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Q283421 Português
Sem prejuízo do sentido original apresentado no Texto I, a forma verbal que pode ser substituída pela locução ao lado é:

Alternativas
Q262644 Português
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Acerca dos sentidos e da forma de organização e apresentação do
texto acima, julgue os itens de 49 a 54.

Se a forma verbal “chegaram” (L.13) fosse substituída por chegou, o trecho permaneceria correto, mas haveria alteração em suas relações semânticas e sintáticas.

Alternativas
Q260166 Português



No que se refere a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item.


A correção gramatical do texto seria mantida caso a forma verbal “agir” (L.8) fosse substituída pela forma verbal flexionada agirem.
Alternativas
Q258850 Português
Leia os textos para responder às questões de números 01 a 06.

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Em – Com o inverno que há nele, reservemos – transpondo-se reservemos para a 2.ª pessoa do singular, a frase correta é

Alternativas
Q257874 Português
O emprego do modo subjuntivo em “evolua” (L.13) e “atinja” (L.14) justifica-se porque esses termos remetem a informações sobre um fato desejável, hipotético ou provável apresentadas em orações subordinadas.

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Analista - Processual |
Q252522 Português
A opção em que houve uma substituição da forma verbal destacada por uma outra de valor equivalente é:

Alternativas
Q246818 Português

A montagem do espetáculo Calabar – O Elogio da Traição estava pronta, quando, em outubro de 1974, foi censurada e a exibição do espetáculo foi proibida nos palcos brasileiros. A repressão era tamanha que nem a notícia da proibição pôde ser divulgada. Escrita por Ruy Guerra e Chico Buarque, a peça recupera a saga histórica das invasões holandesas do século XVII. Domingos Fernandes Calabar (1600-1635), o protagonista, posiciona-se a favor da Holanda, o país invasor, contra os colonizadores portugueses. Os autores, no entanto, não têm uma visão negativa do episódio.

Ao contrário, veem em Calabar um libertador da opressão portuguesa. A censura da ditadura militar enxergou na montagem um alto teor subversivo, por acreditar que o texto atentava contra os bons costumes e, principalmente, promovia uma inversão dos valores da história do Brasil ao mostrar um traidor como salvador da pátria. A suspeita dos censores não estava totalmente errada: após o fim da ditadura, os escritores confirmaram a analogia com a época vivida, em que Calabar representava a resistência ao autoritarismo do governo militar.

O bom traidor. In: Revista de História, ano 7, n.º 73, out./2011 (com adaptações).



O emprego da voz passiva, tal como em “foi censurada” (L.2-3) e “a exibição do espetáculo foi proibida” (L.3), e a atribuição de “censura” (L.12) e de “autoritarismo” (L.19) a referentes genéricos — tal como em, respectivamente, à “ditadura militar” (L.12) e ao “governo militar” (L.19) — são recursos linguísticos utilizados para se evitar a atribuição da responsabilidade das ações expressas pelos verbos a indivíduos específicos.

Alternativas
Q236771 Português
“No país, as ações públicas têm buscado sinergia com os esforços de mobilização social de combate a estas nefastas práticas...”; a forma verbal “têm buscado” indica uma ação que:
Alternativas
Q236767 Português
“Se Governo e Sociedade __________ os projetos atuais e se __________ a criar mais programas para a erradicação do trabalho infantil, certamente __________ o resultado que pretendem”. As lacunas da frase podem ser preenchidas, correta e respectivamente, pela seguinte alternativa é:
Alternativas
Q235325 Português
Observe os fragmentos do texto abaixo numerados:

I. Vem de Portugal, onde a tradição mandava que as pessoas indesejáveis fossem expulsas de segmentos da sociedade em cerimônias de humilhação pública.

II. A conhecida expressão significa pressa, ação imediata., sempre a toque de caixa, ou seja, dos tambores.

III. Aquele que denegriu a imagem da corporação é colocado diante da tropa, despido do seu uniforme e escuta o libelo – a proclamação oficial que justifica e determina a expulsão.

IV. Como seria bom que no Brasil tantos picaretas e notórios ladrões públicos e privados fossem punidos diante de toda a nação, e a toque de caixa!

Os segmentos que apresentam exemplos de voz passiva são:
Alternativas
Q235309 Português

TEXTO 1


“O Brasil tem mil dias, a partir de hoje, para corrigir problemas
em inúmeras áreas e poder encantar o mundo na Copa 2014.

Se 52 obras de infraestrutura das 81 previstas nem começaram,

no caso da legislação é pior: o projeto com as garantias para a Fifa

nem foi enviado ao Congresso. Os estádios avançam, mas a seleção

de Mano Menezes...”
(O Globo, 16-09-2011)

“o projeto com as garantias para a Fifa nem foi enviado ao Congresso”; a forma adequada dessa mesma frase na voz ativa é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235257 Português
Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre... A transcrição do trecho que contraria as normas do emprego das formas verbais é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235254 Português
Assinale a alternativa que explica o objetivo do autor ao empregar, em várias passagens do texto, o futuro do pretérito:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235238 Português
Na frase “Se o povo nas ruas derrubou a ditadura, derrubará também a inflação” (Franco Montoro, 1986), a correlação expressa pelos verbos indica:
Alternativas
Q220638 Português
... qualquer coisa que acelere os batimentos cardíacos ... (2o parágrafo)

O verbo que se encontra flexionado nos mesmos tempo e modo do grifado acima está em:
Alternativas
Q212155 Português
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As Máscaras do Poder

Para Noam Chomsky, intelectuais subservientes controlam
a vida intelectual da sociedade.

O Globo: Qual é o papel dos intelectuais hoje?

Noam Chomsky: Posso responder de uma forma
descritiva, “como é”, ou de uma forma normativa,
“como deveria ser”. No segundo caso, a resposta é
óbvia. Intelectuais deveriam ser pessoas que refetem
criticamente sobre a sociedade, buscam a verdade
e ajudam os outros a compreendê-la. Uma resposta
descritiva é mais complicada. Em nossas sociedades
hierarquicamente estratifcadas, existem pessoas que,
na prática, se transformam em gerentes da cultura. Elas
dominam instituições poderosas, como universidades
e jornais, controlando a vida intelectual da sociedade.
Seu papel real é prestar serviços ao poder e, a partir daí,
ganhar respeitabilidade e o direito de estabelecer e impor
verdades e valores. Se você tem uma visão diferente, é
excluído. Há basicamente dois tipos de intelectual: os
que se submetem ao poder e se benefciam disso e os
dissidentes, que são marginalizados. É uma generalização
que está bem próxima da verdade.

Observe o fragmento:

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Assinale a alternativa que identifca CORRETAMENTE o valor semântico dos aspectos verbais dos termos negritados:
Alternativas
Q210496 Português

   Meu avô Costa Ribeiro morava na Rua da União, bairro da Boa Vista. Nos meses de verão, saíamos para um arrabalde mais afastado do bulício da Cidade, quase sempre Monteiro ou Caxangá. Para a delícia dos banhos de rio no Capiberibe. Em Caxangá, no chamado Sertãozinho, a casa de meu avô era a última à esquerda. Ali acabava a estrada e começava o mato, com os seus sabiás, as suas cobras e os seus tatus. Atrás de casa, na funda ribanceira, corria o rio, à cuja beira se especava o banheiro de palha. Uma manhã, acordei ouvindo falar de cheia. Talvez tivéssemos que voltar para o Recife, as águas tinham subido muito durante a noite, o banheiro tinha sido levado. Corri para a beira do rio. Fiquei siderado diante da violência fluvial barrenta. Puseram-me de guarda ao monstro, marcando com toquinhos de pau o progresso das águas no quintal. Estas subiam incessantemente e em pouco já ameaçavam a casa. Às primeiras horas da tarde, abandonamos o Sertãozinho. Enquanto esperávamos o trem na Estação de Caxangá, fomos dar uma espiada ao rio à entrada da ponte. Foi aí que vi passar o boi morto. Foi aí que vi uns caboclos em jangadas amarradas aos pegões da ponte lutarem contra a força da corrente, procurando salvar o que passava boiando sobre as águas. Eu não acabava de crer que o riozinho manso onde eu me banhava sem medo todos os dias se pudesse converter naquele caudal furioso de águas sujas. No dia seguinte, soubemos que tínhamos saído a tempo. Caxangá estava inundada, as águas haviam invadido a igreja ...

(Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993, v. único, p. 692)

Nos meses de verão, saíamos para um arrabalde mais afastado do bulício da Cidade, quase sempre Monteiro ou Caxangá.
A frase em que ambos os verbos grifados estão flexionados nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima é:

Alternativas
Q210255 Português
Estão plenamente adequadas a flexão e a correlação entre tempos e modos dos verbos na frase:

Alternativas
Q209373 Português

Atenção:     As questões de números 8 a 15 referem-se ao texto seguinte.

Vivemos na muito alardeada Era da Informação. Por cortesia da internet, temos a impressão de ter acesso imediato a tudo que alguém poderia querer saber. Certamente somos mais bem informados em história, ao menos quantitativamente. Há trilhões e trilhões de bytes circulando no éter – tudo para ser colhido e ser objeto de pensamento.

E é precisamente esta a questão. No passado, nós colhíamos informações não só para saber as coisas. Isso era apenas o começo. Nós também colhíamos informações para convertê-las em alguma coisa maior que fatos e, em última análise, mais útil: em ideias que explicavam as informações. Buscávamos não só apreender o mundo, mas realmente compreendê-lo, que é a função primordial das ideias. Grandes ideias explicam o mundo e nos explicam uns aos outros.

Karl Marx chamou a atenção para a relação entre meios de produção e nossos sistemas sociais e políticos. Sigmund Freud nos ensinou a explorar nossas mentes como meio para compreender nossas emoções e comportamentos. Einstein reescreveu a física. Mais recentemente, Marshall McLuhan teorizou sobre a natureza da comunicação moderna e seu efeito na vida contemporânea. Essas ideias permitiram que nos desprendêssemos de nossa existência e tentássemos responder às grandes e atemorizantes questões de nossas vidas.

Mas se a informação foi um dia um alimento de ideias, na última década ela se tornou sua concorrente. Preferimos conhecer a pensar porque o conhecer tem mais valor imediato. Ele nos mantém "por dentro", nos mantém conectados com nossos amigos e nossa tribo. As ideias são tão etéreas, tão pouco práticas, trabalho demais para recompensa de menos. Poucos falam ideias. Todos falam informação, geralmente informação pessoal.

[Neal Gabler (The New York Times, trad. de Celso M. Paciornik), A22, Internacional. O Estado de S. Paulo, 21 de agosto de 2011, com adaptações] 

No passado, nós colhíamos informações não só para saber as coisas.
O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado acima está na frase:

Alternativas
Q209222 Português
Atenção: A questão refere-se ao texto seguinte.


                                        A dor como destino

              Outro dia, folheando desavisadamente um livro de Schopenhauer (há autores que jamais devemos frequentar desavisadamente...), deparei-me com este trecho: 

             Trabalho, aflição, esforço e necessidade constituem durante toda vida a sorte da maioria das pessoas. De fato: se todos os desejos, apenas originados, já estivessem resolvidos, o que preencheria então a vida humana? Que se transfira o homem a um país utópico, em que tudo cresça sem ser plantado, em que as aves revoem já assadas, e cada um encontre logo sua bem-amada. Ali os homens morrerão de tédio ou se enforcarão; promoverão guerras, massacres e assassinatos para se proporcionarem mais sofrimento do que o posto pela natureza.
           Será mesmo que sofremos porque precisamos? É da nossa natureza ocupar-nos com nossos desejos insatisfeitos, sem os quais vivemos infelizes pela falta de uma causa para viver? Nosso grande poeta Drummond, um schopenhaueriano empedernido, chegou a escrever: “Estamos para doer, estamos doendo". E outro Andrade, o Mário, garantiu-nos: “A própria dor é uma felicidade". 
           De minha parte modestíssima, ouso dizer: se um dia me sentir absolutamente feliz, tentarei não me matar. Talvez também não conte para ninguém, para que não me matem. De inveja. 


                                                                                                                   (Bráulio Ventura, inédito






O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se no plural para preencher de modo correto a lacuna da frase:
Alternativas
Respostas
11041: A
11042: C
11043: C
11044: E
11045: C
11046: B
11047: C
11048: D
11049: A
11050: E
11051: C
11052: B
11053: D
11054: C
11055: A
11056: C
11057: A
11058: A
11059: B
11060: B