimista sobre o papel da inteligência artificial no contexto contemporâneo, ressaltando não apenas seu potencial técnico, mas também seu impacto econômico e social. Ao defender uma postura de confiança estratégica diante dessa tecnologia, o autor sugere uma mudança de mentalidade em relação à forma como a IA deve ser compreendida e aplicada. Considerando esse ponto de vista, assinale a alternativa que expressa a mensagem contida no texto.
Alternativas
Q3811914 Português
Do Excesso À Eficiência: a Nova Rota da IA

A última década foi a era do gigantismo da IA: modelos cada vez maiores, consumindo bilhões de parâmetros, energia e recursos. Eles impressionaram, mas também deixaram evidente uma equação insustentável. A resposta não está em modelos cada vez maiores, mas em soluções mais inteligentes, eficientes e transparentes.

É nesse contexto que a Inteligência Artificial Neurosimbólica (IANS) ganha relevância. Ao unir aprendizado neural e raciocínio lógico, ela abre caminho para sistemas capazes de aprender com dados e, ao mesmo tempo, explicar suas decisões. Essa combinação não apenas reduz custos e amplia eficiência, mas oferece algo que o mercado global exige: confiabilidade em escala.

Acredito que esse é um divisor de águas. Empresas de setores como saúde, finanças e direito já começam a perceber o valor de sistemas auditáveis, que fornecem diagnósticos claros e decisões regulatórias transparentes. Esse movimento vai se intensificar. 

Vejo ainda uma convergência estratégica entre a Inteligencia Artificial Neurosimbólica (IANS) e a chamada IA Agêntica. Se a IANS oferece clareza e confiança, a IA Agêntica leva isso à prática, transformando raciocínio estruturado em ações autônomas. Juntas, representam a próxima geração de soluções empresariais: capazes de integrar processos legados, lidar com dados complexos e criar fluxos de decisão mais ágeis e inteligentes.

Não se trata de uma escolha, mas de uma inevitabilidade, movida por três forças que nenhum setor pode ignorar:

I. A crescente pressão regulatória, que exige transparência;

II. O desafio energético da IA generativa;

III. E a necessidade, cada vez maior, de decisões confiáveis em tempo real.

É verdade que ainda existem barreiras técnicas, mas a direção é clara. A próxima etapa da Inteligência Artificial será híbrida, combinando escala, lógica e explicabilidade. Empresas que se anteciparem terão não apenas ganhos operacionais, mas também liderança em um mercado cada vez mais competitivo.

Estamos diante de uma oportunidade única. A IA não deve ser vista com ceticismo, mas com confiança estratégica. O que está em jogo não é apenas eficiência, mas a capacidade de transformar negócios e criar valor real para a sociedade. O futuro da IA é neurosimbólico. E esse futuro já está em movimento.

https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/do-excesso-a-eficiencia-a-no va-rota-da-ia/
O texto apresenta uma visão prospectiva sobre os rumos da inteligência artificial, reconhecendo desafios atuais, mas também apontando uma tendência inevitável de transformação tecnológica. A mensagem vai além do aspecto técnico, sugerindo implicações estratégicas e competitivas para as organizações. Considerando essas ideias, assinale a alternativa que expressa a interpretação contida no texto. 
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Q3811913 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados que refletem o comportamento digital de jovens usuários de internet no Brasil, destacando as plataformas mais populares entre eles. As porcentagens indicam não apenas preferências individuais, mas também tendências de uso que revelam diferentes formas de interação, consumo e comunicação. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa uma conclusão que pode ser extraída do texto.
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Q3811912 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta a fala de Alexandre Barbosa, que contextualiza a inclusão de um novo indicador na pesquisa sobre o uso da inteligência artificial generativa entre crianças e adolescentes. Sua explicação revela uma preocupação que ultrapassa o simples mapeamento tecnológico, evidenciando uma intenção mais ampla e estratégica. Considerando o posicionamento do autor, assinale a alternativa que expressa o propósito principal da iniciativa mencionada.
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Q3811911 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto traz dados da pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, revelando como crianças e adolescentes brasileiros têm incorporado o uso de ferramentas de inteligência artificial generativa em seu cotidiano. As informações destacam não apenas a frequência de uso, mas também as diferenças de comportamento entre faixas etárias e classes sociais. Considerando o conteúdo e as implicações desses dados, assinale a alternativa que reflete a interpretação expressa no texto.
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Q3811910 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados recentes sobre o acesso de jovens brasileiros à internet, revelando não apenas a dimensão do uso, mas também as transformações nos meios tecnológicos que o possibilitam. Esses números refletem uma tendência social mais ampla, relacionada à forma como a conectividade se consolidou no cotidiano das novas gerações. Considerando essas informações, assinale a alternativa que expressa a ideia central do texto acerca deste tema.
Alternativas
Q3811909 Português
Crianças e Adolescentes Brasileiros Já Utilizam IA para Conversar sobre Emoções

De acordo com a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, 65% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos já utilizaram ferramentas de IA generativa. Os principais casos de uso são: pesquisas escolares ou estudos (59%), busca de informações (42%), criação de textos e imagens (21%) e consultas sobre problemas pessoais ou emoções (10%).

Os adolescentes de 13 a 17 anos das classes A e B são os principais usuários da IA. No entanto, para fins de conversas íntimas, a liderança é do grupo de pré-adolescentes de 13 a 14 anos (16%).

"A inteligência artificial generativa está cada vez mais presente nas práticas digitais cotidianas. Diante desse cenário, incluímos um novo indicador à pesquisa para monitorar como crianças e adolescentes estão utilizando essas tecnologias. Com isso, buscamos gerar evidências que contribuam para a formulação de políticas e ações voltadas à sua proteção, ao bem-estar e ao desenvolvimento integral", explica Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação).

O levantamento, realizado com 2.370 jovens em todo o país entre março e setembro de 2025, constatou que 92% dos nascidos entre 2008 e 2016 são usuários de internet — o equivalente a 24,5 milhões de brasileiros.

O celular segue como o principal meio de acesso (96%), seguido pela televisão (35%) e pelo computador (8%).

Entre as redes sociais, o WhatsApp é a plataforma mais utilizada (53%), seguido pelo YouTube (48%), Instagram (48%) e TikTok (46%).

Por outro lado, a proporção de usuários dessa faixa etária que acessaram plataformas online no ambiente escolar caiu de 51% em 2024 para 37% em 2025. Para o núcleo da pesquisa, a provável causa é a Lei nº 15.100/2025, sancionada em janeiro, que restringe o uso de celulares nas escolas.


https://forbes.com.br/forbes-tech/2025/10/criancas-e-adolescentes-bras ileiros-ja-utilizam-ia-para-conversar-sobre-emocoes/ 
O texto apresenta dados que revelam uma mudança significativa no comportamento digital de jovens em ambiente escolar. A redução no acesso a plataformas online é associada a uma nova legislação que limita o uso de celulares nas escolas, trazendo implicações tanto para a rotina educacional quanto para o modo como os estudantes se relacionam com a tecnologia. Considerando essas informações, assinale a alternativa que melhor interpreta o conteúdo do texto.
Alternativas
Respostas
61: D
62: B
63: D
64: C
65: B
66: B
67: C
68: D
69: C
70: D
71: B
72: A
73: B
74: C
75: C
76: A
77: A
78: B
79: B
80: D