Questões de Concurso Para câmara de barbacena - mg

Foram encontradas 272 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4085972 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
No segmento “Então você não é ninguém?” (5º§), as aspas foram empregadas para: 
Alternativas
Q4085971 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
Considerando a classificação das palavras, assinale a alternativa em que o termo destacado está em DESACORDO com os demais. 
Alternativas
Q4085970 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
Em Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento (...)” (1º§), as formas verbais destacadas expressam: 
Alternativas
Q4085969 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
Considerando o fragmento “Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.” (7º§), a palavra “mágoa” significa:
Alternativas
Q4085968 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
No trechoQuando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, (...)” (2º§), a expressão destacada pode ser substituída, sem mudança de sentido, por, EXCETO: 
Alternativas
Q4085967 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
“Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento (...)” (1º§) O termo assinalado expressa ideia de:
Alternativas
Q4085966 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
“— Não é ninguém, é o padeiro!” (3º§) A expressão destacada foi utilizada, nesse trecho, para mostrar que o padeiro se tratava de uma pessoa: 
Alternativas
Q4085965 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
Em “E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente.” (2º§), é possível deduzir que o autor considerava o padeiro “modesto” por que: 
Alternativas
Q4085964 Português
O padeiro


      Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento – mas não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um locaute, greve dos patrões, que suspenderam o trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem o quê do governo.

      Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
               — Não é ninguém, é o padeiro!
            Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
           “Então você não é ninguém?”
       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro”. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
      Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.


(Rubem Braga. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro. Record. 1977. Adaptado.)
É possível afirmar que o texto de Rubem Braga apresenta: 
Alternativas
Q4087179 Não definido
As permissões de arquivos e diretórios são fundamentais para a segurança de um sistema operacional. Considerando um Sistema Operacional Linux, derivado Debian, ao realizar um comando ls-la, foi verificada a seguinte permissão em um diretório: 

drwxr-xr-x 

Representa o octeto que aplica exatamente tal permissão a partir do comando chmod:
Alternativas
Q4086870 Não definido
Dos 340.659 inscritos para o primeiro dia da prova de reaplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), apenas 112.931 compareceram. O número de ausentes totalizou 227.728, o que representa 68,8% dos inscritos. Ao todo, apenas 33,2% dos estudantes que se cadastraram realizaram a prova. Os dados de comparecimento foram divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O primeiro dia da prova foi destinado aos conhecimentos de linguagens, redação e ciências humanas. Já a segunda fase, com provas de matemática e ciências da natureza.

(Disponível em: https://www.oestepaulistanoticias.com.br/inscricoespara-o-enem-2021-comecam-nesta-quarta-feira/. Acesso em: 07/09/2021.)

Sobre o Enem, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4086325 Não definido
As tropas russas concentradas na fronteira com a Ucrânia estão “se deslocando” e “se preparando para atacar” o país vizinho, declarou o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, durante uma visita à Lituânia. Os Estados Unidos já mobilizaram cerca de 6.000 militares adicionais na Romênia, Polônia e Alemanha. Nossas forças “não serão enviadas para lutar na Ucrânia”, que não é membro da Aliança Atlântica, mas “defenderão cada centímetro do território da Otan”.

(Disponível em: https://www.uai.com.br/. Acesso em: 19/02/2022. Adaptado.)

Sobre a Otan, uma organização que atua como uma aliança de segurança coletiva com o objetivo de promover a defesa mútua através de meios militares e políticos, analise as afirmativas a seguir.

I. Fundada após a Segunda Guerra Mundial, em 1949, objetivou, em primeiro lugar, atuar como um obstáculo à ameaça de expansão soviética na Europa.

II. Estados Unidos, Reino Unido, Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Islândia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega e Portugal são os 12 membros fundadores.

III. A organização não possui força militar própria; no caso da necessidade de intervenção, os países-membros fornecem parte de seus contingentes militares.


Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Respostas
157: A
158: A
159: C
160: D
161: C
162: D
163: D
164: C
165: D
166: D
167: A
168: A