Questões de Concurso Para prefeitura de vila pavão - es

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Q3577093 Matemática
Maria observou que as folhas da mangueira que ela tem no quintal estavam caindo. No primeiro dia ela viu 20 folhas no chão, no segundo havia mais 25, no terceiro mais 30 e nesta razão foi até o décimo dia. Quantas folhas caíram ao todo?
Alternativas
Q3577090 Matemática
Luíza está economizando um dinheiro para fazer seu aniversário de 25 anos. Se ela já tem R$4.800,00, que corresponde a 32% do total que precisa, quanto custará a festa?
Alternativas
Q3577087 Noções de Informática
Quando digitamos um documento num processador de texto, as teclas de atalho facilitam bastante o desenvolvimento do trabalho. 
Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/ 12/arte_informatica_basica.pdf
Marque a alternativa CORRETA que corresponde a combinação de teclas para colocar uma palavra ou uma frase em Negrito.
Alternativas
Q3577086 Noções de Informática

No Word, também podem ser inseridas para fazer um desenho, um projeto, etc.


12.png (251×544)

Fonte: https://www.ufsm.br/unidades-universitarias/ctism/ cte/wp-content/uploads/sites/413/2018/12/programas _aplicativos.pdf


Marque a alternativa CORRETA que corresponde as opções da imagem acima.

Alternativas
Q3577077 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global 

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey. Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono. 

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Por que os corais estão mais suscetíveis a doenças mortais nos últimos anos?
Alternativas
Q3577076 Administração Geral
O texto seguinte servirá de base para responder às questões.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global 

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey. Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono. 

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Como a startup Coral Maker planeja financiar o projeto de cultivo acelerado de corais?
Alternativas
Q3577075 Português
O texto seguinte servirá de base para responder às questões.

Os robôs treinados para restaurar corais danificados pelo aquecimento global 

"Esta parte do mundo é muito especial", afirma a bióloga marinha Taryn Foster sobre o arquipélago dos Abrolhos no Oceano Índico, a 64 km a oeste do litoral da Austrália.

"Não há palmeiras, nem vegetação exuberante", prossegue ela. "Mas, quando você entra na água, pode ver todas essas espécies de corais e peixes tropicais."

Os corais são animais conhecidos como pólipos, encontrados principalmente nas águas tropicais.

Os pólipos têm corpos moles e formam uma casca externa dura, extraindo carbonato de cálcio do mar. Com o passar do tempo, essas cascas se acumulam, formando as bases dos recifes que observamos hoje em dia.

Os recifes de coral podem cobrir apenas 0,2% do leito do oceano, mas fornecem habitat para mais de um quarto das espécies marinhas do planeta.

Essas criaturas são sensíveis ao calor e à acidificação. Por isso, nos últimos anos, com os oceanos ficando mais quentes e mais ácidos, os corais ficaram mais sujeitos a doenças mortais.

Os corais doentes ficam brancos. E Foster testemunhou em primeira mão o processo de branqueamento.

Segundo a Rede Global de Monitoramento dos Recifes de Coral (GCRMN, na sigla em inglês), um aumento de 1,5 °C da temperatura da água pode causar perdas de 70% a 90% dos recifes do planeta. E alguns cientistas acreditam que, até 2070, todos os recifes terão desaparecido.

"As mudanças climáticas são a ameaça mais significativa para os recifes de coral em todo o mundo", alerta Cathie Page, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas (AIMS, na sigla em inglês).

"Graves eventos de branqueamento causados pelas mudanças climáticas podem ter efeitos muito negativos", prossegue ela, "e ainda não temos boas soluções."

Os esforços de restauração dos corais costumam envolver o transplante de corais minúsculos, cultivados em viveiros, sobre os recifes danificados. Este trabalho pode ser lento e de alto custo — e apenas uma fração dos recifes ameaçados está recebendo ajuda.

Mas é nas águas rasas do arquipélago dos Abrolhos no litoral da Austrália que Foster está testando um sistema que, segundo ela espera, irá fazer reviver os recifes com mais rapidez.

O processo envolve o enxerto de fragmentos de coral em pequenos suportes, que são inseridos em uma base moldada maior. Estas bases são agrupadas em lotes e colocadas sobre o leito do oceano.

Foster foi quem projetou a base, em forma de disco plano com ranhuras e uma alça, feita de concreto de rocha calcária.

"Queríamos que fosse algo que pudéssemos produzir em massa, a preço razoável", explica a bióloga. "E que fosse facilmente lançado por um mergulhador ou por um veículo de operação remota."

Até o momento, os resultados foram animadores.

"Nós desenvolvemos diversos protótipos diferentes dos nossos esqueletos de coral", explica Foster. "E também testamos com quatro espécies diferentes. Todas elas estão crescendo maravilhosamente."

"Estamos eliminando vários anos de crescimento por calcificação que são necessários para chegar ao tamanho daquela base", ela conta.

Foster formou uma startup chamada Coral Maker para cuidar do projeto. E ela espera que sua parceria com a empresa de software de engenharia Autodesk, sediada em São Francisco, nos Estados Unidos, acelere ainda mais o processo.

Os pesquisadores da Autodesk vêm treinando uma inteligência artificial para controlar robôs colaborativos ("cobots") que irão trabalhar ao lado das pessoas.

"Alguns desses processos de propagação de corais são simplesmente tarefas repetitivas, de retirada e colocação, ideais para a automação robótica", explica Foster.

Um braço robótico pode enxertar ou colar fragmentos de coral aos suportes de cultivo. E outro braço coloca os suportes na base, usando sistemas de visão para tomar decisões sobre como manuseá-los.

"Cada pedaço de coral é diferente, mesmo que seja da mesma espécie, de forma que os robôs precisam reconhecer os fragmentos de coral e saber como devem manuseá-los", afirma Nic Carey, a principal cientista de pesquisas da Autodesk.

Segundo ela, "no momento, eles são muito bons para lidar com a variabilidade dos formatos de corais".

A etapa seguinte é retirar os robôs do laboratório, o que deve acontecer, segundo Foster, nos próximos 12 a 18 meses.

Mas o mundo real apresenta muitos desafios. Os corais vivos molhados precisam ser manuseados com delicadeza, possivelmente sobre um barco em movimento. E a água salgada pode danificar os circuitos eletrônicos.

"Precisamos ter certeza de conseguir proteger os componentes mais vulneráveis", destaca Carey. Outra dificuldade é o alto custo da tecnologia. A Coral Maker aposta na demanda da indústria do turismo e planeja emitir créditos de biodiversidade, que funcionam de forma similar aos créditos de carbono. 

Para Cathie Page, "ficar à frente dos demais e permitir que os recifes de coral sobrevivam a um futuro em aquecimento exige investimentos substanciais de tempo, dinheiro e capital humano".

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c72j3n9x88zo
Qual é o objetivo do sistema de enxerto de fragmentos de coral desenvolvido pela bióloga Taryn Foster? 
Alternativas
Q3577029 Eletricidade
Um eletricista está planejando a instalação de um circuito elétrico para alimentar um conjunto de máquinas industriais monofásicas em uma fábrica. A potência total das máquinas é de 7.040 watts (7,04 kW). O eletricista deseja usar um fio adequado para a instalação, garantindo que não haja sobrecarga no circuito.
Considerando uma tensão de alimentação de 220 volts, qual é o calibre (bitola) mínimo do fio de cobre que o eletricista deve selecionar para este circuito, levando em consideração a potência das máquinas? Usar como referência a tabela abaixo:
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Alternativas
Q3577028 Eletricidade
Um eletrodoméstico possui uma resistência de 60 ohms e é alimentado por uma tensão de 120 volts. Qual é a potência elétrica consumida por esse eletrodoméstico?
Alternativas
Q3577027 Eletricidade
Em uma instalação elétrica, um disjuntor termomagnético de 2 amperes (A) é utilizado para proteger um circuito elétrico. Esse disjuntor é projetado para proteger o circuito contra sobrecorrentes. Suponha que, devido a um curto-circuito momentâneo, uma corrente de 50A flua pelo circuito. Qual é a ação esperada do disjuntor termomagnético nessa situação?
Alternativas
Q3577026 Engenharia Elétrica
Um eletricista está instalando um sistema de partida por contatores para um motor elétrico trifásico em uma indústria. O motor é usado para acionar uma máquina que requer uma partida suave para evitar picos de corrente. Qual tipo de partida suave que utiliza contatores o eletricista deve utilizar para atender a essa necessidade?
Alternativas
Q3577025 Eletrotécnica
Um eletricista está instalando um sistema de iluminação externa em uma área ampla. Ele deseja alimentar 10 lâmpadas de LED, cada uma com potência nominal de 30 watts, e 5 lâmpadas de halogênio, cada uma com potência nominal de 100 watts. O eletricista quer dimensionar corretamente o disjuntor de proteção para o circuito. Qual é a corrente total estimada em amperes (A) deste circuito? Considere a tensão de alimentação em 220V. 
Alternativas
Q3577024 Eletricidade
Um eletricista está realizando medições em um circuito elétrico usando um multímetro digital. Durante a medição da tensão, ele comete um erro crítico ao selecionar incorretamente a escala de medição. Ele escolhe a escala de corrente (Amperes - A) em vez da escala de tensão (Volts - V) para medir a tensão. Qual é o erro que o eletricista está cometendo e por que é perigoso?
Alternativas
Q3577023 Eletricidade
No ambiente de manutenção elétrica é comum realizar alguns ensaios para avaliar se as caracteristicas dos equipamentos elétricos estão dentro do padrão necessário para operação normal. Para disjuntores, qual o nome do ensaio realizado para avaliar os contatos elétricos e qual a ordem de grandeza esperada junto a unidade de medida dos valores obtidos neste ensaio?
Alternativas
Q3577022 Eletricidade
Um eletricista está trabalhando em uma instalação elétrica industrial que utiliza um sistema trifásico de alimentação elétrica. A tensão nominal do sistema é de 400V entre fase-fase e constatou-se que nesta instalação havia neutro disponível para alimentar fontes monofásicas. Desta forma, qual o valor da tensão de fase-neutro deste sistema?
Alternativas
Q3577021 Eletricidade
Um eletricista está trabalhando em uma subestação elétrica de alta tensão e precisa abrir um disjuntor de alta tensão para realizar uma manutenção programada. Para realizar esta atividade, qual é a sequência correta de ações que ele deve seguir, segundo a NR10, para ser consideradas desenergizadas as instalações elétricas?
Alternativas
Q3577020 Eletricidade
Um eletricista está designado para realizar a troca de um disjuntor em um quadro elétrico. Antes de iniciar o trabalho, ele deve seguir as práticas de segurança recomendadas pela NR10. Qual dos seguintes procedimentos é o mais apropriado para garantir a segurança do eletricista durante a substituição do disjuntor?
Alternativas
Q3577019 Eletricidade
Em um desafio, foi apresentado o circuito abaixo para alguns eletricistas, onde os mesmos deveriam informar qual a corrente apresentada no "Amperímetro" após o fechamento da chave "S1". Após algum tempo, foram apresentados quatro valores diferentes: João informou que a corrente seria de 4A, Caio disse que seria 12A, Pedro 2A e Lucas 6A. Qual dos profissionais apresentou o valor correto de corrente que será indicada no amperímetro?
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Alternativas
Q3577018 Eletrotécnica
Foi solicitado para um eletricista verificar se o circuito existente em uma planta estaria adequado para alimentar um motor conforme indicado na placa abaixo. Foi pedido que o profissional informasse para engenharia qual o valor da corrente durante a partida do motor caso o mesmo fosse alimentado em 220V. Qual o valor da corrente calculada de partida deste equipamento baseado nas informações da placa?
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Alternativas
Q3577017 Engenharia Elétrica
Um profissional da área de elétrica está encarregado de realizar um ensaio em um transformador para determinar sua relação de transformação. Ele decide utilizar um equipamento de teste adequado para executar o ensaio. Qual dos seguintes procedimentos de ensaio é o mais apropriado para determinar a relação de transformação em um transformador?
Alternativas
Respostas
501: B
502: B
503: C
504: D
505: C
506: A
507: A
508: D
509: D
510: A
511: B
512: D
513: A
514: C
515: D
516: C
517: C
518: D
519: A
520: A