Questões de Concurso Para câmara de mato verde - mg

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Q3410898 Saúde Pública
De acordo com o jornal Poder 360° do dia 18/4/2024, o Brasil registrou 1.889.206 casos prováveis de dengue em 2024, até 18/3/2024. Com esse número, o ano atinge o maior patamar da doença nesse século. O pior ano, até então, havia sido 2015, quando, em 12 meses, houve 1.688.700 casos. Sobre a dengue no Brasil, analise o gráfico a seguir.
Imagem associada para resolução da questão Disponível em: https://www.poder360.com.br/brasil/2024-alcanca-o-maior-registro-anual-de-dengue-deste-seculo/. Acesso em: 14 jun. 2024.

Considerando os dados apresentados e os seus conhecimentos sobre essa doença, assinale a alternativa cuja afirmativa extrapola o conteúdo abordado
Alternativas
Q3410897 Artes Plásticas
A Capitania de Minas Gerais, centro da atividade mineradora no Brasil Colônia, viveu o apogeu das artes no Brasil oitocentista. Esse movimento teve várias influências artísticas, vindas tanto de outras regiões da colônia, como o Rio de Janeiro e Salvador, quanto da metrópole. A grande movimentação comercial de Minas Gerais à época agitava também a esfera cultural. Somou-se a isso a forte influência que teve o catolicismo popular na formação de irmandades leigas, isto é, associações de pessoas, geralmente artistas, profissionais liberais e até mesmo escravos, que tinham, ao mesmo tempo, a prática da devoção religiosa e da assistência mútua. Sobre esse movimento artístico-cultural mineiro, analise o seguinte fragmento de texto.
O chamado _____________ mineiro constituiu-se a partir de várias influências artísticas, os temas, tanto das pinturas como das esculturas, concentravam-se em referências _______________, da tradição da arte sacra. Os exemplos mais espetaculares são o teto da Igreja de São Francisco de Assis, em______________, pintado por Manuel da Costa Ataíde, e as esculturas de __________________, responsável também pelo projeto dessa mesma igreja. Em se tratando de materiais para a confecção das peças artísticas, nem sempre desfrutavam dos melhores recursos e improvisavam com materiais abundantes em Minas Gerais, como a_____________.

As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado, na ordem, são:
Alternativas
Q3410896 Atualidades
No Rio Grande do Sul, mais de 400 municípios foram afetados pelos temporais e enchentes, segundo o Jornal BBC News do dia 25/5/2024, as inundações que atingiram o estado desde o final de abril levaram à morte de pelo menos 165 pessoas e deixaram 581 mil pessoas desalojadas. Desse total, 55 mil estavam em abrigos improvisados. Analise as afirmativas a seguir sobre esse problema socioambiental e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) As chuvas foram extremamente severas, mas não havia registros de alagamentos em Porto Alegre até então. As cheias no Guaíba não podem ser evitadas, mas as enchentes sim, através da construção de diques de contenção benfeitos.
( ) A rápida duração foi uma característica desse evento e a diminuição do nível do lago está associada à facilidade de a água escoar nesses rios de planalto, pois as águas contidas nas várzeas foram absorvidas pelo solo e vegetação, o que atenuou a situação.
( ) A grande cheia no Lago Guaíba está associada, basicamente, a um volume muito grande de chuvas que cai na bacia, e, nesse caso, a precipitação atingiu níveis recordes, registrando, em alguns locais, até valores acima dos 700 milímetros.
( ) A tragédia que atingiu os municípios gaúchos foi, em parte, causada pela ação do homem, que construiu em locais onde não deveria construir, em áreas de alagamento, e não fez as manutenções corretas nos diques de contenção e nas barreiras antialagamento.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo. 
Alternativas
Q3410895 História
O movimento regionalista no Brasil foi uma fusão eficaz dos temas brasileiros com uma linguagem muito própria, e não se restringiu à literatura: também nas artes plásticas e na música apareceram obras de grande valor sob a inspiração regionalista. Foram escritores que mostraram um Brasil sem enfeites, um povo que luta arduamente para sobreviver. Ao ufanismo vigente, esses intelectuais contrapunham retalhos daquilo que Graciliano Ramos chamou, num de seus melhores romances, as “vidas secas”.
A produção desses artistas cobre, historicamente, que período histórico?
Alternativas
Q3410894 Geografia
Além do poderio militar, o cenário diplomático, a atuação estratégica dos Estados e o desenvolvimento econômico são elementos para interpretar se um país cumpre os requisitos para assumir a função de potência, seja em escala regional, seja em mundial. O tamanho do território, os poderes econômico e militar são os fatores mais importantes para que um Estado possa agir de maneira independente e exercer a sua influência sobre os outros Estados. Em relação à geopolítica brasileira, o tamanho, a extensa faixa fronteiriça e o elevado número de habitantes são considerados atributos que possibilitam manter uma posição de destaque na América Latina. Qual das afirmativas a seguir está de acordo com a geopolítica brasileira?
Alternativas
Q3410890 Noções de Informática
Avalie o trecho a seguir para responder a esta questão.
A divisão faz com que o disco rígido faça um trabalho extra que pode atrasar o computador. O __________________ reorganiza os dados fracionados para que os discos e as unidades possam funcionar de maneira mais eficiente. É executado por agendamento, mas também é possível analisar os discos, as unidades e realizar o processo

Assinale a alternativa que apresenta o nome da ferramenta que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q3410878 Português

Texto 03

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

Na fala do segundo quadro, na expressão “ventos doces”, verifica-se o uso do recurso de expressão denominado
Alternativas
Q3410877 Português

Texto 03

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 03.
I- Os pais ficam ansiosos pela chegada das férias dos filhos. II- As férias trazem alegrias aos filhos e também aos seus pais. III- As férias são ansiosamente esperadas pelos filhos. IV- Os pais ficam em plena liberdade nas férias dos filhos. V- As férias são ótimas para os filhos, mas não para seus pais.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3410876 Português

Texto 02

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

Sobre a estrutura morfossintática das falas da tira, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3410875 Português

Texto 02

Disponível em: https://bichinhosdejardim.com/page/32/. Acesso em: 4 jun. 2024.

O comportamento criticado na tira, em relação às redes sociais, é 

Alternativas
Q3410874 Português
Texto 01

A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá

No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.

Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.

É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.

Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.

Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige?

Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?

Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.

Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.

Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.

Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente.

Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.

Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”.

No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade.

Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Considere a seguinte passagem do texto: “Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfossintática da referida passagem.
I- A conjunção “enquanto” insere um adjunto adverbial oracional, o qual indica uma circunstância de tempo. II- O termo “azul” passou pelo processo de derivação imprópria, já que se encontra substantivado. III- A vírgula usada depois de “lentos”, é facultativa, pois separa um adjunto adverbial deslocado. IV- O acento agudo em “mantém” indica o uso do verbo “manter” na terceira pessoa do plural. V- O termo “muitas vezes” aparece intercalado por vírgulas, de acordo com a norma, porque se trata de uma expressão adverbial que se encontra antecipada.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3410873 Português
Texto 01

A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá

No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.

Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.

É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.

Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.

Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige?

Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?

Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.

Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.

Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.

Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente.

Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.

Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”.

No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade.

Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos de expressão presentes na construção do texto.
I- Intertextualidade. II- Subjetividade. III- Exemplificação. IV- Interrogação. V- Injunção.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3410871 Português
Texto 01

A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá

No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.

Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.

É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.

Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.

Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige?

Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?

Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.

Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.

Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.

Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente.

Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.

Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”.

No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade.

Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os aspectos a que a borboleta azul é associada no texto.
I- Esperança. II- Beleza. III- Monotonia. IV- Leveza. V- Ilusão.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3410870 Português
Texto 01

A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá

No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.

Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.

É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.

Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.

Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige?

Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?

Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.

Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.

Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.

Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente.

Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.

Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”.

No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade.

Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Na passagem “Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos”, os termos “indelével”, “efêmera” e “inóspito” foram usados, respectivamente, com valor semântico de 
Alternativas
Q3410869 Português
Texto 01

A borboleta azul que desfila sobre o concreto da cidade
Kaká Werá

No turbilhão de concreto e asfalto que é São Paulo, onde a pressa dita o ritmo frenético das horas e os ruídos dos motores abafam qualquer suspiro de natureza, eis que surge um intruso inesperado: uma borboleta azul.

Não, não é um devaneio primaveril, tampouco uma ilusão de ótica. É real. Uma borboleta azul, resplandecente em sua singularidade, desafia a monotonia do cinza urbano.

É como se um pedaço do céu tivesse se desprendido e decidido dançar entre os carros engarrafados, deslizando entre os edifícios impessoais que se erguem como muralhas de concreto.

Onde não há verde, onde não se avistam parques ou jardins, e onde até mesmo as sacadas dos prédios se mostram despidas de vida vegetal, ali ela está, a borboleta azul, um paradoxo ambulante na selva de pedra.

Preso em minha própria rotina, questiono a origem e a missão desse ser com um par de azul na forma de asas. De onde teria vindo? Para onde se dirige?

Será que, em meio ao caos e à agitação da metrópole, ela busca algo além do simples sobreviver? Seria sua missão deixar um rastro de cor e beleza na vastidão monocromática da selva urbana?

Enquanto o trânsito avança a passos lentos, a borboleta mantém o voo solitário, indiferente ao frenesi ao seu redor. Dessa forma, seu azul brilhante é uma pequena nota de esperança em um cenário, muitas vezes, desolador.

Assim, enquanto as buzinas e as sirenes ecoam pelas ruas, a borboleta azul segue seu curso, talvez sem destino definido.

Mas certamente deixando para trás uma marca indelével da efêmera beleza que pode florescer até nos ambientes mais inóspitos.

Talvez, só talvez, ela seja a própria poesia em voo, uma lembrança de que, mesmo no coração da cidade, a natureza encontra uma maneira de se fazer presente.

Essa suave visita me lembrou, por associação, um poema de Carlos Drummond de Andrade, chamado A flor e a náusea.

Em determinado momento, o poeta se espanta com uma flor que brotou por uma fresta em uma calçada áspera e cinzenta. Admirado, ele escreve: “[…] uma flor nasceu na rua. Passem de longe bondes, ônibus, rio de aço do tráfego. Uma flor ainda desbotada ilude a polícia, rompe o asfalto. Façam completo silêncio, paralisem os negócios, garanto que uma flor nasceu”.

No meu caso, garanto que uma borboleta azul, como por exemplo as que povoam jardins encantados, driblou em voo o trânsito opaco da rotina da cidade.

Disponível: vidasimples.co/colunista/a-borboleta-azul-que-desfila-sobre-o-concreto-da-cidade/. Acesso em: 4 jun. 2024.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os paradoxos que eles constroem com a “borboleta azul”.
I- Devaneio primaveril. II- Muralhas de concreto. III- Vida vegetal. IV- Pedaço de céu. V- Cinza urbano.

Estão CORRETOS os itens
Alternativas
Q3410868 Português
A cultura popular é a expressão mais legítima e espontânea de um povo, e diversas danças fazem parte da cultura popular. Leia o texto que segue sobre esse tema. As danças populares, transmitidas de geração em geração, contribuem para a construção da __________ de um povo. A catira é uma dança____________ de origem indígena (cateretê), realizada só por homens e caracterizada pelo ritmo marcado por ____________ e batidas dos pés.
As palavras que completam corretamente as lacunas do texto são, respectivamente:
Alternativas
Q3410867 História
INSTRUÇÃO: Analise o trecho a seguir para responder a esta questão.
Atualmente é uma das maiores rotas de turismo no Brasil e, em Minas Gerais, foi o caminho que serviu para escoar as riquezas do Brasil na época da Colônia, além de várias cidades terem se desenvolvido a partir dessas estradas. Assinale a alternativa que apresenta a descrição aplicável à situação a que o texto se refere.
Alternativas
Q3410866 História
Os portugueses empreenderam grandes navegações no século XVI, pois buscavam vantagens econômicas, expansão do comércio e crescimento dos lucros. Considerando a chegada dos portugueses no Brasil, leia as afirmativas a seguir e classifique-as em verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Nas terras recém-descobertas das américas, os índios nativos desenvolveram o seu próprio sistema de comércio e a sua própria moeda local.
( ) Nos anos que se seguiram à chegada da esquadra de Cabral na costa brasileira, praticamente, um único produto despertou o interesse dos exploradores: o pau-brasil.
( ) As capitanias hereditárias foram divididas em lotes de tamanhos diferentes e a administração de cada capitania foi distribuída através de uma eleição local.

A sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3410865 Sociologia
O Brasil é um país que possui grande diversidade cultural, ou seja, recebeu contribuições culturais de diversos povos do globo. O termo “diversidade cultural” remete ao conjunto de culturas que convivem em uma mesma população e/ou nação. Assinale a afirmativa CORRETA sobre esse assunto. 
Alternativas
Q3410864 Saúde Pública
INSTRUÇÃO: Analise a figura a seguir para responder a esta questão.
Imagem associada para resolução da questão
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/brasil/2024/04/6830472-dengue-desacelera-em-7-estados-e-no-df-mas-ainda-exige-atencao.html#google_vignette. Acesso em: 14 jun. 2024.
Considerando as informações do mapa, marque a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
1: D
2: E
3: C
4: A
5: B
6: E
7: D
8: A
9: B
10: C
11: X
12: A
13: B
14: E
15: C
16: A
17: D
18: C
19: E
20: B