Questões de Concurso Para prefeitura de vitória - es

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Q2466926 Libras
Gustavo, professor ouvinte bilíngue de sala de recurso multifuncional, trabalhou com o grupo de alunos surdos algumas configurações de mãos e a possibilidade de diversos sinais com significados diferentes. Observe a configuração de mão a seguir:      Imagem associada para resolução da questão

Assinale a opção que apresenta a glossa de sinais que podem ser realizados com esta CM.
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Q2466924 Libras
Alfredo, aluno surdo do 5º ano do ensino fundamental, que está em processo de aprendizagem da Libras, observou que o intérprete utilizou um mesmo sinal em duas situações (enunciados), mas com expressões faciais diferentes. São elas: — Que susto, achei que tinha perdido a carteira! — Que surpresa, não sabia que você viria!
As expressões não-manuais em Libras são amplamente utilizadas em gêneros discursivos, onde ocorrem vários enunciados de sentenças que expressam a realidade do contexto. Assinale a opção que apresenta o contexto das expressões nãomanuais exclamativas no caso citado.
Alternativas
Q2466918 Libras
Amanda, professora surda, fez um pequeno passeio ao redor da escola com seus alunos surdos, estimulando-os a reconhecer as ruas com o uso de apontamentos de diferentes pontos de referência e registros com fotos. Ao retornar do passeio, ela apresentou as fotos, projetadas em um telão, e iniciou um diálogo, em Libras, com os alunos sobre o conhecimento e reconhecimento desses espaços, enumerando os diversos pontos e produzindo um texto sinalizado e contextualizado com a realidade observada. Os alunos tiveram a oportunidade de fazer e refazer o contexto por meio do discurso em Libras. Os estudos atuais sobre o ensino de língua materna ou primeira língua têm privilegiado as metodologias que priorizam o trabalho com gêneros textuais, ou gêneros discursivos.
Considerando o caso acima descrito, como a fase da produção de textos sinalizados e análise gramatical, assinale a opção que identifica essa atividade como metalinguística.
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Q2466916 Libras
O trabalho com a língua sinalizada se desenvolve quando os alunos vão se familiarizando com as estruturas das línguas de sinais, percebendo as funções do seu uso, nas mais variadas situações, e desta forma, vão apreendendo os conteúdos da linguagem utilizada por seus interlocutores. Os textos sinalizados ocorrem nos mais variados gêneros discursivos.
Relacione as diferentes formas de interação a seguir e os seus variados exemplos de gêneros discursivos, no contexto da produção de textos sinalizados, pelo professor de Libras. 1. Interlocutores 2. Intenção comunicativa 3. Contexto de interação verbal 4. Linguagem
( ) Conversa, palestra, culto religioso, discurso político, entrevista para emprego, aula, etc. ( ) Para quê (informar, solicitar, reclamar, criticar, elogiar, narrar, relatar, descrever, expor ideias, explicar, etc.) ( ) Quem são (familiares, amigos, autoridades, celebridades, etc.) ( ) Adequada ao grau de formalidade exigido, podendo ser informal ou formal.
A relação correta, na ordem apresentada, é:
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Q2466911 Libras
A professora surda Heloisa apresentou uma atividade de alfabetização/letramento, para sua classe de alunos surdos, com o objetivo de desenvolver os aspectos descritivos dos objetos selecionados, promovendo categorias especificas que irão auxiliar na aquisição da Libras quanto a cores, números (quantidade e ordem), nomeação (sinalização) dos objetos.
Assinale a opção que apresenta os aspectos da Libras mais explorados na atividade descrita.
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Q2466908 Libras
Na elaboração de uma proposta curricular para o ensino de Libras para alunos surdos é importante compreender o nível de proficiência, ou os níveis de ensino, mesmo sabendo que em sala de aula convivem alunos surdos com diferentes níveis de competência linguística, vindos de contextos comunicativos, culturais e sociais diversos, assim como em níveis escolares diferentes, como Educação Infantil, Ensino Fundamental, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos.

Relacione os níveis de ensino que, apenas didaticamente, correspondem aos três níveis de proficiência em Libras com as descrições a seguir. 1. Neste nível, enquadram-se os alunos surdos que tiveram contato com a Libras desde pequeno, os adolescentes surdos que estudam em escolas de ouvinte, mas mantêm contato frequente com surdos adultos ou também adultos surdos da Educação de Jovens e Adultos, proficientes em Libras. 2. Neste nível enquadram-se tanto os alunos surdos da Educação Infantil, que estão ainda não tem conhecimento de Libras, quanto adolescentes e jovens surdos que iniciam tardiamente sua escolarização no Ensino Fundamental ou na Educação de Jovens e Adultos, considerando objetivos, conteúdos, critérios e forma de avaliação diferenciados, de acordo com a faixa etária. 3. Neste nível enquadram-se os alunos surdos adultos que reconhecem a Libras como a língua que expressa sua identidade cultural, buscando conhecê-la mais profundamente, assim como a história e a cultura surda.
() Básico ( ) Intermediário ( ) Avançado
A relação correta, na ordem apresentada, é:
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Q2466906 Libras
A subsecretária de Gestão Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação de Vitória destaca que o Colóquio Bilíngue é importante principalmente para compartilhar as ações que os profissionais da área da surdez estão realizando na rede municipal de ensino da capital, para trocar conhecimentos e fortalecer o processo formativo desses profissionais. (Inclusão: Educação realizará colóquio sobre alfabetização de surdos em Vitória. Prefeitura de Vitória- publicada em 15/09/2023 por Juliana Rodrigues)
Quanto à formação do professor de Libras, segundo o Decreto nº 5.626/2005, as pessoas surdas terão prioridade nos cursos de formação.
De acordo com a formação de docentes para o ensino de Libras, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F). ( ) Poderá ser realizado nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e na educação superior, por meio de curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou Letras: Libras/Língua Portuguesa como primeira língua. ( ) Poderá ser realizado na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, por meio de curso de Pedagogia ou curso normal superior em que a Libras e Língua Portuguesa escrita tenham constituído língua de instrução, viabilizando a formação bilíngue. ( ) Poderá ser realizado, como formação mínima, na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, e na formação em nível médio na modalidade normal, viabilizando a formação bilíngue.
As afirmativas são, respectivamente,
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Q2466905 Libras
A metodologia de Libras deve estar inserida num conjunto de práticas e eventos da cultura surda que ativa a Língua de Sinais e a sua forma de interação, produzindo um letramento tanto individual como social, e revelando dinâmicas próprias de atuar e interagir socialmente.
Nesse sentido, assinale a opção que apresente a pedagogia do professor surdo no ensino de Libras.
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Q2466903 Libras
A educação de surdos não é uma prática recente. Ao longo do tempo surgiram alguns movimentos que possibilitaram a qualificação desta educação.
Relacione as características das abordagens educacionais próprias da história da educação de surdos com suas descrições: 1. Oralismo 2. Comunicação Total 3. Bilinguismo
( ) Considera a Língua de Sinais como a língua natural do surdo, sendo a primeira língua (L1) e, a partir dela, é ensinada a língua portuguesa na modalidade escrita como segunda língua (L2). ( ) Essa abordagem se fundamenta em uma perspectiva clínica, no esforço de desenvolver a linguagem oral do aluno surdo, através de atendimentos fonoaudiológicos, impondo a língua oral sobre a língua de sinais. ( ) Utiliza os sinais da língua de sinais em uma lógica de morfologia e sintaxe da língua portuguesa, conhecida como Português sinalizado.
A relação correta, na ordem apresentada, é:
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Q2465597 História
Descrever a teoria essencial do anarquismo é um pouco como tentar lutar com Proteu, pois as próprias características da atitude libertária – a rejeição ao dogma, a deliberada fuga a sistemas teóricos rígidos e, acima de tudo, a ênfase que dá à total liberdade de escolha, à primazia do julgamento individual - criam imediatamente a possibilidade de uma imensa variedade de pontos de vista, inconcebíveis num sistema rigorosamente dogmático. Na verdade , o anarquismo é a um só tempo diversificado e inconstante e, à perspectiva histórica, apresenta a aparência, não de um curso d’água cada vez mais forte, correndo em direção ao mar do seu destino (uma imagem que bem poderia ser aplicada ao marxismo), mas de um fio d’água filtrando-se através do sol poroso – formando aqui uma corrente subterrânea, ali um poço turbulento, escorrendo pelas fendas, desaparecendo de vista para surgir onde as rachaduras da estrutura social possam lhe oferecer uma oportunidade de fluir. Como doutrina, muda constantemente, com movimento, cresce e se desintegra, em permanente flutuação, mas jamais se acaba. Existe na Europa desde 1840 ininterruptamente, e, por suas próprias características multiformes, conseguiu sobreviver onde muitos outros movimentos do século anterior, bem mais poderosos, mas com menor capacidade de adaptação, desaparecerem totalmente. (WOODCOCK, George. História das ideias e movimentos anarquistas. Porto Alegre: L&PM, 2002, p 17)
A partir da análise do texto, é correto inferir que
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Q2465596 História
Como outros reis do início da Idade Moderna, especialmente após 1648, Luís tentou se apresentar como igual ao imperador, e seu reinado como um império. Assim, por exemplo, na descrição oficial da entrada de 1660, a famosa frase da Eneida, de Virgilio, “foi-me dado um império sem limite” [imperium sine fine dedi] foi aplicada aos reis de França, que foram apresentados como sucessores dos imperadores romanos. A reivindicação foi feita de modo mais explícito e cabal em 1667, no panfleto escrito por Aubéry sobre os direitos de Luís sobre o império. Muitas referências aparentemente casuais reforçam essa pretensão. Vernon, um dos historiógrafos reais, por exemplo compôs uma inscrição que intitulava Luís de “o imperador dos francos” [Imperator Francorium]. As frequentes referências a Luís como “augusto” ou como o maior monarca do mundo deveriam ser interpretadas tanto como apoio a pretensões políticas particulares quanto como uma forma geral de glorificação. O mesmo se aplica a seu uso do tradicional símbolo imperial, o sol, com a implicação de que há um soberano supremo na terra assim como há um sol no céu. (BURKE, A fabricação do rei; a construção da imagem pública de Luís XIV. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. p. 191-192)
Conforme o autor nos informa, a construção da imagem do monarca absolutista fundamentou-se em representações sobre o mundo antigo clássico. Podemos também acrescentar outros elementos de referência para compor a imagem de um monarca universal. Nesse sentido, para analisar a construção da imagem de Luís XIV, devemos considerar
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Q2465595 História
Enquanto o debate político esteve limitado aos notáveis, a história referia-se elite culta e era ministrada apenas no ensino médio. No entanto, com a democracia, a política tornou-se o negócio de todos; neste caso, levantou-se a questão da história no ensino fundamental. Neste ponto, as datas são eloquentes: em 1867, quando o 2° Império se liberalizava, a história tornou-se em princípio, matéria obrigatória, no ensino fundamental. Entretanto, na prática, ela se impôs nas classes somente após o triunfo dos republicanos; em 1880, fazia parte da prova oral para a obtenção do Certificado de Estudos e foi necessário esperar o ano de 1882 para que viesse a ocupar seu lugar definitivo nos horários – 2 horas por semana – e programas da escola elementar. O ensino da história foi implementado, com seu desenrolar regular e seus suportes pedagógicos; por sua vez, o compêndio tornou-se obrigatório em 1890. A história na escola primária atingiu seu apogeu após a Grande Guerra: por uma portaria de 1917, foi instituída uma prova escrita de história ou de ciências (por sorteio) para a obtenção do Certificado, já mencionado. (PROST, Antoine. Doze lições sobre a História. Belo Horizonte: Autêntica, 2008. p. 26-27)
As pesquisas sobre a constituição do campo da História na condição de disciplina acadêmica e escolar têm tido como referência os estudos franceses. Assim sendo, a partir da leitura do texto podemos inferir que 
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Q2465594 História
A “memória” não pode ocupar o lugar que foi ou ainda é da história. Ela deve ocupar um lugar com certeza, mas não o mesmo. Todo um conjunto de operações passa a ser da sua competência ou de seu magistério: as relações com o passado em geral e, mais especificamente, o vasto domínio dos crimes perpetrados, recentes ou menos recentes, o lugar concedido aos testemunhos, a escuta das vítimas, as reparações, quando possível, as injustiças sofridas, a votação das “leis memoriais”, a implementação de “políticas de memória”" , a gestão do dever de memória, pedidos de transformação ou mesmo de remoção de monumentos históricos. Estátuas para as quais já não olhávamos de repente se tornam visíveis novamente e, ao mesmo tempo, ofensivas, conflituosas. Elas ferem a memória, pois impõem uma história no que nos Estados Unidos, por exemplo, os afro-americanos nunca poderão compartilhar. Elevado, portanto, é o papel da memória. Resta, no entanto, uma diferença entre ela e a história; suas respectivas relações com o futuro. A história, a do conceito moderno de história, via o passado à luz do futuro. A memória vê o passado à luz do presente. Eis aí uma grande diferença de ponto de vista, que é melhor ser mensurada do que levada a julgamento. Ela é, de fato, a marca de uma mudança de época. (HARTOG, François. Os impasses do presentismo. In: In: IEGELSKI, Francine; MÜLLER, Angélica (orgs). História do Tempo presente: mutações e reflexões. Rio de Janeiro: FGV, 2022. p. 141)

A partir da análise desse trecho de um artigo do historiador, é correto inferir que o autor considera que
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Q2465593 História
O Movimento Negro conquistou um lugar de existência afirmativa no Brasil. Ao trazer o debate sobre o racismo para a cena pública e indagar as políticas públicas e seu compromisso com a superação das desigualdades raciais, esse movimento social ressignifica e politiza a raça, dando-lhe um trato emancipatório e não inferiorizante. No caso do Brasil, o Movimento Negro ressignifica e politiza afirmativamente a ideia de raça, entendendo-a como potência de emancipação, e não como uma regulação conservadora; explicita como ela opera na construção de identidades étnico-raciais. (GOMES, Nilma Lino O Movimento Negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017. p. 21)
Para analisar o impacto do movimento negro na sociedade brasileira desde os anos 1970, vale destacar que
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Q2465592 História
Avancemos um pouco mais no tempo e tomemos como objeto a produção dos historiadores relativa ao que se convencionou chamar de transição política rumo a um regime democrático no país. Como é costume acontecer, há várias propostas que buscam situar no tempo esse processo. Para alguns, a transição política deu-se na passagem da ditadura militar para um regime civil, ou seja, mais ou menos entre 1974 e 1985 – quando José Sarney tomou posse. Para outros, estes mais preocupados com a institucionalidade e a clássica questão da legitimidade, sugerem que a transição se completa com a promulgação da constituição de 1988 e a eleição pelo voto popular do Presidente da república, no caso, Fernando Collor. Por fim, há os que colocam em xeque tanto o modus operandi da transição, como o processo de institucionalização democrática, considerando o regime civil, daí resultando em uma experiência política marcadamente conservadora e limitada, e, portanto, distante do que se poderia chamar de democracia. (FREIRE, Américo. Democracia brasileira em foco: historiografia, atores e proposições. Salvador: Saga, 2019. p. 14).
Apesar de existir diferenças na produção historiográfica sobre o período pós-ditadura, é possível identificar algumas proximidades entre elas. Para analisar o elemento comum dessa produção devemos considerar
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Q2465591 História
A ideia-força do desenvolvimento nacional aliada à política populista incitava à mobilização das massas, de cujo apoio os dirigentes políticos dependiam para obter êxito no processo eleitoral. O direito de voto, contudo, estava condicionado à alfabetização, o que levou os governantes a organizar programas, campanhas e movimentos de alfabetização de jovens e adultos dirigidos não apenas aos crescentes contingentes urbanos, mas também à população rural. Daí o surgimento de campanhas ministeriais que se estenderam do final da década de 1940 até 1963: Campanha de Educação de Adolescentes e Adultos (CEAA) (1947-1963); Campanha Nacional de Educação Rural (CNER) (1952-1963); Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo (1958-1963); Mobilização Nacional contra o Analfabetismo (MNCA) (1962-1963). (SAVIANI, Dermeval. História da Ideias Pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2008. p. 316)
No contexto político e social da primeira metade dos anos 1960, a mobilização em torno do combate ao analfabetismo ganha um novo sentido com a expressão educação popular. Para analisar o novo significado de educação popular, entendido como educação destinada à conscientização do povo, devemos considerar
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Q2465590 História
Os novos movimentos sociais – de mulheres, ecológicos, de negros etc. ocorreram em toda a América Latina, mas com grandes diferenças em relação aos europeus e norte-americanos. Embora algumas bandeiras tenham sido ‘importadas’, como a dos ecologistas, os movimentos latino-americanos ocorreram em sociedades civis marcadas por tradições de relações clientelistas e autoritárias, por Estados cartoriais e com sistemas jurídicos inoperantes. (GOHN, Teoria dos movimentos sociais: paradigmas clássicos e contemporâneos. São Paulo: Loyola. 2010. p. 229)
Para que possamos analisar os movimentos sociais brasileiros em sua especificidade em relação aos movimentos sociais europeus e norte-americanos vigentes nos anos 1970, devemos considerar que
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Q2465589 História
Além de alterar o âmbito do trabalho, a dinâmica da industrialização afetou outras dimensões da sociedade ocidental. Dentre esses aspectos merece destaque o da qualidade de vida nas grandes cidades, que se deteriorou por não ser capaz de absorver o crescente fluxo de pessoas em busca de trabalho. As ruas de Londres, Paris, Berlim e outros centros urbanos foram tomadas pelo movimento intenso de carruagens e de pedestres apressados, num ir e vir ininterrupto que aumentava a cada dia – assim como se ampliavam desigualdades sociais, pobreza, desemprego e criminalidade. Retrato disso eram os bairros miseráveis, com suas ruas estreitas, sinuosas e sujas, que surgiram ao lado dos bairros das elites. (VEIGA, Cynthia Greive. História da Educação. São Paulo: Ática, 2007. p. 206-207)
Uma instituição que sofreu o impacto da industrialização foi a escola, símbolo da modernidade europeia. Nesse contexto histórico, a escola era um equipamento urbano que cumpria uma função social, uma vez que
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Q2465588 Pedagogia
Há cerca de dois mil anos, indígenas viviam em cidades com estruturas complexas na região da bacia do Rio Upano, na Amazônia equatoriana. É o que mostra uma nova pesquisa que identificou construções soterradas na região. As estruturas foram capturadas em imagens 3D, por meio de um mapeamento que utilizou a tecnologia Lidar. Ela consiste em liberar pulsos de laser de um drone ou avião, capturando até mesmo construções no solo que estão cobertas por vegetação.
Stéphen Rostain, autor do estudo, já havia identificado estruturas na região há mais de duas décadas. “Eu não tinha certeza de como tudo se encaixava”, disse Rostain. Agora, no artigo publicado na revista Science, ele descreve o que parece ser a civilização amazônica complexa mais antiga.
Os assentamentos eram ocupados pelo povo Upano, entre 500 a.C. a 600 d.C. Dessa forma, essa civilização indígena existia no mesmo período que o Império Romano, na Europa.
Em geral, os pesquisadores encontraram estruturas cerimoniais, residências, estradas e também campos agrícolas com canais de drenagem. Mas elas não eram feitas de pedras, como aquelas de outras civilizações complexas – maias e astecas, por exemplo.
De acordo com especialistas, essa sociedade indígena construía com barro. Então, para erguer construções tão complexas, foi necessário um sistema de trabalho organizado. “Era um vale perdido de cidades. É incrível.”, disse Rostain.
Isso indica que na região havia uma ocupação muito densa e uma sociedade extremamente complexa. Embora seja difícil estimar a população, os cientistas acreditam que o local abrigava algo entre 10 mil e 30 mil pessoas – um número semelhante à quantidade de habitantes da cidade de Londres durante a era romana. Enquanto muitas pessoas pensam que a Amazônia abriga apenas grupos pequenos e isolados de pessoas, os resultados da nova pesquisa demonstram que a região também abrigava sociedades elaboradas.
“Sempre houve uma incrível diversidade de pessoas e assentamentos na Amazônia, não apenas uma maneira de viver. Estamos apenas aprendendo mais sobre eles”, disse Rostain.”
Imagem associada para resolução da questão


Ao propor usar a reportagem em uma turma de ensino fundamental II, o professor de história tem como objetivo
Alternativas
Q2465587 História
A Folha de São Paulo, ao publicar o editorial da “ditabranda” passa de apoiador do golpe e da Operação Bandeirantes; passando por arauto das democracias nos anos 1980, até propor, vinte anos depois, que se esqueça da existência de uma ditadura no Brasil. Não é propriamente um esquecimento, mas um ocultamento, uma reinterpretação histórica.” Os jornais registram a História, são fontes essenciais para os historiadores. O que quero ressaltar é seu papel de formador moral e intelectual ao construir uma memória que interessa à sua história, que busca que se torne real a todos. (SILVA, Carla Luciana. Imprensa e construção social da “ditabranda. In: MELO, Demian Bezerra (org). A miséria da historiografia: uma crítica ao revisionismo contemporâneo. Rio de Janeiro: Consequência, 2014, p. 196)

Um professor de História seleciona o trecho acima para planejar uma aula sobre os significados do regime civil-militar. Nesse sentido o documento acima é adequado, pois é representativo de 
Alternativas
Respostas
1161: E
1162: C
1163: A
1164: D
1165: C
1166: B
1167: E
1168: C
1169: B
1170: A
1171: E
1172: E
1173: C
1174: A
1175: C
1176: E
1177: D
1178: C
1179: A
1180: A