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Q4396757 Português
Considerando as regras de pontuação e os sentidos produzidos pelo seu emprego em trechos retirados do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4396755 Português
No trecho “Temos que reduzir urgentemente a queima de combustíveis fósseis, acabar com a conversão de florestas e mudar, de forma geral, nossa relação com a natureza”, retirado do texto, a expressão “de combustíveis fósseis” exerce a função sintática de:
Alternativas
Q4396754 Português
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, a classe gramatical das palavras sublinhadas no trecho a seguir, retirado do texto.

“Fazendo uma conta bem rápida, teríamos três ou quatro anos para limitar o aquecimento, se continuarmos no ritmo atual de emissões”.
Alternativas
Q4396680 Português
Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas


O receio com riscos à privacidade e à proteção de dados pessoais está entre os desafios apontados por 39% das escolas públicas brasileiras que ainda não utilizam programas, sistemas ou plataformas nas atividades de gestão escolar.

O dado é da pesquisa Privacidade e Proteção de Dados Pessoais 2025, divulgada nesta segunda-feira (31) pelo Cetic.br, que produz as estatísticas de referência sobre internet no Brasil. Mas esse receio não se restringe apenas às escolas que ainda não adotaram ferramentas digitais.

Entre as escolas que já adotaram esses sistemas informatizados, a preocupação é ainda maior: 52% citam a privacidade entre os desafios enfrentados. O tema só perde para qualidade dos computadores e do acesso à internet (65%), falta de habilidades dos educadores e de outros funcionários (63%) e falta de integração entre os diferentes sistemas (53%).

A desconfiança, porém, não impediu que os sistemas chegassem. Sistemas de gestão criados pelo governo estão em 92% das escolas públicas, e 79% delas usam plataformas de ensino e aprendizagem. A discussão, portanto, não trava um processo que ainda vai começar, mas convive com um que já está em curso.


MARIN, Jorge. Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas. CNN Brasil, [S. l.], 31 ago. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/privacidade-e-barreira-ao-uso-d e-plataformas-digitais-em-escolas/. Acesso em: 18 set. 2026
 "O receio com riscos à privacidade e à proteção de dados pessoais está entre os desafios apontados por 39% das escolas públicas brasileiras que ainda não utilizam programas, sistemas ou plataformas nas atividades de gestão escolar." Considerando o emprego da crase no trecho acima, analise as asserções a seguir.

I.As duas ocorrências de crase, em 'à privacidade' e em 'à proteção de dados pessoais', estão corretamente empregadas, pois o substantivo 'receio' rege a preposição 'a', fundida ao artigo definido feminino que antecede ambos os substantivos determinados.

PORQUE

II.O substantivo 'receio', quando seguido de complemento, admite regência com a preposição 'a' (receio a algo), de modo que, diante de substantivo feminino determinado por artigo, ocorre a fusão que caracteriza a crase, aplicável de forma independente a cada um dos dois termos coordenados por 'e'.

A respeito das asserções, assinale a alternativa correta
Alternativas
Q4396679 Português
Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas


O receio com riscos à privacidade e à proteção de dados pessoais está entre os desafios apontados por 39% das escolas públicas brasileiras que ainda não utilizam programas, sistemas ou plataformas nas atividades de gestão escolar.

O dado é da pesquisa Privacidade e Proteção de Dados Pessoais 2025, divulgada nesta segunda-feira (31) pelo Cetic.br, que produz as estatísticas de referência sobre internet no Brasil. Mas esse receio não se restringe apenas às escolas que ainda não adotaram ferramentas digitais.

Entre as escolas que já adotaram esses sistemas informatizados, a preocupação é ainda maior: 52% citam a privacidade entre os desafios enfrentados. O tema só perde para qualidade dos computadores e do acesso à internet (65%), falta de habilidades dos educadores e de outros funcionários (63%) e falta de integração entre os diferentes sistemas (53%).

A desconfiança, porém, não impediu que os sistemas chegassem. Sistemas de gestão criados pelo governo estão em 92% das escolas públicas, e 79% delas usam plataformas de ensino e aprendizagem. A discussão, portanto, não trava um processo que ainda vai começar, mas convive com um que já está em curso.


MARIN, Jorge. Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas. CNN Brasil, [S. l.], 31 ago. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/privacidade-e-barreira-ao-uso-d e-plataformas-digitais-em-escolas/. Acesso em: 18 set. 2026
"A discussão, portanto, não trava um processo que ainda vai começar, mas convive com um que já está em curso".
Considerando as relações de sentido estabelecidas no trecho, assinale a alternativa em que a reescrita preserva o sentido original e a correção gramatical.
Alternativas
Q4396678 Português
Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas


O receio com riscos à privacidade e à proteção de dados pessoais está entre os desafios apontados por 39% das escolas públicas brasileiras que ainda não utilizam programas, sistemas ou plataformas nas atividades de gestão escolar.

O dado é da pesquisa Privacidade e Proteção de Dados Pessoais 2025, divulgada nesta segunda-feira (31) pelo Cetic.br, que produz as estatísticas de referência sobre internet no Brasil. Mas esse receio não se restringe apenas às escolas que ainda não adotaram ferramentas digitais.

Entre as escolas que já adotaram esses sistemas informatizados, a preocupação é ainda maior: 52% citam a privacidade entre os desafios enfrentados. O tema só perde para qualidade dos computadores e do acesso à internet (65%), falta de habilidades dos educadores e de outros funcionários (63%) e falta de integração entre os diferentes sistemas (53%).

A desconfiança, porém, não impediu que os sistemas chegassem. Sistemas de gestão criados pelo governo estão em 92% das escolas públicas, e 79% delas usam plataformas de ensino e aprendizagem. A discussão, portanto, não trava um processo que ainda vai começar, mas convive com um que já está em curso.


MARIN, Jorge. Privacidade é barreira ao uso de plataformas digitais em escolas. CNN Brasil, [S. l.], 31 ago. 2026. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/privacidade-e-barreira-ao-uso-d e-plataformas-digitais-em-escolas/. Acesso em: 18 set. 2026
"Entre as escolas que já adotaram esses sistemas informatizados, a preocupação é ainda maior."
Considerando a estrutura sintática do período e sua relação com o contexto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4396662 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância nominal.
Alternativas
Q4396661 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
Alternativas
Q4396660 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula está correto.
Alternativas
Q4396659 Português
Assinale a alternativa em que ocorra discurso indireto.
Alternativas
Q4396658 Português
Algumas marcas linguísticas são características de certos gêneros textuais.

Com base nessa afirmação, faça a correspondência das colunas 1 e 2.

Coluna 1 Exemplos

1. “Na minha visão…”
2. “Na manhã de hoje…”
3. “Primeiro, conecte o cabo ao dispositivo e depois à tomada…”
4. “Prezado(a) Senhor(a)…”
5. “Certa vez…”

Coluna 2 Descrição

( ) Típico de textos instrucionais, cuja finalidade é instruir para uma ação.
( ) A marcação do tempo de um acontecimento é essencial em textos noticiosos.
( ) Pontua o início de uma narrativa, situando o leitor em um tempo indefinido ou passado.
( ) É característico de texto de caráter opinativo, destacando a posição do autor.
( ) Marca de vocativo típico de correspondências.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4396657 Português

Texto 3



Como dois e dois são quatro


sei que a vida vale a pena


embora o pão seja caro


e a liberdade pequena



Ferreira Goulart

Com base no Texto 3, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4396656 Português

Texto 3



Como dois e dois são quatro


sei que a vida vale a pena


embora o pão seja caro


e a liberdade pequena



Ferreira Goulart

Com base no texto 3, os elementos coesivos embora e e (sublinhados) introduzem no texto ideias que expressam, respectivamente: 
Alternativas
Q4396654 Português

Texto 2



Inútil



A gente não sabemos escolher presidente


A gente não sabemos tomar conta da gente


A gente não sabemos nem escovar os dente


Tem gringo pensando que nóis é indigente


Inútil!


A gente somos inútil (4×)



Composição: Roger Moreira / Ultraje a Rigor

Com base no Texto 2, é correto afirmar:
Alternativas
Q4396653 Português

Texto 2



Inútil



A gente não sabemos escolher presidente


A gente não sabemos tomar conta da gente


A gente não sabemos nem escovar os dente


Tem gringo pensando que nóis é indigente


Inútil!


A gente somos inútil (4×)



Composição: Roger Moreira / Ultraje a Rigor

Com base no Texto 2, as ocorrências “a gente não sabemos…” e “a gente somos…” caracterizam-se como uma figura de sintaxe do tipo:
Alternativas
Q4396650 Português
Texto 1

Componente Curricular de Língua Portuguesa


“Considero a produção de textos (orais e escritos) como ponto de partida (e ponto de chegada) de todo o processo de ensino/aprendizagem da língua”


GERALDI, 1993, p. 135.


A escolha da epígrafe acima para abrir este texto tem como primeiro objetivo anunciar um dos principais pressupostos que assumimos neste documento: o ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa, como língua materna, tem o TEXTO como objeto central, que se materializa através das ações de ouvir, falar, ler e escrever. Alinhado a isso, também assumimos a perspectiva enunciativo-dialógica da linguagem anunciada na Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2017, p. 65), o que implica entendê-la como forma de interação, ou seja, lugar no qual os sujeitos se constituem como tal.

O segundo objetivo desta escolha é o de esclarecer que ao defendermos a centralidade do texto na sala aula, também defendemos o rompimento com o modelo tradicional de ensino, focado no estudo descontextualizado da gramática e de seus conceitos. Para isso, propomos um trabalho com a linguagem que favoreça o USO/ REFLEXÃO/USO (BRASIL, 1998), por meio das práticas de linguagem/eixo: leitura/escuta, oralidade, produção de textos e análise linguística/semiótica, incorporando ao cotidiano escolar as tecnologias digitais de informação e comunicação (TDICs) e todas as suas possibilidades de comunicação. Adiante esclarecemos o sentido atribuído a cada uma dessas práticas.

Nada do que anunciamos e defendemos nos parágrafos acima é novo, porque são discussões e escolhas que fazem parte do cenário educacional brasileiro desde meados dos anos de 1980, tanto em documentos oficiais, quanto nos Parâmetros Curriculares Nacionais, como em cursos de formação inicial e continuada para professores de Língua Portuguesa. No entanto, o desafio de transformarmos as aulas em espaços de usos concretos e reais das mais diferentes manifestações linguísticas é sempre atual e urgente.

Assim, não pretendemos trazer à tona concepções e pressupostos já amplamente discutidos há décadas, mas iremos mobilizá-los à medida que formos avançando na exposição desta proposta para o componente de Língua Portuguesa no ensino fundamental - anos iniciais e finais. A organização curricular traz como ponto de partida o que a BNCC normatiza em sua versão final.

O componente de Língua Portuguesa está organizado segundo a BNCC, em cinco campos de atuação: O campo da vida cotidiana, Campo artístico-literário, Campo das práticas de estudo e pesquisa, Campo de atuação na vida pública e Campo jornalístico/midiático). Esses campos de atuação definem os gêneros textuais que se originam nas práticas de linguagem/ eixos: leitura/escuta, oralidade, produção de textos e análise linguística/semiótica.

Diante disto, organizamos o quadro de referência da seguinte forma: Objetivos que versam sobre as principais habilidades de uso/reflexão/uso, relacionando-os aos Objetos de Conhecimentos, que por sua vez, descrevem o quê ensinar e como ensinar. E ainda, os Critérios de avaliação sinalizam aspectos que irão orientar a apreciação dos resultados do processo de ensino-aprendizagem.

Atribuímos os sentidos explicitados acerca das práticas de linguagens/eixos, a seguir,

Oralidade: prática de linguagem que ocorre em situações orais, com ou sem contato face a face (BNCC, 2017);

Leitura/escuta: prática de linguagem que decorre da interação ativa entre leitor/ouvinte/espectador com textos orais, escritos ou multissemióticos e de sua interpretação (BNCC, 2017);

Produção de textos: prática de linguagem relacionada à interação e à autoria de textos orais, escritos ou multissemióticos, com diferentes finalidades e projetos enunciativos (BNCC, 2017);

Análise linguística/semiótica: envolve procedimentos e estratégias (meta) cognitivas de análise e avaliação consciente durante os processos de leitura e produção de textos (BNCC, 2017).

Por conseguinte, essas práticas em sala aula que acontecem de modo articulado e não necessariamente sempre na mesma ordem, promovem ações da linguagem que permitem usá-la ao falarmos ou escrevermos. Por exemplo: ações sobre a linguagem, que ocorrem quando refletimos sobre ela e buscamos entender os aspectos relacionados à forma da língua, esclarecendo dúvidas para melhor empregá-la, garantindo assim, práticas de uso/reflexão/uso.


Disponível em: https://tinyurl.com/CurriculoFundamentalChapeco. Acesso em: 01 ago. 2026, p. 49-50.
Com base no Texto 1, é correto afirmar em relação às expressões sublinhadas que:
Alternativas
Q4396439 Português

Leia o texto I e responda à questão.



TEXTO I



Arte prescrita: médicos passam a recomendar atividades culturais para lidar com depressão e solidão



Imagine sair de uma consulta médica com a prescrição de, assim que possível, visitar um museu, ir ao teatro, ao cinema ou a um show — tudo isso sendo seriamente considerado como uma ferramenta de tratamento. Parece insólito, é verdade, mas a prática começa a ganhar força no Brasil e no mundo e tem até nome. São as “prescrições sociais” que miram na necessidade de conexão com o outro e, portanto, na capacidade da arte (e outras atividades coletivas) de aproximar pessoas, contar histórias, partilhar contextos, entre outros aspectos.


Projetos realizados na Bélgica e na Suíça, por exemplo, permitiam que médicos dessem indicações de visitas a museus para quem passa por desafios de ordem psicológica, da depressão ao burnout, como uma forma de promover o bem-estar.


No Brasil, a conversa sobre atividades artísticas também ocupa as consultas e fazem parte da anamnese (a conversa entre médico e paciente que coleta informações para diagnóstico e tratamento) de diversos psiquiatras.


— A prescrição de atividades culturais entra como uma ferramenta terapêutica adjuvante, ela não substitui medicação — explica Priscila Rocco, psiquiatra e psicoterapeuta do Hospital Sírio-Libanês. — Ela pode colaborar com o alívio do sofrimento psíquico. E, nesse caso, a gente não precisa de um diagnóstico psiquiátrico para oferecer. O nosso foco pode ser aliviar o estresse, por exemplo.


Priscilla explica que um dos ganhos desse tipo de atividade é, basicamente, a manifestação “não verbal” de alguns dos sentimentos. Ou seja, vai além de só incentivar o paciente a sair de casa e dar uma volta, tem a ver com o contato com novas narrativas e interpretações do mundo, da sociedade.



ALIADA NA PREVENÇÃO



Luiz Gustavo Zoldan, psiquiatra e gerente médico da unidade de saúde mental do Einstein, diz ainda que esse tipo de prescrição pode ir além e não só “remediar” diagnósticos de saúde já conhecidos, mas trabalhar na promoção da boa saúde, ou seja, na área da prevenção de problemas psíquicos. 


— São atividades que ajudam a reduzir estresse, desacelerar o ritmo mental, ampliar a percepção de si, do mundo, gerar emoções positivas, que ajudam a contrabalancear emoções negativas — diz. — Isso contribui para o bem-estar emocional de forma concreta, e tem impacto na promoção de saúde e no cuidado de transtornos como depressão e ansiedade.


A prescrição, dizem os especialistas, não pode ser feita de maneira generalista, mas deve levar em consideração experiências anteriores e os gostos do paciente. Ou seja, se a pessoa costumava ir a exposições e em algum momento deixou de ir, é uma ótima ideia voltar ao hábito de visitar museus. Mostras temáticas sobre assuntos como futebol, música e história — quando se conectam com algo que já despertava uma vontade anterior — também são mais do que válidas. Além disso, o vínculo entre médico e paciente também pesa na hora de aderir, ou não, à indicação.


No Reino Unido as chamadas “prescrições sociais” miram ainda em pessoas que estão sozinhas ou se sentem isoladas, além de questões mentais diversas. O serviço abrange atividades culturais como grupos de coral, aulas de dança, visitas a galerias, sessões musicais e ainda abre espaço para atividades como grupos esportivos e práticas onde há contato com a natureza.


Uma das maiores especialistas no tema em todo o mundo, a pesquisadora e professora Jill Sonke, ligada à Universidade da Flórida, conta que ao menos 40 países adotam algum tipo de prescrição social, e a maior parte dessas localidades conta com prescrições de atividades artísticas. O Canadá e o Reino Unido, ela explica, têm avançado rapidamente nesse tipo de prática.


Uma publicação recente da professora Sonke junto a outros pesquisadores, porém, chama atenção ao demonstrar que as atividades culturais têm impactos positivos que vão além dos desafios de ordem mental. Eles podem ser benéficos também para reduzir doenças não transmissíveis, como diabetes e obesidade, que figuram como grandes desafios em termos de saúde global. O estudo — que fez uma revisão de 95 artigos com análises de programas artísticos em 27 países — foi publicado em outubro de 2025 na revista Nature.



REVOLUÇÃO A CAMINHO



Embora ainda exista uma resistência em incluir atividades artísticas como verdadeiras promotoras de saúde, a professora acredita que viveremos uma verdadeira “revolução”, na qual esse tipo de participação se tornará cada vez mais relevante para a saúde individual e coletiva.



ROSÁRIO, Mariana. Arte prescrita: médicos passam a recomendar atividades culturais para lidar com depressão e solidão. O Globo, São Paulo,4 jan.2026. Caderno Saúde

A ideia central do texto é: 
Alternativas
Q4396402 Português
Leia o trecho a seguir. "Após a divulgação do resultado, foram encaminhadas ao setor responsável as solicitações dos candidatos que apresentaram recurso."
Considerando as regras de concordância verbal e nominal da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4396401 Português
Leia o período a seguir: "A população demonstrou confiança nas novas medidas adotadas pela prefeitura."
Considerando a estrutura sintática do período, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4396400 Português
Ansiedade na infância
Especialistas explicam que fobias na infância podem
evoluir para crises de pânico na adolescência e
destacam o papel da genética


A ansiedade na infância merece atenção de pais e cuidadores. Segundo especialistas, muitos transtornos de ansiedade têm início nos primeiros anos de vida e podem evoluir para quadros mais complexos ao longo do desenvolvimento.

De acordo com o psiquiatra Márcio Bernik, chefe do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas da USP, os transtornos de ansiedade frequentemente surgem na infância sob a forma de fobias.

"Geralmente começam com fobias na infância. Depois isso evolui para quadros do tipo crise de pânico, geralmente na adolescência", explicou. Segundo ele, em idades mais avançadas, as preocupações excessivas tendem a aparecer como manifestação predominante do transtorno.

Bernik destacou, porém, que muitas fobias da infância são transitórias e melhoram com o tempo. Para ele, certo grau de ansiedade faz parte dos mecanismos de sobrevivência, sendo necessário para que a criança perceba e evite situações de perigo.

O psiquiatra também ressaltou o forte componente genético do transtorno de pânico. Segundo Bernik, cerca de 70% da variância relacionada à chance de ocorrência da doença tem origem genética.

A neuropsicóloga Maria Alice Fontes explicou ainda que pessoas com ansiedade tendem a concentrar sua atenção no pior evento possível, desenvolvendo o chamado pensamento "tudo ou nada". Esse padrão pode gerar sintomas físicos intensos, como taquicardia e sudorese, além de comprometer significativamente a qualidade de vida.

Assim, em vez de conduzir a rotina normalmente, a pessoa passa a dedicar energia a identificar tudo que pode dar errado. 


Texto resumido e adaptado de:
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/ansiedade-na-infancia-especialista
s-explicam-ao-dr-kalil-indicios/
A partir das informações apresentadas no texto "Ansiedade na infância", é correto afirmar que os especialistas: 
Alternativas
Respostas
61: C
62: C
63: A
64: C
65: D
66: A
67: D
68: B
69: E
70: B
71: A
72: C
73: D
74: E
75: D
76: E
77: A
78: C
79: B
80: A