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Q3259091 Noções de Informática
Um usuário de um computador com MS Windows BR 10, usando o navegador Google Chrome, com seu mecanismo de busca, precisa utilizar, em uma busca, o operador de pesquisa que encontre resultados da pesquisa de um determinado domínio, URL ou prefixo de URL. Esse operador é o:
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Q3259090 Noções de Informática
Um administrador de uma rede baseada em TCP/IP, com servidor Linux, precisa acessar o utilitário do TCP/IP que serve para mostrar por onde um pacote IP trafega quando é enviado, de modo a verificar em qual ponto a rede está congestionada. Ele acessa esse utilitário através do comando:
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Q3259088 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
A palavra acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo decrescente é:
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Q3259087 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
Com base na frase abaixo, responda à questão:

“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).

A expressão “o livro inteiro” encontra-se corretamente substituída por um pronome em:
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Q3259086 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)

Com base na frase abaixo, responda à questão:


“Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro” (2º parágrafo).



No trecho, a palavra “se” introduz oração com a função de:



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Q3259081 Português
O país dos não leitores


    São números terríveis, deprimentes, divulgados há pouco. Segundo a nova edição da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, concluída em 2024, 53% das pessoas ouvidas admitiram que, nos três meses anteriores, não tinham lido um só livro, nem mesmo em parte. E isso em qualquer mídia, física ou digital, e gênero. Não apenas a frágil área de literatura, biografia, história, infantil ou ensaio fora desprezada — nem os didáticos e religiosos, incluindo a Bíblia, mereceram uma vista d’olhos. A pesquisa revelou que, pela primeira vez, desde 2007, quando ela começou, o Brasil tem mais não leitores do que leitores.

    Ao perguntarem aos 47% de leitores se haviam lido o livro inteiro, o número caiu para 27%. Ou seja, em 2024, 73% dos brasileiros não leram um livro até o fim nem para saber se o assassino era o mordomo. Comparada à pesquisa anterior, em 2019, sete milhões de pessoas tinham abandonado os livros, em todos os graus de escolaridade, classe social e faixa etária. Significa que o Brasil perdeu cerca de 1 milhão de leitores por ano. A pesquisa ouviu 5.500 pessoas em 208 municípios.

    Cerca de 75% dos entrevistados admitiram que passam mais tempo diante de uma tela do que de uma página impressa. Se isso é consolo, o sujeito fica mais tempo com os olhos a 10 centímetros da tela do que fazendo qualquer outra coisa, como trabalhar, namorar, admirar a paisagem ou não fazer nada. Eu arriscaria que 90% desse tempo diante da tela também não resultam em nada de útil ou objetivo. Não se olha necessariamente para a tela em busca de um dado, uma notícia ou uma informação. Olha-se para a tela, só isso.

    O desinteresse pela leitura aumenta à medida que a pessoa cresce e conclui a escola ou a deixa pelo meio. Somente 17% entre os acima de 40 anos disseram que gostam de ler. É terrível, porque quem tem hoje 40 anos nasceu em 1985 e viveu os últimos anos de um mundo em que a leitura ainda não fora esmagada pelas mídias audiovisuais. O que aconteceu a ele para abandonar um hábito que ainda lhe foi incutido na infância?

     Não sei. Só sei que fracassamos.

Ruy Castro

(Folha de São Paulo, 17 de janeiro 2025)
No primeiro parágrafo, o uso do travessão contribui com a argumentação, com o objetivo de:
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Q1081396 História


Imagem associada para resolução da questão


Há 50 anos o cenário do Rio de Janeiro, descrito por Zuenir Ventura, em "1968 - O ano que não terminou", incluía estudante morto, passeatas e tropas de choque. Compõe esse contexto histórico a(o):

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Q1081395 História
Apesar dos desencantos, são poucos os que se manifestam a favor de um governo não democrático. Percebe-s e , por frequentes e variadas manifestações, que a maioria do povo reconhece que a manutenção dessas instituições é necessária para a democracia, mas ao mesmo tempo considera que para ter um bom governo não é suficiente apenas a participação formal através de eleições. Por meio de pesquisas acadêmicas e pelos registros da imprensa verifica-se que o povo não é indiferente aos assuntos públicos e deseja poder exercer maior influência. DALLARI, Dalmo de Abreu. Sociedade, Estado e direito: caminhada brasileira ruma ao século XXI, In: MOTA, Carlos Guilherme (org). Viagem Incompleta. A experiência brasileira (1500-2000). Agrande transição, 2a ed. São Paulo: Senac, 2000. A Nova República (Brasil, pós 1985) ampliou significativamente a possibilidade de participação popular no processo político quando:
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Q1081394 História

“Choque do Plano Collor é o maior de toda a história”

Folha de São Paulo, 17 de março de 1990

Com esta manchete o Jornal Folha de São Paulo anunciou, há 28 anos, o Plano Collor, também conhecido como Plano Brasil Novo, aplicado pelo recém empossado presidente, Fernando Collor de Melo, com o objetivo de combater a inflação. Entre as medidas do Plano Collor destaca-se o(a):

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Q1081393 História

Filme sobre a morte de Tancredo Neves ganha primeiro trailer.

Foi lançado nesta terça-feira (24/07/2018) o primeiro trailer do filme O paciente - O caso Tancredo Neves, que mostrará os últimos dias do presidente, eleito em 1985, mas não empossado. Sob a direção de Sérgio Rezende (Zuzu Angel, 2006), a produção terá o ator Othon Bastos no papel principal.

fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/ 2018/07/24/, acessado em 25 jul. 2018.

Decorridos 33 anos, a eleição de Tancredo Neves (Brasil, 1985) continua estimulando análises e produções artísticas.

O contexto histórico que resultou na eleição de Tancredo Neves foi marcado pelo(a):


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Q1081392 História

Que diabo é esse regime que gera essencialmente uma série de males e, ao mesmo tempo, tem facetas de progresso?

FAUSTO, Boris. In: PANDOLFI, Dulce (org.). repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Editora da FGV.

O espanto do historiador Boris Fausto referindo-se ao Estado Novo, deve-se:

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Q1081391 História

Ao conquistar a França, Hitler foi saudado como grande estrategista militar. O passo seguinte foi se concentrar na guerra contra a Inglaterra e avançar em direção ao Mediterrâneo. No início de 1941, conquistou a Iugoslávia, a Grécia e a ilha de Creta, contando com o apoio da Itália, que só passou a atuar em favor dos alemães às vésperas da queda da França.

VAIFAS, Ronaldo e outros. História: volume único. São Paulo: Saraiva, 2010.

A ascensão do Regime Nazista, liderado por Adolf Hitler, implicou na:

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Q1081390 História

Como se pode encontrar uma expressão quantitativa para o fato, que hoje em dia poucos poderiam negar de que a Revolução Industrial criou o mundo mais feio no qual o homem jamais vivera, como testemunhavam as lúgubres, fétidas e enevoadas vielas dos bairros baixos de Manchester? (...) Ninguém podia negar que havia uma pobreza espantosa. Muitos sustentavam que estava mesmo aumentando e se aprofundando. E ainda assim, pelos eternos critérios que medem os triunfos da indústria e da ciência, poderia até mesmo o mais lúgubre dos observadores racionalistas sustentar que, em termos materiais, o mundo estava em condições piores do que em qualquer outra época anterior (...)? HOBSBAWN, Eric J. A era das revoluções (1789-1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1979.

As palavras do historiador Eric Hobsbawn, relativas à Revolução industrial Inglesa, demonstram que a(o):

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Q1081389 História

Imagem associada para resolução da questão

As execuções na guilhotina expressam a radicalização do processo revolucionário francês. Os Jacobinos, no período denominado Convenção (1792-1795), desencadearam o Terror da Revolução Francesa, durante o qual o(a):

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Q1081388 História

150 Anos da Passagem de Humaitá marca a abertura do Ano Cultural da Marinha.

Durante a Semana Nacional de Museus, será inaugurada a exposição em memória aos 150 anos do acontecimento que entrou para a história como “Passagem de Humaitá”, na qual o público poderá refletir sobre alguns aspectos do maior conflito entre nações ocorrido no continente americano por meio da obra do pintor italiano Eduardo de Martino, convidado pelo Imperador Dom Pedro II para registrar cenas do teatro de operações.

Fonte: www.marinha.mil.br/noticias/150-anos-da-passagem-dehumaita-, consultado em 25/07/2018.

A Guerra do Paraguai (1864-1870), o mais longo conflito bélico ocorrido no sul da América do Sul, no século XIX, deixou marcas profundas na história dos países que dela participaram.

Entre as consequências da Guerra do Paraguai para o Brasil destaca-se a (o):

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Q1081387 História
D. João e sua corte desembarcaram em janeiro de 1808 no Brasil e se estabeleceram no Rio de Janeiro, depois de uma escala em Salvador. Seu governo tomou medidas que mudaram a posição que o Brasil ocupava frente no Império Português, entre as quais a:
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Q1081386 História

África negra: os reinos sudaneses e o sistema de linhagens.

Os povos que viviam no Sael (território de savanas ao sul do Saara) eram conhecidos como sudaneses, pois essa área também era denominada Sudão (Bilad al-Sudan, que em árabe significa terra dos negros). Eram bons agricultores, plantavam mílhete (espécie de milho de grão miúdo), sorgo (cereal semelhante ao milho), arroz e cereais. Também caçavam, pescavam e criavam gado. Conheciam a m etalurgia, confeccionando pontas de lanças, enxadas e flechas com o ferro. Habitavam vilas com casas de taipa ou palha, próximas às terras cultivadas. Organizavamse em torno de linhagens e dos conselhos dos anciãos, sendo estes os responsáveis pela resolução das disputas nas aldeias.

Fonte: editoracontexto.com. br/blog/as-sociedades-africanasda-africa-ocidental-historia-e-cultura-afro-brasileira/, consultado em 25/07/2018.

Na África, diversamente das formas de organização social e política do Ocidente, criou-se um sistema de linhagens, caracterizado por:

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Q1081385 História

Os escravizados jamais abriram mão de serem agentes e senhores de suas vidas. Em primeiro Lugar, criaram entre si laços de afeição, associações religiosas e sociais, e redes. Viajantes anotaram que os cativos estabeleciam relações ternas com esposas e filhos dos senhores, e mantinham solidariedade com os “malungos, nome dado aos companheiros de viagem pelo Atlântico.

SCHWARCZ, Lilia M. e STARLING, Heloisa, M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

Além dos laços afetivos e formação de associações, os escravizados negros no Brasil colonial reagiram ao cotidiano violento através de(da):

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Q1081384 História

Luis XIV ordenou a construção de um imenso palácio próximo à Paris, em Versalhes, para acolher a corte. Essa imensa construção foi projetada pelo arquiteto Le Vau para abrigar até 20.000 pessoas, entre nobres e serviçais. Para erguê-lo numa área pantanosa foram necessários mais de 35.000 trabalhadores (...).

BURKE, P. A fabricação do Rei: a construção da imagem pública de Luis XIV. Rio de Janeiro: Zahar, 1994.

O Palácio de Versalhes, na França de Luis XIV, simboliza o apogeu do Estado Absolutista, caracterizado pela:

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Q1081383 História

A obra “A criação de Adão”, de autoria do artista Michelangelo Buonarroti, é considerada uma das mais representativas do movimento cultural conhecido como Renascimento.

Imagem associada para resolução da questão

O Renascimento, um movimento cultural que surgiu na Europa, entre os séculos XIV e XVI, se caracterizou pelo(a):

Alternativas
Respostas
421: B
422: D
423: C
424: A
425: B
426: B
427: D
428: D
429: D
430: A
431: E
432: E
433: E
434: C
435: A
436: E
437: C
438: C
439: A
440: D