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A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
I. O vocábulo 'envelhecer' apresenta dígrafo consonantal e também dígrafo vocálico. Já o vocábulo 'impulsionou' apresenta dígrafo vocálico, além de encontro vocálico inseparável.
II. No português brasileiro, é comum ocorrer epêntese vocálica, ou seja, a inserção de uma vogal em encontros consonantais, como em pronúncias não padrão de palavras como 'advogado'. No entanto, essas formas não correspondem à norma-padrão,que também não admite a supressão indevida de fonemas.
III. A prosódia é o ramo da fonética responsável pela correta determinação da sílaba tônica das palavras. O desvio nessa acentuação, com deslocamento do acento tônico para outra sílaba, configura o fenômeno denominado silabada. Assim, quando o vocábulo 'recorde' é pronunciado como paroxítona, com tonicidade na penúltima sílaba, ocorre esse desvio prosódico.
IV. A ortoépia, ligada à pronúncia correta dos grupos fônicos que compõem a palavra, relaciona-se à adequada emissão das vogais, à correta articulação das consoantes e à ligação entre vocábulos no contexto. Desvios nesse âmbito podem ser observados nas palavras 'mulçumano', 'cardeneta', 'iorgute' e 'bicabornato'.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
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Com base nas classes gramaticais, julgue as afirmativas:
I. Alguns substantivos, como 'redes', não apresentam variação de gênero, constituindo-se apenas na forma feminina. Exemplos semelhantes incluem 'guaraná', 'alface' e 'matinê', também empregados no feminino.
II. O adjetivo 'cheio', ao formar o grau superlativo absoluto sintético, apresenta duplicação da vogal 'i', como em 'cheiíssimo'. Diferentemente, no vocábulo 'chique', não ocorre duplicação da vogal 'e'; para formar o superlativo absoluto sintético, acrescenta-se '-érrimo', resultando em 'chiquérrimo', grafado conforme a norma-padrão.
III. A palavra 'que' pode pertencer a várias classes de palavras. No trecho, o 'que' é classificado como conjunção integrante, ao passo que em 'Que matéria você está estudando', assume valor de pronome adjetivo.
IV. O 'não' não possui a mesma classe gramatical do vocábulo 'bastante' na frase 'Já há bastante livro na prateleira', pois 'não' é advérbio de negação, enquanto 'bastante' indica abundância, funcionando como adjetivo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
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I. Vai chover, disse Rita.
II. Faça isto com muito sigilo.
III. A madrinha deixou- a emocionada.
IV. Os estudantes não sabiam que era dia de apresentação.
V. Meus pais me amam de verdade.
Assinale a alternativa CORRETA em que o termo destacado exerce a mesma função sintática do 'que' no trecho apresentado.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
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Considerando os mecanismos de coesão e coerência empregados no trecho, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).
I. O conectivo 'embora' introduz uma relação de concessão, estabelecendo contraste entre o benefício dos produtos para adultos e os possíveis efeitos nocivos quando utilizados por pessoas jovens, podendo ser substituído por 'porquanto', sem prejuízo do sentido essencial do enunciado.
II. Em '...quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações' estabelece uma relação de condição e restringe a ocorrência dos efeitos nocivos, contribuindo para a progressão coerente do enunciado.
III. O pronome relativo 'que' retoma exclusivamente 'produtos de renovação celular', sendo responsável por introduzir uma oração explicativa que não interfere na delimitação do referente.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
A Geração Z superou a obsessão dos millennials pela extrema magreza, mas agora tem seu próprio problema: medo de envelhecer.
Setenta e nove por cento dos jovens já usam produtos antienvelhecimento, apesar de não precisarem deles. Esse comportamento tem sido explorado tanto pelos algoritmos das redes sociais quanto pela indústria cosmética.
Se há algo que podemos agradecer à Geração Z é ter dado uma reviravolta no discurso do body positive para fazer com que criticar o peso alheio se tornasse um tabu. A obsessão por tamanhos pequenos, que durante os anos 2000 virou um grave problema de saúde em todo o mundo graças ao impulso dos millennials , desapareceu quase por completo do nosso dia a dia. Lamentavelmente, os jovens da Gen Z preencheram esse vazio com uma nova obsessão.
Obcecados pela gerontofobia, o medo de envelhecer, a Geração Z impulsionou uma obsessão pelo cuidado da pele que, ainda mais reforçada pelos filtros das redes sociais, acabou desaguando no que especialistas passaram a chamar de cosmitorexia. Diferentemente dos transtornos de comportamento alimentar do passado, a mudança levou esses jovens a comprar e consumir produtos cosméticos de forma compulsiva.
Não ajuda que os algoritmos das redes sociais tenham visto uma verdadeira mina de ouro nas rotinas de beleza com dezenas de potinhos coloridos cheios de cremes e séruns. Tampouco ajuda que, sob esse mesmo discurso, a indústria cosmética esteja impulsionando o termo " prejuvenation " para vender a ideia de que precisamos cuidar de rugas e imperfeições muito antes de elas aparecerem.
No pior dos casos, o fenômeno deu origem ao que ficou conhecido como Sephora Kids , uma legião de jovens e pré-adolescentes que utilizam cosméticos antienvelhecimento de um jeito claramente insalubre. Estudos como o da Yale Medicine alertam que o uso de certos ingredientes, como retinol ou vitamina C, em peles ainda em desenvolvimento, longe de evitar que pareçam envelhecidas no futuro, na verdade, pode acelerar o processo.
São mencionados produtos de renovação celular que, embora possam auxiliar adultos a conferir à pele uma aparência menos envelhecida, podem, quando utilizados por pessoas jovens e em altas concentrações, provocar queimaduras, dermatites e eczemas crônicos, em razão da maior facilidade de absorção decorrente da menor espessura da pele.
O fato de 79% dos jovens entre 7 e 17 anos terem recorrido a esse tipo de produto depois de vê-lo nas mãos do influenciador da moda só evidencia que transformar a pureza da pele em um símbolo de status social está longe de ser um comportamento saudável nessas idades. Isso é ainda mais preocupante, considerando que as impurezas, rugas e pelos permanecerão.
https://www.xataka.com.br/ciencia/a-geracao-z-superou-a-obsessao-do s-millennials-pela-extrema-magreza-agora-tem-seu-proprio-problema-m edo-envelhecer-adaptado
(__) No contexto apresentado, o verbo 'levar' classifica-se como bitransitivo, por apresentar complemento direto e indireto.
(__) Na frase 'Não desistiu dos seus projetos; levou-os enquanto viveu', o verbo 'levar' atua como transitivo direto.
(__) O verbo 'confraternizar' é pronominal, podendo ser empregado com o pronome 'se', como em 'Após o campeonato, os atletas se confraternizaram até tarde'.
(__) O verbo 'custar', no sentido de 'ser custoso' ou 'difícil', pode ser empregado como transitivo indireto, regendo a preposição 'a', conforme se observa em 'Custou-me a descobrir seu telefone'.
Identifique a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
A disciplina no trabalho é essencial para o desempenho do vigia, pois garante o cumprimento de horários, rotinas de ronda, normas de segurança e registros de ocorrências. Um profissional disciplinado mantém atenção constante, segue orientações da instituição e age com responsabilidade, prevenindo falhas que podem comprometer a segurança das pessoas e do patrimônio público. Essa postura fortalece a confiança no serviço e contribui para um ambiente mais organizado e protegido.
Situação-problema
Durante seu plantão, o vigia deve seguir regras, horários e procedimentos estabelecidos pela instituição.
Leia as afirmações sobre a disciplina no trabalho:
I. Cumprir horários e rotinas de vigilância contribui para a segurança do local.
II. Seguir normas e registrar ocorrências faz parte da conduta disciplinada do vigia.
III. A disciplina não interfere na qualidade do serviço de vigilância.
IV. O vigia pode descumprir regras sem causar prejuízos ao trabalho.
Assinale a alternativa correta:
A prevenção de acidentes é uma responsabilidade importante do vigia, pois contribui para a segurança de funcionários, usuários e visitantes dos prédios públicos. Ao observar riscos como pisos escorregadios, objetos espalhados, iluminação inadequada ou áreas interditadas, o profissional pode sinalizar, comunicar aos responsáveis e evitar quedas, choques e outros incidentes. Essa atuação preventiva preserva vidas, reduz prejuízos e mantém o ambiente organizado e seguro.
Situação-problema:
Durante sua ronda, o vigia identifica situações que podem causar acidentes dentro da unidade. Leia as afirmações sobre prevenção de acidentes:
I. Ignorar pisos molhados e objetos no caminho não traz riscos às pessoas.
II. A prevenção de acidentes não é responsabilidade do vigia.
III. Comunicar situações perigosas aos responsáveis ajuda a evitar acidentes.
IV. Sinalizar áreas de risco contribui para a segurança de todos.
Assinale a alternativa correta:
Durante seu plantão, o vigia presencia uma situação de emergência em um prédio público e precisa agir corretamente para garantir a segurança de todos.
Leia as afirmações sobre medidas de segurança em emergências:
I. Em situações de risco, o vigia deve agir com calma e comunicar imediatamente os responsáveis.
II. Abandonar o local sem orientar ninguém é a melhor forma de evitar problemas.
III. Orientar as pessoas para saídas de emergência ajuda a prevenir acidentes.
IV. Seguir procedimentos de segurança é desnecessário em momentos de pânico.
Assinale a alternativa correta:
A prevenção de incêndios é uma responsabilidade importante do vigia, pois envolve o cuidado constante com o ambiente para evitar situações de risco que possam causar danos às pessoas e ao patrimônio público. Observar instalações elétricas, manter rotas de fuga desobstruídas, verificar extintores e comunicar qualquer irregularidade são atitudes que contribuem para a segurança do local. A atuação preventiva reduz acidentes, protege vidas e preserva os bens da instituição.
Leia as afirmações sobre prevenção de incêndios:
I. O vigia não precisa observar riscos, pois incêndios acontecem sem aviso.
II. Conferir extintores e mantê-los desobstruídos ajuda na prevenção e no combate inicial ao fogo.
III. Saídas de emergência podem ficar trancadas para evitar a entrada de estranhos.
IV. Manter rotas de fuga livres e comunicar situações perigosas contribui para a segurança do local.
Assinale a alternativa correta:
A forma de tratamento do vigia com funcionários e usuários da unidade de saúde deve ser sempre respeitosa, educada e equilibrada, pois ele representa a instituição e contribui para um ambiente mais seguro e acolhedor. Ao agir com cordialidade, paciência e profissionalismo, o vigia facilita a comunicação, evita conflitos e colabora para a boa convivência no espaço público, especialmente nas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), onde muitas pessoas chegam fragilizadas ou buscando atendimento.
A postura adequada do vigia no tratamento com funcionários e usuários da unidade de saúde deve ser:
O controle da entrada e saída de bens é uma atribuição importante do vigia, pois ajuda a proteger o patrimônio público contra furtos, extravios e uso indevido de materiais e equipamentos. Ao conferir autorizações, registrar movimentações e observar o transporte de objetos, o profissional garante que tudo ocorra de forma organizada e dentro das normas. Esse cuidado preserva os recursos públicos e contribui para a segurança e o bom funcionamento da instituição.
No trabalho do vigia, o controle da entrada e saída de bens é importante porque:
A organização e a disciplina são qualidades essenciais para o trabalho do vigia, pois garantem o cumprimento correto dos horários, das rondas e das normas de segurança.
Leia as afirmações sobre organização e disciplina:
I. Cumprir rotinas de vigilância ajuda a prevenir problemas e garantir a segurança.
II. Registrar ocorrências é parte importante da organização do trabalho do vigia.
III. A falta de disciplina interfere na qualidade da vigilância.
IV. O vigia pode ignorar horários e regras sem prejuízo ao serviço.
Assinale a alternativa correta:
A proteção do patrimônio público é uma das principais responsabilidades do vigia, pois envolve o cuidado com prédios, equipamentos, materiais e áreas pertencentes à coletividade. Ao realizar rondas, observar movimentações suspeitas, controlar acessos e comunicar ocorrências, o vigia ajuda a prevenir furtos, vandalismo e danos aos bens públicos. Essa atuação garante a conservação dos recursos que servem à população e contribui para um ambiente mais seguro e organizado.
Leia as afirmações sobre a proteção do patrimônio público:
I. O vigia deve observar o local e comunicar qualquer situação suspeita.
II. Fazer rondas periódicas ajuda a evitar furtos e depredações.
III. O vigia só deve agir se ocorrer um crime, não sendo necessário prevenir.
IV. Cuidar do patrimônio público não faz parte das funções do vigia.
Assinale a alternativa correta:
O sigilo e a discrição no tratamento de informações são princípios fundamentais no ambiente público da área da saúde, pois envolvem o respeito à privacidade dos usuários e a proteção de dados pessoais e institucionais. Profissionais como o porteiro, mesmo não tendo acesso direto a prontuários, lidam diariamente com nomes, horários, situações de atendimento e circulação de pessoas,
No exercício de suas funções em um órgão público de saúde, o porteiro deve:
A cooperação com a segurança é uma função importante do porteiro nas unidades do Sistema Único de Saúde, pois contribui para a proteção de pacientes, profissionais e do patrimônio público. Ao manter comunicação constante com vigilantes, relatar situações suspeitas, seguir orientações de segurança e apoiar o controle de acesso, o porteiro ajuda a prevenir conflitos, furtos e desordem. Esse trabalho em conjunto fortalece a organização do ambiente e garante um atendimento mais seguro para todos.
Em uma unidade de saúde, o porteiro atua diariamente em parceria com a equipe de segurança para manter a ordem e a proteção do local.
Leia as afirmações sobre essa cooperação:
I. O porteiro deve comunicar à segurança qualquer situação suspeita ou irregular.
II. Trabalhar em conjunto com os vigilantes melhora a segurança da unidade.
III. O porteiro deve se envolver com questões de segurança da equipe e dos usuários.
IV. A cooperação com a segurança atrapalha o fluxo de atendimento.
Assinale a alternativa correta:
O controle de acesso é uma das principais funções do porteiro nas unidades do Sistema Único de Saúde, pois garante a segurança de pacientes, profissionais e visitantes, além de manter a organização do ambiente. Por meio da identificação de pessoas, orientação correta e registro de entradas e saídas, o porteiro evita a circulação indevida em áreas restritas e contribui para o bom funcionamento da unidade de saúde. Essa atividade é essencial para proteger o patrimônio público e preservar o bem-estar de todos.
Situação-problema:
Em um hospital público, o porteiro é responsável por acompanhar o fluxo de pessoas que entram e saem da unidade.
Leia as afirmações sobre o controle de acesso:
I. O porteiro deve identificar visitantes e orientar sobre os setores permitidos.
II. Registrar entradas e saídas ajuda a manter a segurança da unidade.
III. Qualquer pessoa pode circular livremente por todas as áreas do hospital.
IV. O controle de acesso não é necessário em unidades de saúde.
Assinale a alternativa correta:
O encaminhamento correto de visitantes é uma atividade essencial para o porteiro nas unidades do Sistema Único de Saúde, pois garante organização, agilidade no atendimento e segurança dentro da instituição. Ao orientar com clareza sobre setores, horários e procedimentos, o profissional evita confusões, reduz atrasos e contribui para o bom funcionamento do serviço. Além disso, uma postura educada e atenciosa transmite confiança e acolhimento ao público.
Situação-problema:
Em uma unidade de saúde, o porteiro recebe visitantes que procuram diferentes setores, como consultas, exames e internações.
Leia as afirmações sobre o encaminhamento de visitantes:
I. O porteiro deve orientar com clareza e educação o local correto para onde o visitante deve se dirigir.
II. Um bom encaminhamento ajuda a manter a organização e o fluxo de pessoas na unidade.
III. O porteiro não tem a função de dar informações.
IV. Recepcionar pacientes, acompanhantes e visitantes, orientando-os sobre o local de atendimentos é parte das atribuições do porteiro em unidades de saúde.
Assinale a alternativa correta:
O atendimento a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida é uma prática essencial para garantir inclusão, respeito e acesso seguro aos serviços de saúde, especialmente nas unidades do Sistema Único de Saúde. O porteiro desempenha papel importante nesse processo ao acolher com paciência, oferecer apoio para locomoção quando necessário, orientar corretamente e zelar por um ambiente acessível. Essa conduta contribui para a dignidade do atendimento, evita constrangimentos e promove igualdade de direitos no uso dos serviços públicos.
Situação-problema
Em uma unidade de saúde, o porteiro recebe diariamente pessoas com dificuldades de locomoção ou algum tipo de deficiência.
Leia as afirmações sobre o atendimento adequado:
I. O porteiro deve agir com respeito, paciência e disposição para ajudar quando necessário.
II. Garantir acesso seguro, como uso de rampas e orientação adequada, faz parte do bom atendimento.
III. Pessoas com mobilidade reduzida devem ter o mesmo tipo de atendimento que os demais.
IV. A acessibilidade não é responsabilidade de quem trabalha na portaria.
Assinale a alternativa correta:
A comunicação adequada é essencial para o trabalho do porteiro, pois garante um atendimento cordial, claro e seguro a moradores, visitantes e prestadores de serviço. Ao se expressar com educação, atenção e objetividade, o profissional evita mal-entendidos, transmite informações corretas e contribui para a boa convivência no condomínio ou prédio. Além disso, uma boa comunicação ajuda no controle de acesso, na resolução de pequenos conflitos e na imagem positiva do local.
A comunicação adequada do porteiro é importante porque: