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Q4010829 Português
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A palavra "transatlânticos", presente no texto, foi formada pela união de elementos que indicam "através do Atlântico.

O processo de formação da palavra "transatlânticos" é: 
Alternativas
Q4010828 Português
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
Indique, entre as alternativas, a palavra que é acentuada pela mesma regra que “artístico”: 
Alternativas
Q4010827 Português
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No trecho “garantindo seu legado científico e artístico”, a palavra destacada é classificada como:
Alternativas
Q4010826 Português
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No trecho “As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade”, a palavra destacada é classificada como:
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Q4010825 História
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A conexão entre George Washington e o Marquês de Lafayette é descrita como um elo que uniu interesses políticos de duas nações distintas em prol de um objetivo comum. Segundo o texto, essa aliança forjada durante a guerra serviu para consolidar e disseminar, tanto na América quanto na Europa, os ideais: 
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Q4010824 Português
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
No contexto do Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e Francesco Melzi ilustra a importância do suporte externo à produção artística e científica. A ação de Melzi de preservar milhares de páginas de anotações após a morte de Da Vinci foi o fator determinante para garantir o seu:
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Q4010823 Filosofia
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As amizades históricas frequentemente moldaram o curso da humanidade, transcendendo laços pessoais para influenciar política, arte e ciência. Um exemplo paradigmático é a entre Aristóteles e Platão, no século IV a.C., na Academia de Atenas, onde o discípulo Aristóteles absorveu e contestou as ideias idealistas do mestre, fomentando o empirismo que ecoa na filosofia ocidental. Essa relação mestre-aluno, marcada por debates intensos, simboliza a amizade como motor intelectual, inspirando gerações de pensadores.

No Renascimento italiano, a amizade entre Leonardo da Vinci e o mecenas Francesco Melzi perdurou por três décadas, do início do século XVI até a morte do gênio em 1519, nos braços do amigo. Melzi não só financiou obras como a "Mona Lisa", mas preservou milhares de páginas de anotações leonardescas, garantindo seu legado científico e artístico. Essa aliança entre criador e guardião reflete tradições renascentistas de patronato, onde a lealdade pessoal elevava a cultura humana a novos patamares. 

Na era das independências americanas, a amizade entre George Washington e o Marquês de Lafayette, iniciada em 1777 durante a Guerra de Independência, forjou laços transatlânticos de liberdade. O jovem francês lutou ao lado do general americano, influenciando a vitória em Yorktown, e mais tarde inspirou revoluções na Europa. Essa camaradagem, celebrada em cartas e monumentos, ilustra como amizades históricas tecem redes de ideais republicanos, marcando o tempo com símbolos de irmandade universal.
A relação entre Aristóteles e Platão, desenvolvida na Academia de Atenas, é apresentada como um exemplo de como a interação pessoal pode impulsionar o avanço do conhecimento. O texto destaca que, ao contestar as ideias idealistas de seu mestre, Aristóteles fomentou uma nova corrente de pensamento filosófico denominada: 
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010821 Espanhol
Las herramientas digitales han transformado la manera en que los estudiantes aprenden y los docentes enseñan, brindando un sinfín de posibilidades y desafíos. Las nuevas tecnologías en la educación se refieren a la incorporación de herramientas digitales y tecnológicas en el proceso educativo, que van desde el uso de tabletas y pizarras interactivas hasta la implementación de plataformas de aprendizaje en línea y aplicaciones educativas. Estas tecnologías buscan mejorar y facilitar el acceso al conocimiento, haciendo el aprendizaje más interactivo, accesible y personalizado. El uso de las nuevas tecnologías en la educación ha cambiado la dinámica en el aula y aporta una serie de beneficios significativos. No obstante, en las metodologías de enseñanza de ELE, también existen desventajas que pueden afectar el desarrollo educativo del alumno. De las proposiciones que se presentan a continuación, ¿cuál de ellas representa una desventaja del uso de herramientas digitales en la enseñanza de ELE?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010815 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



María de los Ángeles del Carmelo Rozalén Ortuño, cantante y compositora española, más conocida por Rosalén, trata en sus canciones algunas problemáticas Sociales. En su canción “La Puerta Violeta” una de las más conocidas, principalmente, por aquellos que la acompañan. Esta música es conocida por muchos como himno del feminismo en todo el país, dando voz para las mujeres que sufren o han sufrido algún tipo de violencia de sus parejas.



La Puerta Violeta

(Rosalén, 2017)


Una niña triste en el espejo me mira prudente y no quiere hablar

hay un monstruo gris en la cocina

que lo rompe todo
que no para de gritar.
Tengo una mano en el cuello
que con sutileza me impide respirar
una venda me tapa los ojos
puedo oler el miedo y se acerca
Tengo un nudo en las cuerdas que ensucia mi voz al cantar
tengo una culpa que me aprieta
se posa en mis hombros y me cuesta andar.
Pero dibujé una puerta violeta en la pared
y al entrar me liberé
como se despliega la vela de un barco.
Desperté en un prado verde muy lejos de aquí
corrí, grité, reí
sé lo que no quiero
ahora estoy a salvo.
Una fl or que se marchita
un árbol que no crece porque no es su lugar
un castigo que se me impone
un verso que me tacha y me anula.
Tengo todo el cuerpo encadenado
las manos agrietadas
mil arrugas en la piel
las fantasmas hablan en la nuca
se reabre la herida y me sangra.
Hay un jilguero en mi garganta que vuela con fuerza
tengo la necesidad de girar la llave y no mirar atrás.
Así que dibujé una puerta violeta en la pared
y al entrar me liberé
como se despliega la vela de un barco.
Aparecí en un prado verde muy lejos de aquí
corrí, grité, reí
sé lo que no quiero
ahora estoy a salvo
Disponible en: https://www.musica.com/letras. asp?letra=2328394. Acesso en 03.fev.2026.

Aún sobre la lectura de la canción La Puerta Violeta, de la cantante Rosalén, podemos decir que música sugere una percepción de la persona como: 
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010814 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



María de los Ángeles del Carmelo Rozalén Ortuño, cantante y compositora española, más conocida por Rosalén, trata en sus canciones algunas problemáticas Sociales. En su canción “La Puerta Violeta” una de las más conocidas, principalmente, por aquellos que la acompañan. Esta música es conocida por muchos como himno del feminismo en todo el país, dando voz para las mujeres que sufren o han sufrido algún tipo de violencia de sus parejas.



La Puerta Violeta

(Rosalén, 2017)


Una niña triste en el espejo me mira prudente y no quiere hablar

hay un monstruo gris en la cocina

que lo rompe todo
que no para de gritar.
Tengo una mano en el cuello
que con sutileza me impide respirar
una venda me tapa los ojos
puedo oler el miedo y se acerca
Tengo un nudo en las cuerdas que ensucia mi voz al cantar
tengo una culpa que me aprieta
se posa en mis hombros y me cuesta andar.
Pero dibujé una puerta violeta en la pared
y al entrar me liberé
como se despliega la vela de un barco.
Desperté en un prado verde muy lejos de aquí
corrí, grité, reí
sé lo que no quiero
ahora estoy a salvo.
Una fl or que se marchita
un árbol que no crece porque no es su lugar
un castigo que se me impone
un verso que me tacha y me anula.
Tengo todo el cuerpo encadenado
las manos agrietadas
mil arrugas en la piel
las fantasmas hablan en la nuca
se reabre la herida y me sangra.
Hay un jilguero en mi garganta que vuela con fuerza
tengo la necesidad de girar la llave y no mirar atrás.
Así que dibujé una puerta violeta en la pared
y al entrar me liberé
como se despliega la vela de un barco.
Aparecí en un prado verde muy lejos de aquí
corrí, grité, reí
sé lo que no quiero
ahora estoy a salvo
Disponible en: https://www.musica.com/letras. asp?letra=2328394. Acesso en 03.fev.2026.

Durante la lectura de la canción, el yo lírico transmite un sentimento marcado por una tensión emotiva y una emergecia de transformación. La representación de la canción "La puerta violeta” manifesta en este contexto como un trazo de inflexión figurado. Siendo así, la construción principal de la imagen es:
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010810 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



La sociolingüística en las clases de ELE: métodos, abordajes y dinâmica de la interacción pedagógica



Desde la perspectiva de la sociolingüística aplicada, la enseñanza del español como lengua extranjera (ELE) debe concebirse como un proceso que trasciende la mera adquisición de estructuras gramaticales normativas y se orienta hacia la comprensión del uso socialmente situado de la lengua. Tal como sostiene Moreno Fernández (2009), el español no constituye un sistema lingüístico monolítico, sino un conjunto heterogéneo de variedades históricamente construidas y socialmente legitimadas de manera desigual. 


En este sentido, el abordaje sociolingüístico en ELE problematiza la noción de “español estándar” como modelo único de referencia y propone una aproximación que integre la variación lingüística — diatópica, diastrática y diafásica— como elemento constitutivo de la competencia comunicativa. Esta visión resultaesencial para el desarrollo de la competencia sociolingüística, entendida, según el Marco Común Europeo de Referencia (MCER), como la capacidad del aprendiz para adaptar sus elecciones lingüísticas a las normas sociales y pragmáticas de los diferentes contextos de interacción.


Desde el punto de vista metodológico, la sociolingüística en las clases de ELE se organiza preferentemente con enfoques comunicativos e interculturales, en los que los fenómenos de variación no se ofrecen como desviaciones del sistema, sino como manifestaciones legítimas del uso real de la lengua. De acuerdo con Moreno Fernández (2015), los métodos de enseñanza deben favorecer la exposición del alumnado a una pluralidad de discursos auténticos, representativos de distintas comunidades hispanohablantes, evitando así una visión reduccionista y prescriptiva del español.


En cuanto a los procedimientos didácticos, la incorporación de la sociolingüística en ELE se materializa mediante el análisis crítico de textos orales y escritos, la observación de acciones comunicativas situadas y la comparación sistemática entre variedades lingüísticas. Estas prácticas permiten que el alumno no solo reconozca la diversidad del español, sino que también reflexione sobre las relaciones entre lengua, identidad y poder, aspecto central en la sociolingüística contemporánea.


Por consiguiente, la integración de la sociolingüística en la enseñanza de ELE establece una herramienta epistemológica y pedagógica que contribuye a la formación de aprendices capaces de interpretar y producir discursos apropiados a situaciones socioculturales diversos. Más que un complemento metodológico, se trata de un sentido que redefine los objetivos mismos de la enseñanza del español, al concebir la lengua como práctica social dinámica y plural.


CONSEJO DE EUROPA. Marco común europeo de referencia para las lenguas: aprendizaje, enseñanza, evaluación. Madrid: Instituto Cervantes / Anaya, 2002. Acessado en 04.fev.2026.

Sob el punto de vista metodológico, el texto defiende que los fenómenos de variación lingüística deben ser abordados como:
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010807 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial



De acuerdo con la propuesta de Catherine Walsh, la interculturalidad no puede entenderse como un sencillo reconocimiento de la diversidad cultural dentro de los sistemas educativos, sino como un proyecto político, ético y epistémico orientado a cuestionar las estructuras de poder heredadas de la colonialidad. En el entorno de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera (ELE), esta perspectiva supone una revisión detallada de los modos en que la lengua, la cultura y el conocimiento han sido históricamente conceptualizados y transmitidos en los procesos de formación docente.


Tradicionalmente, la formación de profesores de ELE ha privilegiado una visión normativa y estandarizada del español, asociada a modelos culturales considerados legítimos desde una lógica eurocéntrica. Tal sentido tiende a invisibilizar las múltiples variedades lingüísticas, así como los saberes y experiencias de comunidades históricamente subalternizadas. Desde una visión decolonial, esta invisibilización no es accidental, sino que responde a la colonialidad del saber, entendida como la imposición de ciertos conocimientos como universales, en detrimento de otros.


En este sentido, formar docentes de ELE desde una perspectiva decolonial implica asumir la interculturalidad crítica como eje estructurante de la práctica pedagógica. Según Walsh, dicha interculturalidad no busca una integración armoniosa basada en la tolerancia, sino que sugere un diálogo problematizador entre saberes en condiciones de desigualdad. El maestro, por lo tanto, deja de ocupar una colocación neutral y pasa a reconocerse como un sujeto situado, cuya práctica está atravesada por decisiones políticas, ideológicas y éticas.


Asimismo, la formación docente decolonial exige la creación de ambientes de refl exión que posibiliten cuestionar los currículos, los materiales didácticos y las representaciones culturales presentes en la enseñanza de ELE. Esto significa valorar las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes no como obstáculos, sino como recursos legítimos para la construcción del conocimiento. De esta manera, la enseñanza del español se configura como una acción que contribuye a la transformación de las relaciones de poder y a la construcción de una educación más justa y plural.


WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar / Abya-Yala, 2009. 

El en último párrafo del texto, la autora habla de la valoración de las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes, esto indica que: 
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010806 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial



De acuerdo con la propuesta de Catherine Walsh, la interculturalidad no puede entenderse como un sencillo reconocimiento de la diversidad cultural dentro de los sistemas educativos, sino como un proyecto político, ético y epistémico orientado a cuestionar las estructuras de poder heredadas de la colonialidad. En el entorno de la enseñanza de Español como Lengua Extranjera (ELE), esta perspectiva supone una revisión detallada de los modos en que la lengua, la cultura y el conocimiento han sido históricamente conceptualizados y transmitidos en los procesos de formación docente.


Tradicionalmente, la formación de profesores de ELE ha privilegiado una visión normativa y estandarizada del español, asociada a modelos culturales considerados legítimos desde una lógica eurocéntrica. Tal sentido tiende a invisibilizar las múltiples variedades lingüísticas, así como los saberes y experiencias de comunidades históricamente subalternizadas. Desde una visión decolonial, esta invisibilización no es accidental, sino que responde a la colonialidad del saber, entendida como la imposición de ciertos conocimientos como universales, en detrimento de otros.


En este sentido, formar docentes de ELE desde una perspectiva decolonial implica asumir la interculturalidad crítica como eje estructurante de la práctica pedagógica. Según Walsh, dicha interculturalidad no busca una integración armoniosa basada en la tolerancia, sino que sugere un diálogo problematizador entre saberes en condiciones de desigualdad. El maestro, por lo tanto, deja de ocupar una colocación neutral y pasa a reconocerse como un sujeto situado, cuya práctica está atravesada por decisiones políticas, ideológicas y éticas.


Asimismo, la formación docente decolonial exige la creación de ambientes de refl exión que posibiliten cuestionar los currículos, los materiales didácticos y las representaciones culturales presentes en la enseñanza de ELE. Esto significa valorar las trayectorias lingüísticas y culturales de los estudiantes no como obstáculos, sino como recursos legítimos para la construcción del conocimiento. De esta manera, la enseñanza del español se configura como una acción que contribuye a la transformación de las relaciones de poder y a la construcción de una educación más justa y plural.


WALSH, Catherine. Interculturalidad, Estado, sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar / Abya-Yala, 2009. 

El texto “La formación de docentes de ELE desde una perspectiva decolonial”, de Catarine Walsh trae la idea que formación de los professores de Español como lengua extranjera, muchas veces, reproduce prácticas del enseño impuestas por la modernidade, a veces, olvidando la identidad y el origen de la lengua. En el tercer parráfo del texto afirma que el profesor deja de ocupar "una posición neutral”, ello supone necessariamente:
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010804 Espanhol

EL TEXTO PARA LA QUESTIÓN 



Misterios del tiempo de Alejandro Jodorowsky


Cuando el viajero miró hacia atrás y vio que el camino estaba intacto, se dio cuenta de que sus huellas no lo seguían, sino que lo precedían.


Disponible en: http://www.bnm.me.gov.ar/giga1/documentos/ EL004338.pdf

Observa las palabras resaltadas en el texto. Identifica qué función cumplen en la oración y marque la alternativa cómo quedaria si los verbos se presentaran en infinitivo.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010803 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



Adolescentes torturaron y mataron a la perra más querida de la playa: el caso de Orelha que conmueve a Brasil.



En Brasil hay conmoción por el caso de Orelha, una perra que fue brutalmente atacada por un grupo de adolescentes de la exclusiva zona brasileña de Praia Brava, en Florianópolis. Al animal tuvieron que practicarle la eutanasia por la gravedad de sus heridas.


Recientemente, dos adolescentes fueron identificados como sospechosos del maltrato. Se cree que el ataque fue a palazos, al azar y por crueldad, y que en el mismo momento otro perro llamado Caramelo fue arrojado al mar para que se ahogara. Pero sobrevivió.


Tras atacar a Orelha, los jóvenes identifi cados hace algunas horas tuvieron un viaje “planeado” a Estados Unidos y adelantaron el vuelo de regreso a este jueves, informó la Policía Civil.


Hay cuatro adolescentes señalados como autores del crimen. Dos ya habían sido objeto de un operativo policial el lunes 26 de enero, como resultado de una investigación del Departamento de Delincuencia Juvenil de la Capital.


Dos padres y un tío de los adolescentes fueron imputados bajo sospecha de coaccionar a un testigo, un guardia de seguridadde un condominio que supuestamente tiene una foto que podría ayudar a esclarecer el crimen.


Orelha vivía desde hace años en una casa mantenida para los animales de la región. Era cuidada por los vecinos y turistas de Praia Brava, quienes la consideraban “dócil y juguetona”.


Disponible en https://www.clarin.com/internacional/adolescentes-torturaron-mataron-perra-querida-playa-caso-orelha-conmueve-brasil_0_GUWG0WI4wT.html. Acceso: 02 de febrero de 2026.

Respecto a la clasificación tónica y las reglas de ortografía vigentes, señale la opción que explica CORRECTAMENTE por qué los términos destacados en el texto “habían y “región” llevan acento ortográfico. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010802 Espanhol

EL TEXTO SERVIRÁ DE BASE PARA CONTESTAR LA CUESTIÓN



Adolescentes torturaron y mataron a la perra más querida de la playa: el caso de Orelha que conmueve a Brasil.



En Brasil hay conmoción por el caso de Orelha, una perra que fue brutalmente atacada por un grupo de adolescentes de la exclusiva zona brasileña de Praia Brava, en Florianópolis. Al animal tuvieron que practicarle la eutanasia por la gravedad de sus heridas.


Recientemente, dos adolescentes fueron identificados como sospechosos del maltrato. Se cree que el ataque fue a palazos, al azar y por crueldad, y que en el mismo momento otro perro llamado Caramelo fue arrojado al mar para que se ahogara. Pero sobrevivió.


Tras atacar a Orelha, los jóvenes identifi cados hace algunas horas tuvieron un viaje “planeado” a Estados Unidos y adelantaron el vuelo de regreso a este jueves, informó la Policía Civil.


Hay cuatro adolescentes señalados como autores del crimen. Dos ya habían sido objeto de un operativo policial el lunes 26 de enero, como resultado de una investigación del Departamento de Delincuencia Juvenil de la Capital.


Dos padres y un tío de los adolescentes fueron imputados bajo sospecha de coaccionar a un testigo, un guardia de seguridadde un condominio que supuestamente tiene una foto que podría ayudar a esclarecer el crimen.


Orelha vivía desde hace años en una casa mantenida para los animales de la región. Era cuidada por los vecinos y turistas de Praia Brava, quienes la consideraban “dócil y juguetona”.


Disponible en https://www.clarin.com/internacional/adolescentes-torturaron-mataron-perra-querida-playa-caso-orelha-conmueve-brasil_0_GUWG0WI4wT.html. Acceso: 02 de febrero de 2026.

La expresión "al azar y por crueldad", en el según párrafo, sugiere:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010800 Espanhol
Graciela Vázquez (2004) explica que la enseñanza de la lengua con fines académicos tiene por objetivo facilitar a personas no nativas de una lengua la adquisición de destrezas que les permitan cumplir con éxito tareas propias de los ámbitos universitarios, entre otras producir textos y comprender clases magistrales. La investigación se extiende a otras áreas relacionadas: el currículum, el análisis de necesidades, los objetivos, las marcos teoréticos y análisis de corpora, el enfoque metodológico (procesos y productos), los entornos de aprendizaje, la evaluación, las estrategias de comprensión y producción, la gramática del texto académico, los materiales y otros estudios, como puede ser el de la perspectiva de la lengua materna. Tras la comprensión de la enseñanza con fines académicos es posible afi rmar que:
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Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010792 Espanhol

TEXTO PARA LA CUESTIÓN



“La enseñanza de la lengua para fines específicos surge a finales de los años 60 del siglo XX con la aparición del enfoque comunicativo en el aprendizaje de lenguas extranjeras. La denominación EFE (Español con Fines Específi cos) se extiende a comienzos de la década de los 90 y desde entonces la didáctica de este tipo de comunicación ha pasado a constituir una de las ramas más relevantes de la enseñanza del español como lengua extranjera. La evolución que ha tenido lugar en las instituciones educativas españolas públicas y privadas en relación con los procesos de enseñanza-aprendizaje implicados en este campo…”. 


Disponible en: https://cvc.cervantes.es/ensenanza/ biblioteca_ele/diccio_ele/diccionario/ensenanzafinesespec. html. Acceso en: 05.fev.2026.

Sabiendo que el español para fines específicos (EFE) ha pasado de ser una opción académica a una necesidad estratégica en el mundo globalizado actual, marca la alternativa que conceptúa correctamente el EFE. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010791 Espanhol
La competencia en el ámbito morfosintáctico trasciende la taxonomía gramatical, erigiéndose como un pilar fundamental para la precisión pragmática y comunicativa. La morfología se ocupa de los procesos formativos de las unidades léxicas y la sintaxis determina los mecanismos de articulación y la jerarquía de los elementos en una oración, siendo esencial para la coherencia y la producción de sentido en el discurso. Partiendo de esta base, marque la alternativa que presenta error de concordancia morfosintáctica.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IF-PI Órgão: IF-PI Prova: IF-PI - 2026 - IF-PI - Professor EBTT - Espanhol |
Q4010788 Espanhol
La orientación didáctica del uso del texto literário en las clases de ELE, señalada por Gilory y Parkinson (1996, p. 215) es: "Los textos literarios no son solo útiles en el desarrollo de destrezas de lectura, sino que pueden usarse para trabajo oral o escrito y para motivar a los aprendices a ser más creativos y arriesgados a medida que empiezan a apreciar la riqueza y variedad de la lengua que están intentando perfeccionar". ¿Cuándo el profesor interpreta lo señalalado por estos autores como estrategia didáctica del uso del texto literario en las clases de ELE, se puede alcanzar como resultado? 
Alternativas
Respostas
13741: B
13742: D
13743: B
13744: C
13745: A
13746: B
13747: A
13748: C
13749: C
13750: C
13751: E
13752: C
13753: A
13754: C
13755: C
13756: C
13757: B
13758: D
13759: A
13760: A