Questões de Concurso Comentadas sobre regência em português

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Q1327189 Português

Leia o trecho do texto a seguir e responda à questão.


    O futebol é o circo do mundo. Não há nenhum outro esporte que provoque tanta paixão, tanta alegria, tanta tristeza. O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas que, de outra forma, estariam condenadas ao tédio. É remédio para a depressão. É o assunto para as conversas em bares, escritórios, fábricas, táxis, construções, possivelmente confessionários, pelos pecados que a paixão faz cometer...

O futebol é a bola que se joga no jogo das conversas. O futebol faz esquecer lealdades políticas, ideológicas, religiosas, econômicas, raciais. Acabam as diferenças. Todos são iguais: são torcedores de futebol. São torcedores de futebol. No mundo inteiro.

(Trecho extraído de “O bobo da corte”, de Rubem Alves)

Ainda a respeito da frase “O futebol dá sentido à vida de milhões de pessoas”, analise as afirmativas a seguir a assinale a alternativa correta.
I. O sujeito da frase é “O futebol”. II. O verbo “dá” é transitivo direto e indireto. III. O termo “sentido” funciona como objeto direto. IV. Os termos “à vida de milhões de pessoas” funcionam como objeto indireto.
Alternativas
Q1327067 Português
Quanto à regência verbal, seguem alguns exemplos: I. Fui advertido, mas jamais desobedeci a essas ordens.
II. Os alunos não lembraram dos jalecos para a aula de laboratório. III. Com tanto frio, prefiro muito mais uma sopa do que uma pizza. IV. Ontem à noite, custei a dormir, pois era grande a dor de cabeça. Sobre os exemplos apresentados acima, podemos afirmar:
Alternativas
Q1326567 Português

INSTRUÇÃO: O trecho a seguir traz os dois primeiros parágrafos do artigo de J. R. Guzzo, colunista da revista Veja, intitulado Artigo de imitação. Leia o trecho e responda à questão.


A democracia no Brasil lembra uma dessas fotografias antigas de reis africanos que de vez em quando ilustram livros de história. Muitos deles, ouvindo oficiais do Império Britânico ou outros figurões europeus da época colonial que lhes davam lições de civilização, progresso e bons modos, parecem encantados. Acreditavam, como lhes era dito, que a Europa e as coisas europeias representavam o máximo a ser sonhado por um ser humano – e em geral chegavam à conclusão de que teriam muito a ganhar transformando a si próprios em soberanos civilizados o mais depressa possível. O meio prático de fazer isso, em sua maneira de ver as coisas, era imitar os trajes, jeitos e enfeites dos peixes graúdos que lhes falavam das maravilhas da rainha Vitória ou do imperador Napoleão III. Que atalho melhor para atingir esse estágio superior na evolução das sociedades humanas? O resultado aparece nas fotografias. As mais clássicas mostram uns negros magros, ou gordíssimos, com uma cartola de segunda mão na cabeça, ou um desses capacetes de caçador inglês, calças rasgadas aqui e ali, pés descalços – ou calçados com uma bota só, velha e sem graxa. Uns aparecem com casacas usadas, uma fileira de medalhas no peito e três ou quatro relógios saindo dos bolsos. Outros fazem questão de exibir-se para a câmera segurando um guarda-chuva aberto. É triste. Imaginavam-se nobres, modernos e iguais aos seus pares europeus. Eram apenas uns pobres coitados.

O problema é que nada tinha mudado na vida real. Junto com as novas roupas e os acessórios, as fotos mostram que os retratados conservavam, como sempre, seus colares com ossos, pulseiras de metal e argolas nas orelhas ou no nariz – e a história iria provar com fatos, em seguida, quanto foi inútil todo esse esforço de imitação. Das nações mais evoluídas, suas majestades copiavam os trajes. Não aprenderam as virtudes. Continuaram desgraçando a si e a seu país enquanto eram roubados até o último papagaio pelos que vieram ensiná-los a ter valores cristãos, avançados e democráticos.

(Revista Veja, ed. 2542.) 

Tome o fragmento: Muitos deles, ouvindo oficiais do Império Britânico ou outros figurões europeus da época colonial que lhes davam lições de civilização, progresso e bons modos, parecem encantados. Acreditavam, como lhes era dito, que a Europa e as coisas europeias representavam o máximo a ser sonhado por um ser humano – e em geral chegavam à conclusão de que teriam muito a ganhar transformando a si próprios em soberanos civilizados o mais depressa possível.
Sobre recursos expressivos usados, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A expressão Muitos deles, formada por pronome indefinido + pronome pessoal preposicionado, retoma o sentido de reis africanos, na primeira linha do texto. ( ) O pronome oblíquo lhes, nas duas ocorrências, funciona como elemento coesivo referencial anafórico. ( ) Em si próprios, o adjetivo funciona como reforço à ação reflexiva expressa pelo pronome. ( ) Em chegavam à conclusão de que teriam muito a ganhar, o uso da preposição de deve-se à regência do verbo chegar. ( ) A forma verbal parecem no presente e a forma verbal acreditavam no pretérito imperfeito, ambas referindo-se a reis africanos, marcam falta de coerência textual por não estarem no mesmo tempo verbal.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1326379 Português
Assinale a alternativa em que a regência do verbo está CORRETA.
Alternativas
Q1322588 Português
Das Vantagens de Ser Bobo

     O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo. O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando." 
     Ser bobo às vezes oferece um mundo de saída porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a ideia.
    O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não veem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os veem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver. O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.
     Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro. Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e, portanto, estar tranquilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.
     Aviso: não confundir bobos com burros. Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera. É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"
       Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!
     Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu. Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.
      O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos. Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil. Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida. Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.
     Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo. Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!
      Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas. É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca. É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo.

Clarice Lispector https://pensador.uol.com.br/cronicas_de_clarice_lispector/
Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida.
O verbo ganhar nas orações anteriores se classifica, respectivamente, como:
Alternativas
Q1319989 Português

Ladrões podem roubar sua impressão digital a

partir de fotos




A mente criminosa não tem limites. Desta vez, os ladrões estão usando uma nova tecnologia para roubar impressões digitais de fotografias. Detalhe: as imagens em que as pessoas aparecem fazendo o simpático símbolo de “paz e amor” são os principais alvos.

O alerta foi feito por uma equipe de pesquisadores do Instituto Nacional de Informática do Japão que afirmou que as técnicas de reconhecimento de digitais estão se tornando cada vez mais comuns – seja para logar em smartphones e tablets, seja para verificar identidades. E isso está começando a ser explorado pelos criminosos.

As câmeras de alta qualidade dos smartphones e as redes sociais têm aumentado o risco de vazamento de informações pessoais. Os cientistas japoneses copiaram impressões digitais com base em fotos tiradas por uma câmera digital a 3m de distância do indivíduo.

“Fazer um sinal de paz na frente da câmera, por exemplo, pode tornar as impressões amplamente disponíveis”, explicou o pesquisador Isao Echizen ao jornal Sankei Shimbun que publicou a pesquisa. Segundo ele, os golpistas nem precisariam de equipamentos avançados para recriar os traços dos dedos – principalmente se a área da digital estiver iluminada.

O mesmo instituto desenvolveu um filme transparente, à base de óxido de titânio, que pode ocultar as impressões digitais em fotografias. Essa seria uma alternativa para confundir os larápios virtuais. O problema é que os cientistas vão levar, pelo menos, dois anos para aperfeiçoar a técnica antes de lançá-la. Até lá, esconda os dedos.


HIRATA, Gisele. Ladrões podem roubar sua impressão digital a partir de fotos. Revista Super

Interessante. São Paulo: Abril, 2017. Disponível em: <http://super.abril.com.br/tecnologia/ladroespodem-roubar-sua-impressao-digital-a-partir-defotos/>.

Assinale a alternativa CORRETA sobre a regência verbal da seguinte oração: “A mente criminosa não tem limites.”
Alternativas
Q1319982 Português
Assinale a alternativa que apresente um caso CORRETO de regência verbal.
Alternativas
Q1319981 Português
Assinale a alternativa que apresente um caso CORRETO de regência nominal.
Alternativas
Q1319913 Português
A classificação, quanto à transitividade, do verbo destacado em “A aprovação pela Câmara dos Deputados do projeto que terceiriza todas as atividades de uma empresa (...)” se repete em:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IF-MA Órgão: IF-MA Prova: IF-MA - 2017 - IF-MA - Nível Médio |
Q1316443 Português

Leia a tirinha de Quinono que segue:

Imagem associada para resolução da questão

Sobre a sintaxe dos termos das orações dos quadrinhos da tirinha de Quinino, podemos afirmar que:

Alternativas
Q1310106 Português
A alma feminina
A sociedade contemporânea, de imagens e consumo, produziu em nosso imaginário um tipo de mulher ideal. Ela é competitiva, para garantir seu espaço social; sensual e elegante para manter-se atraente e bonita; intelectual e autônoma, para ter brilho próprio no reluzente mundo dos homens; deve ser feminina o bastante para dar aos homens a certeza de que sem ela a vida não teria graça, beleza nem poesia. Homens e mulheres são bem diferentes. Não só no corpo; na alma também! O mundo dos homens é pragmático, factual. É o mundo dos resultados e da objetividade. E esse é o parâmetro social pelo qual se mede o sucesso masculino. A autoimagem do homem, via de regra, é aferida por sua capacidade de não chorar. Em algumas culturas, ser homem é não derramar lágrimas. Que masculinidade estranha alicerçada na rigidez e na insensibilidade! Quando choramos, tornamo-nos mais humanos [...].
FERNANDES, Estevam. Quando vem a brisa... Rio de Janeiro: Editora Central, 2008, p. 177.
Em “deve ser feminina o bastante para dar aos homens a certeza de que sem ela a vida não teria graça, beleza nem poesia”, pode-se afirmar que

( ) há uma inadequação de concordância verbal em sua construção.
( ) há adequação no uso de regência verbal.
( ) “aos homens” funciona sintaticamente como objeto indireto.

Analise as proposições e coloque V para Verdadeira e F para Falsa. A sequência CORRETA é
Alternativas
Q1309105 Português

Texto 01: Ela venceu a corrida contra o preconceito


Antonio Carlos Prado

20 de abril de 2017

  


      Há meio século, o número 261 entrou para a história na luta das mulheres pelos direitos civis nos EUA – e, consequentemente, em diversos países nos quais também se levantavam bandeiras a favor da isonomia social na questão de gênero. Era ele, o 261, que estava estampado no moletom de Kathrine Switzer, que ousara se inscrever e participar da famosa maratona de Boston. Para driblar o regulamento que proibia a presença feminina, Kathrine se inscreveu na prova usando apenas as iniciais K.V, inspiração que lhe veio ao lembrar-se que alguns escritores famosos assinavam seus livros dessa maneira (T. S. Eliot e J. D. Salinger, por exemplo). Dito e feito: o seu nome passou como sendo o de um homem, recebeu como número de inscrição o tal 261 e os fiscais só deram conta do equívoco com a competição já iniciada. O que se viu a seguir foi o mais lamentável preconceito, quando tentaram impedi-la, com tapas e empurrões, de continuar na corrida.

    Na semana passada, outros tempos, outros conceitos – e bem melhor assim. Aos 70 anos de idade, Kathrine Switzer esteve novamente na maratona, foi aplaudida do começo ao fim como símbolo da luta contra toda e qualquer desigualdade (ela sempre teve uma visão bem mais ampla dessa questão de gênero, ao contrário da pregação estreita de muitas feministas nos dias atuais), e completou os 42.195 metros da prova em 4h44min31s. Detalhe: usou o mesmo 261 do passado.

    Kathrine já disputou 39 maratonas, e em 1974 foi a grande vencedora da competição em Nova York. Em um artigo publicado pelo jornal “The New York Times”, ela escreveu: “Pouca gente imaginaria que a maratona feminina se tornaria uma das modalidades com maior glamour nas Olimpíadas”.



Adaptação de http://istoe.com.br/ela-venceu-corrida-contra-o-preconceito/, acesso em 26 de abril. de 2017.

O verbo sublinhado, na oração abaixo, classifica-se quanto à regência verbal em:

“Kathrine já disputou 39 maratonas [...]”.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: CONSULPLAN Órgão: TJ-MG
Q1230887 Português
“Tinha quatro escravas virgens”. O que fazer com presos assim?  Militantes do Estado Islâmico são levados a julgamento no Iraque, mas a vitória também traz problemas, como a forma de tratar responsáveis por atrocidades    Mohammed Ahmed tem tanto arrependimento “quanto fios de cabelo” na cabeça. Ele diz que foi doutrinado, induzido e até drogado para combater o mais nobre dos combates: lutar pelo Estado Islâmico. Seu depoimento, dado a um juiz da província iraquiana de Nínive, foi reproduzido pelo Telegraph. Por ser um bom combatente, Ahmed foi recompensado. Ganhou quatro jovens yazidis, a minoria religiosa considerada pelos fundamentalistas muçulmanos como indigna de qualquer consideração, abaixo até de cristãos e judeus. [...] Todos os profissionais do ramo sabem que não existem culpados nas cadeias: a esmagadora maioria dos presos, em qualquer lugar, se diz inocente. Mesmo quando culpados, sempre existe uma desculpa e Ahmed é um caso típico numa situação extremamente atípica. Ele foi preso em Mosul, depois dos combates e bombardeios que deixaram a cidade iraquiana com aparência de Hiroshima do deserto. Existem milhares de outros como Ahmed. Alguns foram fuzilados no ato da rendição, mas as autoridades iraquianas querem demonstrar disciplina e alguma aparência de operacionalidade do estado. [...] Algumas dessas meninas e mulheres suicidaram-se para escapar à violência sexual. Muitas arranhavam o rosto e o corpo ou cobriam-se de cinzas, tentando parecer feias e causar rejeição a seus torturadores. Outras foram compradas de volta por suas famílias. Em casos raros, mulheres de combatentes, compungidas ou enciumadas, soltaram as vítimas da escravidão. Poucas conseguiram escapar por seus próprios meios, como Lamiya Haji Bashar, que aparece com o rosto cheio de cicatrizes. São resultado dos ferimentos provocados por uma mina na qual pisou quando fugia pelo deserto, na quarta tentativa de escapar. Ficou cega de um olho. Lamiya e Nadia Murad são algumas das poucas vítimas do terror sexual que se apresentam em público, de rosto aberto, pois a violência sexual estigmatiza as vítimas e suas famílias. Lamiya contou que era submetida a estupros seguidos e diários, passada entre incontáveis militantes. Muitas vezes desmaiava. Apesar das várias derrotas sofridas pelo Estado Islâmico, ainda existe um número considerável de yazidis em seu poder. Muitas já morreram durante o cativeiro pois é impossível distinguir entre vítimas e algozes durante os combates. A batalha final, que já se configura apesar do intervalo atual, será em Raqqa. Quando se cansou das suas escravas, Mohamed Ahmed as vendeu a outros combatentes, pelo equivalente a 200 dólares cada uma. Amontoados em celas na região de Mosul, onde o calor agora no verão chega a 50 graus, existem cerca de 5 000 outros “Ahmeds”. Um número mais ou menos equivalente ao de yazidis escravizadas. O que fazer com eles? 
Por Vilma Gryzinski access_time 2 ago 2017. Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/mundialista/tinha-quatro-escravasvirgens-o-que-fazer-com-presos-assim/ (adaptado) 

“[...] Mohamed Ahmed as vendeu a outros combatentes, [...]” (9º§) Assinale a alternativa que apresenta verbo que exige, no contexto, o mesmo tipo de complementos que o grifado acima: 
Alternativas
Q1226562 Português
DIGNIDADE Uma manhã, quando nosso novo professor de “Introdução ao Direito” entrou na sala, a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila: — Como te chamas? — Chamo-me Juan, senhor. — Saia de minha aula e não quero que voltes nunca mais! – gritou o desagradável professor. Juan estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém, ninguém falou nada. — Agora sim! – e perguntou o professor – para que servem as leis?… Seguíamos assustados, porém, pouco a pouco começamos a responder à sua pergunta: — Para que haja uma ordem em nossa sociedade. — Não! – respondia o professor. — Para cumpri-las. — Não! — Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. — Não!! — Será que ninguém sabe responder a esta pergunta?! — Para que haja justiça – falou timidamente uma garota. — Até que enfim! É isso… para que haja justiça. E agora, para que serve a justiça? Todos começavam a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo: — Para salvaguardar os direitos humanos… — Bem, que mais? – perguntava o professor. — Para diferençar o certo do errado… — Para premiar a quem faz o bem… — Ok, não está mal, porém… respondam a esta pergunta: agi corretamente ao expulsar Juan da sala de aula?… Todos ficaram calados, ninguém respondia. — Quero uma resposta decidida e unânime! — Não!! – respondemos todos a uma só voz. — Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? — Sim!!! — E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? — Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos! Não voltem a ficar calados, nunca mais! — Vá buscar o Juan – disse, olhando-me fixamente. Naquele dia recebi a lição mais prática no meu curso de Direito. Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia. O que me assusta não são as ações e os gritos das pessoas más, mas a indiferença e o silêncio das pessoas boas. Martin Luther King Autor Desconhecido http://www.refletirpararefletir.com.br/3-textos-inteligentese-impactantes-que-nos-fazem-pensar 
A primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila.  Observe o verbo sublinhado e responda.
Alternativas
Q1222369 Português
Em relação ao assunto: Regência verbal, assistir, na acepção de estar presente, rege a preposição A. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta um exemplo da aplicação dessa regra explicada acima.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: ADVISE Órgão: Prefeitura de Brejão - PE
Q1213330 Português
Marque a alternativa abaixo que o termo sublinhado exerce a função de adjunto adnominal: 
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Prata - PB
Q1210762 Português
A regência verbal está correta em todas as alternativas, exceto em:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: CESGRANRIO Órgão: Transpetro
Q1210167 Português
A frase em que o verbo destacado apresenta a regência de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa é: 
Alternativas
Respostas
2721: D
2722: B
2723: A
2724: A
2725: C
2726: D
2727: C
2728: A
2729: C
2730: B
2731: D
2732: C
2733: D
2734: E
2735: C
2736: A
2737: A
2738: A
2739: A
2740: E