Questões de Concurso
Para tj-dft
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No HTTP, a técnica geral do controle de fluxo garante que não haja interferência entre as conexões independentes. Entretanto essa técnica foi abandonada na versão 2 do HTTP, que criou o conceito de WINDOW_UPDATE frame.
Na implementação do HTTP versão 2 sobre o protocolo TLS 1.2, é mandatório desabilitar a renegociação da conexão.
A técnica de compressão não é recomendada ao se utilizar a versão 2 do HTTP sobre o protocolo TLS 1.2.
Os rootkits, que normalmente são encontrados em APTs, não somente podem esconder a existência de certos processos ou programas de métodos normais de detecção mas também permitir uso contínuo com acesso privilegiado a determinado recurso.
Em geral, uma APT não é detectada por antivírus ou por softwares IDS firmados em assinaturas.
APTs podem utilizar diversos protocolos de rede para transmitir ou receber informações do ponto de comando e controle do malware. Normalmente esse tráfego é construído pelo atacante para parecer um tráfego de rede legítimo.
O seguinte trecho de código não é passível de um ataque buffer overflow.
#include <stdio.h> #include <string.h> void fun1(void) { char arg2[10]; gets(arg2); printf("%s\n", arg2); } int main(void) { printf("Isso pode?\n"); fun1(); printf("Sim, pode...\n"); return 0; }
Uma vez que o uso de buffer overflow é considerado genérico em segurança da informação, ele é independente da arquitetura do processador.
No Windows 2012 Server R2, os dados dos usuários do (AD) Active Directory ficam armazenados em um gerenciador de banco de dados do SQL Server. Logo o administrador do SQL Server também tem poderes administrativos sobre o domínio AD.
O Linux apresenta restrição de mecanismos de bloqueio de acesso a arquivo de senha passwd. Assim, qualquer usuário pode ler esse arquivo e verificar os nomes de usuários.
Em versões modernas do Linux, o arquivo /etc/shadow armazena as senhas criptografadas e as informações adicionais sobre as senhas dos usuários.
As equipes de resposta a incidentes são normalmente constituídas por especialistas em segurança da informação e por administradores de sistemas e de redes. No entanto, outros profissionais com perfis técnicos e administrativos poderão, indistintamente, integrar essas equipes.
Ao se estabelecer a visão proposta pela equipe de resposta a incidentes, é importante que esta seja comunicada a outros indivíduos da organização para fins de contribuição mútua. Essa circunstância permite identificar, antes da implementação, problemas organizacionais ou no processo da equipe de resposta a incidentes.
Em uma visão de GCN, sistemas, processos e pessoas envolvidas nas atividades da organização devem ser mapeados. Na visão da GCN não é necessário fazer levantamento de possíveis ameaças e análise de risco, já que isso é objetivo de outras áreas da segurança da informação.
Cabe à GCN identificar, quantificar e priorizar os riscos aos produtos e aos serviços fundamentais para uma organização; a análise de risco reconhece as prioridades que farão a organização cumprir constantemente suas obrigações, mesmo diante de um incidente ou de uma situação de crise.
A POSIC de uma organização deve estabelecer critérios para determinar competências e responsabilidades relacionadas à segurança da informação, bem como ser constantemente revista e atualizada.
Uma POSIC pode ser complementada por normas e procedimentos que a referenciem, o que propicia a criação de um corpo normativo.
A ISO 27005, que estabelece guias de referência para gerenciamento de risco em segurança da informação, é aplicável na maior parte das organizações, com exceção das agências de governo.
De acordo com a IN n.º 4 MPOG/SLTI, a gestão de processos de TI, que inclui a gestão de segurança da informação, não poderá ser objeto de contratação, salvo se aprovado pela autoridade máxima do órgão ou entidade, e desde que esteja sob supervisão exclusiva de servidores do órgão ou entidade.
De acordo com a Resolução CNJ n.º 182, o planejamento das contratações de solução de TI e comunicação incluirá as seguintes fases: análise de viabilidade da contratação, análise dos aspectos técnicos da solução e análise dos aspectos administrativos da contratação.