Questões de Concurso Comentadas sobre pontuação em português

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Q1801107 Português
    Os últimos anos já deixaram uma coisa muito clara para todo o mundo que está prestando atenção nas notícias, nas atitudes e na produção cultural de nosso tempo: nada mais será “estável”, a transformação será constante. Os mais variados aspectos do comportamento humano – da forma como você viaja às escolhas que faz com relação ao trabalho, à alimentação ou uso do próprio tempo – passarão por mudanças nem sempre fáceis de antecipar ou de compreender no primeiro momento. Mas há algumas evidências que já aparecem com contornos claros no horizonte.
    Uma delas é o envelhecimento da população mundial, e da brasileira em especial. Até 2031, teremos 43 milhões de pessoas com mais de 60 anos no Brasil. Pela primeira vez na história, haverá, em nosso país, mais avós do que netos. Mais idosos do que crianças e adolescentes. Diante desse cenário, é fundamental olhar para esse público com respeito e entender que o envelhecimento precisa ser melhor compreendido e, principalmente, tratado de forma mais digna e inteligente no Brasil. Infelizmente, num sinal claro de que temos muito que evoluir, a velhice ainda é vista em grande medida como uma fase de “descarte”. Por mais que continuem reinando no universo midiático expressões como “melhor idade” e imagens de casais de idosos sorridentes usando uniformes de paraquedismo para disfarçar e tentar produzir uma ideia infantil de uma “adolescência eterna”, o fato é que o último trecho das vidas de quem tem a benção de existir por mais tempo costuma ser bastante sofrido por aqui. Administra-se permanentemente um misto de ignorância, sofrimento, esquecimento e desatenção por parte de uma sociedade que, num inominável equívoco, se julga eterna, onisciente e dona da capacidade sobre-humana de se manter jovem e poderosa para sempre. [...]
(KAKINOFF, P. Revista Gol, agosto de 2019.)

A respeito do texto, analise as afirmativas.


I- Entre as mudanças sociais que ocorrerão, encontra-se o envelhecimento da população mundial, processo que não é bem compreendido no Brasil.

II- Denominar a velhice como “melhor idade” ou último trecho das vidas de quem tem a benção de existir por mais tempo constitui sinestesia, recurso estilístico para enfatizar o sentido das expressões.

III- Os travessões no primeiro parágrafo foram utilizados para isolar conteúdo da frase que tem o objetivo de explicitar o que foi dito anteriormente.

IV- As aspas empregadas em “estável” e “descarte” têm a função de destacar que esses vocábulos constituem termos arcaicos, em desuso na língua.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1799239 Português
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.
A correção gramatical do texto seria mantida caso a vírgula empregada logo após “mudou” (ℓ.4) fosse suprimida.
Alternativas
Q1798757 Português

Texto 3

“Nenhum ser humano é uma ilha… por isso não perguntem por quem os sinos dobram. Eles dobram por cada um, por cada uma, por toda a humanidade. Se grandes são as trevas que se abatem sobre nossos espíritos, maiores ainda são as nossas ânsias por luz. (…) As tragédias dão-nos a dimensão da inumanidade de que somos capazes. Mas também deixam vir à tona o verdadeiramente humano que habita em nós, para além das diferenças de raça, de ideologia e de religião. E esse humano em nós faz com que juntos choremos, juntos nos enxuguemos as lágrimas, juntos oremos, juntos busquemos a justiça, juntos construamos a paz e juntos renunciemos à vingança.“ 

Leonardo Boff

“Nenhum ser humano é uma ilha… por isso não perguntem por quem os sinos dobram. Eles dobram por cada um, por cada uma, por toda a humanidade.” A marca característica do discurso moderno nesse segmento do texto 3 é:
Alternativas
Q1797750 Português

Texto CBIA2-I


    Nossos ancestrais dedicaram muito tempo e esforço a tentar descobrir as regras que governam o mundo natural. Mas a ciência moderna difere de todas as tradições de conhecimento anteriores em três aspectos cruciais: a disposição para admitir ignorância, o lugar central da observação e da matemática e a aquisição de novas capacidades.

     A Revolução Científica não foi uma revolução do conhecimento. Foi, acima de tudo, uma revolução da ignorância. A grande descoberta que deu início à Revolução Científica foi a de que os humanos não têm as respostas para suas perguntas mais importantes. Tradições de conhecimento pré-modernas como o islamismo, o cristianismo, o budismo e o confucionismo afirmavam que tudo que é importante saber a respeito do mundo já era conhecido. As antigas tradições de conhecimento só admitiam dois tipos de ignorância. Em primeiro lugar, um indivíduo podia ignorar algo importante. Para obter o conhecimento necessário, tudo que ele precisava fazer era perguntar a alguém mais sábio. Não havia necessidade de descobrir algo que qualquer pessoa já não soubesse. Em segundo lugar, uma tradição inteira podia ignorar coisas sem importância. Por definição, o que quer que os grandes deuses ou os sábios do passado não tenham se dado ao trabalho de nos contar não era importante. 

     [...]

    A ciência de nossos dias é uma tradição de conhecimento peculiar, visto que admite abertamente a ignorância coletiva a respeito da maioria das questões importantes. Darwin nunca afirmou ser “o último dos biólogos” e ter decifrado o enigma da vida de uma vez por todas. Depois de séculos de pesquisas científicas, os biólogos admitem que ainda não têm uma boa explicação para como o cérebro gera consciência, por exemplo. Os físicos admitem que não sabem o que causou o Big Bang, que não sabem como conciliar a mecânica quântica com a Teoria Geral da Relatividade.

    [...] 

    A disposição para admitir ignorância tornou a ciência moderna mais dinâmica, versátil e indagadora do que todas as tradições de conhecimento anteriores.  Isso expandiu enormemente nossa capacidade de entender como o mundo funciona e nossa habilidade de inventar novas tecnologias, mas nos coloca diante de um problema sério que a maioria dos nossos ancestrais não precisou enfrentar. Nosso pressuposto atual de que não sabemos tudo e de que até mesmo o conhecimento que temos é provisório se estende aos mitos partilhados que possibilitam que milhões de estranhos cooperem de maneira eficaz. Se as evidências mostrarem que muitos desses mitos são duvidosos, como manter a sociedade unida? Como fazer com que as comunidades, os países e o sistema internacional funcionem?   

    [...]

    Uma das coisas que tornaram possível que as ordens sociais modernas se mantivessem coesas é a disseminação de uma crença quase religiosa na tecnologia e nos métodos da pesquisa científica, que, em certa medida, substituiu a crença em verdades absolutas.


Yuval Noah Harari. Sapiens: uma breve história da humanidade. 26.º ed. Porto Alegre, RS: L&PM, 2017,p. 261-263 (comadaptações).

No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CBIA2-I, julgue o item subsequente.


Feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas, o ponto final que encerra o segundo período do quarto parágrafo, após “enfrentar”, poderia ser substituído corretamente pelo sinal de dois-pontos, visto que o período subsequente explica o que é o “problema sério” mencionado.

Alternativas
Q1797474 Português

A questão desta prova se relaciona a fatos da cultura popular brasileira; o texto foi particularmente aproveitado para questão de compreensão e interpretação de texto e para a verificação da competência de escrita culta em nossa língua.


Texto 4 – A Quadrilha

“A quadrilha, também conhecida como quadrilha junina, quadrilha caipira ou quadrilha matuta é um estilo de dança folclórica coletiva típica das festas juninas brasileiras. Que acontecem, geralmente, nos meses de Junho e Julho em todas as regiões do Brasil, principalmente no Nordeste. Por isso, as apresentações de quadrilha fazem referências a cultura nordestina, por exemplo, a caracterização do homem do campo, do caipira ou do matuto.

No entanto, a quadrilha é de origem francesa. Dessa forma, a ‘quadrille’ surgiu em Paris, no século XVIII. Ademais, era uma dança de salão composta por quatro casais, no entanto, era uma dança da elite europeia. Antes de chegar à França, a dança pertencia aos ingleses, onde era conhecida como ‘contredanse’, cuja origem vinha dos camponeses no século XIII. Depois, se difundiu por toda Europa.

Em suma, foi trazida ao Brasil, para a cidade do Rio de Janeiro durante o período da Regência, em 1830, logo, se popularizando em todo o país.” (Segredos do Mundo, 01/04/2021. Adaptado)

No primeiro parágrafo do texto 4 há uma série de incorreções gramaticais e textuais. Em cada opção abaixo foi corrigida uma dessas imperfeições; aquela em que foi feita uma correção indevida é:
Alternativas
Q1797463 Português
A questão desta prova se relaciona a fatos da cultura popular brasileira; o texto foi particularmente aproveitado para questão de compreensão e interpretação de texto e para a verificação da competência de escrita culta em nossa língua.

Texto 1

Machado de Assis, em Diálogos e reflexões de um relojoeiro, alude ao Carnaval na seguinte frase: “Carnaval à porta. Já lhe ouço os guisos e tambores. Aí vem o carro das ideias... felizes ideias que durante três dias andais de carro! O resto do ano ides a pé, ao sol ou à chuva, ou ficais no tinteiro, que é ainda o melhor dos abrigos”.
Esse trecho do texto 1 pode ser dividido em dois segmentos, divisão marcada pelas reticências; o segundo segmento mostra a seguinte mudança em relação ao primeiro:
Alternativas
Q1796664 Português
Na frase "Que é que você troxe na marmita, Dito?", o emprego das vírgulas é justificado por isolar/destacar:
Alternativas
Q1796656 Português
Leia o trecho a seguir e responda o que se pede:
"Em matéria de literatura, o Brasil é um país curioso. Parece ter mais autores que leitores, considerando o número de originais que, a cada mês, são remetidos a editores e concursos literários. Essa criatividade é um bom sinal, porém prejudicada pela inflação que obriga os editores a embutirem - no preço de capa - os dois ou três meses de retorno do dinheiro pago pelos livreiros. Assim, os livros ficam proibitivos; a população, mais ignorante; os editores, cautelosos na seleção do que publicar; e os autores, sem incentivo para produzir." (Adaptado de FREI BETTO. O brasileiro lê?. O Dia, 23 de mar. 2001.)
Observando o trecho, indique o sinal de pontuação responsável por separar partes de períodos que já apresentam divisões assinaladas por outro sinal de pontuação:
Alternativas
Q1796654 Português
Leia atentamente o trecho a seguir e responda o que se pede:
"QUEBRAR OS HÁBITOS
Encontro numa folha de papel antiga umas frases em inglês, e de novo vejo que esqueci de anotar o nome do autor. Traduzo: ’Mas os grandes não podem guiar sua vida por você. Você precisará de um novo inventário de suas horas, de uma classificação mais severa do que vale a pena fazer e do que é simples passatempo. Precisará compreender que é frequentemente tão importante quebrar um bom hábito como quebrar um mau. Todos os hábitos são suspeitos’." (FONTE: LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 434.)
Sobre o uso da pontuação, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: CIESP Órgão: CIESP Prova: CIESP - 2021 - CIESP - Veterinário |
Q1795897 Português
Escolha a alternativa em que o texto é apresentado com a pontuação mais adequada:
Alternativas
Q1794391 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação está empregada corretamente, conforme a norma culta da língua portuguesa.
Alternativas
Q1794125 Português



Machado de Assis. Memórias Póstumas de
Brás Cubas. Internet: : <machado.mec.gov.br>.
Com relação ao emprego dos sinais de pontuação no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1794029 Português

Internet:<https://super.abril.com.br/> (com adaptações).

Assinale a alternativa que apresenta a correta reescrita do trecho “É um mundo em que os adultos se preocupam mais em sobreviver do que em inovar” (linhas 25 e 26).
Alternativas
Q1793042 Português
Minha redação do cursinho cruzou o mundo
como se fosse do Verissimo

     Era o meu segundo vestibular para medicina. Estava na minha aula preferida — não pelo tema, mas pelo professor. Valter era o nome dele, um jornalista que decidiu como carreira ajudar adolescentes não só a escrever, mas a pensar. Naquele dia, ele mostrou a imagem de um pêndulo. A ideia era refletir sobre como o equilíbrio nos impede de viver os extremos.
     Por coincidência, a minha redação para aquele assunto já estava pronta. Havia escrito no dia anterior um texto que decidi chamar de “Quase”. Arranquei a folha do meu caderno, dobrei e passei para a frente. Da última fila à primeira, o bilhete chegou até o professor. 
     “Posso ler em voz alta?”, ele perguntou.
    O que aconteceu naquele instante? Nada. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei à mão. Era 2002 e eu ainda demoraria a descobrir que o acaso nem sempre acontece de repente. No meu caso, o destino agiu devagar.
   Quatro anos depois, já na quarta fase da faculdade de medicina, em vez de felicíssima pela oportunidade de ingressar em uma carreira que traz tanto prestígio, eu divertia as minhas colegas com o que escrevia quando estava entediada. Rezava — coisa que eu não faço sempre — por um sinal.
   O universo me respondeu nas páginas do jornal O Globo, na edição de Páscoa, em uma coluna que dizia assim: “Eu gostaria de encontrar o verdadeiro autor do ‘Quase’ para agradecer a glória emprestada e para lhe dar um recado. No Salão do Livro de Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos brasileiros muito bem traduzidos para o francês com uma surpresa: eu estava entre Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e outros escolhidos adivinha com que texto? Em francês, ficou ‘Presque’.”
  Quem me procurava era Luis Fernando Verissimo, a quem a autoria daquele punhado de palavras que saíram de uma sala de aula e se espalharam pelo mundo vinha sendo atribuída. Na semana seguinte, o escritor divulgou o meu nome e, para mim, a história terminava aí.  
   Depois de desfeito o engano, no entanto, passei a receber muitas mensagens de pessoas dizendo que a minha redação tinha mudado as suas vidas, ajudado a continuar ou terminar o casamento, a trocar de trabalho e a escolher uma profissão. “Eu carrego seu texto como um amuleto”, me disseram. 
     O “Quase” foi o meu grande acaso. Eu não sei quais são as chances de uma folha de caderno precisar chegar tão longe para ajudar o próprio autor, mas o que eu sei é que essa chance existe. 
    Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo. Eu, que iria ser médica, me tornei jornalista. Troquei Florianópolis pela Austrália. Incluí na minha família brasileira um amor indiano.
    Ao longo desses anos, o “Quase” virou letra de música, tatuagem, rap na Guiana Francesa, espetáculo de dança, questão de vestibular, de concurso público e até anúncio de funerária. Fez parte das turnês da Ana Carolina e também foi lido pela Ana Maria Braga. O texto tem sido usado em escritórios de psicologia, em teatros de colégio e foi traduzido para diversas línguas espontaneamente. 
    Até hoje eu recebo as mensagens mais amáveis de gente que encontrou força ou conforto nas minhas palavras. O que essas pessoas talvez não saibam é que elas são, genuinamente, a minha maior inspiração.

Sarah Westphal Trabalha com Marketing e mora em Central Coast, na Austrália (Casos do Acaso. Folha de São Paulo, 23/05/2021. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/casos-do-acaso/2021/05/minha-redacao-do-cursinho-cruzou-o-mundo-comose-fosse-do-verissimo.shtml)

“No Salão do Livro de Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos brasileiros muito bem traduzidos para o francês com uma surpresa.” Analise no excerto destacado o emprego da vírgula e assinale a alternativa em que ocorre a pontuação pela mesma regra.
Alternativas
Q1792420 Português

Ética Profissional: o que é e qual a sua importância


A ética profissional é um dos critérios mais valorizados no mercado de trabalho. Ter uma boa conduta no ambiente de trabalho pode ser o passaporte para uma carreira de sucesso. Mas afinal, o que define uma boa ética profissional e qual sua importância? Acompanhe!

A vida em sociedade, que preza e respeita o bem-estar do outro, requer alguns comportamentos que estão associados à conduta ética de cada indivíduo. A ética profissional é composta pelos padrões e valores da sociedade e do ambiente de trabalho que a pessoa convive.

No meio corporativo, a ética profissional traz maior produtividade e integração dos colaboradores e, para o profissional, ela agrega credibilidade, confiança e respeito ao trabalho.

Contudo, há ainda muitas dúvidas acerca do que é ética, por isso, antes de falar sobre ética profissional, é importante entender um pouco sobre o que é ética e qual é a diferença entre ética e moral. Confira:

O que é ética?

A palavra Ética é derivada do grego e apresenta uma transliteração de duas grafias distintas, êthos que significa “hábito”, “costumes” e ethos que significa “morada”, “abrigo protetor”.

Dessa raiz semântica, podemos definir ética como uma estrutura global, que representa a casa, feita de paredes, vigas e alicerces que representam os costumes. Assim, se esses costumes se perderem, a estrutura enfraquece e a casa é destruída.

Em uma visão mais abrangente e contemporânea, podemos definir ética como um conjunto de valores e princípios que orientam o comportamento de um indivíduo dentro da sociedade. A ética está relacionada ao caráter, uma conduta genuinamente humana e enraizada, que vêm de dentro para fora.

Embora “ética” e “moral” sejam palavras usadas, muitas vezes, de maneira similar, ambas possuem significados distintos. A moral é regida por leis, regras, padrões e normas que são adquiridos por meio da educação, do âmbito social, familiar e cultural, ou seja, algo que vem de fora para dentro. 

Para o filósofo alemão Hegel, a moral apresenta duas vertentes, a moral subjetiva associada ao cumprimento de dever por vontade e a moral objetiva que é a obediência de leis e normas impostas pelo meio.

No entanto, ética e moral caminham juntas, uma vez que a moral se submete a um valor ético. Dessa forma, uma ética individual, quando enraizada na sociedade, passa a ter um valor social que é instituído como uma lei moral.

A ética profissional é o conjunto de valores, normas e condutas que conduzem e conscientizam as atitudes e o comportamento de um profissional na organização.

Além da experiência e autonomia em sua área de atuação, o profissional que apresenta uma conduta ética conquista mais respeito, credibilidade, confiança e reconhecimento de seus superiores e de seus colegas de trabalho.

A conduta ética também contribui para o andamento dos processos internos, aumento de produtividade, realização de metas e a melhora dos relacionamentos interpessoais e do clima organizacional.

Quando profissionais prezam por valores e princípios éticos como gentileza, temperança, amizade e paciência, existem bons relacionamentos, mais autonomia, satisfação, proatividade e inovação.

Para isso, é conveniente que se tenha um código de conduta ética, para orientar o comportamento de seus colaboradores de acordo com as normas e postura da organização.

[...]

Cultivar a ética profissional no ambiente de trabalho traz benefícios e vantagens a todos, uma vez que ela proporciona crescimento a todos os envolvidos.


Adaptado de: https://www.sbcoaching.com.br/etica-profissionalimportancia/.

Acesso em: 10 mai. 2021.

1. A ética profissional é composta pelos padrões e valores da sociedade e do ambiente de trabalho que a pessoa convive.

2. A ética está relacionada ao caráter, uma conduta genuinamente humana e enraizada, que vêm de dentro para fora.

Há, em cada um dos trechos anteriores, uma inadequação gramatical. Assinale a alternativa que, respectivamente, designa essas inadequações.

Alternativas
Q1792155 Português


Alberto Luiz Albertin e Rosa Maria de Moura Albertin. A evolução do comércio eletrônico no mercado brasileiroIn: Ministério da Ciência e  Tecnologia (org.). Internet comercial. Brasília: Secretaria de Política de Informática, 2005, v. 1, p. 135‐157 (com adaptações). 

A respeito das estruturas linguísticas do texto, julgue o item.
A correção gramatical será mantida se for inserido travessão duplo no lugar dos parênteses das linhas 2 e 3, com as devidas adaptações de espaçamento.
Alternativas
Q1792093 Português
O texto a seguir refere-se à questão.

Oi, Chico!

Clarice Lispector

      Oh, Chico Buarque, pois não é que recebi uma carta de uma cidade do Rio Grande do Sul, Santa Maria, a respeito de você e de mim? É o seguinte: a moça me lê num jornal de Porto Alegre. E, muito jovem, diz que sente grande afinidade comigo, que eu escrevo exatamente como ela sente. Mas que sua maior afinidade comigo vem do fato de eu ter escrito sobre você, Chico. Diz: "Eu, como você, tenho uma inclinação enorme por ele. Achava eu que esta inclinação (que é motivo de troça de meus amigos) era um pouco de infantilismo meu, talvez uma regressão à infância, mas lendo seus bilhetes descobri que não, que a razão é justamente conforme suas palavras: ser ele altamente gostável e possuir candura. Você também tem candura, que se percebe ao ler uma só linha sua." Ela, Chico, não entendeu que você não é meu ídolo; eu não tenho ídolos. Você para mim é um rapaz de ouro, cheio de talento e bondade. Inclusive fico simplesmente feliz em ouvir quinhentas vezes em seguida "A banda", e um dia desse dancei com um de meus filhos. Mas é só, meu caro amigo. [...] Olhe, moça simpática, sua carta é um amor, e tenho certeza de que Chico ia gostar de você, é impossível não. Pois se Chico tem candura, e você acha que também tenho, você, minha amiguinha, é mil vezes mais cândida do que nós. Mando-lhe um beijo e tenho certeza de que Chico lhe manda outro beijo ― não, não desmaie. [...]

(Texto publicado originalmente no Jornal do Brasil, de 23/03/1968 e, posteriormente, no livro Todas as crônicas, de 2018.
Adaptado de: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15396/oichico). Acesso em: 14 ma. 2021.)
Sobre o excerto “Achava eu que esta inclinação (que é motivo de troça de meus amigos) era um pouco de infantilismo meu [...]”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1792090 Português
O texto a seguir refere-se à questão.

COMO DEFINIR OBJETIVOS QUANDO NÃO SABEMOS O QUE QUEREMOS

Pilar Jericó - 11 MAI 2021

   Somos estimulados a sonhar, a buscar objetivos e a nos orientar em direção ao que desejamos. Às vezes, o problema é que não sabemos o que queremos. É o que tenho observado em muitas pessoas, até em mim mesma. A dúvida aparece quando terminamos uma etapa, como concluir alguns estudos ou finalizar um trabalho. Também surge quando estamos cansados de uma determinada situação, quando temos de nos reinventar devido às circunstâncias ou quando nos deparamos com um fracasso ou um contratempo. [...] Um pequeno exercício de reflexão pode nos ajudar a recuperar sonhos e a definir objetivos que nos animem. Vejamos algumas dicas práticas.
   Primeiro, não devemos confundir nossos sonhos com fantasias. Um sonho é um projeto que nos anima, como estudar algo novo, comprar um carro ou ter um filho. Pode ser mais ou menos ambicioso, mas nos impulsiona a nos esforçar para conseguir realizá-lo. Já uma fantasia é algo que vive em nossa mente, que gostamos de imaginar, mas que, no fundo, sabemos que nunca vamos dedicar muita energia para alcançá-lo. [...] Dar a volta ao mundo, viver nas ilhas paradisíacas do Pacífico ou se tornar diretor de cinema em Hollywood poderiam ser alguns exemplos. Aprender a diferenciar os sonhos das fantasias nos faz ser honestos conosco mesmos e nos alivia da pressão de conseguir estas últimas, das quais, insistimos, não necessitamos. 
   [...] Quando não sabemos o que queremos ou não temos um sonho claro, podemos fazer várias coisas. Por um lado, podemos recuperar sonhos do passado como forma de inspiração. A adolescência é uma época muito frutífera de ideias. Valeria a pena lembrar do que gostávamos ou o que nos animava. O objetivo não é realizar os sonhos ao pé da letra. Talvez tenham ficado um pouco desatualizados ou, simplesmente, sejam impossíveis de alcançar, como se queríamos ser astronautas e agora temos 40 anos. Os velhos sonhos atuam como faróis, não são cartas de navegação, daí a importância de recuperá-los. Retomando o exemplo anterior do astronauta, obtemos informações sobre nós mesmos. Com esse exercício simples, lembramos que gostávamos de aventuras ou de estudar as estrelas. Dessa forma, podemos nos matricular em um curso de astronomia, comprar um telescópio ou acessar os recursos da NASA para conhecer mais a respeito. E você, o que gostava de fazer quando era mais jovem? O que pode extrair daquilo? 
   Outra forma de nos orientarmos é pensar naquilo que não queremos. Talvez este exercício não seja tão atraente quanto imaginar a si mesmo no futuro, mas é um passo válido. O que eu quero parar de fazer? Pode ser no âmbito pessoal ou profissional, como evitar me irritar por alguma coisa, não continuar neste trabalho ou manter uma amizade.
   Quando estamos em uma dúvida profunda sobre o que fazer ou quais são nossos sonhos, temos outra opção: refletir sobre com quem gostaríamos de parecer, mesmo que seja um personagem de ficção. Mais uma vez, isso funciona como farol, mas volta a nos dar pistas sobre nós mesmos. Com este exercício, podemos tirar conclusões que nos ajudem a aterrissar na realidade e a definir objetivos concretos. 

Adaptado de: https://brasil.elpais.com/estilo/2021-05-11/
comodefinir-objetivos-quando-nao-sabemos-o-que-queremos.html.
Acesso em: 14 mai. 2021.
Sobre a utilização da vírgula nos seguintes excertos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1790671 Português
A pontuação é um mecanismo responsável pela textualidade, à medida que estabelece uma relação entre a estruturação sintática e a organização das unidades informacionais. Levando esse fato em consideração, analise as propostas de pontuação aplicadas ao trecho que inicia o texto “A Venezuela às escuras” (Veja, 20/03/19), avaliando a sua adequação.
I- Passar cinco dias sem eletricidade, não é fácil para ninguém; menos ainda para a sofrida população da Venezuela, em meio a uma crise de abastecimento, muitos alimentos se estragaram, doentes morreram nos hospitais, paralisou-se o transporte público, lojas foram saqueadas e os computadores e celulares impedidos de conduzir transações eletrônicas [...] II- Passar cinco dias sem eletricidade não é fácil para ninguém – menos ainda para a sofrida população da Venezuela. Em meio a uma crise de abastecimento, muitos alimentos se estragaram, doentes morreram nos hospitais, paralisou-se o transporte público, lojas foram saqueadas e os computadores e celulares impedidos de conduzir transações eletrônicas [...] III- Passar cinco dias sem eletricidade, não é fácil para ninguém, menos ainda para a sofrida população da Venezuela. Em meio a uma crise de abastecimento muitos alimentos se estragaram, doentes morreram nos hospitais, paralisou-se o transporte público, lojas foram saqueadas e os computadores e celulares impedidos de conduzir transações eletrônicas [...]
Está(ão) CORRETA(s) a(s) versão(ões):
Alternativas
Q1789809 Português

Mulher sofre

Erberth Vêncio




Disponível em https://www.revistabula.com/29542-mulher-sofre/ Acessado em 7/03/2020

Em Fé, menina. (linha 1), a vírgula foi empregada para
Alternativas
Respostas
5941: C
5942: C
5943: C
5944: C
5945: C
5946: B
5947: E
5948: E
5949: C
5950: C
5951: B
5952: C
5953: E
5954: A
5955: A
5956: C
5957: C
5958: D
5959: E
5960: D