Questões de Concurso Para trf - 6ª região

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Q3169590 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


O descalonamento verbal no contexto da agitação psicomotora é responsabilidade exclusiva do psiquiatra assistente.

Alternativas
Q3169590 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


O descalonamento verbal no contexto da agitação psicomotora é responsabilidade exclusiva do psiquiatra assistente.

Alternativas
Q3169589 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Em casos de internação psiquiátrica involuntária, o Ministério Público estadual deverá ser notificado pelo responsável técnico do estabelecimento no prazo máximo de quarenta e oito horas.

Alternativas
Q3169589 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Em casos de internação psiquiátrica involuntária, o Ministério Público estadual deverá ser notificado pelo responsável técnico do estabelecimento no prazo máximo de quarenta e oito horas.

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Q3169588 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Pacientes com adenocarcinoma pancreático podem se apresentar com síndrome depressiva antes mesmo do diagnóstico formal, havendo hipóetese de que, para além dos fatores psicossociais envolvidos, a desregulação da via bioquímica da quirunenina pode representar uma base biológica para a explicação desse fenômeno.

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Q3169588 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Pacientes com adenocarcinoma pancreático podem se apresentar com síndrome depressiva antes mesmo do diagnóstico formal, havendo hipóetese de que, para além dos fatores psicossociais envolvidos, a desregulação da via bioquímica da quirunenina pode representar uma base biológica para a explicação desse fenômeno.

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Q3169587 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Na abordagem a catatonia (seja de causa psiquiátrica, seja de outras condições médicas). o uso de bloqueadores dopaminérgicos pode piorar a gravidade do quadro, sendo também um fator de risco para síndrome neuroléptica maligna, de modo que se recomenda evitar o seu uso ainda que manifestações psicóticas estejam presentes.

Alternativas
Q3169587 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Na abordagem a catatonia (seja de causa psiquiátrica, seja de outras condições médicas). o uso de bloqueadores dopaminérgicos pode piorar a gravidade do quadro, sendo também um fator de risco para síndrome neuroléptica maligna, de modo que se recomenda evitar o seu uso ainda que manifestações psicóticas estejam presentes.

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Q3169586 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


O uso de carbonato de lítio não contraindica a realização de exames de neuroimagem contrastados, embora se saiba que os contrastes à base de iodo tendem a ser mais seguros que aqueles à base de gadolínio.

Alternativas
Q3169586 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


O uso de carbonato de lítio não contraindica a realização de exames de neuroimagem contrastados, embora se saiba que os contrastes à base de iodo tendem a ser mais seguros que aqueles à base de gadolínio.

Alternativas
Q3169585 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Acolher indivíduos e famílias enlutadas por meio da teoria do processo dual do luto, uma vertente da psicoterapia dialética comportamental, constitui atualmente uma das principais linhas de intervenção nesses casos, dada a crescente evidência de benefício clínico estatisticamente relevante quando comparada às demais modalidades existentes.

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Q3169585 Psiquiatria

A respeito da atuação da psiquiatria no ambiente hospitalar e sua interface com outras especialidades médicas, julgue o próximo item.


Acolher indivíduos e famílias enlutadas por meio da teoria do processo dual do luto, uma vertente da psicoterapia dialética comportamental, constitui atualmente uma das principais linhas de intervenção nesses casos, dada a crescente evidência de benefício clínico estatisticamente relevante quando comparada às demais modalidades existentes.

Alternativas
Q3169584 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


O conceito de idioma cultural de sofrimento compreende as maneiras de expressar sofrimento mental que não necessariamente se enquadram em síndromes e sintomas específicos, mas que proporcionam formas coletivas e compartilhadas de experimentar e falar sobre preocupações pessoais ou sociais.

Alternativas
Q3169584 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


O conceito de idioma cultural de sofrimento compreende as maneiras de expressar sofrimento mental que não necessariamente se enquadram em síndromes e sintomas específicos, mas que proporcionam formas coletivas e compartilhadas de experimentar e falar sobre preocupações pessoais ou sociais.

Alternativas
Q3169583 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


Ainda que determinada situação específica se assemelhe a um episódio dissociativo, caso ela possa ser explicada pelo contexto cultural particular e não gere sofrimento ou incapacidade significativa, então não satisfará os critérios diagnósticos para transtornos de natureza dissociativa.  

Alternativas
Q3169583 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


Ainda que determinada situação específica se assemelhe a um episódio dissociativo, caso ela possa ser explicada pelo contexto cultural particular e não gere sofrimento ou incapacidade significativa, então não satisfará os critérios diagnósticos para transtornos de natureza dissociativa.  

Alternativas
Q3169582 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


A prevalência média do suicídio indígena no Brasil é maior que o dobro da média brasileira e pesquisas qualitativas para compreender a motivação desse comportamento podem prover recursos para intervenções psicoterápicas específicas bem como guiar políticas públicas direcionadas a essas comunidades. 

Alternativas
Q3169582 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


A prevalência média do suicídio indígena no Brasil é maior que o dobro da média brasileira e pesquisas qualitativas para compreender a motivação desse comportamento podem prover recursos para intervenções psicoterápicas específicas bem como guiar políticas públicas direcionadas a essas comunidades. 

Alternativas
Q3169581 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


O termo experiência de possessão chega a ser mencionado nos critérios diagnósticos para transtorno dissociativo de identidade no DSM-V-TR, enquanto na CID-10 não há tipologias específicas para a classificação de situações de transe ou possessão.

Alternativas
Q3169581 Psiquiatria
        Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam de “a perda da alma” — que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre esses povos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a “alma” (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Muitos deles supõem que o homem tenha uma “alma do mato” (bush soul) além da sua própria, alma que se encarna num animal selvagem ou numa árvore com os quais o indivíduo possua alguma identidade psíquica. É a isto que o ilustre etnólogo francês Lucien Lévy-Bruhl chamou “participação mística”.

JUNG, Carl Gustav. O homem e seus símbolos.
Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1964 (com adaptações).

Considerando o texto, o atual Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V-TR) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-10), que inclui diversas observações culturais nos seus capítulos, julgue o item que se segue.


O termo experiência de possessão chega a ser mencionado nos critérios diagnósticos para transtorno dissociativo de identidade no DSM-V-TR, enquanto na CID-10 não há tipologias específicas para a classificação de situações de transe ou possessão.

Alternativas
Respostas
961: E
962: E
963: E
964: E
965: C
966: C
967: C
968: C
969: E
970: E
971: E
972: E
973: C
974: C
975: C
976: C
977: C
978: C
979: E
980: E