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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações
A dificuldade de manter conexões duradouras muitas vezes resulta de hábitos inconscientes que prejudicam a percepção de proximidade e confiança mútua. Compreender os mecanismos da psicologia das relações interpessoais permite identificar falhas na comunicação e nos vínculos afetivos. Este conhecimento é essencial para quem busca fortalecer laços sociais e evitar o isolamento emocional provocado por condutas prejudiciais recorrentes e comuns.
O desenvolvimento de uma maior segurança interna permite que a pessoa se sinta confortável em demonstrar vulnerabilidade sem medo de rejeição. Equilibrar a autonomia pessoal com a necessidade de conexão é o segredo para relacionamentos saudáveis. Reconhecer as próprias inclinações emocionais ajuda a mitigar reações automáticas que protegem o ego, mas isolam o indivíduo do saudável convívio social e humano.
SILVA, Patrick. Comportamentos que fazem você afastar pessoas ao seu redor sem notar, segundo a psicologia das relações. Correio Braziliense, 15 fev. 2026.Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/comportamentos-que-faz-em-voce-afastar-pessoas-ao-seu-redor-sem-notar-segundo-a-psicologia-das-relacoes/. Acesso em: 18 fev. 2026.
"Reconhecer as próprias inclinações emocionais ajuda a mitigar reações automáticas que isolam o indivíduo do convívio social."
Considerando os mecanismos de transformação entre voz ativa e voz passiva na norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta reescrita correta do trecho "reações automáticas que isolam o indivíduo do convívio social", mantendo-se o sentido original e a correção gramatical.
Com base no texto, julgue o item seguinte, à luz da morfossintaxe, da concordância, da regência, da crase e da reescrita.
A expressão “compromisso com a clareza” apresenta complemento regido por preposição exigida pelo substantivo.
De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que, na frase apresentada:
Julgue o item a seguir, referente a ideias e aspectos gramaticais do texto precedente.
No trecho “porque a natureza fez iguais a todos” (quarto período), o emprego da preposição que introduz o segmento “a todos” justifica-se pela regência do verbo fazer, empregado, na estrutura sintática em questão, com dois complementos: um direto e um indireto.

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo citado por vinte e cinco anos para defender agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há cerca de vinte e cinco anos, que afirmava que o agrotóxico glifosato não oferecia riscos à saúde humana nem causava câncer, foi excluído em dezembro da revista científica que o havia divulgado. O artigo, produzido no fim da década de 1990, tornou-se por décadas uma das principais referências para embasar decisões regulatórias favoráveis ao uso do produto.
O glifosato é um dos agrotóxicos mais utilizados no mundo, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos. Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o herbicida teve papel decisivo na expansão da produção agrícola brasileira e na consolidação do país como maior produtor mundial do grão.
Segundo comunicado da revista, a exclusão ocorreu devido a problemas considerados graves o suficiente para comprometer a integridade acadêmica do trabalho e a confiabilidade de suas conclusões. Entre as falhas apontadas estão a participação de funcionários da Monsanto na elaboração do artigo e o fato de ele se apoiar essencialmente em um único estudo produzido pela própria empresa, historicamente a principal fabricante do glifosato, comercializado sob a marca Roundup e hoje pertencente à Bayer.
A publicação reconheceu que o artigo exerceu influência significativa em decisões regulatórias relacionadas ao glifosato por décadas. A retratação foi justificada pela falta de transparência sobre a autoria de trechos do texto e pela incerteza quanto à independência das conclusões, especialmente na afirmação de que o glifosato não apresenta potencial cancerígeno. Também foram mencionadas decisões judiciais que indicam a possibilidade de compensação financeira aos autores, informação que não constava no artigo original.
No Brasil, em 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu sua reavaliação toxicológica do glifosato e decidiu manter sua autorização de uso, alegando inexistência de evidências científicas conclusivas de que cause câncer, mutações genéticas ou má-formação fetal. Nos Estados Unidos, o produto segue considerado seguro pelas autoridades ambientais, com nova reavaliação prevista para 2026 após ações judiciais de entidades ambientais e de defesa de trabalhadores. Na União Europeia, a aprovação do glifosato foi renovada por mais dez anos em 2023.
Essas posições contrastam com a conclusão da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, vinculada à Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como "provavelmente cancerígeno" com base em ampla revisão de estudos científicos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a indenizar um trabalhador que atribuiu o desenvolvimento de câncer ao uso de produtos à base de glifosato. Desde então, a Bayer firmou acordos bilionários para encerrar milhares de processos relacionados ao Roundup, sem admissão de culpa, e manteve a comercialização do herbicida.
O glifosato é o princípio ativo de diversos herbicidas. Introduzido no mercado na década de 1970, teve sua patente expirada em 2000 e passou a ser fabricado por diferentes empresas. É utilizado na agricultura, na silvicultura, em áreas industriais e em jardins, embora alguns países e cidades tenham restringido ou proibido seu uso em espaços públicos. Por ser não seletivo, elimina a maioria das plantas, o que levou ao desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas para resistir à substância, como a soja. Sua aplicação costuma ocorrer antes do plantio, para reduzir a competição com plantas daninhas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko.adaptado.
Considerando a regência verbal do verbo destacado e a função sintática das expressões preposicionadas no período, assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Estudo citado por vinte e cinco anos para defender agrotóxico mais usado no Brasil foi invalidado
Um estudo publicado há cerca de vinte e cinco anos, que afirmava que o agrotóxico glifosato não oferecia riscos à saúde humana nem causava câncer, foi excluído em dezembro da revista científica que o havia divulgado. O artigo, produzido no fim da década de 1990, tornou-se por décadas uma das principais referências para embasar decisões regulatórias favoráveis ao uso do produto.
O glifosato é um dos agrotóxicos mais utilizados no mundo, especialmente no Brasil e nos Estados Unidos. Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o herbicida teve papel decisivo na expansão da produção agrícola brasileira e na consolidação do país como maior produtor mundial do grão.
Segundo comunicado da revista, a exclusão ocorreu devido a problemas considerados graves o suficiente para comprometer a integridade acadêmica do trabalho e a confiabilidade de suas conclusões. Entre as falhas apontadas estão a participação de funcionários da Monsanto na elaboração do artigo e o fato de ele se apoiar essencialmente em um único estudo produzido pela própria empresa, historicamente a principal fabricante do glifosato, comercializado sob a marca Roundup e hoje pertencente à Bayer.
A publicação reconheceu que o artigo exerceu influência significativa em decisões regulatórias relacionadas ao glifosato por décadas. A retratação foi justificada pela falta de transparência sobre a autoria de trechos do texto e pela incerteza quanto à independência das conclusões, especialmente na afirmação de que o glifosato não apresenta potencial cancerígeno. Também foram mencionadas decisões judiciais que indicam a possibilidade de compensação financeira aos autores, informação que não constava no artigo original.
No Brasil, em 2019, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária concluiu sua reavaliação toxicológica do glifosato e decidiu manter sua autorização de uso, alegando inexistência de evidências científicas conclusivas de que cause câncer, mutações genéticas ou má-formação fetal. Nos Estados Unidos, o produto segue considerado seguro pelas autoridades ambientais, com nova reavaliação prevista para 2026 após ações judiciais de entidades ambientais e de defesa de trabalhadores. Na União Europeia, a aprovação do glifosato foi renovada por mais dez anos em 2023.
Essas posições contrastam com a conclusão da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, vinculada à Organização Mundial da Saúde, que em 2015 classificou o glifosato como "provavelmente cancerígeno" com base em ampla revisão de estudos científicos.
Em 2018, a Monsanto foi condenada pela Justiça dos Estados Unidos a indenizar um trabalhador que atribuiu o desenvolvimento de câncer ao uso de produtos à base de glifosato. Desde então, a Bayer firmou acordos bilionários para encerrar milhares de processos relacionados ao Roundup, sem admissão de culpa, e manteve a comercialização do herbicida.
O glifosato é o princípio ativo de diversos herbicidas. Introduzido no mercado na década de 1970, teve sua patente expirada em 2000 e passou a ser fabricado por diferentes empresas. É utilizado na agricultura, na silvicultura, em áreas industriais e em jardins, embora alguns países e cidades tenham restringido ou proibido seu uso em espaços públicos. Por ser não seletivo, elimina a maioria das plantas, o que levou ao desenvolvimento de culturas geneticamente modificadas para resistir à substância, como a soja. Sua aplicação costuma ocorrer antes do plantio, para reduzir a competição com plantas daninhas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/clymlk6ge1ko.adaptado.
Amplamente associado ao cultivo de soja transgênica, o herbicida "teve" papel decisivo na expansão da produção agrícola brasileira e na consolidação do país como maior produtor mundial do grão.
Considerando a regência verbal do verbo destacado e a função sintática das expressões preposicionadas no período, assinale a alternativa correta.
Considerando a regência verbal do verbo destacado e a função sintática das expressões preposicionadas no período, assinale a alternativa correta.
Quero abraçar aquele rapaz.
Quero ........................ .
Não vou julgar você.
Não vou ........................ .
Isso vai pertencer ao rapaz.
Isso vai ........................ .
Deves obedecer sempre aos mais velhos.
Deve ........................ sempre.
Vai contar à outra a fofoca?
Vai ........................ a fofoca?
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Usaram minha imagem em vídeo falso com IA para vender chá milagroso
O vídeo diz tudo ao contrário do que Tânia Carvalho defende. O rosto, o quarto, as pernas, a voz parecem ser dela, mas a mensagem é algo que ela nunca promoveria. "Eu tenho lipedema, e eu já estava no grau dois. Eu lhe contarei como eu saí disso aqui, para esse resultado maravilhoso em apenas sete dias", diz o vídeo disponível como anúncios no Instagram. Nas imagens, um antes e depois das pernas de Tânia.
Lipedema é uma doença que vem sendo descoberta nos últimos anos. Ela causa acúmulo de gordura nas pernas e braços de aproximadamente dez por cento das mulheres em todo o mundo. Os nódulos se assemelham a celulite e causam dor.
O vídeo falso continua até começar a promover um milagroso chá especial.
"Eu só precisava tomá-lo toda manhã durante sete dias", diz no vídeo a falsa Tânia.
"O chá agirá na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos."
Não há qualquer comprovação de que um chá possa fazer tal efeito. E Tânia sabe bem disso.
Há pouco tempo, a carioca de trinta e um anos começou a compartilhar sua rotina após ser diagnosticada com lipedema, na intenção de reunir mulheres que sofrem com o mesmo problema.
Ela se preparava para fazer uma cirurgia de lipoaspiração específica para retirar as células de gordura afetadas pela doença e queria compartilhar seu pós-operatório.
No processo de descoberta e cuidado, a carioca aprendeu que o tratamento de lipedema é um processo multidisciplinar, envolvendo exercícios, alimentação, tratamentos.
Ou seja, nada de um chá milagroso.
No vídeo verdadeiro, inclusive, Tânia justamente defende que não é só fazer alguma coisa que terá resultado", contando que seu tratamento envolveu a intervenção cirúrgica.
"Tudo é muito mais complexo do que malhar um ano, há muitos fatores, como hormonal e idade. A doença não é tão simples quanto parece", explicou no vídeo para as seguidoras.
Os vídeos de Tânia chamaram a atenção no Instagram e acabaram reunindo uma pequena comunidade de mulheres. Na rede social, em março de 2025, eram pouco mais de seis mil seguidoras.
Mas o tamanho da conta não impediu que Tânia acabasse sendo vítima do chamado "deepfake", um vídeo com sua imagem criado por uma inteligência artificial (IA) baseado em sua voz, gestos e expressões faciais.
Há plataformas online que oferecem com facilidade a criação desse tipo de conteúdo, também conhecido como mídia sintética.
Pessoas famosas já foram vítimas desse tipo de vídeo há algum tempo. A imagem do médico Drauzio Varella, por exemplo, tem sido usada em vídeos que promovem tratamentos especiais ou medicamentos para resolver problemas de saúde. Todos falsos.
Celebridades como a cantora Ivete Sangalo e as apresentadoras Ana Maria Braga e Xuxa também já foram vítimas.
Mas o caso como o de Tânia chama atenção por ser de uma pessoa com pouca visibilidade. Ou seja, a maioria das pessoas que viu o anúncio provavelmente não sabe reconhecer como ela fala originalmente ou como ela pensa.
Também é sinal de que muitas pessoas podem ter suas imagens usadas sem nem saber.
Até a publicação dessa reportagem, o anúncio seguia disponível, apesar da denúncia de Tânia ao Instagram. A usuária recebeu uma mensagem que diz que o vídeo "segue os padrões da comunidade".
Em nota à BBC News Brasil, a Meta, dona do Instagram, apenas afirmou que "atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas", orientando pessoas a denunciarem na plataforma — algo que Tânia diz já ter feito. A empresa não proferiu se vai tirar o conteúdo do ar.
Tânia diz ainda não saber se prosseguirá com alguma ação judicial, já que isso demandaria energia e dinheiro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn89pzxqjn3o.adaptado.
O chá "agirá" na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos:

Sobre o texto acima, é CORRETO afirmar que:
Analise a regência dos verbos utilizados no trecho e julgue as afirmativas a seguir:
I.O verbo 'costumar' funciona como bitransitivo, o que explica o emprego da preposição 'de' na construção 'de sangue'.
II.A ocorrência da crase em 'às possibilidades' justifica-se porque o vocábulo 'devido' rege a preposição 'a', a qual se combina com o artigo feminino plural.
III.O verbo 'costumar' atua como intransitivo, por não requerer complemento, enquanto o verbo 'ser' funciona como transitivo indireto.
IV.O verbo 'costumar' no enunciado possui a mesma transitividade da empregada no trecho 'Costumou os criados à obediência cega'.
É correto o que se afirma em:


I. No trecho "[...] mas que o deixa mais apto a passar seus genes para a frente" (l. 11-12), о emprego da próclise (pronome antes do verbo) é uma exigência gramatical imposta pelo pronome relativo "que", que atua como fator de atração.
II. A regência nominal em "os maiores exemplos de dedicação à coletividade" (l. 03-04) exige o acento grave indicativo de crase.
III. No trecho "irmãs dessas espécies compartilham entre si 75% dos genes" (I. 23), se a frase fosse reescrita como "A maioria das irmãs [...]", o verbo "compartilhar" poderia ser flexionado no singular, para concordar com o núcleo do sujeito partitivo.
Quais estão corretas?