Questões de Concurso Comentadas sobre regência em português

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Q1318334 Português

Leia o texto para responder à questão.


Apostas contra depressão e fobias


    A realidade virtual, conhecida pelo uso na indústria de games, tem sido cada vez mais utilizada para recriar situações de trauma ou medo e, assim, permitir que o paciente seja exposto a uma situação de risco, de forma controlada e com auxílio profissional. Medo de avião, pavor de aranhas ou insetos e fobia de lugares fechados são alguns dos problemas na mira.

    Para isso, programadores de games têm sido contratados por médicos e psicólogos para criar os cenários para pacientes interagirem com as situações que os aterrorizam.

    Em clínica especializada em realidade virtual, em São Paulo, uma equipe de programadores trabalhou, com detalhamento impressionante, nas versões mais recentes das experiências de imersão. No cenário de fobia de aranha, o paciente não só observa o comportamento do animal como pode interagir usando as próprias mãos, inseridas no cenário por meio de um sensor. No cenário da fobia de avião, a imersão é ainda maior. Além dos óculos de realidade virtual, há duas poltronas de avião posicionadas sobre uma plataforma móvel que simula os vários momentos – decolagem, pouso e turbulências.

    Antes mesmo de “entrar” na aeronave, o paciente em tratamento passa, dentro da experiência de realidade virtual, por check-in, raios X e fila de embarque. Em todas as situações, ele tem os batimentos cardíacos e a respiração monitorados constantemente pela equipe de psicólogos.

    Segundo o psicólogo Cristiano Nabuco, professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP) e chefe da clínica, a abordagem é eficaz visto que trabalha três dimensões: pensamento, emoção e comportamento. “Para quem tem medo de avião, não adianta você só trazer estatísticas.”

    O especialista explica que, ainda que o paciente tenha consciência de que aquela é uma simulação, o cérebro acaba “sendo enganado”.

    Já a realidade virtual aliada ao tratamento com choques elétricos tem sido estudada para casos como os de dependência química, manias e compulsões. O tratamento com choques elétricos no cérebro nada tem a ver com as terapias obsoletas praticadas nos antigos manicômios.

    Hoje, a corrente elétrica é usada em baixíssima intensidade, de forma não invasiva, para estimular ou inibir áreas do cérebro afetadas por alguns transtornos. Estudos publicados em renomadas revistas médicas já comprovaram a eficácia do tratamento para pacientes com depressão grave que não demonstravam uma boa resposta aos remédios. Nos últimos anos, a técnica começou a ser estudada também para condições de dependência química, autismo, transtorno obsessivo- -compulsivo e compulsão alimentar.

    Para os especialistas, evidentemente tanto a realidade virtual quanto a estimulação transcraniana são parte do tratamento e precisam ser associadas a psicoterapias e a medicações.

(Fabiana Cambricoli. O Estado de S. Paulo, 08.09.2019. Adaptado)

Os trechos destacados em – os cenários para pacientes interagirem com as situações que os aterrorizam (2o parágrafo) – e – o paciente tenha consciência de que aquela é uma simulação (6o parágrafo) – estão reescritos em conformidade com a regência verbal e nominal estabelecida pela norma-padrão na alternativa:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IF-SC Órgão: IF-SC Prova: IF-SC - 2019 - IF-SC - Nível Médio |
Q1317777 Português

Cientistas também lutam contra as notícias falsas

    Teorias da conspiração: o perigo destas teorias cientificamente invalidadas é que às vezes são aceitas por parte do grande público. A internet contribuiu também para propagar notícias científicas falsas, como dizer que a Terra é plana, que os americanos jamais pisaram na Lua e que o homem não é responsável pelas mudanças climáticas, alertam os cientistas. O perigo destas teorias cientificamente invalidadas é que às vezes são aceitas por parte do grande público, como acontece com as “fake news” em geral.

    Um estudo recente na França mostrou que 79% dos cidadãos acreditam em ao menos uma teoria da conspiração. Por exemplo, 16% pensam que o homem não chegou à Lua e 9% acham “possível” que nosso planeta seja plano. No âmbito climático, “enfrentamos uma vontade deliberada de manipular a opinião pública e os que decidem”, disse a climatologista ValérieMasson-Delmotte, convidada recentemente a participar de um colóquio em Paris. Aqueles que Masson-Delmotte, membro do grupo de especialistas da ONU sobre o clima (IPCC), chama de “comerciantes da dúvida” buscam essencialmente, segundo ela, limitar a regulação ambiental.

    Mas as motivações dos propagadores das notícias falsas não são só econômicas: podem ser religiosas, ideológicas ou às vezes mais pessoais, como a busca de visibilidade. Para o jornalista especializado Nicolas Chevassus-au-Louis, as notícias falsas, científicas ou não, “procedem de uma mesma retórica”: “Se começa suscitando uma dúvida. O método mais eficaz consiste em ressaltar as supostas incoerências da versão oficial, aferrar-se a um detalhe e insistir ao máximo sobre ele”, explica. Por exemplo, uma pergunta recorrente é: “Você não acha estranho que a Antártica não pareça estar derretendo?”. Depois se apresentam “versões alternativas”, como a ideia de que as mudanças climáticas poderíam estar ligadas à atividade solar e não à do homem, como foi estabelecido cientificamente. Com testemunhos de personalidades e publicações apresentadas como científicas, tenta-se convencer finalmente sobre a veracidade da versão alternativa, segundo Chevassus-au-Louis.

Fatos X opinião

    Discernir entre uma informação rigorosa e verificável e uma opinião pode ser, além disso, mais difícil para o público quando se trata de temas científicos. “Todos temos uma responsabilidade, o ensino, os meios, os pesquisadores e os organismos, por não termos conseguido mostrar essa diferença”, explica Masson-Delmotte. Paralelamente, os especialistas ressaltam que a ciência esbarra em outras dificuldades para chegar ao grande público. No ano passado, “33% dos artigos sobre clima na imprensa anglo-saxã mais populares na internet continham informações falsas”, embora não fossem mal intencionadas, afirma o climatologista Emmanuel Vincent. Masson-Delmotte explica que a internet aumentou a discrepância entre os ritmos da atualidade e o conhecimento científico. Por exemplo, quando vários furacões afetaram o Atlântico em setembro passado, os meios se perguntaram se estes fenômenos extremos estavam ligados ao aquecimento global, uma resposta impossível de se dar imediatamente, para os especialistas. Estes resultados científicos estiveram disponíveis vários meses depois, “mas só obtiveram um lugar muito limitado nos meios”, lamenta Masson-Delmotte.

Fonte: https://exame.abril.com.br/ciencia/cientistas-tambem-lutam-contra-as-noticias-falsas/. Acesso em: 23 abr. 2019. (adaptado).

Leia com atenção o excerto a seguir e assinale V para VERDADEIRO e F para FALSO:

Paralelamente, os especialistas ressaltam que a ciência esbarra em outras dificuldades para chegar ao grande público. No ano passado, “33% dos artigos sobre clima na imprensa anglo-saxã mais populares na internet continham informações falsas”, embora não fossem mal intencionadas, afirma o climatologista Emmanuel Vincent.

( ) “anglo-saxã” tem papel de substantivo na frase.

( ) “esbarrar” é um verbo transitivo direto.

( ) O verbo “continham” concorda com “informações falsas” e por isso está no plural.

( ) “Paralelamente” pertence à classe dos advérbios.

( ) “embora” pertence à classe das conjunções.

Assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1312811 Português
Quanto a regência verbal assinale a alternativa INCORRRETA.
Alternativas
Q1311874 Português

Assinale a alternativa CORRETA para as regências verbal e nominal.

I-Levei-o para a escola esta manhã.

II-Sandra está apta para o cargo.

III-Renan é capaz de qualquer coisa por dinheiro

Alternativas
Q1310946 Português
Os Bonecos Gigantes de Olinda

Os Bonecos Gigantes surgem na Europa, provavelmente na Idade Média, sob a influência dos mitos pagãos escondidos pelos temores da inquisição. Chegam a Pernambuco através da pequena cidade de Belém do São Francisco, no sertão do estado.

Em 2008, o empresário e produtor cultural Leandro Castro criou uma nova geração dos Bonecos Gigantes. Uma equipe montada com diversos artistas, como Antônio Bernardo, Aluísio de Nazaré da Mata e a estilista Sineide Castro, responsável pelos figurinos dos bonecos, _____________ grandes ícones da história e cultura brasileira e personalidades mundiais como: Maurício de Nassau, D. Pedro I, Lampião, Michael Jackson, Luiz Gonzaga, Ariano Suassuna, Dominguinhos, Chacrinha, Alceu Valença, Chico Science, Elba Ramalho, Pelé, Jô Soares, Neymar, Os Beatles, Rita Lee, Roberto Carlos, David Bowie, Elvis Presley, entre outros.

A nova geração dos bonecos _____ impressionado bastante a todos pelo grande realismo das expressões faciais e pelos figurinos, o que originou o título de museu de cera popular itinerante. Este maior realismo foi obtido na inovação dos materiais utilizados, a matriz moldada em argila para posterior aplicação de fibra de vidro, material este mais leve e duradouro. As mãos dos bonecos _________________ em isopor para não machucar nenhum folião durante as apresentações. Os Bonecos de Olinda possuem uma altura média de 3,90m.

Em 2009, foi realizada, na segunda-feira de carnaval, a primeira Apoteose dos Bonecos Gigantes, no Sítio Histórico de Olinda, com 30 bonecos. Em 2016, o evento contou com mais de 80 bonecos revivendo grandes personalidades da cultura e história pernambucana, brasileira e mundial.

Atualmente os bonecos permanecem em exposição o ano inteiro na Embaixada de Pernambuco – Bonecos Gigantes de Olinda.

http://www.bonecosgigantesdeolinda.com.br/historia.php - adaptado

Em relação a algumas palavras do texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(---) No trecho “impressionado bastante a todos pelo grande realismo” (terceiro parágrafo), o verbo “impressionar” é transitivo indireto, sendo assim, deveria haver crase em “à todos”.

(---) O plural do substantivo “segunda-feira” (quarto parágrafo) é “segundas-feiras”.

(---) No trecho “Em 2009, foi realizada, na segunda-feira de carnaval, a primeira Apoteose dos Bonecos Gigantes” (quarto parágrafo), deveria haver crase em “à primeira”, pois é uma locução adverbial constituída de substantivo feminino.

Alternativas
Q1310811 Português

“E, no entanto, duas ou três gerações atrás, o homem preferia morrer a perder a honra.”

A regência do verbo destacado não contraria os padrões da linguagem escrita em:

Alternativas
Q1306146 Português
Assinale a alternativa em que a regência do verbo esteja empregada de forma correta:
Alternativas
Q1305475 Português
Analise as afirmativas a seguir:
(__) - O verbo “assistir”, no sentido de “ver”, exige preposição; (__) - O verbo “custar”, no sentido de “ser custoso”, não exige preposição; (__) - O verbo “visar”, no sentido de “mirar”, exige preposição; (__) - Quando usado na forma pronominal, o verbo “esquecer” exige preposição.
Considerando que (V) significa verdadeiro e (F) significa falso, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1305153 Português

Leia o texto para responder à questão.


Saudáveis loucuras

     São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão mais velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo.
     São relatos assim que formam Tantãs, novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou com o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.
     Tantãs apresenta uma linguagem artesanalmente construída, que não se atém a convenções gramaticais ou sociais – encontrar a simplicidade é sua meta. E, com mais de 60 livros publicados, Eva entende perfeitamente a lição passada pelo poeta Manoel de Barros que, certa vez, disse: “A gente precisa se vigiar ao escrever. Não podemos, ao escrever, abandonar o canto, a harmonia ‘letral’. Não podemos desprezar o gorjeio das palavras”.
      Eva mostra às crianças as possibilidades de jogo que separam a literatura da linguagem comum: a liberdade de desmontar lógicas, dar espaço ao inusitado. Nem por isso as personagens de Eva beiram a loucura. Ela garante que há loucuras e loucuras. Há aqueles que são chamados de loucos (mesmo sem ter doença mental) pelo simples fato de não corresponderem ao modelo esperado pela sociedade. São os artistas, os criadores, as pessoas que pensam fora dos padrões e do senso comum. Esses, diz ela, “acho que têm intuições lúcidas e trazem reflexões que as pessoas sãs não costumam trazer. No caso dos tantãs do livro, é uma loucurinha que vem do olhar ingênuo da criança. As pessoas gostam, têm saudade desse olhar puro, inesperado e sem malícia. Talvez, essa seja uma das graças do livro.”

(O Estado de S.Paulo, 02.11.2019. Adaptado)

Considere o trecho para responder à questão. 



     Assim, Dona Tinzinha vai à loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão mais velho – ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer – conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo. 



Se a palavra “loja” fosse usada no plural (lojas), o pronome “onde” seria substituído por

Alternativas
Q1305149 Português

Leia o texto para responder à questão.


Saudáveis loucuras

     São 22 contos curtos em que a principal característica é não se prender a nenhum padrão da lógica. Assim, Dona Tinzinha vai a uma loja de armarinhos, onde pede meio litro de botões amarelos para o pijama novo de seu filho – ela descobriu que essa cor ajuda a criança a parar de fazer xixi na cama. Ou então o irmão mais velho, ao ser questionado pelo mais novo sobre o que vai ser quando crescer, conta estar dividido entre preguiçólogo ou dorminhólogo.
     São relatos assim que formam Tantãs, novo livro infantil de Eva Furnari, autora e ilustradora exímia em atiçar a curiosidade das crianças por meio do inusitado e do bom humor. Assim, nenhum leitor deve se surpreender com a carta que uma bruxinha escreve ao Papai Noel pedindo um vestido rosa; ou com o jovem advogado que defende um passarinho. Histórias que não agridem a lógica dos pequenos que, justamente por falta de vivência, ainda não foram contaminados pelas regras de convivência. Olham o mundo com frescor.
     Tantãs apresenta uma linguagem artesanalmente construída, que não se atém a convenções gramaticais ou sociais – encontrar a simplicidade é sua meta. E, com mais de 60 livros publicados, Eva entende perfeitamente a lição passada pelo poeta Manoel de Barros que, certa vez, disse: “A gente precisa se vigiar ao escrever. Não podemos, ao escrever, abandonar o canto, a harmonia ‘letral’. Não podemos desprezar o gorjeio das palavras”.
      Eva mostra às crianças as possibilidades de jogo que separam a literatura da linguagem comum: a liberdade de desmontar lógicas, dar espaço ao inusitado. Nem por isso as personagens de Eva beiram a loucura. Ela garante que há loucuras e loucuras. Há aqueles que são chamados de loucos (mesmo sem ter doença mental) pelo simples fato de não corresponderem ao modelo esperado pela sociedade. São os artistas, os criadores, as pessoas que pensam fora dos padrões e do senso comum. Esses, diz ela, “acho que têm intuições lúcidas e trazem reflexões que as pessoas sãs não costumam trazer. No caso dos tantãs do livro, é uma loucurinha que vem do olhar ingênuo da criança. As pessoas gostam, têm saudade desse olhar puro, inesperado e sem malícia. Talvez, essa seja uma das graças do livro.”

(O Estado de S.Paulo, 02.11.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa correta, de acordo com a regência e com o acento indicativo da crase.
Alternativas
Q1296689 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO

PRINCESA E O PADEIRO 

Outro dia falei de nomes de gente que soam estranhos. Onomásticos escalafobéticos. Inventados, ou formados com sílabas dos nomes materno e paterno. Como Catacisco e Ciscorina. Nome também é questão de moda. Tareja, por influência de Teresa de Ávila, virou Teresa. Veio Teresinha do Menino Jesus, a carmelita de Lisieux, e uma onda de Teresinhas pipocou por aí. Hoje, a tendência é Teresinha voltar a Teresa. Amanhã poderá regredir a Tareja, por que não?

Entre nomes que já foram nobres e bonitos, citei Urraca. Cem por cento português. Quem está no Brasil há várias gerações e vem do tronco lusitano pode procurar na sua árvore genealógica e logo acha uma remota Urraca. Parece arroto, me telegrafou um leitor. O mau gosto corre por sua conta. Por sinal ele tem um nome que, além de inglês, é family name no mundo anglo-saxão.

Coincidência aconteceu com uma senhora paulista que também nunca tinha ouvido falar em Urraca. Parece pigarro, disse ela, assim que me leu. E foi passar o fim de semana na sua bela fazenda, entre convidados brasileiros e estrangeiros. Uma amiga ficou de levar uma princesa. Italiana, mas encontro de várias casas reais. Na hora da apresentação, como se chama Sua Alteza Sereníssima? Urraca. Há vinte anos não vinha ao Brasil. Titulada e brasonada, 79 anos, Urraca a todos cativou. Mais bonitos do que o dia, só os seus olhos.

Uma Urraca na minha coluna e uma Urraca na vida real. É muita coincidência. Pois não é tanta assim. Coincidências, dezenas, centenas, posso contar. Não só eu, mas muita gente. Há quem estude o fenômeno, como o Luís Edgar de Andrade (que é também genealogista). Nos Estados Unidos, scholars estão atentos à relação entre a sincronicidade e a coincidência. É o caso do prof. Carl Alfred Meier, suíço, 83 anos. Editor da revista Psychological Perspectives, ele conta aí uma coincidência que testemunhou e pesquisou. Teve um cliente, padeiro de profissão. Homem bronco. Tomando conhecimento de que sonhava muito, o prof. Meier lhe pediu que escrevesse os seus sonhos. Com dificuldade, o cliente botou no papel cinco números. Durante cinco meses, o sonho se repetiu. Cinco números diferentes de cada vez. Mais nada. Um belo dia, a revelação: eram os números sorteados na loteria nacional suíça. Sonhados sempre de véspera. Era só jogar e ganhar. Uma barbada. Mas, a partir daí, o padeiro nunca mais sonhou com números. Fenômeno parapsicológico você não controla, diz o prof. Meier.

Otto Lara Resende

Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5980/a-princesa-e-o-padeiro 

O verbo presente na oração “uma onda de Teresinhas pipocou por aí”:
Alternativas
Q1291211 Português
Assinale a alternativa correta em relação à regência nominal e/ou regência verbal:
Alternativas
Q1290035 Português

Leia o poema abaixo para responder a questão.


Moraliza o poeta nos ocidentes do sol a inconstância dos bens do mundo

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

Depois da Luz se segue a noite escura,

Em tristes sombras morre a formosura,

Em contínuas tristezas a alegria.


Porém se acaba o Sol, por que nascia?

Se formosa a Luz é, por que não dura?

Como a beleza assim se transfigura?

Como o gosto da pena assim se fia?


Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,

Na formosura não se dê constância,

E na alegria sinta-se tristeza.


Começa o mundo enfim pela ignorância,

E tem qualquer dos bens por natureza

A firmeza somente na inconstância.


In: MATOS, Gregório de. Obra poética. Org. James Amado. Prep. e notas Emanuel Araújo. Apres. Jorge Amado. 3.ed. Rio de Janeiro: Record, 1992

Analise as proposições abaixo acerca do poema e assinale a alternativa CORRETA:
I – Na primeira estrofe o eu lírico enfrenta um paradoxo. II – O eu poético, ao longo do poema, se sente angustiado. III – O verbo nascer, presente na primeira estrofe é transitivo direto.
Alternativas
Q1289421 Português
Leia o poema, a seguir, de Manuel Bandeira e assinale a alternativa INCORRETA:
Canção do Vento e da Minha Vida O vento varria as folhas, O vento varria os frutos, O vento varria as flores… E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De frutos, de flores,de folhas. O vento varria as luzes, O vento varria as músicas, O vento varria os aromas… E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De aromas, de estrelas, de cânticos. O vento varria os sonhos E varria as amizades… O vento varria as mulheres… E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De afetos e de mulheres. O vento varria os meses E varria os teus sorrisos… O vento varria tudo! E a minha vida ficava Cada vez mais cheia De tudo. 
(Estrela da vida inteira,5 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974 p. 165-6)
Alternativas
Q1287330 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à regência verbal.
Alternativas
Q1285792 Português
Dois verbos da Língua Portuguesa geram dúvidas frequentes em relação à norma padrão: esquecer e lembrar. Veja estas frases?
I. Esqueci de que você viria hoje. II. Lembre de que sua família deve estar a caminho do hospital. III. Esqueci minha agenda no escritório. IV. Esqueci-me de minha agenda no escritório.
Assinale a opção com as alternativas que estão de acordo com a norma padrão:
Alternativas
Q1285789 Português
As afirmações abaixo corrigem alguns erros comuns que escutamos ou lemos em nosso cotidiano. Em uma das opções a correção foi feita de forma equivocada. Identifique esta opção.As afirmações abaixo corrigem alguns erros comuns que escutamos ou lemos em nosso cotidiano. Em uma das opções a correção foi feita de forma equivocada. Identifique esta opção.
Alternativas
Q1283818 Português
Assinalar a alternativa que apresenta erro de regência:
Alternativas
Q1283804 Português

Leopardo “extinto” é visto pela primeira vez em 36 anos


      Uma espécie de leopardo que, acredita-se, estava extinta foi avistada por testemunhas em Taiwan. Chamada Neofelis Nebulosa Brachyura, o animal é mais conhecido como Leopardo Nebuloso de Formosa.

      Sem ser vista desde 1983, a espécie foi declarada como extinta em 2013, apesar de pesquisadores taiwaneses estarem relutantes quanto ___ isso em razão de relatos que surgiam ocasionalmente de pessoas que diziam ter visto o animal.

      De acordo com o Taiwan News, patrulheiros vigiam ___ área, chamada Li’uljaw, desde o último verão ___ procura do leopardo. Um grupo de pessoas diz ter visto o animal caçando cabras, enquanto outro teria avistado o leopardo logo antes de ele subir em uma árvore. Os relatos são de que o animal foi avistado no ano passado.

      Entre os anos de 1990 e 1993, foram analisadas 16 mil imagens de animais carnívoros de Taiwan, e o raro leopardo não estava entre eles. Mais tarde, um estudo de 12 anos, finalizado em 2013, foi concluído sem registros do animal. Com isso, foi declarada sua extinção.

      O professor Liu Chiung-hsi, do departamento de vida e ciência da Universidade Nacional de Taitung, disse ao Focus Taiwan News que acredita que o animal ainda exista. Ele atribui isso ao fato de o Leopardo Nebuloso da Formosa ter ficado tanto tempo sem ser visto porque é um animal vigilante e não pode ser facilmente capturado por humanos.

https://exame.abril.com.br/ciencia... - adaptado

Considerando-se o uso da crase e a regência, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
Alternativas
Q1280756 Português
Assinale a alternativa em que a regência verbal está de acordo com a norma culta dentro do contexto: (Adaptado de https://portal.fiocruz.br/politicas-publicas-e-modelos-deatencao-saude. Acesso em 9 de maio de 2019)
Alternativas
Respostas
1981: C
1982: A
1983: C
1984: A
1985: B
1986: D
1987: B
1988: C
1989: D
1990: C
1991: C
1992: D
1993: A
1994: D
1995: A
1996: B
1997: A
1998: A
1999: C
2000: C