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A figura ilustra a formação de ondas estacionárias em uma corda com extremidades fixas.

Um professor de Física precisa elaborar uma aula sobre o tema. Na escola onde atua há um laboratório de ciências equipado com: cordas de diferentes comprimentos e diferentes densidades lineares; molas helicoidais; gerador de vibração com frequência ajustável; fita métrica; balança; diodos emissores de luz (LEDs); pilhas, fios e resistores elétricos; tubos de diferentes comprimentos; dinamômetro; espelhos e lentes; papel alumínio; uma televisão; e um forno de micro-ondas.
A figura ilustra a formação de ondas estacionárias em uma corda com extremidades fixas.

Um professor de Física precisa elaborar uma aula sobre o tema. Na escola onde atua há um laboratório de ciências equipado com: cordas de diferentes comprimentos e diferentes densidades lineares; molas helicoidais; gerador de vibração com frequência ajustável; fita métrica; balança; diodos emissores de luz (LEDs); pilhas, fios e resistores elétricos; tubos de diferentes comprimentos; dinamômetro; espelhos e lentes; papel alumínio; uma televisão; e um forno de micro-ondas.
A figura ilustra a formação de ondas estacionárias em uma corda com extremidades fixas.

Um professor de Física precisa elaborar uma aula sobre o tema. Na escola onde atua há um laboratório de ciências equipado com: cordas de diferentes comprimentos e diferentes densidades lineares; molas helicoidais; gerador de vibração com frequência ajustável; fita métrica; balança; diodos emissores de luz (LEDs); pilhas, fios e resistores elétricos; tubos de diferentes comprimentos; dinamômetro; espelhos e lentes; papel alumínio; uma televisão; e um forno de micro-ondas.
Um professor de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, ao chegar em sua sala de aula, presenciou uma conversa entre dois estudantes:
— Meu pai disse que essa palavra não pode existir!
— Mas é irada! O nome do site é bem bolado, não?
Eles estavam olhando a tela do celular de um deles que mostrava a logomarca de um site:

O professor interveio e perguntou aos estudantes: “Vocês sabem que faz sentido a formação dessa palavra, não é? Ela segue uma lógica de um processo de formação de palavras bem comum no português!″
Os estudantes ficaram curiosos, e ele resolveu abordar o assunto na aula.
Para que os estudantes entendam qual o processo de formação de palavras que se deu para a criação do nome do site, o professor propôs que
Diminutivos
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.
— Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.
— Mais um feijãozinho?
— Um pouquinho.
— E uma farofinha?
— Ao lado do arrozinho?
— Isso.
— E quem sabe mais uma cervejinha.
— Obrigadinho.
VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.
Diminutivos
No Brasil, usa-se o diminutivo principalmente em relação à comida. Nada nos desperta sentimentos tão carinhosos quanto uma boa comidinha.
— Mais um feijãozinho?
O feijãozinho passou dois dias borbulhando num daqueles caldeirões de antropófagos com capacidade para três missionários. Leva porcos inteiros, todos os miúdos e temperos conhecidos e, parece, um missionário. Mas a dona de casa o trata como um mingau de todos os dias.
— Mais um feijãozinho?
— Um pouquinho.
— E uma farofinha?
— Ao lado do arrozinho?
— Isso.
— E quem sabe mais uma cervejinha.
— Obrigadinho.
VERISSIMO, L. F. Comédia da vida privada: 101 crônicas escolhidas. Porto Alegre: L&PM, 1994.
TEXTO 1

PICASSO, P. Guernica. Óleo sobre tela, 349 x 777 cm.
Museu Reina Sofia, Madri, 1937.
Disponible en: www.museoreinasofia.es. Recuperado el: 9 mayo 2025.
TEXTO 2
Contigo
¿Mi tierra?
Mi tierra eres tú.
¿Mi gente?
Mi gente eres tú.
El destierro y la muerte
para mi están adonde
no estés tú.
¿Y mi vida?
Dime, mi vida,
¿Qué es, si no eres tú?
CERNUDA, L. La realidad y el deseo.
Disponible en: www.zendalibros.com.
Recuperado el: 9 mayo 2025.
Na leitura intersemiótica do quadro e do poema, buscando aplicar o conceito de letramento literário proposto por Rildo Cosson, o professor deveria estimular os estudantes a reconhecerem que
TEXTO 1

PICASSO, P. Guernica. Óleo sobre tela, 349 x 777 cm.
Museu Reina Sofia, Madri, 1937.
Disponible en: www.museoreinasofia.es. Recuperado el: 9 mayo 2025.
TEXTO 2
Contigo
¿Mi tierra?
Mi tierra eres tú.
¿Mi gente?
Mi gente eres tú.
El destierro y la muerte
para mi están adonde
no estés tú.
¿Y mi vida?
Dime, mi vida,
¿Qué es, si no eres tú?
CERNUDA, L. La realidad y el deseo.
Disponible en: www.zendalibros.com.
Recuperado el: 9 mayo 2025.
Al trabajar intersemióticamente estos dos textos en clase, un profesor de lengua española puede favorecer el aprendizaje si
Considerando uma formação em prol do desenvolvimento de conhecimentos teórico-práticos, estabelecendo relações entre o letramento literário decolonial e os saberes linguísticos em torno do léxico, espera-se que, ao trabalhar esse excerto em sala de aula, o professor do Ensino Médio seja capaz de
A exploração da leitura dessa obra, com base em uma perspectiva decolonial que oportuniza aos estudantes problematizações críticas por meio de uma postura investigativa, justifica-se pela concepção de literatura como espaço de
Partindo desse propósito e do potencial da obra de literatura africana Niketche: uma história de poligamia, qual prática docente é coerente com uma perspectiva emancipatória?
Para construir conhecimento em torno da interdiscursividade, em uma perspectiva interdisciplinar, a professora considerou diferentes interpretações da obra de Pessoa, permitidas pela relação entre os textos assinados por ele mesmo e por seus heterônimos. Destaca-se como correta a interpretação que aponta a presença de