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Q3581519 Português

Duas receitas para não jogar banana no lixo


    Que atire a primeira casca quem nunca jogou uma banana fora. Nos dias quentes, as manchas pretas surgem a toque de caixa e a banana que um dia foi amarela se manifesta na fruteira como quem diz: “Me coma, por favor”. Pontos pretos na casca são um bom sinal, a fruta está madura. Se os pontos se juntarem e formarem manchas, é preciso agir com urgência e encontrar o melhor caminho da banana até o estômago antes que seja tarde demais.

    Comer a fruta crua pode não ser a melhor opção, pela textura e o sabor já comprometidos. Que tal transformar a banana numa rosquinha ou então numa espécie de sorvete? O sorvete é o ideal, não só para refrescar mas para aqueles momentos em que não conseguimos atender ao clamor do cacho de bananas que passou do ponto. Basta descascar, cortar a fruta em rodelas, congelar e depois bater no processador de alimentos até virar um creme — creme não, sorvete!

    Embora essa seja uma “receita” de um ingrediente só, podemos adicionar outras frutas congeladas e preparar variações deliciosas com morango, manga, mamão, uva, kiwi. Coberturas como o melado de cana, amendoim ou castanha de caju triturados (xerém), granola e frutas secas também são bem-vindas. As crianças adoram. E os adultos também! Já provou o sorvete e quer algo diferente para dar vida às bananas?

    Experimente então amassá-las, adicionar coco ralado e assar no formato de rosquinhas. Com a banana bem madura, não é necessário adoçar, o que é, mais uma vez, perfeito para oferecer às crianças. Quando fazemos em casa adicionamos também um fio de chocolate 70% por cima, fica irresistível. A receita não tem segredo nenhum e pode ser feita de modo intuitivo.



Fonte: Folha de São Paulo, 11 de fevereiro de 2023, 

Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal do termo em destaque no período: As crianças adoram.
Alternativas
Q3579089 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal da forma em destaque no período: Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.
Alternativas
Q3575430 Português
Verbo é uma palavra passível de conjugação (por isso, sofre flexão). Nos verbos regulares, por exemplo, há uma parte invariável (chamada de radical) e uma variável (chamada de desinência). Estas é que se flexionam, a fim de indicar modo, tempo, número e pessoa.

Nesse contexto, marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q3573434 Português

Sobre o período: "Acredite que você é um usuário da língua portuguesa que se impõe pelo discurso brilhante, isto porque dentro de você existe um ser humano forte, comprometido com seus propósitos profissionais. Continue assim mesmo". (Grifo do elaborador) − marque a alternativa com a análise incorreta.

Alternativas
Q3573425 Português

A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA MATERNA NOS DIAS ATUAIS


(1º§) A Língua materna desempenha um papel fundamental na vida das pessoas, pois é a janela para os nossos primeiros significantes e para a relação com o meio, o que vai conferir com o seu desenvolvimento um sentimento de identidade e pertença a uma comunidade e às áreas geográficas que partilham a mesma forma de comunicação.


(2º§) Ser capaz de aprender ou dominar idiomas adicionais representa um grande salto para as pessoas que o dominam, pois nos permitirão explorar com mais facilidade a janela que outras culturas representam e sua integração com nosso ambiente e oportunidades.


(...)


(3º§) A Língua Materna, ou a Primeira Língua (L1), não é, necessariamente, a língua da mãe, nem a primeira língua que se aprende, tampouco trata de apenas uma língua. Normalmente, é a língua que aprendemos primeiro e em casa, através dos pais e familiares, também é frequentemente a língua da comunidade.


(4º§) Língua materna é chamada de idioma materno, língua nativa ou primeira língua (L1). Língua materna é aquela falada no país em que a pessoa nasceu e aprendeu a falar.


(5º§) A expressão língua materna provém do costume em que as mães eram as únicas a educar os seus filhos na primeira infância, fazendo com que a língua da mãe seja a primeira a ser assimilada pela criança, condicionando seu aparelho fonador àquele sistema linguístico.


Glossário: "Pertença" é substantivo feminino que significa aquilo que faz parte de algo, propriedade, atribuição, domínio particular de um ofício, cargo ou setor, ou qualquer coisa que está ligada à utilização de outra como complemento ou acessório. (Pertença - Dicio, Dicionário Online de Português)


(O que é língua materna e por que é tão importante? | Berlitz) − (Adaptado) - (Acesso 06.10.2023)

Marque a alternativa que apresenta a transposição correta da frase: "A Língua materna desempenha um papel fundamental na vida das pessoas" − para a voz passiva analítica.

Alternativas
Q3571302 Português

Leia o texto para responder à questão.


Por que a moeda brasileira se chama real?


    “Real”, no sentido de realeza, era a moeda adotada por Portugal e suas colônias desde a época das Grandes Navegações – o plural era “réis”, de onde vem a expressão “conto de réis”, que equivale a um milhão de réis. No Brasil, o Real português vigorou dos tempos coloniais até 1942, no auge do Estado Novo de Getúlio Vargas.

    Àquela altura, a inflação já tinha comido tanto o valor do velho real que a unidade básica da economia era o "mil reais" – "miréis" na fonética daqueles tempos. Getúlio, então, instituiu uma nova unidade monetária, o cruzeiro – este um nome 100% nacional, referindo-se ao Cruzeiro do Sul, a constelação mais distinta do nosso hemisfério. E cada cruzeiro valia mil reais.

    A partir dali, porém, a inflação só fez acelerar. Nos 25 anos entre 1942 e 1967, tivemos inflação de pelo menos 2 dígitos em 23. O "mil cruzeiros" já era a nova unidade monetária. A Ditadura Militar, então, mandou cortar três zeros. Surgia o Cruzeiro novo.

    Mas faltou combinar com as nossas equipes econômicas. A Ditadura seguiu imprimindo dinheiro para encher o país de obras. O Banco do Brasil, para você ter uma ideia, tinha o poder de fabricar moeda. Se o governo precisasse de dinheiro para fazer uma hidrelétrica, ou para pagar o espumante das festas, pedia para o Banco do Brasil imprimir notas, pagava tudo, e beleza. O que podia dar errado?

    Tudo, claro. Quando você enche a praça de dinheiro, o próprio dinheiro vira carne de vaca. Perde valor. A essa perda de valor, você sabe, damos o nome de "inflação".

    E a inflação saiu dos dois dígitos. Foi para três – mais de 100% ao ano. Hora de mudar a moeda de novo.

    Em 1986, o governo Sarney aposentava o cruzeiro e inaugurava o "cruzado". Como estamos falando de nome de moeda aqui, vale um adendo. "Cruzado" era a moeda de prata que Portugal usava na época das Grandes Navegações. Nisso, a equipe de Sarney encarregada de dar nome à nova moeda matava dois coelhos. Usava um nome com estofo histórico e que, ao mesmo tempo, não soava alienígena, já que lembrava a denominação da moeda anterior.

    E aí... Bom, os desmandos financeiros do Estado seguiam de vento em popa. Em 1987 a inflação chegou perto de 500%. Em 1988, passou de 1.000%. Em 1989, roçou os 2.000%.

    Hora de trocar de moeda de novo. Chegava o cruzado novo. Em 1990, Fernando Collor assumiu e determinou que o cruzado novo voltasse a se chamar "cruzeiro" – por questões estéticas e para deixar seu glorioso confisco à poupança mais didático. Os cruzeiros circulariam livremente; os "cruzados novos" ficariam retidos. Só uma baboseira linguística para fazer com que o pior plano econômico da história do país parecesse menos patético do que era de fato.

    Por essas e outras, Collor acabou saindo. Deixou no lugar o vice Itamar Franco e uma inflação que, em 1993, chegaria ao seu maior valor histórico: 2.477%.

    Itamar, que entendia tanto de economia quanto de penteado, propôs a seu ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, "prender o Abílio Diniz e congelar os preços" – Abílio, então dono da rede de supermercados Pão de Açúcar deveria ser preso, na cabeça do então presidente, para deixar de aumentar preços – como se quem criasse inflação fosse quem comercializa produtos, e não quem imprime moeda.

    Em 1994, enfim, a equipe de FHC lançou o Plano Real. Não foi um simples corte de zeros. Houve um trabalho que envolveu saneamento das contas públicas, com cortes violentos de gastos (de modo a controlar a própria emissão de moeda), e, mais tarde – a partir de 1999 –, com a adoção do regime de "metas de inflação". Grosso modo, esse regime diz que, se a inflação subir além de um patamar aceitável, deve-se aumentar os juros básicos da economia. Juros altos freiam o consumo e os financiamentos bancários. Isso esfria a economia. Passa a circular menos moeda, e o valor do dinheiro se mantém. É por isso que, desde a década de 1990, o risco de hiperinflação caiu a zero.

    Por que o "real" ganhou esse nome? Por que ele matava dois coelhos também. Tem fundo histórico, já que é o nome da moeda anterior ao cruzeiro, e remete à ideia de uma moeda com "valor real".


Disponível em https://www.instagram.com/p/CopyL_dgJIj/

Assinale a alternativa que apresenta um verbo conjugado no Pretérito Imperfeito do Indicativo. 
Alternativas
Q3571284 Português

Considerando a descrição de Cegalla sobre classes de palavras, empregos e flexões, analise as assertivas abaixo:



I. Artigo é uma palavra que antepomos aos substantivos para dar aos seres um sentido determinado ou indeterminado; indica, ao mesmo tempo, o gênero e o número dos substantivos, dos adjetivos e dos advérbios.


II. Entre os pronomes pessoais, incluem-se os pronomes de tratamento, também chamados formas de tratamento, usados no trato com as pessoas. Dependendo da pessoa a quem nos dirigimos, do seu cargo, título, idade e dignidade, o tratamento será familiar ou cerimonioso.


III. No que tange à formação, os tempos verbais dividem-se em primitivos e derivados. São primitivos o presente do infinitivo pessoal, o presente do subjuntivo e o pretérito imperfeito do indicativo.



Quais estão corretas?

Alternativas
Q3570795 Português
Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano


As ondas de calor no verão europeu de 2022, de magnitude semelhante às que se repetem agora naquelas latitudes, foram responsáveis pela morte de cerca de 61.600 pessoas entre o final de maio e o início de setembro do ano passado, a maioria idosos e mulheres. Essa foi a principal conclusão de um artigo publicado em julho de 2023 na revista científica Nature Medicine.

A população dos países mediterrâneos foi a mais atingida. Apenas na Itália e na Espanha houve, respectivamente, 18 mil e 11.300 óbitos, segundo o estudo. "O Mediterrâneo é afetado pelo processo de desertificação. As ondas de calor são amplificadas no verão somente por causa dessas condições mais secas", disse à agência de notícias Reuters o climatologista espanhol Joan Ballester, do Instituto de Saúde Global de Barcelona, autor principal do estudo.

Mas na Alemanha, país de clima temperado, o impacto do calor também foi expressivo: 8.100 habitantes sucumbiram a temperaturas que bateram na casa dos 40 graus Celsius (°C).

O número de mortes na Europa, uma das áreas mais ricas do planeta, impressiona por causa de episódios de calor intenso. Não se pode esquecer que a região tem uma população com expressiva proporção de pessoas com mais de 65 anos, mais vulneráveis às variações de temperatura e historicamente preparada e acostumada a lidar com os rigores do frio − não com o ar sufocante e incêndios florestais de verões tórridos. A quantidade de óbitos globais anuais associados a variações extremas de temperatura, tanto para cima como para baixo da zona de maior conforto térmico para o ser humano (de 22 a 26 °C), é da ordem de milhões e coloca os números de vítimas fatais no verão europeu sob outra perspectiva.






Não há consenso sobre o total de óbitos em todo o mundo associados a alterações bruscas ou expressivas de temperatura. Estudos com diferentes metodologias atribuem um número distinto de óbitos à dança dos termômetros. Artigo publicado em 2021 na revista Lancet Planet Health calculou que 5 milhões de pessoas morram anualmente devido a variações térmicas bruscas ou expressivas. O número equivale a 9,5% de todos os óbitos globais. Pouco mais de três quartos das vítimas fatais moram na Ásia ou na África. Cerca de 10% das mortes se dão em razão do calor excessivo e 90% devido ao frio.

Outro estudo epidemiológico, coordenado por um grupo do Instituto de Métrica da Saúde e Avaliação, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, calculou em quase 1,7 milhão as vítimas fatais em todo o mundo de extremos de temperatura em 2019. O trabalho saiu no periódico Lancet em agosto de 2021. O artigo estimou em aproximadamente 17.300 as mortes anuais por variações térmicas no Brasil, dois terços delas associadas ao frio e um terço ao calor.

Um terceiro levantamento ainda mais recente, publicado em maio do ano passado novamente na Lancet Planet Health , calculou que, entre 2000 e 2019, pouco mais de 1,7 milhão de pessoas perderam a vida por ano em razão de variações significativas de temperatura. O estudo foi coordenado por uma equipe australiana da Universidade Monash. Independentemente de qual trabalho esteja mais perto da realidade, um ponto central e comum é que calor ou frio em demasia mata aos milhões.

Para o médico patologista Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), coautor dos dois estudos publicados na Lancet Planet Health , a área de saúde pública precisa considerar a previsão climática como uma das variáveis que influenciam sua prática. "Há tempos, a agricultura se planeja em função das variações do clima, se vai chover mais ou menos, se vai estar mais quente ou frio", diz Saldiva. "Precisamos fazer isso também."

Ele cita um exemplo do que ocorre na capital paulista. Nas jornadas mais quentes, aquelas que entram na casa dos 2% dos dias mais tórridos de um ano, há um aumento de 50% no número de mortes em São Paulo. Em vez de 200 óbitos diários, ocorrem 300. As pessoas podem ter um mal-estar súbito devido às altas temperaturas, acompanhadas, às vezes, de baixa umidade e quase sempre de altas doses de poluição atmosférica.

As condições térmicas adversas interferem no metabolismo do corpo humano. Alteram as funções cardiovascular, renal e de controle da pressão arterial, além dos níveis de hormônios como o cortisol e o da tiroide. Os vasos periféricos se dilatam, podem ocorrer tonturas, o coração passa a bater mais forte. "Os idosos e as crianças são os mais expostos a essa situação", diz o patologista. Os óbitos são a perda mais extrema diante de um grande desconforto térmico. Há, ainda, impactos mais sutis, que afetam de forma menos acentuada a qualidade de vida.


Retirado e adaptado de: PIVETTA, Marcos. Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: voocar-55-mmihhoe-de-mmorres-poraano/ iacoes-de-temperaturas-podem-provocar-5-milhoes-de-mortes-por-ano/ Acesso em: 01 set., 2023.

Analise o título do texto:

Variações de temperaturas podem provocar 5 milhões de mortes por ano

Agora, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão em destaque sem prejuízo de sentido: 

Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570625 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Analise: “É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores.” E assinale a alternativa que apresenta a conjugação correta do verbo “fazer”, caso a conjunção “ou” fosse substituída por “e”. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570621 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
O uso de verbos no Futuro do Pretérito do Modo Indicativo indica que
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR Provas: Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Administrador | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fisioterapeuta | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Fonoaudiólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Analista de Sistemas | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Arquiteto e Urbanista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Biólogo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Cirurgião Dentista | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Agrônomo | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Civil | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Engenheiro Florestal | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Médico Auditor | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor 20H | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Professor de Teatro | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Químico Ambiental | Instituto UniFil - 2023 - Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3570618 Português
Leia o texto para responder a questão.


É possível uma moeda só?

Sonho dos viajantes compulsivos, a moeda única pode diminuir cada vez mais as barreiras geográficas, só que questões culturais e econômicas podem jogar a ideia no ralo


Por Augusto Decker e Pedro Borg  


    Sim: Com a integração crescente dos sistemas financeiros, é possível imaginar uma moeda única ou regional, como é o euro hoje.

    Por que sim?

    A ideia de uma moeda única vem sendo defendida como uma maneira de transformar a tendência de integração financeira internacional em realidade, uma vez que hoje a economia trabalha quase sem fronteiras. Seria um cenário dos sonhos para viajantes compulsivos, já que as tediosas idas às casas de câmbio seriam extintas.

    Além da questão da praticidade, existe a vantagem de que acabariam os problemas de especulação cambial – como os chamados ataques especulativos que ocorreram ao longo da história. Não faria sentido tentar desvalorizar uma moeda única.

    “Um mundo com uma única moeda evitaria especulação. A diferença seria na oferta de preços. Em países mais ricos, haveria mais dinheiro. Logo, as coisas seriam mais caras. O oposto aconteceria em países mais pobres”, defende a futuróloga brasileira Lala Deheinzelin.

    Não: Como atingir um consenso global de uma política monetária única? Muitos interesses e barreiras teriam de ser amplamente debatidos. 

    Por que não?  

    Os futurologistas acreditam na hipótese da moeda única. Mas nenhum dos economistas entrevistados pensa que esse seja o caminho para melhorar a situação financeira mundial. “O controle do dinheiro será de quem controla sua emissão”, alerta o mestre em economia Rubens Sawaya. “Independente se for uma instituição, um país ou a ONU, quem controlar essa moeda controlará a liquidez do dinheiro no mundo.”

    É como se, dessa maneira, todo o dinheiro no mundo tivesse o mesmo valor, o que configura um problema para países da periferia mundial, diz o economista. É a taxa de câmbio, ou a moeda mais barata, que faz os países mais pobres conseguirem manter seu produto competitivo ante os produzidos em países com economias maiores. “A vantagem de não ter uma moeda única é controlar a liquidez dos seus ativos em relação aos ativos de outros países”, explica Sawaya.

    A noção de que seria quase impossível chegar a uma moeda global também é corroborada pelo economista Gerson Caner. Para ele, o caminho passa por moedas regionais, como o euro. “Uma moeda global tem uma série de obstáculos geopolíticos e culturais. Ela mexeria com conceitos macroeconômicos arraigados, além do funcionamento de bancos centrais”, explica. “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?”

Disponível em https://infograficos.estadao.com.br/focas/por-minhaconta/materia/e-possivel-uma-moeda-so/ 
Analise: “Imagine as nações mais poderosas tendo de negociar uma paridade única de uma moeda global?” E assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3569634 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão a que a ele se refere.

Texto 04

Lembrança do mundo antigo  

Clara passeava no jardim com as crianças.
O céu era verde sobre o gramado,
a água era dourada sob as pontes,
outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,
o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
a menina pisou a relva para pegar um pássaro,
o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era
tranquilo em redor de Clara. 

As crianças olhavam para o céu: não era proibido.
A boca, o nariz, os olhos estavam abertos. Não havia perigo.
Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.
Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,
esperava cartas que custavam a chegar,
nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava
no jardim, pela manhã!!!
Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!! 

Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia Completa. São Paulo: Nova Aguilar, 2002. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a flexão de verbos que compõem o texto 04.

I - No texto, predomina o uso dos verbos no pretérito imperfeito do modo indicativo, o qual expressa ações e acontecimentos passados e contínuos.
II - O verbo “pisou” é o único que foi usado no pretérito perfeito do indicativo, o qual expressa ação passada e concluída.
III - Em “Havia manhãs, havia jardins naquele tempo!!!”, o verbo “haver” foi usado como impessoal, formando orações sem sujeito e, por isso, foi usado no singular.
IV - Em “Não havia perigo [...]”, se o termo “perigo” fosse usado no plural, de acordo com a norma, o verbo deveria ser flexionado, resultando em “Não haviam perigos [...]”.
V - No trecho “Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas [...]”, o verbo “ter” foi usado no sentido de “haver”, e, por isso, encontra-se no singular.

Estão CORRETAS as afirmativas  
Alternativas
Q3568985 Português
A IMPORTÂNCIA DO ABRAÇO!

(1º§) Os abraços, além de demonstrarem carinho e afeto, trazem benefícios diários que muitas pessoas não imaginam. Um abraço é capaz de reduzir o estresse e promover a empatia entre as pessoas.

(2º§) Pesquisas demonstram que abraçar e rir também são extremamente efetivos para ajudar na cura de doenças como: pressão arterial, solidão, depressão e ansiedade e ainda ajuda a melhorar nossa memória. Os abraços foram feitos para expressar o que as palavras deixam a desejar.

(3º§) Estudos mostram que um abraço apertado, quando os dois corações estão pressionados um contra o outro, podem trazer benefícios como os que seguem. Leia-os com cuidado, para entender a importância do abraço.

(4º§) – É importante construir uma relação de confiança, assim o diálogo entre as pessoas será tão beneficiado, quão mais aberto e honesto. Aumentar, instantaneamente, os níveis de ocitocina, que curam sentimentos de solidão, isolamento e raiva. Ocitocina, também chamada de oxitocina, é um hormônio produzido pelo hipotálamo e liberado a partir da neuro-hipófise na corrente sanguínea. Os receptores de ocitocina são encontrados em células de todo o corpo.

(5º§) -Elevar os níveis de serotonina, melhorando o humor e gerando felicidade, além de fortalecer o sistema imunológico pode ser fruto de um abraço.

(6º§) A suave pressão realizada durante o ato de carinho eleva a carga emocional e ativa os “centros de energia” (os chakras ou chacras do plexo solar). Isso estimula a glândula timo, que regula e equilibra o corpo na produção de glóbulos brancos, que o mantém saudável e livre de doenças.

(7º§) -Equilibrar o sistema nervoso, relaxar os músculos e liberar a tensão no corpo são benefícios do abraço. Abraços podem tirar a dor ou acalmá-las, aumentando a circulação.

(8º§) Abrace o seu próximo, o seu ente querido, seu amigo ou seu falso amigo. Desta forma, troque suas energias através do abraço!

(Equipe Vitae Home Care, cuidando com amor!) – (Adaptado)

(https://www.vitaehomecare.com.br/noticias/a-importancia-do-abraco/18)
Se o verbo “abrace” for conjugado na segunda pessoa do plural do mesmo modo imperativo, na mesma forma afirmativa, obtém-se corretamente:
Alternativas
Q3568723 Português
TEXTO II


AS INCRÍVEIS VIAGENS DO ÁRABE IBN BATUTTA


    Quando se fala das grandes viagens da História, o primeiro nome mencionado é o de Marco Polo, comerciante de Veneza que, na segunda metade do século XI, percorreu toda a Ásia até se fixar na China, onde se tornou amigo do imperador e viveu por alguns anos. Ele escreveu um livro contando como era a Ásia. Graças ao seu Livro das Maravilhas, os europeus tomaram conhecimento das riquezas que existiam do outro lado do mundo. Marco Polo faleceu aos 70 anos, em 1324.

    Pouca gente ouviu, porém, falar do árabe Ibn Batutta, que, aos 21 anos, partiu de Tânger, no Marrocos, norte da África, para a sua primeira grande viagem, no começo do século XIV, em 1325, um ano depois da morte de Marco Polo. Ao longo de sua vida, ele percorreu 120 mil quilômetros, uma distância três vezes maior que a percorrida por Marco Polo, que, no entanto, é mais conhecido que ele [...].


Fonte: MENEZES, Fernando. Divirta-se e aprenda. Recife: Prazer de Ler, 2008
Leia a frase: “Pouca gente ouviu, porém, falar do árabe [...]”. Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical dessas palavras, na ordem em que aparecem.
Alternativas
Q3561241 Português
Comissão aprova proposta que inclui contagem de cachorros e gatos no Censo


A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira, 28 de agosto, o projeto que determina a inclusão da contagem domiciliar de cachorros e gatos no Censo Demográfico, levantamento sobre a população realizado periodicamente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) antes de ser votada pelo plenário da casa.

O relator do projeto, deputado Nilto Tatto (PT-SP), recomendou a aprovação, argumentando que os dados ajudariam na proteção animal. "Dados sobre a população animal poderão ajudar a mapear surtos epidêmicos e problemas de zoonoses, para conhecer as origens e combater as causas, além de registrar o tratamento dado a esses animais e orientar o combate a maus-tratos", afirmou.

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), autor da proposta aprovada, afirmou que a medida é uma questão de saúde pública, uma vez que os cachorros e gatos compartilham o mesmo ambiente que seus donos e podem transmitir doenças. "Cães e gatos são sentinelas de doenças humanas, pois compartilham o mesmo ambiente de seus tutores e, frequentemente, comem a mesma comida, bebem a mesma água, dormem na mesma cama e fazem companhia em viagens", argumentou.

"Nos últimos 30 anos, três em quatro doenças emergentes foram transmitidas por animais. Com estudo amplo, geral e simultâneo, como o Censo, poderemos fazer do Brasil um modelo mundial na prevenção de zoonoses, na dinâmica populacional, no bem-estar animal e na guarda responsável de cães e gatos", continuou.

Quantos cães e gatos tem o Brasil?

Hoje, o Brasil não tem uma contagem oficial de quantos cães e gatos tem o país. Institutos e associações do setor pet realizam contagem para amparar o setor. Segundo o Censo Pet IPB, levantamento anual da população de animais de estimação realizado pelo Instituto Pet Brasil, o país encerrou 2021 com 149,6 milhões de animais de estimação, um aumento de 3,7% sobre os 144,3 milhões do ano anterior. Os cães lideram o ranking, com 58,1 milhões de indivíduos. As aves canoras vêm em segundo, com 41 milhões.

Os gatos figuram em terceiro lugar, com 27,1 milhões, seguidos de perto pelos peixes (20,8 milhões). E depois vêm os pequenos répteis e mamíferos (2,5 milhões).


Retirado e adaptado de: Redação. Comissão aprova proposta que inclui contagem de cachorros e gatos no Censo. Revista Exame. Disponível em: m-dde-caaes--gato-nooceennso issao-aprova-proposta-que-inclui-contagem-de-caes-e-gatos-no-censo/ Acesso em: 29 ago., 2023.
Analise o seguinte trecho, retirado de "Comissão aprova proposta que inclui contagem de cachorros e gatos no Censo":

"Nos últimos 30 anos, três em quatro doenças emergentes foram transmitidas por animais. Com estudo amplo, geral e simultâneo, como o Censo, poderemos fazer do Brasil um modelo mundial na prevenção de zoonoses, na dinâmica populacional, no bem-estar animal e na guarda responsável de cães e gatos"

Agora, assinale a alternativa que poderia substituir a expressão destacada sem prejuízo de sentido:
Alternativas
Q3560873 Português
Leia o texto para responder à questão.


Inclusão ou segregação? Entenda nova lei das cotas aprovada na Câmara


Com um ano de atraso, a lei das cotas foi atualizada nesta quarta-feira, 9, pela Câmara dos Deputados. A legislação de 2012, que destina metade das vagas em institutos e universidades federais, previa a revisão das ações afirmativas em até 10 anos, o que só aconteceu um ano depois do prazo.

Agora, o texto traz novos pontos. Entre eles, a inclusão de quilombolas na reserva de vagas; redução da renda per capita familiar máxima do candidato às cotas; políticas de inclusão na pós-graduação destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas, além de pessoas com deficiência; e avaliação dos resultados do programa de cotas a cada 10 anos, além de ciclos anuais de monitoramento.

Especialista em Direito e Gestão Educacional do escritório Barcellos Tucunduva Advogados, Ana Claudia Ferreira Julio explica que, apesar de alguns grupos considerarem tais ações afirmativas como "injustas" e "segregadoras", a lei utiliza parâmetros sociais e econômicos.

"A questão racial é uma das faixas do que chamamos de 'subcotas' previstas em lei, mas não é o cerne dela. Dessa forma, a meu ver, este tipo de crítica revela uma leitura superficial do tema e da própria norma."

Outra mudança substancial apontada pela especialista tem relação com a concorrência nos processos seletivos para as instituições de ensino superior federais. "Com a nova previsão, os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Um tópico bastante comentado sobre a revisão é quanto ao rendimento econômico familiar do candidato que deseja se inscrever no sistema de cotas para ingresso no ensino superior. "A renda per capita a ser comprovada, que antes era de 1 salário mínimo e meio, passa a ser de 1 salário mínimo", explica Ana Claudia, reforçando que, agora, os estudantes universitários precisam comprovar o teto de até R$ 1.320,00.

Caso as vagas disponibilizadas não sejam preenchidas, a prioridade prevista na lei atualizada será dos candidatos de outras 'subcotas' e, somente depois, aos estudantes das escolas públicas, em geral.

"Vale frisar que a ideia das avaliações periódicas na atualização da Lei das Cotas é justamente realizar necessários ajustes entre as previsões dispostas e a realidade fática do momento, então, acredito que as propostas são positivas e atendem a esta intenção."


https://www.migalhas.com.br, 11 de agosto de 2023.
"... os candidatos passam a participar da concorrência geral e, apenas no caso de não alcançarem nota suficiente para ingresso, terão suas notas utilizadas para concorrer às vagas reservadas ao seu subgrupo, dentro da cota global de 50%", apontou.

Analise as assertivas a seguir e coloque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.

( ) “passam” está flexionado no pretérito perfeito do indicativo.
( )“alcançarem” está flexionado no presente do subjuntivo.
( )“terão” está flexionado no futuro do pretérito do indicativo.
( )“concorrer” está na forma nominal de gerúndio.
( )“apontou” é verbo dicendi flexionado na terceira pessoa.

Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3560750 Português

TEXTO I


TODO HOMEM É UM SER SOCIAL


    Uma pessoa não consegue sobreviver sozinha. Ela precisa da presença e da ajuda dos outros. O próprio Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só”. (Gn 2, 18). Até nas crianças a gente percebe este fato. Elas gostam de brincar em turminhas. Viver em comunidade é importante. Uma pessoa isolada e sozinha é sempre infeliz. Os jovens vivem organizando passeios, futebol, reuniões, danças.

    Na capela, os cristãos se juntam para rezar e louvar o Senhor. No Sindicato, os trabalhadores se unem para lutar pelos seus direitos. Numa fábrica organizada, cada operário faz sua tarefa. Assim a produção cresce sempre mais. Podemos perceber, enfim, que passamos a vida inteira participando de muitos grupos: família, escola, trabalho, igreja, diversão.

    No evangelho de São Marcos, capítulo 6, onde se fala da multiplicação dos pães, Jesus pediu que o povo se organizasse em grupos. Isso mostra como é importante, para o povo e para todas as pessoas, se organizar. Um pedido feito por uma Comissão, com abaixo-assinado de todos os moradores, vale muito mais do que um morador da comunidade pedir sozinho.

    Se os operários formam um grupo grande no Sindicato, eles vão ter muito mais força para exigir seus direitos. Quando as pessoas tomam parte nesses grupos, elas estão, de certo modo, tentando organizar a sociedade.



(Exigências Cristãs de uma Ordem Política – Diocese

de São Mateus. Ed. Vozes, 1978.) 

Leia a frase: “Ela precisa da presença e da ajuda dos outros”. Marque a alternativa que apresenta a forma verbal correta do verbo “precisa” nesse contexto:
Alternativas
Q3560437 Português
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3559962 Português

“A mostra é praticamente uma aula de geologia, geografia e de ciências.”



Transpondo o verbo para o pretérito mais que perfeito do indicativo, têm-se:

Alternativas
Q3559898 Português
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego dos pronomes e verbos. 
Alternativas
Respostas
3661: B
3662: C
3663: A
3664: A
3665: C
3666: D
3667: B
3668: B
3669: A
3670: A
3671: C
3672: B
3673: D
3674: A
3675: B
3676: D
3677: A
3678: B
3679: A
3680: E