Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

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Ano: 2025 Banca: AMAUC Órgão: AMAUC - SC Prova: AMAUC - 2025 - AMAUC - SC - Recepcionista |
Q3657895 Português
Celular na escola: Você é a favor ou contra?


Os celulares e dispositivos tecnológicos invadiram nossa vida. Crianças e adolescentes têm tido acesso cada vez mais cedo a esses aparelhos. A pandemia acelerou o contato com o mundo virtual e tecnológico e, como consequência, a escola foi invadida por esses objetos.

Muitos estudos científicos têm mostrado que o uso excessivo de celulares pode prejudicar o desenvolvimento das crianças e adolescentes, levando a problemas como falta de sono, ansiedade e redução da interação social face a face.

No ambiente escolar, a opinião sobre o uso de celulares divide opiniões. Ao mesmo tempo que podem servir como ferramentas educacionais poderosas, também podem se tornar vilões por causarem distrações.

Vários países europeus estão eliminando os celulares da sala de aula. No Brasil, algumas escolas restringem o uso dos celulares durante as aulas, permitindo apenas em momentos específicos ou para fins educacionais. Outras adotam abordagens mais flexíveis, incentivando o uso responsável.

O equilíbrio entre o potencial educativo e os possíveis danos continua sendo tema de reflexão para pais, educadores e estudantes, além de envolver políticas públicas. Há muito o que se conversar sobre o assunto.

Thaise Meneguelli Cassette - Texto Adaptado


https://revistasoberana.com.br/2023/07/24/celular-na-escola-voce-e-a-f avor-ou-contra/
Analise a frase abaixo, extraída do texto "Celular na escola: Você é a favor ou contra?", e assinale a alternativa correta quanto ao uso da vírgula.

"No ambiente escolar, a opinião sobre o uso de celulares divide opiniões." 
Alternativas
Q3657830 Português
A Adoção de Animais é um Ato de Amor e Responsabilidade


A adoção de animais é um ato de amor e responsabilidade que pode mudar a vida dos animais e de suas famílias adotivas. Ao adotar, você oferece uma nova chance de vida feliz e saudável e ajuda a reduzir o número de abandonados nas ruas e abrigos.

Existem muitos animais que precisam de um lar amoroso e seguro. Ao adotar de um abrigo ou organização de resgate, você dá a oportunidade de encontrar um lar permanente e receber os cuidados necessários.

Adotar um animal é uma responsabilidade a longo prazo. É preciso avaliar se você tem tempo e recursos para garantir exercício, alimentação saudável, cuidados veterinários e atenção constante.

Em resumo, a adoção de animais contribui para reduzir abandonos e maus-tratos, oferecendo a eles uma nova chance de vida. Se decidir adotar, certifique-se de ter condições para cuidar adequadamente e procure abrigos e organizações de resgate locais.

Associação de Proteção aos Animais de Carlos Barbosa/RS Texto Adaptado


https://www.abapa.ong.br/a-adocao-de-animais-e-um-ato-de-amor-e-re sponsabilidade 
No período "Ao adotar de um abrigo ou organização de resgate, você dá a oportunidade de encontrar um lar permanente e receber os cuidados necessários", o uso da vírgula se justifica porque:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: NUCEPE Órgão: SEDUC-PI Provas: NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Administrador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Civil | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Eletricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fisioterapeuta (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Direito | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Contador | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrônomo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Engenheiro Agrimensor | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicopedagogo (Atendimento Especializado) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Terapeuta Ocupacional | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicoterapeuta | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Musicografista Braille | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicomotricista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Analista de Dados | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Psicólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Fonoaudiólogo | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Nutricionista | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Bibliotecário | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Intérprete de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Instrutor de Libras (Nível Superior) | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Assistente Social | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Profissional de Apoio Escolar | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Arquiteto | NUCEPE - 2025 - SEDUC-PI - Técnico Ambiental |
Q3656466 Português
Mais velho, poucos amigos?


      Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais, o que poderia sugerir um caráter evolutivo desse fenômeno.
     No trabalho desenvolvido pelo Instituto de Pesquisa com Primatas em Göttingen, Alemanha, se identificou uma redução de grooming (tempo dedicado ao cuidado com outros indivíduos, como limpar o pelo e catar piolhos) entre os macacos mais velhos da espécie Macaca sylvanus. Além disso, eles praticavam grooming em um número menor de “amigos” ou parentes. Fazer grooming está para os macacos mais ou menos como o “papo” para nós. Da mesma forma que o “carinho” humano, ele parece provocar a liberação de endorfinas, gerando, dessa forma, sensações de bem-estar tanto em homens como em outros animais.
      Na pesquisa, publicada pelo periódico New Scientist, os cientistas perceberam que macacos de 25 anos tiveram uma redução de até 30% do tempo de grooming quando comparados com adultos de cinco anos. Se esse fenômeno acontece em outros primatas, ele também pode ter chegado a nós ao longo do caminho de formação da nossa espécie. Se chegou, qual teria sido a vantagem evolutiva?
     Durante muito tempo se especulou que esse “encolhimento” social em humanos seria, na verdade, resultado de um processo de envelhecimento, em que depressão, morte de amigos, limitações físicas, vergonha da aparência e menos dinheiro poderiam limitar as novas conexões. Pesquisando os idosos, entretanto, se percebeu que ter menos amigos era muito mais uma escolha pessoal do que uma consequência do envelhecer.
       Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos e defesas para lidar com estresse e ameaças e, assim, escolheriam com mais cautela as pessoas com quem se sentem mais seguros (os amigos) para passar seu tempo.


BOUER, J. Jornal O Estado de São Paulo, Caderno Metrópole, domingo, 26 jun. 2016, p. A23. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a reescrita do trecho do texto, em 2, mantém a pontuação correta.

I. 1 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que a redução do número de amigos com a idade, tão comum entre os humanos, pode não ser exclusiva da nossa espécie. 2 - Um curioso estudo divulgado na última semana mostrou que, a tão comum entre os humanos redução do número de amigos com a idade pode não ser exclusiva da nossa espécie.

II. 1 - Aparentemente, macacos também passariam por processo semelhante em suas redes de contatos sociais. 2 - Macacos também passariam aparentemente, por processo semelhante em suas redes de contatos sociais

III. 1 - Outros especialistas, todavia, defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...]. 2 - Todavia outros especialistas defendem a ideia de que os mais velhos teriam menos recursos [...].

IV. 1 - Uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria, na verdade, uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo. 2 - Na verdade, uma linha de investigação explica que essa redução dos amigos seria uma seleção dos mais velhos de como usar melhor o tempo.



Estão corretas APENAS
Alternativas
Q3655997 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICAE ALONGEVIDADE SÃO CONQUISTAS HISTÓRICAS 


E o envelhecimento saudável pode se tornar uma nova fonte de riqueza


    Por mais de 200 mil anos, desde o surgimento do Homo sapiens, as taxas de mortalidade e natalidade permaneceram elevadas. No entanto, com o avanço da ciência, da tecnologia e da produção de bens e serviços, especialmente após a Revolução Industrial, a dinâmica demográfica e econômica começou a se transformar.


    O desenvolvimento urbano-industrial possibilitou a transição demográfica – processo de redução das taxas de mortalidade e fecundidade –, que, por sua vez, impulsionou ainda mais o desenvolvimento. Taxas mais baixas de natalidade são fundamentais para a redução da pobreza e da fome, pois a menor quantidade de filhos facilita o investimento na qualidade de vida das crianças. Mulheres com maior autonomia reprodutiva tendem a apresentar níveis mais elevados de escolaridade, maior inserção no mercado de trabalho e renda mais alta.


    A transição demográfica provoca uma mudança na estrutura etária, caracterizada pelo estreitamento da base da pirâmide populacional e pelo aumento da proporção de pessoas em idade produtiva – fase conhecida como primeiro bônus demográfico. Todos os países que hoje apresentam elevado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) souberam capitalizar esse primeiro bônus, um fenômeno temporário que se inicia com a redução da proporção de crianças e se encerra com o crescimento da população idosa. Paralelamente à mudança etária, emerge um segundo bônus, associado ao aumento da produtividade. Este decorre da elevação dos níveis de escolaridade, do investimento em máquinas, equipamentos e infraestrutura e da incorporação de novas tecnologias ao processo produtivo. Por fim, o aumento da expectativa de vida possibilita o surgimento de um terceiro bônus demográfico: o da longevidade. O envelhecimento saudável e ativo impulsiona o crescimento das chamadas gerações prateadas, compostas de pessoas que vivem mais e com melhor qualidade de vida.

    A “economia prateada” representa um momento estratégico para aproveitar esse bônus. O primeiro passo para concretizar os dividendos da longevidade é desmistificar o envelhecimento e superar preconceitos etários. O envelhecimento populacional traz desafios, mas também abre oportunidades: a longevidade saudável, ativa e colaborativa pode se tornar uma nova fonte de riqueza e de bem-estar social.


Fonte: SUPERINTERESSANTE. A transição demográfica e a longevidade são conquistas históricas. Secção: 11 SN. p. 12, 20 Jun. 2025. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/Superinteressante/20250620/page/11/textview. Acesso em: 02 jul. de 2025. [Adaptado]. 
Leia o trecho “O desenvolvimento urbano-industrial possibilitou a transição demográfica – processo de redução das taxas de mortalidade e fecundidade –, que, por sua vez, impulsionou ainda mais o desenvolvimento” (§2º). Analise o emprego da pontuação no fragmento e marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3655219 Português
Na última quarta-feira, a cidade de São Paulo foi afetada por uma forte tempestade, com rajadas de vento que ultrapassaram os 60 km/h.
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4g944q07vlo. adaptado

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3655172 Português
Considere as afirmativas relacionadas aos temas avançados da língua portuguesa apresentadas a seguir. Registre V para as verdadeiras e F para as falsas:
(_)O uso do ponto e vírgula em períodos compostos geridos pela norma culta deve considerar não apenas a separação ordinária de orações, mas também o nível prosódico e as possíveis ambiguidades causadas pela vírgula, permitindo que sua aplicação ultrapasse meras regras rígidas e contribua para a coesão textual.
(_)No sistema fonológico do português brasileiro, os fonemas possuem traços distintivos que permitem sua classificação e organização dentro de uma estrutura hierárquica; além disso, variabilidades fonéticas condicionadas por contexto intra- e interlinguístico revelam um sistema dinâmico, contradizendo a ideia tradicional de fonemas como unidades invariáveis e isoladas.
(_)O acordo ortográfico vigente elimina o uso do trema em todas as situações, inclusive em palavras de origem estrangeira e seus derivados incorporados ao português, mantendo, porém, intactas as demais regras relativas à acentuação gráfica e separação silábica.
(_)Na morfossintaxe, apesar de os advérbios serem invariáveis, eles não se restringem a modificar verbos; pelo contrário, podem atuar também sobre adjetivos e outros advérbios, alterando o sentido global da frase, o que reforça a importância de sua correta identificação para a análise sintática e semântica complexa dos textos.

Assinale a alternativa que corresponde à sequência correta:
Alternativas
Q3654493 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.



Sobre a tranquilidade da alma


    Há desejos nossos que não devem ser levados para muito longe de nós; permitamos-lhes, então, que saiam apenas para as proximidades, de vez que não podem ser totalmente domesticados. Abandonando aquilo que não pode acontecer, ou que só muito dificilmente poderia estar ao nosso alcance, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança. Saibamos, no entanto, que essas coisas mais junto de nós podem ser levianas, e embora tenham por fora diversas faces, por dentro são igualmente vãs.

    E não invejemos as criaturas que estão mais alto: o que parece altura é também precipício. Aqueles, pelo contrário, aos quais uma sorte iníqua conduziu a uma encruzilhada, mais seguros estarão diminuindo sua soberba nas coisas que naturalmente levam à altivez orgulhosa de si.

    Muitos, na verdade, existem imperiosamente atados às alturas, e de lá não podem descer a não ser caindo. Nada, todavia, nos livrará das flutuações da alma como o saber fixar sempre um limite às ambições, sem deixá-las ao arbítrio da fortuna, assim como deter-nos a nós mesmos diante das promessas vertiginosas. Ainda que venham a excitar a alma, ou por isso mesmo, alguns dos nossos desejos, uma vez limitados, não avançarão temerariamente às regiões do que é imenso e incerto.

    Vejam: é aos imperfeitos, medíocres e insensatos que se dirigem esses meus preceitos, não ao sábio. O sábio não precisa caminhar com timidez, pé ante pé: ele tem tanta confiança em si mesmo e em seus recursos que não hesita em sair ao encontro do seu destino. Não tem, por isso, que temê-lo; aprendeu a viver sabendo o que pertence ao rol das coisas precárias e o que, estando ao seu alcance, cumpre-lhe guardar como seu.


(Adaptado de SÊNECA. Sobre a tranquilidade da alma. Trad. José Rodrigues Seabra Filho. São Paulo: Nova Alexandria, 1994, p. 51)
É plenamente regular a pontuação da frase:
Alternativas
Q3654080 Português
A vírgula está corretamente empregada em: 
Alternativas
Q3653997 Português
Considere o texto que segue para responder à questão.


   Nos achamos tão livres como donos de tablets e celulares, vamos a qualquer lugar na internet, lutamos pelas causas mesmo de países do outro lado do planeta, participamos de protestos globais e mal percebemos que criamos uma pós-submissão. Ou um tipo mais perigoso e insidioso de submissão. Temos nos esforçado livremente e com grande afinco para alcançar a meta de trabalhar 24×7. Vinte e quatro horas por sete dias da semana. Nenhum capitalista havia sonhado tanto. O chefe nos alcança em qualquer lugar, a qualquer hora. O expediente nunca mais acaba. Já não há espaço de trabalho e espaço de lazer, não há nem mesmo casa. Tudo se confunde. A internet foi usada para borrar as fronteiras também do mundo interno, que agora é um fora. Estamos sempre, de algum modo, trabalhando, fazendo networking, debatendo (ou brigando), intervindo, tentando não perder nada, principalmente a notícia ordinária. Consumimo-nos animadamente, ao ritmo de emoticons. E, assim, perdemos só a alma. E alcançamos uma façanha inédita: ser senhor e escravo ao mesmo tempo.

  Como na época da aceleração os anos já não começam nem terminam, apenas se emendam, tanto quanto os meses e como os dias, a metade de 2016 chegou quando parecia que ainda era março. Estamos exaustos e correndo. Exaustos e correndo. Exaustos e correndo. E a má notícia é que continuaremos exaustos e correndo, porque exaustos-ecorrendo virou a condição humana dessa época. E já percebemos que essa condição humana um corpo humano não aguenta. O corpo então virou um atrapalho, um apêndice incômodo, um não-dá-conta que adoece, fica ansioso, deprime, entra em pânico. E assim dopamos esse corpo falho que se contorce ao ser submetido a uma velocidade não humana. Viramos exaustos-e-correndo-e-dopados. Porque só dopados para continuar exaustos-e-correndo. Pelo menos até conseguirmos nos livrar desse corpo que se tornou uma barreira. O problema é que o corpo não é um outro, o corpo é o que chamamos de eu. O corpo não é limite, mas a própria condição. O corpo é.

   Os cliques da internet tornaram-se os remos das antigas galés. Remem remem remem. Cliquem cliquem cliquem para não ficar para trás e morrer. Mas o presente, nessa velocidade, é um pretérito contínuo. Se a internet parece ter encolhido o mundo, e milhares de quilômetros podem ser reduzidos a um clique, como diz o clichê e alguns anúncios publicitários, nosso mundo interno ficou a oceanos de nós. Conectados ao planeta inteiro, estamos desconectados do eu e também do outro. Incapazes da alteridade, o outro se tornou alguém a ser destruído, bloqueado ou mesmo deletado. Falamos muito, mas sozinhos. Escassas são as conversas, a rede tornou-se em parte um interminável discurso autorreferente, um delírio narcisista. E narciso é um eu sem eu. Porque para existir eu é preciso o outro.

  Há tanta informação disponível, mas talvez estejamos nos imbecilizando. Porque nos falta contemplação, nos falta o vazio que impele à criação, nos falta silêncios. Nos falta até o tédio. Sem experiência não há conhecimento. E talvez uma parcela do ativismo seja uma ilusão de ativismo, porque sem o outro. Talvez parte do que acreditamos ser ativismo seja, ao contrário, passividade. Um novo tipo de passividade, cheia de gritos, de certezas e de pontos de exclamação. [...].


Fonte: BRUM, Eliane. Exaustos-e-correndo-e-dopados. El País Brasil, 4 jul. 2016.

Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/04/politica/1467642464_246482.html. Acesso em: 20 ago. 2025 
No trecho “Estamos sempre, de algum modo, trabalhando, fazendo networking, debatendo (ou brigando), intervindo, tentando não perder nada”, o uso dos parênteses em “(ou brigando)” serve para:
Alternativas
Q3653914 Português
Assinale a alternativa cujo período se encontra com a pontuação correta.
Alternativas
Q3653908 Português

“Podem falar à vontade: estou com a consciência tranquila.”


Mantendo-se o mesmo sentido no período acima, os dois-pontos podem ser substituídos corretamente por: 

Alternativas
Q3653898 Português
Assinale a alternativa cuja frase se encontra com a pontuação totalmente correta.
Alternativas
Q3653770 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Familiar e universal


Vencedora do Prêmio Camões 2024, a poeta mineira Adélia Prado tem obra reeditada em celebração aos 50 anos de sua estreia, com "Bagagem"

Laura Machado

Aos 89 anos de idade, a poeta mineira Adélia Prado recebeu dois dos mais importantes prêmios da literatura de língua portuguesa, quase ao mesmo tempo. Em junho do ano passado recebeu o Prêmio Machado de Assis e o Camões. Às vésperas de completar meio século de estreia, com Bagagem , ela tem sua obra reeditada pela Record.

Foi em outubro de 1975 que o poeta (também mineiro) Carlos Drummond de Andrade recebeu uma coletânea original de poemas escritos por uma mulher de 40 anos, mãe de cinco filhos, chamada Adélia Luzia Prado de Freitas. Sem conhecer aquela estreante, ele escreveu no Jornal do Brasil: "Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo. (...) Adélia já viu a Poesia, ou Deus, flertando com ela. Adélia é fogo: fogo de Deus em Divinópolis". Drummond repassou o manuscrito para o editor Pedro Paulo de Sena Madureira, que o publicou pela editora Imago. No evento de lançamento, além de Drummond, estavam presentes autores como Clarice Lispector, Nélida Piñon, Antônio Houaiss e Affonso Romano de Sant'Anna, a quem Adélia havia enviado seus poemas antes de submetê-los a Drummond.

Sua obra de estreia trazia já algumas das características que persistem. A religiosidade, as vivências femininas, as experiências no interior de Minas Gerais e os pensamentos que emolduram o envelhecer. [...]

Ler Bagagem é como se ajoelhar em posição de oração na igreja aos domingos, tomar um café com bolo caseiro na sala de estar da avó, ser criança e caçar borboletas no jardim de casa.

Dividido em cinco blocos, Bagagem reúne poemas germinados desde os 20 anos e que, por cerca de duas décadas, dormiram na gaveta. No poema "Explicação de poesia sem ninguém pedir", Adélia escreve: "Um trem é uma coisa mecânica,/ mas atravessa a noite, a madrugada, o dia,/ atravessou a minha vida,/ virou só sentimento." [...]

A presença da figura feminina é uma constante na literatura da escritora mineira, e, entre religiosidade e sexualidade, seus versos são como brasa ao retratar e misturar seus conceitos. Bagagem é uma obra sobre a grandeza na pequenez, uma ode requintada sobre as fases da vida e os sentimentos que prenunciam a maturidade.

Além de Bagagem , obras da poeta também foram editadas e relançadas pela Record quase simultaneamente: os livros de poesia Terra de Santa Cruz e O pelicano e o romance O homem da mão seca, [...].

Terra de Santa Cruz foi originalmente o terceiro livro lançado por Adélia Prado, cinco anos depois de sua estreia com Bagagem e três anos após sua consolidação como autora, através da publicação de O coração disparado . Assim, lançado em 1981, esta obra fecha a "santíssima trindade" do modo poético de Adélia Prado, como foi dito pelo crítico de literatura, jornalista e professor Augusto Massi.

Nela, as particularidades da linguagem de Adélia se tornam ainda mais profundas. Os seus pensamentos e reflexões acerca da morte ganham lugar de destaque. Utilizando-se da religiosidade e, até mesmo, de pequenos toques de escatologia, desmembra a familiaridade daquilo que é universal.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/resenha/familiar-e-universal. Acesso em 26 jun. 2026. Adaptado.)
Analise as assertivas a seguir:

I.Bagagem foi a primeira obra publicada por Adélia Prado, em 1975, e é composta por uma coletânea de poemas escritos ao longo de 20 anos.
II.A vivência da autora, no interior de Minas Gerais, será um dos temas abordados em seus poemas, assim como o feminino, a religiosidade e o envelhecer.
III.O texto de Laura Machado é uma resenha crítica, em que ela descreve e analisa aspectos que considera relevantes na obra de Adélia Prado, especialmente em Bagagem , e se posiciona, emitindo sua opinião.
IV.No segundo parágrafo, as aspas foram utilizadas para marcar uma citação direta. Além disso, o trecho que está entre aspas funciona como um argumento de autoridade, quando a autora lança mão da opinião de Carlos Drummond de Andrade, escritor e poeta consagrado na literatura brasileira, para fundamentar seu ponto de vista a respeito de Bagagem , obra que Machado analisa em seu texto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3653639 Português
Texto para a questão.


Hipopótamos à solta


    De fato, parece que algumas pessoas são dotadas do dom da premonição. No século XVIII o brilhante Chesterton já filosofava sobre a onda de estupidez que ele antevia, assustadora, no horizonte da humanidade. “Chegará o dia em que teremos de provar ao mundo que a grama é verde” – disse. Giorgia Meloni, a primeira-ministra italiana, também citou a obviedade galopante num de seus discursos com a frase “ainda teremos batalhas com fogo e espadas para provar que dois mais dois são quatro”.

    Aqui no Brasil o implacável Nelson Rodrigues já havia denunciado essa coisa ululante e a ela até dedicou um livro. Parece que, por umas décadas, o óbvio permaneceu adormecido em companhia da burrice. Mas eis que, na virada do século, ganhou novas forças e faz grande reestreia. 

    Enquanto degusto meu café com pão, criei o hábito de deixar a TV ligada como fundo sonoro do amanhecer, inteirando-me dos fatos recentes através dos repórteres e apresentadores. Alertado, apuro os ouvidos. Pelo visto, tudo indica que o discurso do óbvio acompanhado de sua fiel amiga platitude arrumou emprego fixo nas emissoras.

    Parece que os repórteres da TV são entusiastas dessa nova modalidade e ando colecionando suas pérolas. Outro dia, no jornal da noite, falando de assaltos, dispararam uma informação excepcional: “por causa de seu valor, o ouro é muito visado pelos ladrões”. E outro, comentando a irresponsabilidade de certos motoristas, não deixou por menos e fez um alerta aos distraídos pedestres: “...um atropelamento pode causar muitos danos à vítima.”

     Enfim, o óbvio se insinua sorrateiro nas falas dos incautos e, como um tiro de canhão, alcança nossas orelhas. Informando aos telespectadores sobre a circulação nos logradouros públicos – como dizem os burocratas - disse a repórter: “o trânsito está bastante pesado agora na avenida por causa dos automóveis e caminhões”. Suspirei aliviado. Ainda bem: já pensou se fosse por conta de elefantes, hipopótamos e rinocerontes caminhando calmamente no asfalto pelos quatro cantos da cidade?


Fernando Fabbrini – Texto Adaptado https://www.otempo.com.br/opiniao/fernando-fabbrini/2025/4/3/hipopotamos-a-solta 
Na frase “Parece que, por umas décadas, o óbvio permaneceu adormecido em companhia da burrice”, as vírgulas cumprem papel específico na organização sintática e expressiva do período. Com base nos princípios normativos da pontuação, assinale a análise correta do uso das vírgulas nesse contexto. 
Alternativas
Q3652230 Português
Leia o texto e resposta à questão.


“Conto de escola”: a lição que não estava no quadro


    Na manhã de uma segunda-feira de 1840, um menino indeciso caminha pelas ruas do Rio de Janeiro com a cabeça dividida entre a liberdade do campo e a obrigação da aula. Ele se chama Pilar e, embora costume acabar as lições mais depressa que os colegas, carrega ainda no corpo a lembrança das surras que o pai dá quando ele mata aula. A escola, num sobrado de grade de pau, parece menor do que a cidade que o cerca; ainda assim, é ali que Pilar vai descobrir que existem faltas mais difíceis de apagar do que um erro de conta.

    Ao subir a escada, Pilar encontra o filho do professor, Raimundo, um menino pálido e aplicado, que entende as coisas devagar e teme o pai severo. Raimundo se aproxima, hesitante, como quem pede segredo antes de pedir favor. Entre olhares furtivos e silêncios, ele oferece uma moedinha de prata para que Pilar lhe sopre a lição de aritmética. Pilar hesita: a mão aceita o brilho, mas o estômago embrulha. A tentação parece pequena e privada; afinal, é só uma ajuda rápida, um empurrão nos números que tanto custam a Raimundo. Ninguém notará, pensa.

    Na sala, as carteiras rangem, a palmatória adormece sobre a mesa, e o professor, grave, distribui tarefas como se fossem sentenças. Entre os meninos, um se destaca: Curvelo, atento como quem fareja vantagem. É ele quem percebe os sussurros entre Pilar e Raimundo, é ele quem mede o valor do silêncio e da palavra, e é dele que sai a delação que rompe a frágil barraca de feira em que a pequena corrupção tentava se esconder. De súbito, tudo para: o mestre fixa os olhos pontudos em Pilar e no próprio filho, pedindo explicações que as bocas não sabem dar.

    A punição vem pública e certeira. Não é apenas a dor física que arde, mas a vergonha que se espalha pela sala como tinta derramada. A palmatória, instrumento pedagógico daquela época, marca não só as mãos: grava, sobretudo, a memória de que atos discretos podem ter consequências amplas. Pilar, castigado ao lado de Raimundo, percebe que o pequeno “acordo” tinha um preço que o brilho da moeda não mostrava. Entre o castigo do corpo e o silêncio pesado do professor, descobre-se algo sobre lealdade, medo e responsabilidade — lições que não estavam no quadro-negro.

    Anos depois, ao narrar o episódio, Pilar já entende o que naquela manhã escapava: a escola é também uma arena de escolhas morais, onde convivem o impulso de ajudar, a procura de atalhos e a sombra da delação. O saldo da história não é tanto a matemática que faltou, mas a ética que, a duras penas, se aprendeu. E essa lição, que começou com uma moeda miúda, termina maior do que o sobrado da Rua do Costa, porque segue valendo fora da sala, onde os olhos alheios muitas vezes pesam menos do que a própria consciência.


Fonte: Machado de Assis, “Conto de escola”, em Várias histórias (1896) Adaptado.
O uso do travessão em “— lições que não estavam no quadro-negro” cumpre qual função de pontuação?
Alternativas
Q3649515 Português
Qual frase está pontuada corretamente?
Alternativas
Q3649157 Português
Marque a alternativa em que a pontuação está CORRETA.
Alternativas
Q3649071 Português

Considere o excerto a seguir, retirado de uma reportagem do portal de notícias G1:


“Você sabia que é importante higienizar frutas legumes e hortaliças A limpeza garante uma preservação maior do alimento destrói bactérias e pode retirar restos de produtos químicos como agrotóxicos” (Portal G1)


Sua reescrita está corretamente pontuada apenas em:

Alternativas
Q3648400 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que odores corporais revelam sobre a saúde — e como podem ajudar a diagnosticar doenças


A enfermeira aposentada Joy Milne revelou possuir um olfato extraordinariamente sensível ao notar, anos antes do diagnóstico médico, que seu marido apresentava um odor almiscarado diferente, que mais tarde se confirmou como indício do mal de Parkinson.

Posteriormente, Milne percebeu o mesmo cheiro em outros pacientes e foi convidada a participar de experimentos científicos. Em um teste, identificou corretamente camisetas usadas por pessoas com Parkinson, incluindo um caso ainda não diagnosticado na época, demonstrando a precisão de sua percepção. Esse episódio ganhou repercussão internacional e despertou o interesse da comunidade científica, que passou a investigar sistematicamente a relação entre odores corporais e doenças.

O corpo humano libera milhares de compostos químicos que variam de acordo com o metabolismo. Alterações nessas substâncias sinalizam desequilíbrios orgânicos e revelam enfermidades diversas, como diabetes, doenças hepáticas e renais, tuberculose, malária e até alguns tipos de câncer. Certos odores são percebidos por qualquer pessoa — como o hálito adocicado de diabéticos em hipoglicemia —, enquanto outros exigem olfato extremamente apurado ou tecnologias especializadas. Animais, sobretudo cães, já foram treinados para identificar doenças com alto índice de acerto, reforçando o potencial diagnóstico associado ao olfato.

Atualmente, pesquisadores dedicam-se ao desenvolvimento de aparelhos capazes de reproduzir essa habilidade. Eles utilizam técnicas como cromatografia e espectrometria de massa para isolar e analisar compostos voláteis, aliados a sistemas de inteligência artificial que reconhecem padrões de moléculas relacionados a doenças. Esses avanços visam à criação de testes rápidos, não invasivos e de baixo custo, aplicáveis à pele, ao hálito ou à urina dos pacientes. Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.

O estudo dos odores corporais mostra-se, portanto, uma área promissora para transformar a medicina diagnóstica. Além de permitir a detecção ágil e acessível de condições graves, valoriza a atenção a sinais sutis do corpo que, muitas vezes, passam despercebidos. Tal perspectiva fortalece a ideia de que a observação cotidiana, aliada à ciência, torna-se uma ferramenta essencial no cuidado da saúde, ampliando as chances de intervenção precoce, dignidade no tratamento e melhor qualidade de vida para os pacientes.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cev2mjjp748o.ADAPTADO.
Dessa forma, espera-se facilitar diagnósticos precoces, acelerar tratamentos e reduzir a necessidade de procedimentos invasivos.

Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3648221 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Familiar e universal


Vencedora do Prêmio Camões 2024, a poeta mineira Adélia Prado tem obra reeditada em celebração aos 50 anos de sua estreia, com "Bagagem"


Laura Machado


Aos 89 anos de idade, a poeta mineira Adélia Prado recebeu dois dos mais importantes prêmios da literatura de língua portuguesa, quase ao mesmo tempo. Em junho do ano passado recebeu o Prêmio Machado de Assis e o Camões. Às vésperas de completar meio século de estreia, com Bagagem, ela tem sua obra reeditada pela Record.


Foi em outubro de 1975 que o poeta (também mineiro) Carlos Drummond de Andrade recebeu uma coletânea original de poemas escritos por uma mulher de 40 anos, mãe de cinco filhos, chamada Adélia Luzia Prado de Freitas. Sem conhecer aquela estreante, ele escreveu no Jornal do Brasil: "Adélia é lírica, bíblica, existencial, faz poesia como faz bom tempo. (...) Adélia já viu a Poesia, ou Deus, flertando com ela. Adélia é fogo: fogo de Deus em Divinópolis". Drummond repassou o manuscrito para o editor Pedro Paulo de Sena Madureira, que o publicou pela editora Imago. No evento de lançamento, além de Drummond, estavam presentes autores como Clarice Lispector, Nélida Piñon, Antônio Houaiss e Affonso Romano de Sant'Anna, a quem Adélia havia enviado seus poemas antes de submetê-los a Drummond.


Sua obra de estreia trazia já algumas das características que persistem. A religiosidade, as vivências femininas, as experiências no interior de Minas Gerais e os pensamentos que emolduram o envelhecer. [...]


Ler Bagagem é como se ajoelhar em posição de oração na igreja aos domingos, tomar um café com bolo caseiro na sala de estar da avó, ser criança e caçar borboletas no jardim de casa.


Dividido em cinco blocos, Bagagem reúne poemas germinados desde os 20 anos e que, por cerca de duas décadas, dormiram na gaveta. No poema "Explicação de poesia sem ninguém pedir", Adélia escreve: "Um trem é uma coisa mecânica,/ mas atravessa a noite, a madrugada, o dia,/ atravessou a minha vida,/ virou só sentimento." [...]


A presença da figura feminina é uma constante na literatura da escritora mineira, e, entre religiosidade e sexualidade, seus versos são como brasa ao retratar e misturar seus conceitos. Bagagem é uma obra sobre a grandeza na pequenez, uma ode requintada sobre as fases da vida e os sentimentos que prenunciam a maturidade.


Além de Bagagem, obras da poeta também foram editadas e relançadas pela Record quase simultaneamente: os livros de poesia Terra de Santa Cruz e O pelicano e o romance O homem da mão seca, [...].


Terra de Santa Cruz foi originalmente o terceiro livro lançado por Adélia Prado, cinco anos depois de sua estreia com Bagagem e três anos após sua consolidação como autora, através da publicação de O coração disparado. Assim, lançado em 1981, esta obra fecha a "santíssima trindade" do modo poético de Adélia Prado, como foi dito pelo crítico de literatura, jornalista e professor Augusto Massi.


Nela, as particularidades da linguagem de Adélia se tornam ainda mais profundas. Os seus pensamentos e reflexões acerca da morte ganham lugar de destaque. Utilizando-se da religiosidade e, até mesmo, de pequenos toques de escatologia, desmembra a familiaridade daquilo que é universal.


(Disponível em: https://www.pernambucorevista.com.br/secoes/resenha/familiar-e-universal. Acesso em 26 jun. 2026. Adaptado.)

Analise as assertivas a seguir:


I.Bagagem foi a primeira obra publicada por Adélia Prado, em 1975, e é composta por uma coletânea de poemas escritos ao longo de 20 anos.


II.A vivência da autora, no interior de Minas Gerais, será um dos temas abordados em seus poemas, assim como o feminino, a religiosidade e o envelhecer.


III.O texto de Laura Machado é uma resenha crítica, em que ela descreve e analisa aspectos que considera relevantes na obra de Adélia Prado, especialmente em Bagagem, e se posiciona, emitindo sua opinião.


IV.No segundo parágrafo, as aspas foram utilizadas para marcar uma citação direta. Além disso, o trecho que está entre aspas funciona como um argumento de autoridade, quando a autora recorre à opinião de Carlos Drummond de Andrade, escritor e poeta consagrado na literatura brasileira, para fundamentar seu ponto de vista a respeito de Bagagem, obra que Machado analisa em seu texto.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
1521: E
1522: A
1523: C
1524: A
1525: B
1526: C
1527: B
1528: C
1529: A
1530: D
1531: C
1532: D
1533: C
1534: B
1535: E
1536: B
1537: D
1538: A
1539: D
1540: A