Questões de Concurso Para prefeitura de bela vista de goiás - go

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Q4418028 Matemática
A soma dos seis termos de uma progressão aritmética de razão r é igual a 63. Se o último termo dessa progressão é 18, a razão dessa P.A. deverá ser igual a
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Q4418026 Raciocínio Lógico
Considere dois conjuntos X e Y. Sabe-se que a quantidade de elementos do conjunto X é um número múltiplo de 4, maior que 16 e menor que 24. Sabe-se, também que X∩Y = 12 e que a quantidade de elementos correspondentes à X ꓴ Y  corresponde a número múltiplo de 2 e 3 (simultaneamente), definido no intervalo ]54; 66[.

Nessas condições, o número de elementos do conjunto Y é uma quantidade
Alternativas
Q4418025 Matemática
Um conjunto pode ser representado entre chaves de duas maneiras: por extenso, enumerando elemento por elemento ou abreviadamente, destacando uma propriedade comum apenas aos seus elementos. Assinale a alternativa que representa um conjunto abreviadamente, segundo a afirmação apresentada. 
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Q4418022 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

No verso poético: “Amar-te-ei, em todas as épocas...” há a presença de um pronome: 
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Q4418021 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Considerando o emprego da pontuação no verso: “Tanto horror perante os céus?!” Os pontos de interrogação e exclamação (?!), foram usados juntos intencionalmente, para  
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Q4418020 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Qual é a função da linguagem que predomina nestes versos? 



“Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz? “

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Q4418019 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Considerando que a linguagem metafórica é predominante na maioria dos textos literários, esse fragmento do poema Navio Negreiro é 
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Q4418018 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

O uso particularizado da palavra “desgraçados” no texto, contribui de forma predominante para
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Q4418017 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

Considerando o significado contextual das palavras. No poema, no verso: “Se a vaga à pressa resvala, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por
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Q4418016 Português

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O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

O eu poético cria uma interlocução nos primeiros versos do poema. A quem ele faz uma invocação? 
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Q4418015 Português

Leia o texto para responder a questão


O Navio Negreiro


Castro Alves


Senhor Deus dos desgraçados!


Dizei-me vós, Senhor Deus!


Se é loucura... se é verdade


Tanto horror perante os céus?!


Ó mar, por que não apagas


Co’a esponja de tuas vagas


De teu manto este borrão?...


Astros! noites! tempestades!


Rolai das imensidades!


Varrei os mares, tufão!



Quem são estes desgraçados


Que não encontram em vós


Mais que o rir calmo da turba


Que excita a fúria do algoz?


Quem são? Se a estrela se cala,


Se a vaga à pressa resvala


Como um cúmplice fugaz,


Perante a noite confusa...


Dize-o tu, severa Musa,


Musa libérrima, audaz!...



São os filhos do deserto,


Onde a terra esposa a luz.


Onde vive em campo aberto


A tribo dos homens nus...


São os guerreiros ousados


Que com os tigres mosqueados


Combatem na solidão.


Ontem simples, fortes, bravos.


Hoje míseros escravos,


Sem luz, sem ar, sem razão...


(...)



Ontem a Serra Leoa,


A guerra, a caça ao leão,


O sono dormido à toa


Sob as tendas d’amplidão!


Hoje... o porão negro, fundo,


Infecto, apertado, imundo,


Tendo a peste por jaguar...


E o sono sempre cortado


Pelo arranco de um finado,


E o baque de um corpo ao mar...

O espaço utilizado no poema representa a transformação de liberdade para a escravidão. Considerando o contexto, marque a alternativa incorreta que não está de acordo com essa afirmação. 
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Q4415968 Português
Leia o fragmento e responda a questão.

“(...)

12. receber propina, comissão, presente ou vantagem

de qualquer espécie, em razão de suas atribuições

13. aceitar comissão, emprego ou pensão de estado

estrangeiro;

(...)

16. utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição

em serviços ou atividades particulares;

(...)

18. exercer quaisquer atividades que sejam

incompatíveis com o exercício do cargo ou função e

com o horário de trabalho;

19. recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando

solicitado. (...)”
As ações acima referem-se aos (às)
Alternativas
Q4415967 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
O artigo 16 do Regime Jurídico Único dos Funcionários Públicos de Bela Vista de Goiás), prevê que a duração normal do trabalho para o funcionário, em qualquer atividade, não excederá e nem será superior, respectivamente à:
Alternativas
Q4415966 Segurança e Transporte
Marque a alternativa correta que corresponde aos três principais requisitos de segurança que uma pá carregadeira deve possuir:
Alternativas
Q4415965 Agropecuária
Veja se os itens abaixo, sobre a função do sistema hidráulico de engate de três pontos dos tratores agrícolas, são verdadeiros ou falsos: 

(I) Controlar a profundidade de trabalho de máquinas e implementos agrícolas em operações agrícolas de penetração no solo.
(II) Levantar, abaixar máquinas e implementos agrícolas.
(III) Controlar a altura (posição) de trabalho de máquinas e implementos agrícolas em operações agrícolas de superfície no solo.
(IV) Controlar a reação do sistema hidráulico.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4415964 Engenharia Mecânica
De todos os tipos de manutenção que existem nas máquinas, uma delas é a mais onerosa para a empresa, porque em geral está atrelada a altos custos de mão de obra e pode deixar a máquina ou o carro fora de operação por mais tempo. Marque a alternativa correta em que o tipo de manutenção é a mais cara: 
Alternativas
Q4415963 Matemática
Se 3/7 do que eu tenho são R$ 300,00, a quanto corresponde 4/5 do que eu tenho?
Alternativas
Respostas
621: A
622: B
623: A
624: D
625: A
626: D
627: C
628: C
629: A
630: A
631: A
632: C
633: A
634: D
635: B
636: C
637: C
638: A
639: D
640: C