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Q1650350 Português
Leia o TEXTO 1 para responder à questão.

Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
Na mesma linha da questão anterior, mas considerando as formas e funções dos pronomes pessoais (caso reto e caso oblíquo), pode-se afirmar que está INCORRETO, quanto à forma e à função, o emprego do pronome pessoal na frase:
Alternativas
Q1650349 Português
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Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
“Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados.” (5º §) Considerando-se essa interligação, quanto à classe dos pronomes relativos – que funcionam como conectivos das orações subordinadas adjetivas, exercendo função sintática como núcleo e como adjunto -, pode-se afirmar que, entre os períodos abaixo, aquele em que o pronome relativo foi empregado de forma INCORRETA, quanto à forma e à função, é:
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Q1650348 Português
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Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
No mesmo sentido da questão anterior - a expressão do pensamento com os mecanismos adequados para que o período seja estruturado com coesão e coerência -, é preciso que seja observado o princípio do paralelismo gramatical, o qual, além de guardar a coesão e a coerência, atende à feição estilística do texto. Entre os períodos abaixo, o único em que se guardou adequadamente o paralelismo gramatical é:
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Q1650347 Português
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Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
“Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor.” (2º §) Nesse sentido, é importante que as aulas de sintaxe abordem não só as relações sintáticas entre os constituintes da oração, bem como os mecanismos por meio dos quais o pensamento seja expresso com clareza e coerência. Considerando-se nos períodos abaixo as relações de sentido empregadas para expressão do pensamento, aquele em que a estruturação sintática apresenta coesão, mas está mal construído por falta de coerência, é:
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Q1650346 Português
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Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
“A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. (4º §) As relações semânticas entre os constituintes da oração e as orações do período exprimem variados sentidos e se expressam por mecanismos que formam grande repertório na língua. Uma das relações mais comuns, principalmente em textos narrativos, é a relação entre causa e consequência. Outra relação importante, principalmente em textos argumentativos, é entre tese e argumento, ou ainda, entre a conclusão e a explicação. Essas duas relações se exprimem por mecanismos semelhantes, o que pode levar a certa dificuldade de interpretação. Dos períodos abaixo, aquele em que a 2ª oração tem valor semântico de explicação, e não de causa, é:
Alternativas
Q1650345 Português
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Estrutura da oração

O estudo da análise sintática é um dos pontos fundamentais na formação de quem se pretende um usuário competente de sua língua. Duas das habilidades principais de pessoa culta repousam nas atividades de ler e de escrever, ações que podem caracterizar não só nossas carreiras profissionais, mas também nossa vida como cidadãos.
Ler ou escrever um texto é muito mais do que apenas compreender ou organizar palavras em frases e parágrafos. É algo que envolve um amplo mecanismo a partir do qual o pensamento e as pretensões comunicativas do autor se apresentam para reflexão e avaliação do leitor. Como se constroem esses textos? Com palavras, sintagmas, termos e orações — elementos que mantêm entre si um relacionamento interno de concordância, de regência, de atribuição.
A análise sintática é a análise das relações. Na estrutura da oração, estudamos as relações que as palavras mantêm entre si na frase. Essas relações são binárias: sujeito & verbo; verbo & complemento; núcleo & adjunto... A tradicional prática de exercícios voltados para o reconhecimento da função sintática de um termo nem sempre garante o real objetivo de sua aplicação. Não se pode dizer qual é a função sintática de um termo se não se encontrar o outro termo com o qual ele se relaciona. Ou seja, não se pode reconhecer que existe um objeto direto sem apresentar a "prova" (o verbo transitivo direto); não se pode afirmar que determinado termo é o agente da passiva sem que seu "parceiro" sintático seja revelado (o verbo na voz passiva). E assim sucessivamente com todos os termos da oração, pois cada um deles só tem a classificação que tem porque possui uma relação com outro termo — e cada uma dessas relações é única, e por isso são dez os termos da oração (onze se contarmos com o vocativo). 
A sintaxe tem duas parceiras especiais. Uma é a semântica, a ciência do significado. Afinal o entendimento de uma frase depende da sua estrutura e das sutilezas que envolvem a construção do sentido. Outra é a estilística (a ciência da expressividade), pois compete ao autor da frase fazer as escolhas sobre como será sua organização, a partir do repertório que a língua oferece.
Entretanto, para o estudo da sintaxe do português, há um pré-requisito. Sintaxe e morfologia são assuntos interligados. Ter um bom conhecimento acerca das classes de palavras é fundamental para entender a estrutura de uma oração e de um período. Lembremo-nos, por exemplo, que estudamos verbos, substantivos, adjetivos e advérbios nos livros e aulas de morfologia — suas flexões, significações, desempenhos — e que, agora, estudaremos o verbo como elemento central da oração; o substantivo como núcleo de um termo; o adjetivo como um elemento periférico ou atributivo de outro; o advérbio como um determinante sobretudo dos verbos. 
Com isso, queremos enfatizar que o conteúdo aprendido nos estudos de morfologia precisa estar sedimentado para o que se coloca diante do estudante de sintaxe. Reiteramos, enfim, a convicção de que é a competência discursiva ou textual que caracteriza o saber expressivo de que fala Eugenio Coseriu.
Um texto deve ter uma adequação gramatical compatível com as pretensões e intuitos de seu autor, que — se assim julgar pertinente — procurará atingir o nível de exigência da linguagem padrão praticada por escrito pela comunidade culta em que se insere.
(HENRIQUES, C. Cezar. Sintaxe: estudos descritivos da frase para o texto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010, 2ª reimpressão, p. 15-16.) 
Considerando-se a relação binária entre o sujeito e o verbo de uma oração e analisando-se essa relação na estrutura do período composto, é possível depreender que, entre os períodos abaixo, está mal estruturado porque só está expresso o sujeito sem o predicado correspondente o seguinte:
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Q1650344 Português
De acordo com o texto, estudar a sintaxe consiste não só em analisar as relações entre os termos da oração ou do período, como também no ter um bom conhecimento das classes de palavras, e, ainda, em observar as implicações semânticas e estilísticas do texto. Nesse sentido, das afirmativas abaixo, aquela que NÃO se pode depreender das orientações e informações contidas no texto é:
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Q1649870 Geografia
Analise o climograma a seguir, obtida através do portal Climate-Data:
Imagem associada para resolução da questão Imagem associada para resolução da questão
A formação vegetal associada ao tipo climático representado no gráfico é:
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Q1649869 Geografia
A figura a seguir, elaborada por Ricardo Ojima (2007), ilustra esquematicamente como a distribuição espacial da população no espaço intraurbano pode assumir distintas expressões, apesar de apresentarem uma mesma densidade populacional – conforme palavras do próprio autor.
DIAGRAMA ILUSTRATIVO DE DISTINTAS FORMAS DE OCUPAÇÃO URBANA
Imagem associada para resolução da questão Analisando e comparando os modelos sobre como o espaço urbano pode ser conformado, é possível afirmar que:
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Q1649868 Geografia
Leia o trecho da música “Pangea”, de Rafael Arosa:
Vou te enfeitar com as cores do Magreb Pra namorar em terras de tuareg Vou te envolver em seda da Pérsia e celebrar o nosso amor num templo de Petra [...] Mas se você achar que eu quero te usar Pra me divertir pra me acompanhar Nesse nomadismo sem amor O que eu sinto é profundo como o lago Baikal Não vai secar não é mar de Aral E a cada latitude mais teu sou
Trabalhar com Geografia e música para fins didáticos em sala de aula é um excelente instrumento de sensibilização dos estudantes. A partir do trecho acima, o professor pode explorar características marcantes da Geografia Regional do Mundo. Qual é a afirmativa correta sobre a temática?
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Q1649867 Geografia
A distribuição global da precipitação está muito ligada à Circulação Geral da Atmosfera e à distribuição das cadeias de montanhas e planaltos. Na figura a seguir, fica clara a existência de três cinturões de ventos que são observados em cada hemisfério do planeta Terra: Imagem associada para resolução da questão
Assinale a afirmativa que caracteriza corretamente a dinâmica de circulação atmosférica e os aspectos climáticos:
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Q1649866 Geografia
Cidades-gêmeas são municípios cortados pela ___A____ de fronteira, ____B____, articulada ou não por obra de infraestrutura, que apresentem grande potencial de integração econômica e cultural, podendo ou não apresentar uma ____C____ com uma localidade do país vizinho. A área da ___D___ de fronteira caracteriza-se geograficamente por ser uma ___D___ de 150 km de largura ao longo de 15.719 km da fronteira brasileira, na qual abrange 11 unidades da Federação e 588 municípios divididos em sub-regiões e reúne aproximadamente 10 milhões de habitantes.
Com base em seus conhecimentos geográficos sobre o assunto, a alternativa que apresenta corretamente os termos correspondentes é:
Alternativas
Q1649865 Geografia
Vandana Shiva, definida pelo Wikipédia como uma mulher estudiosa indiana, física, ecofeminista, ativista ambiental e anti-globalização, afirma que “as melhores e mais evoluídas tecnologias são aquelas que não destroem a própria base em que vivemos”. A correlação entre a crítica presente nessa frase, o termo ou conceito e a definição a seguir está corretamente feita em:
Alternativas
Q1649864 Geografia
O Observatório da Complexidade Econômica (OEC, em inglês) mapeia e informa graficamente a balança comercial dos países, seus principais parceiros comerciais, produtos de exportação e importação. De acordo com os dados de 2017, o Brasil é a 22ª maior economia de exportação do mundo e a 37ª economia mais complexa, tendo exportado 219 bilhões de dólares e importado 140 bilhões. Sobre esse tema e para o ano considerado, complete as lacunas com os termos correspondentes:
O maior destino das exportações brasileiras é ___________, para onde nossos principais produtos enviados são ___________. O país que corresponde à maior origem das nossas importações é __________, onde as principais mercadorias adquiridas são ____________.
A alternativa que apresenta a sequência correta que preenche as afirmativas, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1649863 Geografia
Há diversas formas de produção de energia. Cada fonte tem suas vantagens e desvantagens. Relacione as fontes de energia, presentes na primeira coluna, com as descrições pertinentes de algumas de suas características e impactos socioambientais:
1. Energia eólica 2. Energia hidrelétrica 3. Energia nuclear 4. Energia heliotérmica
( ) Frequentemente a água empregada nos sistemas de refrigeração, quando lançada nos corpos d’água, aumenta a temperatura e prejudica a biodiversidade local. ( ) Além de poluição visual, as turbinas utilizadas podem ocasionar ruídos, causando transtornos à população e interferindo nas rotas das aves. ( ) Suas usinas precisam ser instaladas em áreas sem cobertura vegetal e exigem a exploração de minério para a fabricação da célula fotovoltaica e o uso de baterias. ( ) Geralmente inunda uma vasta área de terra, o que provoca destruição da fauna e da flora locais, além da desterritorialização de populações ribeirinhas.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1649862 Geografia
No Brasil, paralelamente à vulnerabilidade sofrida pelas diversas línguas nativas indígenas, o último Censo Demográfico (2010) identificou o crescimento do número de pessoas que se autodeclararam indígenas, o que chamou a atenção do IBGE. De acordo com este órgão, tal fenômeno pode ser explicado corretamente:
Alternativas
Q1649861 Geografia
"Novamente, a região passa a ser vista como um produto real, construído dentro de um quadro de solidariedade territorial. Refuta-se, assim, a regionalização e a análise regional, como classificação a partir de critérios externos à via regional. Para compreender uma região é preciso viver a região." (GOMES, P.C.C. O conceito de região e sua discussão. In: CASTRO, I.E., GOMES, P.C.C. e CORRÊA, R.L. (orgs.) 12ª ed. Geografia: conceitos e temas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007, p.67)
A corrente do pensamento geográfico à qual o conceito de região acima abordado vincula-se é:
Alternativas
Q1649860 Geografia
A respeito da divisão do Brasil em Complexos Regionais (Amazônia, Nordeste e Centro-Sul), julgue as afirmativas a seguir: I. Foi proposta por Milton Santos e teve como critério a difusão diferenciada do meio técnico-científicoinformacional e as heranças do passado (rugosidades espaciais). II. Foi proposta por Pedro Geiger e levou em consideração a formação histórica territorial de cada região e sua inserção na Divisão Territorial do Trabalho. III. Foi proposta no contexto do regime militar, em uma conjuntura de Doutrina de Segurança Nacional, o que levou os Complexos Regionais a serem sinônimos das Regiões Homogêneas. IV. Enquanto Macrorregiões funcionais, os Complexos Regionais foram definidos a partir e suas características naturais, como clima, relevo, solo, vegetação e hidrografia. V. Os Complexos Regionais não respeitam os limites político-administrativos de divisão do território brasileiro, tornando difícil sua aplicação para fins de planejamento regionais.
Dos itens acima mencionados, estão corretos apenas:
Alternativas
Q1649859 Geografia

Analise as imagens a seguir:

Imagem associada para resolução da questão


Tendo em vista a importância da discussão sobre projeções cartográficas para desmistificar as distorções e as intenções relacionadas ao caráter ideológico das representações do mundo, é correto ensinar nas aulas de Geografia que a projeção:

Alternativas
Q1649858 Geografia
Segundo o IBGE (2017), “no Brasil, o Decreto Lei n. 311, de 02.03.1938 associa a delimitação de zonas rurais e urbanas aos municípios. Contudo, muitas vezes as transformações econômicas e sociais alteram profundamente a configuração espacial dos municípios sem que a legislação consiga acompanhar em tempo hábil as novas estruturas territoriais e o processo de distribuição espacial das populações e das atividades econômicas”. (IBGE. Classificação e caracterização dos espaços rurais e urbanos do Brasil: uma primeira aproximação / IBGE, Coordenação de Geografia. – Rio de Janeiro: IBGE, 2017) Nesse contexto, foi divulgada a manchete a seguir: Imagem associada para resolução da questão (Por Daniela Amorim, de Estadão Conteúdo. Publicado em 31/07/2017 pelo portal Exame.) Levando em consideração o critério de definição de cidade no Brasil, os desafios na delimitação do rural e do urbano na contemporaneidade e a importância de repensar tais categorias, criando instrumentos de planejamento que consigam manter a coesão dos territórios, respeitando e desenvolvendo a sua diversidade, é correto afirmar que:

Alternativas
Respostas
2081: A
2082: D
2083: A
2084: D
2085: B
2086: E
2087: C
2088: D
2089: E
2090: C
2091: E
2092: A
2093: B
2094: C
2095: C
2096: A
2097: E
2098: D
2099: C
2100: D