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Q2086927 Geografia
Vários geógrafos debatem sobre a crise que o ensino de geografia vem passando. Baseado nessa temática, analise as afirmativas que tratam do ensino de geografia no século XXI.
I. Privilegiar não tanto o conteúdo e, sim, o raciocínio. II. Enfatizar que mais importante do que memorizar os conceitos é saber como obtê-los. III. Privilegiar uma mera descrição dos fatos e dos lugares. IV. Levar os educandos a conhecer o mundo em que vivem em todas as suas escalas, tendo em vista a cooperação e a convivência harmoniosa. V. Incentivar o mero acúmulo de conhecimentos geográficos.
Sobre as estratégias para se romper com a crise do ensino de geografia no século XXI, está correto o que se afirma em 
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Q2086923 Geografia
A formação do solo inicia-se a partir do momento em que o material de origem (rocha) é exposto na superfície terrestre, quando, então, passa a sofrer ação de agentes do clima, principalmente precipitação e temperatura, acionando processos de intemperismo. Nesse caso, “intemperismo” é assim definido:
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Q2086922 Geografia
O aquecimento global talvez seja o mais grave evento ambiental já enfrentado pelo gênero Homo sapiens. De acordo com muitos cientistas, o aquecimento global pode gerar, inclusive, a extinção da nossa espécie. Muitas são as suas causas. São consideradas causas das mudanças climáticas (aquecimento global) os seguintes fatores, EXCETO:
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Q2086920 Geografia

A tabela, elaborada pelo GeografAR, apresenta o Índice de Gini para o estado da Bahia:

Índice de Gini. Bahia. 1920 a 2006

Imagem associada para resolução da questão

 (Fonte: IBGE. Censo Agropecuário 1920-2006. Elaboração: Projeto GeografAR, 2010.)

Com base no Índice de Gini apresentado anteriormente, assinale a afirmativa correta

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Q2086918 Geografia
A história da Geografia tem sido uma história dos geógrafos. Há os que a fizeram e fazem no rumo da vida e da felicidade do homem. E há os que a fazem deslocando-a na direção da vida e da felicidade dos que o dominam. É, sobretudo, na história recente da humanidade, que esse antagonismo mais fortemente aparece. (Ruy Moreira; in O que é Geografia. 2010. 2ª ed.)
De acordo com Moreira (2010, pág. 8), provavelmente foi Estrabão (64 a.C. – 24 d.C.) o criador da geografia. Porém, se pensarmos apenas na geografia moderna, podemos afirmar que sua origem se deu no século XIX, principalmente com o florescimento das universidades e das sociedades de geografia e os trabalhos de Humboldt e Ratzel. A partir de então diversas correntes de pensamento têm se sucedido como, por exemplo, geografia moderna; tradicional; quantitativa/teórica/nova geografia; crítica/radical; e, humanista. Sobre a corrente de pensamento tradicional, podemos afirmar que o seu fundamento está no(a):
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Q2086917 História
O trecho a seguir do espanhol Bernal Díaz Del Castillo descreve uma cena na capital asteca Tenochtitlan:
O burburinho e o ruído do mercado... podia ser ouvido até quase uma légua de distância... uma multidão de pessoas e a ordem que prevalecia, assim como uma imensa quantidade de mercadorias... Cada espécie tinha seu lugar particular, que era distinguido por um sinal. Os artigos consistiam em ouro, prata, joias, plumas, mantas, chocolate, peles curtidas ou não, sandálias e outras manufaturas de raízes e fibras de juta, grande número de escravos homens e mulheres, muitos dos quais estavam atados pelo pescoço, com gargalheiras, a longos paus.
(PINSKY, 2007.)
No contexto da apropriação da América pelos europeus, pode-se perceber diferenças, bem como semelhanças circunstanciais, no que diz respeito aos processos nas diversas regiões do continente. Sobre esse assunto, é correto afirmar que: 
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Q2086915 História
Devido à natureza de abuso de Estados contra seus particulares, é colocada a Operação Condor como um exemplo de terrorismo de Estado. Essa classificação, porém, merece algumas observações, principalmente quanto ao significado da palavra terrorismo. É recente o uso da palavra e é fruto da intensa publicidade gerada a partir dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. Além disso, a dificuldade em definir o que é exatamente terrorismo é algo que vem sendo discutido nos últimos anos. O Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, por exemplo, não tipifica em nenhum lugar o crime de terrorismo. Seria difícil até mesmo procurar crimes com o uso de terror em jurisprudências internacionais antigas.
(CHAVES, 2015.)
Essa então chamada “Operação Condor” estabeleceu-se a partir dos anos 1960, para combater os movimentos que lutavam contra os regimes militares, sendo uma aliança político-militar entre vários governos conservadores da América e esteve relacionada, dentre outros fatores:
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Q2086910 Pedagogia
As fontes históricas, entendidas como os vestígios deixados pelos seres humanos ao longo do tempo e que trazem resquícios de suas práticas particulares e de seu grupo, podem ser trazidas para a sala de aulaa partir das tecnologias. Há uma série de arquivos virtuais com seus acervos digitalizados parcialmente e que permitem o contato com fontes oficiais, fotografias ou mesmo dados imigratórios, registros estatísticos, dentre outros. Um exemplo é o arquivo da Biblioteca Nacional, em sua hemeroteca digital [https://bndigital.bn.gov.br/hemeroteca-digital], que disponibiliza diversos periódicos brasileiros gratuitamente para consulta. [...]
(Disponível em: http://www.uel.br/eventos/sepech/sumarios/temas/ ensino_e_historia_o_uso_das_fontes_historicas_como_ferramentas_na_p roducao_de_conhecimento_historico.pdf.)
O uso de fontes históricas não é prática totalmente nova na pedagogia das aulas de história. Nos dias atuais, com a tecnologia como elemento facilitador do acesso a essas fontes:
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Q2086837 Pedagogia
A superdotação é ainda vista como um fenômeno raro e, prova disso, é o espanto e a curiosidade diante de uma criança ou adolescente que tenha sido diagnosticado como superdotado. Observa-se que muitas são as ideias errôneas a seu respeito presentes no pensamento popular. Quando se tratar de caracterização de alunos com altas habilidades/superdotação, há de se considerar no escopo conceitual os eixos que têm demonstrado consistência na manifestação do fenômeno superdotação e parecem ser consenso entre alguns os autores. Um destes eixos é a: 
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Q2086836 Pedagogia
Além de conhecer as características dos alunos com necessidades educacionais especiais, precisamos também conhecer os pressupostos que embasam um processo avaliativo dessas pessoas na busca de, efetivamente, praticar uma avaliação conjunta, pautada nos referenciais da diferença e não mais atuar, sob a égide da discapacidade e da deficiência. Para isso, a prática da avaliação caminha para além do simples fato de diagnosticar e classificar; a avaliação tem um papel decisivo quanto às práticas pedagógicas, colaborando diretamente nas decisões em relação às adaptações curriculares. Sobre os aspectos que precisam ser considerados para orientar a promoção ou a retenção do aluno na série, etapa, ciclo (ou outros níveis), analise as afirmativas a seguir.
I. A possibilidade de o aluno ter acesso às situações escolares regulares e com menor necessidade de apoio especial. II. A valorização de sua permanência com os colegas e grupos que favoreçam o seu desenvolvimento, comunicação, autonomia e aprendizagem. III. A competência curricular, no que se refere à possibilidade de atingir os objetivos, atender aos critérios de avaliação previstos no currículo adaptado. IV. O efeito emocional da promoção ou da retenção para o aluno e sua família.
Está correto o que se afirma em
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Q2086835 Pedagogia
Os alunos com uma deficiência de caráter permanente exigem adaptações curriculares que devem ser realizadas de acordo com as características de cada discente, durante grande parte ou durante todo o percurso escolar. Neste tipo de NEE encontramos crianças ou adolescentes que sofreram modificações, provocadas por problemas orgânicos, funcionais, por défices socioculturais e econômicos graves que abrangem o foro sensorial, intelectual, processo lógico, físico e emocional. Sobre as características das NEE de caráter permanente, é correto afirmar que:
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Q2086834 Pedagogia
Um dos grandes desafios da atualidade é a inclusão do autista nas escolas, que é um direito garantido por políticas públicas, seja nas esferas municipal, estadual e federal. Além disso, é um passo extremamente importante para a formação do autista, trazendo contribuições na autonomia e no seu desenvolvimento, preparando para os obstáculos que irão aparecer no futuro, pois, após a idade escolar, eles se deparam com o mercado de trabalho. O primeiro passo, entretanto, é conhecer e (re)conhecer as características do TEA.
I. O TEA é dividido de forma geral nos graus I (leve); II (moderado); e, III (severo), mas na realidade o espectro é muito mais amplo do que isso. Engloba em seu espectro as psicoses infantis, a síndrome de Asperger, a síndrome de Kanner e a síndrome de Rett.  II. Os autistas têm dificuldades para interpretar a linguagem verbal e não verbal. Estes e outros transtornos do espectro começam na infância e tendem a diminuir na adolescência e na idade adulta. III. Mudar a rotina pode ser muito angustiante para os autistas. É importante pensar em estratégias para ajudar a pessoa com TEA a lidar com situações atípicas como asfestas de final de ano, mudanças de casa e/ou escola, ou até mesmo algo mais simples como a mudança da rota de um ônibus. IV. Os autistas apresentam hiperfoco, uma característica que pode mudar com o tempo ou durar a vida toda, e também crises conhecidas como crises de desregulação – meltdow e de desligamento – shutdown.
Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2086833 Pedagogia
Um professor do curso de odontologia de uma universidade da zona leste de São Paulo está sendo acusado de humilhar uma aluna com autismo na frente de outros colegas. A jovem teve uma crise após a discussão com o docente. Durante uma aula, o professor pediu a Eliana que apertasse sua mão. Ela então explicou que era autista e que não gostava de ser tocada. De acordo com o marido da estudante, o docente se exaltou e passou a gritar para que Eliana olhasse em seu olho. Em seguida, ele começou a perguntar qual remédio a aluna tomava e se ela tinha algum laudo para comprovar que é autista. Diante da atitude do professor, Eliana teve uma crise e começou a chorar. Ela ainda se agachou em um canto com as mãos na cabeça e se movimentou, hábito que pode ser comum em quem tem autismo e passa por algum incômodo.
(Disponível em: https://www.psicologiasdobrasil.com.br/jovem-comautismo-acusa-professor-de-humilha-la-na-frente-dos-colegas-em-sp/.)
O fato relatado tem como contexto uma universidade e uma aluna adulta, mas, é comum que aconteça uma cena habitual do dia a dia de uma escola de ensino básico. São atitudes importantes no relacionamento com o autista e que não foram observados pelo professor da reportagem:
I. Ter cuidado com toques e palavras. Tentar entender como essas coisas atingem o autista, pois eles podem ser mais sensíveis ao toque do que as pessoas normalmente são. Além disso, deve ajudar a criar novas formas de comunicação. II. Agir com delicadeza, pois os autistas podem se incomodar com barulhos, confusão e quebras na rotina. Não visitar a casa de uma família com um autista sem agendar antes; mas, se desistir, o autista não se importará. Assim, deve preferir não ir. III. Ao explicar as coisas para um autista, deve-se evitar usar ironias, expressões de duplo sentido ou termos muito abstratos. Grande parte dos autistas entendem as coisas de forma muito direta e objetiva e sinais não verbais como “piscadinhas” ou gestos podem não ser óbvios para eles. IV. Estimular a interação com outros adultos e crianças. Descubrir os objetos de interesse do autista e entregá-los para que ele não necessite se esforçar para se comunicar, evitando, assim, o seu estresse.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2086832 Pedagogia
Vivemos em um país multicultural, onde há uma mistura de etnias, cada uma com seus costumes, seus valores e seu modo de vida. Dessa mistura é que surge um indivíduo que não é branco nem índio, que tampouco é negro, mas que é simplesmente brasileiro. Filhos desse hibridismo e tendo como característica marcante o fato de abrigar diversas culturas, nós, brasileiros, deveríamos lidar facilmente com as diferenças. Mas não é exatamente isso que ocorre, já que o preconceito está presente na nossa sociedade. Leia atentamente o texto a seguir: A gente olha, mas não vê, a gente vê, mas não percebe, a gente percebe, mas não sente, a gente sente, mas não ama e, se a gente não ama a criança, a vida que ela representa, as infinitas possibilidades de manifestação dessa vida que ela traz, a gente não investe nessa vida, e se a gente não investe nessa vida, a gente não educa, e se a gente não educa no espaço/ tempo de educar, a gente mata, ou melhor, a gente não educa para a vida, a gente educa para a morte das infinitas possibilidades. A gente educa (se é que se pode dizer assim) para uma morte em vida: a invisibilidade.
(Trindade e Santos.)
Analisando o conceito de invisibilidade apresentada pelo autor, é correto afirmar:
I. A escola, a partir dos professores e da prática pedagógica que adotar, tem nas mãos o poder da transformação ou da destruição. II. Ao buscar a heterogeneidade no espaço de vivências e aprendizagens onde as diferenças se cruzam, o professor pode matar os sonhos e a vontade de aprender da criança. III. O reconhecimento da igualdade é ponto de partida para que se possa conviver em harmonia, não com os diferentes, já que a diferença somente deve existir do ponto de vista legal, mas não do ponto de vista humano e social.
Está correto o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2086831 Pedagogia
Ao longo de seus estudos, Jean Piaget buscou entender como se desenvolve a inteligência da criança. Para o biólogo, ela se modifica junto ao crescimento do indivíduo, partindo de uma inteligência prática, que ajuda o ser humano a se adaptar ao meio, para chegar à inteligência propriamente dita. É neste último estágio que a criança já consegue elaborar hipóteses, solucionar situações-problema e praticar um raciocínio lógico. Assim, na perspectiva Piagetiana, o desenvolvimento cognitivo se dá pela, EXCETO:
Alternativas
Q2086830 Pedagogia
De acordo com o Parecer CNE/CEB nº 17/01, classe especial é uma sala de aula, em escola de ensino regular, em espaço físico e modulação adequada. Nesse tipo de sala, o professor da educação especial utiliza métodos, técnicas, procedimentos didáticos e recursos pedagógicos especializados e, quando necessário, equipamentos e materiais didáticos específicos, conforme série/ciclo/etapa da educação básica, para que o aluno tenha acesso ao currículo da base nacional comum. De acordo com tal documento, a classe especial
Alternativas
Q2086829 Pedagogia
Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 8,4% da população brasileira acima de 2 anos – o que representa 17,3 milhões de pessoas – tem algum tipo de deficiência. Quase metade dessa parcela (49,4%) é de idosos.
(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/brasil-temmais-de-17-milhoes-de-pessoas-com-deficiencia-segundo-ibge/.)
As informações fazem parte da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019. O levantamento, feito em parceria pelo Ministério da Saúde, traz informações sobre as condições de saúde da população brasileira. No Brasil, o atendimento às pessoas com deficiência, fundamentado por marcos legais, teve início:
Alternativas
Q2086828 Pedagogia
É na proposta de inclusão escolar de alunos com necessidades especiais, independente do contexto cultural e social, que a discussão da educação inclusiva ganha foro e deflagra as carências e os desafios sociais que historicamente permearam, deixando até hoje resquícios marcantes da ineficiência das políticas educacionais em nosso país. Portanto, é crucial pensar em políticas públicas que indiquem defasagens na área de educação especial primordialmente, inclusive, os povos indígenas. Atualmente, são cerca de 370 mil indígenas (estimativas apontam entre 2 e 4 milhões de indígenas na época do descobrimento) ocupando uma área correspondente a 13% do território nacional em 580 áreas definidas como terras indígenas. Considerando o multiculturalismo, a interface da educação especial na educação indígena deverá assegurar: 
Alternativas
Q2086811 Inglês

Read the text to answer.

English teaching methods and approaches

Throughout the history of teaching languages a number of different teaching approaches and methodologies have been tried and tested with some being more popular and effective than others. It’s beneficial to be familiar with a few of these. 


1 – The Direct Method

The direct method of teaching English is also known as the Natural Method. It’s used to teach a number of different languages not just English, and the main idea of the Direct Method is that it only uses the target language that the students are trying to learn. Its main focus is oral skill and it is taught via repetitive drilling. Grammar is taught using an inductive way and students need to try and guess the rules through the teacher’s oral presentation.


2 – The Grammar Translation Method

This is the traditional or ‘classical’ way of learning a language and it’s still commonly used. Some countries prefer this style of teaching and the main idea behind this method is that the students learn all grammar rules, so they’re able to translate a number of sentences.


3 – The Audio Lingual Method

The Audio Lingual Method otherwise known as the New Key Method or Army Method is based on a behaviourist theory that things are able to be learned by constant reinforcement. This is related to the Direct Method and just like its predecessor it only uses the target language. The biggest difference between the Audio Lingual Method and the Direct Method is its focus of teaching. The Direct Methods focuses on the teaching of vocabulary whereas the Audio Lingual Method focuses on specific grammar teachings. 


4 – The Structural Approach

As the name suggests, the method is all about structure. The idea is that any language is made up of complex grammar rules. These rules, according to this approach need to be learnt in a specific order, for example the logical thing would be to teach the verb “to be” prior to teaching the present continuous which requires using the auxiliary form of the verb “to be”.


5 – Suggestopedia


This is a behaviourist theory and related to pseudoscience. This theory is intended to offer learners various choices. It relies a lot on the atmosphere and the physical surroundings of the class. It’s essential that all learners feel equally comfortable and confident. When teachers are training to use the Suggestopedia method, there’s a lot of art and music involved. Each Suggestopedia lesson is divided into three different phases – 1. Deciphering 2. Concert Session 3. Elaboration.


6 – Total Physical Response

Total Physical Response, otherwise known as TPR is an approach that follows the idea of ‘learning by doing’. Beginners will learn English through a series of repetitive actions such as “Stand up”, “Open your book”, “Close the door”, and “Walk to the window and open it.” With TPR, the most important skill is aural comprehension and everything else will follow naturally later.


7 – Communicative Language Teaching CLT

The idea behind this approach is to help learners communicate more effectively and correctly in realistic situations that they may find themselves in. This type of teaching involves focusing on important functions like suggesting, thanking, inviting, complaining, and asking for directions to name but a few.


8 – The Silent Way

The main of this way of teaching is for the teacher to say very little, so students can take control of their learning. There’s a big emphasis on pronunciation and a large chunk of the lesson focuses on it. This method of learning English follows a structural syllabus and grammar, vocabulary and pronunciation are constantly drilled and recycled for reinforcement. The teacher evaluates their students through careful observation, and it’s even possible that they may never set a formal test as learners are encouraged to correct their own language errors.


9 – Community Language Learning

This is probably one of the English teaching methods where the student feels the safest as there’s a great emphasis on the relationship and bond between the student and teacher. Unlike a lot of the other methods and approaches of teaching English as a Second Language, a lot of the L1 (mother tongue) is used for translation purposes.


10 – Task Based Language Learning

The main aim of this approach to learning is task completion. Usually, relevant and interesting tasks are set by the teacher and students are expected to draw on their pre-existing knowledge of English to complete the task with as few errors as possible.


11 – The Lexical Approach

The Lexical syllabus or approach is based on computer studies that have previously identified the most commonly used words. This approach in teaching focuses on vocabulary acquisition and teaching lexical chunks in order of their frequency and use. Teachers of the Lexical Approach place a great emphasis on authentic materials.

(Available: http://www.huntesl.com. Adapted.)


Which of the following options does NOT match the Communicative Language Teaching (CLT) approach description introduced in the text? 
Alternativas
Q2086807 Pedagogia
Em relação aos recursos disponíveis no processo de aprendizagem da Matemática, à luz dos Parâmetros Nacionais Curriculares (PCNs), analise as afirmativas correlatas a seguir.
I. “Recorrer à História da Matemática, revelando a Matemática como uma criação humana, possibilita ao professor desenvolver atitudes e valores mais favoráveis do aluno diante do conhecimento matemático.” II. “Por meio dos jogos simbólicos, os alunos vivenciam situações que se repetem e aprendem a lidar com símbolos e a pensar por analogia, o que permite que se tornem produtores de linguagens, de convenções e os capacita a se submeterem à regras e a dar explicações.”
Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
81: C
82: D
83: D
84: B
85: B
86: A
87: C
88: B
89: D
90: A
91: B
92: C
93: C
94: A
95: B
96: D
97: A
98: A
99: C
100: D