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Q4387102 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes produtores de saberes populares e de arte popular."         
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, empregando tempos e modos verbais coerentes com a norma-padrão, sem considerar a diferença semântica.
Alternativas
Q4385554 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular."
Assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho, empregando tempos e modos verbais coerentes com a norma-padrão, sem considerar a diferença semântica.
Alternativas
Q4385552 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento."
Com base na concordância verbal, analise as afirmativas a seguir.
I.O verbo 'poder' está flexionado no plural para concordar com o sujeito composto, formado por três núcleos coordenados.
II.Caso o trecho fosse reescrito como 'A maioria das lendas, cantigas e brincadeiras populares pode reforçar o pertencimento', a concordância estaria de acordo com a norma-padrão.
III.Caso a construção fosse 'pode reforçar o pertencimento a lenda, as cantigas e as brincadeiras...', o verbo estaria corretamente empregado no singular, pois o verbo pode concordar com o núcleo mais próximo.
IV.Se o sujeito fosse reescrito como 'Um conjunto de lendas, cantigas e brincadeiras populares', a concordância no singular ('pode') estaria em conformidade com a norma-padrão.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4385551 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente."
Considerando os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, julgue as afirmativas a seguir.
I.O pronome 'isso' retoma cataforicamente o conteúdo apresentado na oração seguinte, antecipando a ideia de que os povos indígenas e quilombolas são historicamente presentes.
II.O pronome "esses" estabelece referência anafórica às culturas indígenas e quilombolas mencionadas no contexto, cuja condição histórica é posteriormente reafirmada pela expressão "São povos historicamente presentes".
III.A oração 'São povos historicamente presentes...' estabelece uma relação de contraposição com a ideia anteriormente apresentada, equivalente ao sentido introduzido pela conjunção 'mas', ao reafirmar a presença contemporânea dos povos indígenas e quilombolas.
IV.O pronome relativo 'que', em 'que vivenciamos', estabelece coesão referencial ao retomar o termo 'desafios', mencionado anteriormente, e exerce a função de objeto direto do verbo 'vivenciar'.
É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4385550 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Dia do Folclore: entenda importância das tradições populares na educação


O Dia do Folclore é celebrado internacionalmente no dia 22 de agosto. No Brasil, a data tem o objetivo de garantir a preservação do folclore brasileiro, além de incentivar o estudo das tradições.


O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras. Mas, além de reforçar todas as tradições, esses conhecimentos também podem ser inseridos na educação.


Thaís Ciardella, coordenadora pedagógica na Roda Educativa, explica que o Dia do Folclore é uma oportunidade de abordar a diversidade cultural no planejamento escolar de uma maneira mais ampla, crítica e contextualizada.


"O mais potente é a comunidade escolar se colocar para identificar quais são os conhecimentos, quais são as manifestações culturais do próprio território, como cantigas, narrativas populares, manifestações culturais. É um saber tradicional; tudo isso pode ser objeto de pesquisa, de análise, de produção artística, de reflexão", avalia a coordenadora.


Ciardella reitera a necessidade de valorizar a história, a cultura afro-brasileira e indígena, dialogando com o que a própria legislação brasileira exige.


"É possível refletir sobre os diferentes saberes, sobre as diferentes linguagens, sobre a investigação sobre o território. E isso dialoga com o desenvolvimento integral e a valorização dos saberes ancestrais", afirma. Para a especialista, é preciso assumir o compromisso com a transmissão de saberes populares de uma geração para outra.


Ao analisar os efeitos de uma prática pedagógica que aplique os conhecimentos folclóricos, a especialista aponta que lendas, cantigas e brincadeiras populares podem reforçar o pertencimento.


"Essas expressões culturais vão permitindo que crianças, jovens e adultos se sintam pertencentes e produtores de saberes populares e de arte popular", explica.


Segundo Thaís Ciardella, a escola é o espaço para dialogar sobre todas as culturas. "Quando a gente fala das diversidades culturais, das histórias populares, dos saberes populares, a gente usa a identidade cultural do Brasil, mas a gente também usa a de outros países para valorizar as múltiplas culturas e identidades", detalha ela.


A coordenadora pedagógica explica que diferentes grupos sociais produzem folclore e culturas populares no Brasil contemporâneo. Por isso, é preciso ouvir reconhecer essas diversidades.     


"No caso das culturas indígenas e quilombolas, isso é especialmente importante para não reforçar no imaginário dos estudantes que esses são povos do passado. São povos historicamente presentes, com produções e lutas contemporâneas em meio aos desafios que vivenciamos para estruturar a sociedade brasileira no tempo presente", defende Ciardella.


A educadora ressalta que o ensino sobre saberes tradicionais e diversidade não se restringe a uma única data. "A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) assegura esse tipo de formação, com um currículo articulado que contemple os saberes dos povos indígenas, das comunidades quilombolas e das comunidades tradicionais", pontua Thaís Ciardella.


A coordenadora pedagógica também lembra que o ensino sobre culturas populares não precisa ser restrito à educação infantil. "Isso pode aparecer em todas as etapas educacionais. Mais importante do que celebrar a data é garantir que esses diferentes saberes, manifestações e produções culturais façam parte da sociedade brasileira, que estejam presentes no currículo ao longo de todo ano", finaliza ela.


DIA do Folclore: 5 razões para as escolas celebrarem a data [adaptado]. CNN Brasil, [S. l.], 22 ago. 2025. Educação. Disponível em:

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/dia-do-folclore-5-razoes-para-a s-escolas-celebrarem-a-data/. Acesso em: 20 ago. 2026.   

"O dia costuma retomar elementos da cultura popular brasileira: danças, ritmos, festas e lendas tradicionais, como as do Saci-Pererê, do Curupira, da Iara e do Boto-cor-de-rosa, entre outras."
Considerando o emprego do hífen em palavras compostas, analise as assertivas a seguir.
I.O vocábulo 'cor-de-rosa' exemplifica uma exceção à regra geral das locuções substantivas, que, em regra, não são hifenizadas.
PORQUE
II.Locuções substantivas comuns, como 'cor de vinho' e 'café com leite', não recebem hífen; contudo, 'cor-de-rosa' é registrada como exceção consagrada pelo uso, mantendo o hífen mesmo após o Novo Acordo Ortográfico.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4384896 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação

Nota técnica do Todos Pela Educação analisa os resultados do Brasil em Leitura, Matemática e Ciências, desempenho em relação à média da OCDE e aos países vizinhos da América Latina, e desigualdades socioeconômicas e territoriais.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira, 8, os resultados da edição 2025 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A avaliação internacional analisa o desempenho de estudantes de 15 anos em Leitura, Matemática e Ciências. Neste ano, 91 países e/ou economias, incluindo o Brasil, participaram da avaliação.
A nota técnica "O desempenho brasileiro no Pisa 2025", elaborada pelo Todos Pela Educação e disponível para download, mostra que o Brasil permaneceu estável em relação à edição de 2022, em um cenário internacional que registrou, no mesmo período, queda. Em Leitura (408 pontos) e Matemática (377 pontos), o país teve redução de dois pontos na média. Em Ciências (409 pontos), por sua vez, houve aumento de seis pontos. Nesta edição, 30.140 estudantes de 1.053 escolas brasileiras participaram da avaliação.
Entre os principais pontos destacados pela nota técnica está a desigualdade de aprendizagem. No Brasil, 72% dos estudantes estão abaixo do nível mínimo de proficiência em Matemática (a média da OCDE é de 35%); 52% estão abaixo do nível desejado em Ciências (a média da OCDE é de 26%); e 51% dos alunos não atingiram o patamar mínimo de Leitura (a média da OCDE é de 31%).
O desempenho do Brasil no Pisa em relação aos países vizinhos da América Latina também faz parte da análise. O resultado brasileiro permaneceu basicamente estável no decênio, enquanto os países vizinhos e a OCDE apresentaram queda no desempenho. A queda no patamar de desempenho da OCDE é puxada principalmente por uma redução no número de estudantes que alcançam resultados mais avançados no exame.
A análise ainda revela fortes desigualdades por nível socioeconômico nos resultados. No Brasil, entre os estudantes mais pobres, 89% têm baixo desempenho em Matemática, 70% em Ciências e 67% em Leitura, percentuais muito superiores aos observados entre os mais ricos. Por outro lado, praticamente não há estudantes entre os mais pobres desempenhando em alto nível em nenhum dos domínios avaliados.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação. [S. l.], 14 abr. 2025. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/todos-pela-educacao-analisaprojeto-de-lei-do-novo-plano-nacional-de-educacao/. Acesso em: 18 set. 2026.
"No Brasil, 72% dos estudantes estão abaixo do nível mínimo de proficiência em Matemática (a média da OCDE é de 35%); 52% estão abaixo do nível desejado em Ciências (a média da OCDE é de 26%); e 51% dos alunos não atingiram o patamar mínimo de Leitura (a média da OCDE é de 31%)."
Considerando a concordância verbal empregada no trecho acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4384894 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação

Nota técnica do Todos Pela Educação analisa os resultados do Brasil em Leitura, Matemática e Ciências, desempenho em relação à média da OCDE e aos países vizinhos da América Latina, e desigualdades socioeconômicas e territoriais.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira, 8, os resultados da edição 2025 do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). A avaliação internacional analisa o desempenho de estudantes de 15 anos em Leitura, Matemática e Ciências. Neste ano, 91 países e/ou economias, incluindo o Brasil, participaram da avaliação.
A nota técnica "O desempenho brasileiro no Pisa 2025", elaborada pelo Todos Pela Educação e disponível para download, mostra que o Brasil permaneceu estável em relação à edição de 2022, em um cenário internacional que registrou, no mesmo período, queda. Em Leitura (408 pontos) e Matemática (377 pontos), o país teve redução de dois pontos na média. Em Ciências (409 pontos), por sua vez, houve aumento de seis pontos. Nesta edição, 30.140 estudantes de 1.053 escolas brasileiras participaram da avaliação.
Entre os principais pontos destacados pela nota técnica está a desigualdade de aprendizagem. No Brasil, 72% dos estudantes estão abaixo do nível mínimo de proficiência em Matemática (a média da OCDE é de 35%); 52% estão abaixo do nível desejado em Ciências (a média da OCDE é de 26%); e 51% dos alunos não atingiram o patamar mínimo de Leitura (a média da OCDE é de 31%).
O desempenho do Brasil no Pisa em relação aos países vizinhos da América Latina também faz parte da análise. O resultado brasileiro permaneceu basicamente estável no decênio, enquanto os países vizinhos e a OCDE apresentaram queda no desempenho. A queda no patamar de desempenho da OCDE é puxada principalmente por uma redução no número de estudantes que alcançam resultados mais avançados no exame.
A análise ainda revela fortes desigualdades por nível socioeconômico nos resultados. No Brasil, entre os estudantes mais pobres, 89% têm baixo desempenho em Matemática, 70% em Ciências e 67% em Leitura, percentuais muito superiores aos observados entre os mais ricos. Por outro lado, praticamente não há estudantes entre os mais pobres desempenhando em alto nível em nenhum dos domínios avaliados.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Todos Pela Educação analisa projeto de lei do novo Plano Nacional de Educação. [S. l.], 14 abr. 2025. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/todos-pela-educacao-analisaprojeto-de-lei-do-novo-plano-nacional-de-educacao/. Acesso em: 18 set. 2026.
"Entre os principais pontos destacados pela nota técnica está a desigualdade de aprendizagem."
Considerando a análise sintática do trecho acima, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4384836 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.
Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.
Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030.
A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 
"A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção."
O vocábulo 'socioeconômico' está corretamente grafado sem hífen. Assinale a alternativa que também apresenta todos os vocábulos grafados corretamente, com ou sem hífen.
Alternativas
Q4384835 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados

O Brasil superou a meta de alfabetização estabelecida para 2025, com 66% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental, segundo o Indicador Criança Alfabetizada (ICA), divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira (23). O resultado confirma uma trajetória de avanço iniciada em 2023 e reflete o esforço coordenado entre União, estados e municípios na implementação de políticas voltadas à alfabetização. O Todos Pela Educação fez uma nota detalhando os resultados.
Apesar do resultado positivo, ainda há desafios relevantes. Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens. Além disso, o nível considerado como alfabetização no país ainda é inicial, o que coloca como próximo passo elevar a qualidade da aprendizagem.
Os dados também mostram avanços na maioria dos estados: 25 unidades da federação registraram crescimento no indicador, e 20 atingiram a meta para 2025, sendo que 18 a superaram. Paraná e Goiás passaram a integrar o grupo de estados com 80% de crianças alfabetizadas, patamar projetado nacionalmente para 2030.
A nota também reforça que a ausência de dados desagregados por raça/cor e nível socioeconômico segue como um ponto de atenção, limitando a compreensão sobre como os avanços estão distribuídos entre diferentes grupos de estudantes.

TODOS PELA EDUCAÇÃO. Alfabetização no Brasil avança e supera meta: esforços por aprendizagem e equidade devem ser ampliados. [S. l.]: Todos Pela Educação, [s. d.]. Disponível em: https://todospelaeducacao.org.br/noticias/alfabetizacao-no-brasil-avanc a-e-supera-meta-esforcos-por-aprendizagem-e-equidade-devem-ser-a mpliados/. Acesso em: 18 set. 2026. 
"Cerca de 34% das crianças concluem o 2º ano sem estarem alfabetizadas, o que reforça a necessidade de estratégias de recomposição das aprendizagens."
Considerando a regra de concordância verbal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4384109 Português
Analise o trecho a seguir retirado do texto:

“Na avaliação da Amib, o quadro decorre, possivelmente, da carga horária de trabalho elevada, da exposição constante a situações críticas, incluindo a precariedade da infraestrutura, e da demanda crescente da população por cuidados diante de uma rede de cobertura limitada”.

Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação dos vocábulos sublinhados “possivelmente”, “críticas”, “precariedade” e “e”. 
Alternativas
Q4384108 Português
Em relação ao trecho retirado do texto “Em nota, a Amib avaliou que os achados sugerem um quadro de grande vulnerabilidade”, qual é a finalidade do emprego da vírgula após a expressão “Em nota”? 
Alternativas
Q4384107 Português

Analise o trecho a seguir retirado do texto:



“Ainda de acordo com o estudo, a baixa satisfação com a atividade desempenhada, apontada por 46,4% dos entrevistados, segue o mesmo patamar proporcional daqueles que indicaram altos níveis de esgotamento mental”.



Em relação à forma verbal “segue”, qual é a classificação do sujeito da oração? 

Alternativas
Q4384106 Português

Para responder à questão, considere o seguinte trecho retirado do texto:




“Além disso, 46,4% desses profissionais relatam baixo grau de satisfação com suas atividades”.

Assinale a alternativa que apresenta a expressão que exerce a função sintática de objeto direto da forma verbal “relatam”. 
Alternativas
Q4384105 Português

Para responder à questão, considere o seguinte trecho retirado do texto:




“Além disso, 46,4% desses profissionais relatam baixo grau de satisfação com suas atividades”.

Em relação ao emprego da expressão “Além disso”, utilizada no primeiro parágrafo do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4383280 Português

Complete a frase corretamente com r e rr, depois assinale a alternativa CORRETA.


O estudante esqueceu a bo___acha em cima da cartei___a.

Alternativas
Q4383279 Português
Marque com X a sequência de palavras DIFERENTES. 
Alternativas
Q4383277 Português
Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE a palavra FE__ADURA:
Alternativas
Q4383276 Português
Marque com X a palavra que é um nome de uma fruta: 
Alternativas
Q4383275 Português
Marque um X na palavra que está faltando uma letra R: 
Alternativas
Q4383273 Português
Nas frases, o ponto de interrogação é utilizado para fazer perguntas. Marque com X a frase em que aparece o ponto de interrogação. 
Alternativas
Respostas
401: A
402: C
403: D
404: C
405: D
406: A
407: D
408: A
409: D
410: D
411: B
412: A
413: D
414: C
415: C
416: B
417: A
418: C
419: C
420: B