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Q2746086 Edificações

Quanto à classificação dos tipos de blocos utilizados para alvenarias, analise as seguintes afirmações:

I Os blocos cerâmicos vazados são obtidos a partir da queima de argilas e apresentam variação volumétrica de valores considerados elevados ao absorver ou expelir água.

II Os blocos de concreto são obtidos por prensagem e vibração da massa com consistência seca, dentro de formas de aço com dimensões regulares, devendo ser curados em ambiente com alta umidade.

III Os blocos de concreto celular autoclavado são produzidos em fábricas específicas e apresentam precisão nas dimensões.

IV Os blocos de gesso destinam-se a vedações verticais internas e externas e são fabricados por processo de moldagem, permitindo diversas formas de acabamento.

Dentre as afirmativas, estão corretas

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Q2746084 Edificações
Acerca de definições de serviços, processos e ou produtos dentro da construção civil, o termo “Estuque” pode ser definido como sendo
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Q2746082 Edificações
A propriedade dos materiais que pode ser definida como o coeficiente angular da reta formada pela expressão gráfica do crescimento das deformações imediatas, em função das tensões aplicadas em um elemento estrutural ou em corpo de prova submetido a carregamento, é denominada de módulo de
Alternativas
Q2731168 Edificações

Em função da falta de flexibilidade e de recuperação elástica, os impermeabilizantes rígidos não devem ser aplicados em estruturas sujeitas a movimentação e não são indicados para aplicação em:

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Q2731166 Edificações

Camada de argamassa sobre a qual são assentados os revestimentos cerâmicos com argamassa colante. Está definindo:

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Q2731165 Edificações

O local destinado ao vaso sanitário deve ter área mínima de:

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Q2731156 Edificações

Ao se dimensionar as áreas a serem ocupadas por equipamentos urbanos comunitários deve-se:

Alternativas
Q2728803 Edificações

A respeito de desenho projetivo e desenho perspectiva, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2728802 Edificações

É o plano horizontal, fixo, de referência, considerando a superfície plana como um campo de futebol , o que na verdade não coincide com a superfície da Terra. Trata-se do(a)

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Q2728801 Edificações

Esse tipo de argamassa é utilizado para unir blocos ou tijolos das alvenarias. Normalmente, é colocada com colher de pedreiro, mas podem ser utilizadas também bisnagas. Trata-se da argamassa

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Q2728800 Edificações

Os cinemas, teatros, auditórios e similares devem possuir, na área destinada ao público, espaços reservados para P.C.R (Pessoa em Cadeira de Rodas), assentos para P.M.R (Pessoa com Mobilidade Reduzida) e assentos para P.O. (Pessoa obesa). Sobre o assunto, analise as assertivas abaixo.

I. Em cinemas, a distância mínima para a localização dos espaços para P.C.R. e dos assentos para P.M.R. deve ser calculada traçando-se um ângulo visual de no máximo 30° a partir do limite superior da tela até a linha do horizonte visual com altura de 1,15m do piso.

lI. Em teatros, auditórios ou similares, a localização dos espaços para P.C.R. e dos assentos para P.M.R. deve ser calculada de forma a garantir a visualização da atividade desenvolvida no palco.

IlI. Os assentos para P.M.R. e P.O. devem estar localizados junto aos corredores e, de preferência, nas fileiras contíguas às passagens transversais, sendo que os apoios para braços no lado junto aos corredores devem ser do tipo basculantes ou removíveis.

No que tange às normas de acessibilidade, é correto o que se afirma em

Alternativas
Q2728799 Edificações

Assinale a alternativa cuja regra NÃO está em concordância com a NBR 6.492/94, que dispõe sobre a representação de projetos de arquitetura.

Alternativas
Q2728798 Edificações

Segundo a NBR 8.196/99, que dispõe sobre o Desenho Técnico - emprego de escalas, as escalas 1/500 e 1/750 são indicadas para

Alternativas
Q2728797 Edificações

Em conformidade com a NBR 6.492/94, a planta de situação do Anteprojeto deve conter, EXCETO:

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Q2728795 Edificações

São documentos típicos no estudo preliminar, conforme a NBR 6.492/94, que dispõe sobre a representação de projetos de arquitetura:

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Q2728792 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões 7 e 8.


As margens da alegria


Esta é a estória. Ia um menino, com os Tios, passar dias no lugar onde se construía a grande cidade. Era uma viagem inventada no feliz; para ele, produzia-se em caso de sonho. Saíam ainda com o escuro, o ar fino de cheiros desconhecidos. A Mãe e o Pai vinham trazê-lo ao aeroporto. A Tia e o Tio tomavam conta dele, justinhamente. Sorria-se, saudava-se, todos se ouviam e falavam. O avião era da Companhia, especial, de quatro lugares. Respondiam-lhe a todas as perguntas, até o piloto conversou com ele. O voo ia ser pouco mais de duas horas. O menino fremia no acorçoo, alegre de se rir para si, confortavelzinho, com um jeito de folha a cair. A vida podia às vezes raiar numa verdade extraordinária. Mesmo o afivelarem-lhe o cinto de segurança virava forte afago, de proteção, e logo novo senso de esperança: ao não sabido, ao mais. Assim um crescer e desconter-se — certo como o ato de respirar — o de fugir para o espaço em branco. O Menino.

E as coisas vinham docemente de repente, seguindo harmonia prévia, benfazeja, em movimentos concordantes: as satisfações antes da consciência das necessidades. Davam-lhe balas, chicles, à escolha. Solícito de bem-humorado, o Tio ensinava-lhe como era reclinável o assento — bastando a gente premer manivela. Seu lugar era o da janelinha, para o móvel mundo. Entregavam-lhe revistas, de folhear, quantas quisesse, até um mapa, nele mostravam os pontos em que ora e ora se estava, por cima de onde. O Menino deixava-as, fartamente, sobre os joelhos, e espiava: as nuvens de amontoada amabilidade, o azul de só ar, aquela claridade à larga, o chão plano em visão cartográfica, repartido de roças e campos, o verde que se ia a amarelos e vermelhos e a pardo e a verde; e, além, baixa, a montanha. Se homens, meninos, cavalos e bois — assim insetos? Voavam supremamente. O Menino, agora, vivia; sua alegria despedindo todos os raios. Sentava-se, inteiro, dentro do macio rumor do avião: o bom brinquedo trabalhoso. Ainda nem notara que, de fato, teria vontade de comer, quando a Tia já lhe oferecia sanduíches. E prometia-lhe o Tio as muitas coisas que ia brincar e ver, e fazer e passear, tanto que chegassem. O Menino tinha tudo de uma vez, e nada, ante a mente. A luz e a longa-longa-longa nuvem. Chegavam. [...]



ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

Assinale a alternativa em que TODAS as palavras estão grafadas corretamente.

Alternativas
Q2728791 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões 7 e 8.


As margens da alegria


Esta é a estória. Ia um menino, com os Tios, passar dias no lugar onde se construía a grande cidade. Era uma viagem inventada no feliz; para ele, produzia-se em caso de sonho. Saíam ainda com o escuro, o ar fino de cheiros desconhecidos. A Mãe e o Pai vinham trazê-lo ao aeroporto. A Tia e o Tio tomavam conta dele, justinhamente. Sorria-se, saudava-se, todos se ouviam e falavam. O avião era da Companhia, especial, de quatro lugares. Respondiam-lhe a todas as perguntas, até o piloto conversou com ele. O voo ia ser pouco mais de duas horas. O menino fremia no acorçoo, alegre de se rir para si, confortavelzinho, com um jeito de folha a cair. A vida podia às vezes raiar numa verdade extraordinária. Mesmo o afivelarem-lhe o cinto de segurança virava forte afago, de proteção, e logo novo senso de esperança: ao não sabido, ao mais. Assim um crescer e desconter-se — certo como o ato de respirar — o de fugir para o espaço em branco. O Menino.

E as coisas vinham docemente de repente, seguindo harmonia prévia, benfazeja, em movimentos concordantes: as satisfações antes da consciência das necessidades. Davam-lhe balas, chicles, à escolha. Solícito de bem-humorado, o Tio ensinava-lhe como era reclinável o assento — bastando a gente premer manivela. Seu lugar era o da janelinha, para o móvel mundo. Entregavam-lhe revistas, de folhear, quantas quisesse, até um mapa, nele mostravam os pontos em que ora e ora se estava, por cima de onde. O Menino deixava-as, fartamente, sobre os joelhos, e espiava: as nuvens de amontoada amabilidade, o azul de só ar, aquela claridade à larga, o chão plano em visão cartográfica, repartido de roças e campos, o verde que se ia a amarelos e vermelhos e a pardo e a verde; e, além, baixa, a montanha. Se homens, meninos, cavalos e bois — assim insetos? Voavam supremamente. O Menino, agora, vivia; sua alegria despedindo todos os raios. Sentava-se, inteiro, dentro do macio rumor do avião: o bom brinquedo trabalhoso. Ainda nem notara que, de fato, teria vontade de comer, quando a Tia já lhe oferecia sanduíches. E prometia-lhe o Tio as muitas coisas que ia brincar e ver, e fazer e passear, tanto que chegassem. O Menino tinha tudo de uma vez, e nada, ante a mente. A luz e a longa-longa-longa nuvem. Chegavam. [...]



ROSA, João Guimarães. Primeiras Estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

Assinale a alternativa cujo trecho retirado do texto apresenta um discurso indireto livre.

Alternativas
Q2728788 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 4.


Desistindo de Natal


Moacyr Scliar


Prezado Papai Noel: há uma semana eu lhe mandei uma carta com a lista dos meus pedidos para o Natal. Agora estou mandando esta outra carta para dizer que mudei de ideia. Não vou querer nada. Ontem o papai nos avisou que não tem dinheiro para as compras do fim de ano. Papai está desempregado há mais de um ano. A gente mora numa cidade pequena do interior, muito pobre. No Natal passado, o prefeito anunciou que tinha um presente para a população: uma grande fábrica viria se instalar aqui, dando emprego para muitas pessoas. Meu pai ficou animado. Ele é um homem trabalhador, sabe fazer muitas coisas e achou que com isso o nosso problema estaria resolvido. Agora, porém, o prefeito teve de dizer que a fábrica não vem mais. Não entendo dessas coisas, mas parece que a situação está difícil.

Portanto, Papai Noel, peço-lhe desculpas se o senhor já encomendou as coisas, mas infelizmente vou ter de desistir. Para começar, não quero aquela bonita árvore de Natal de que lhe falei - até mandei um desenho, lembra? Nada de pinheirinho, nada de luzinhas, nada de bolinhas coloridas. A verdade, Papai Noel, é que essas coisas só gastam espaço e, como disse a mamãe, gastam muita luz.

E nada de ceia de Natal, Papai Noel. Nada de peru. Como eu lhe disse, nunca comi peru na minha vida, mas acho que não vai me fazer falta. Se tivesse peru, eu comeria tanto que decerto passaria mal. Portanto, nada de peru. Aliás, se a gente tiver comida na mesa, já será uma grande coisa.

Nada de presentes, Papai Noel. Não quero mais aquela bicicleta com a qual sonho há tanto tempo. Bicicletas custam caro. E além disso é uma coisa perigosa. O cara pode cair, pode ser atropelado por um carro... Nada de bicicleta.

Nada de DVD, Papai Noel. Afinal, a gente já tem uma TV (verdade que de momento ela está estragada e não temos dinheiro para mandar consertar), mas DVD não é coisa tão urgente assim.

Também quero desistir da roupa nova que lhe pedi e dos sapatos. A minha roupa velha ainda está muito boa, e a mamãe vai fazer os remendos nos rasgões. E sapato sempre pode dar problema: às vezes ficam apertados, às vezes caem do pé. Prefiro continuar com meus tênis e o meu chinelo de dedo.

Ou seja: nada de Natal, Papai Noel. Para mim, nada de Natal. Agora, se o senhor for mesmo bonzinho e quiser nos dar algum presente, arranje um emprego para o meu pai. Ele ficará muito grato e nós também. Desejo ao senhor um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.



Retirado de: http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1912200502.htm

Leia a sentença abaixo retirada do texto.


“A verdade, Papai Noel, é que essas coisas só gastam espaço e. como disse a mamãe, gastam muita luz.”



A respeito dos trechos em destaque, é correto afirmar que

Alternativas
Q2728785 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 4.


Desistindo de Natal


Moacyr Scliar


Prezado Papai Noel: há uma semana eu lhe mandei uma carta com a lista dos meus pedidos para o Natal. Agora estou mandando esta outra carta para dizer que mudei de ideia. Não vou querer nada. Ontem o papai nos avisou que não tem dinheiro para as compras do fim de ano. Papai está desempregado há mais de um ano. A gente mora numa cidade pequena do interior, muito pobre. No Natal passado, o prefeito anunciou que tinha um presente para a população: uma grande fábrica viria se instalar aqui, dando emprego para muitas pessoas. Meu pai ficou animado. Ele é um homem trabalhador, sabe fazer muitas coisas e achou que com isso o nosso problema estaria resolvido. Agora, porém, o prefeito teve de dizer que a fábrica não vem mais. Não entendo dessas coisas, mas parece que a situação está difícil.

Portanto, Papai Noel, peço-lhe desculpas se o senhor já encomendou as coisas, mas infelizmente vou ter de desistir. Para começar, não quero aquela bonita árvore de Natal de que lhe falei - até mandei um desenho, lembra? Nada de pinheirinho, nada de luzinhas, nada de bolinhas coloridas. A verdade, Papai Noel, é que essas coisas só gastam espaço e, como disse a mamãe, gastam muita luz.

E nada de ceia de Natal, Papai Noel. Nada de peru. Como eu lhe disse, nunca comi peru na minha vida, mas acho que não vai me fazer falta. Se tivesse peru, eu comeria tanto que decerto passaria mal. Portanto, nada de peru. Aliás, se a gente tiver comida na mesa, já será uma grande coisa.

Nada de presentes, Papai Noel. Não quero mais aquela bicicleta com a qual sonho há tanto tempo. Bicicletas custam caro. E além disso é uma coisa perigosa. O cara pode cair, pode ser atropelado por um carro... Nada de bicicleta.

Nada de DVD, Papai Noel. Afinal, a gente já tem uma TV (verdade que de momento ela está estragada e não temos dinheiro para mandar consertar), mas DVD não é coisa tão urgente assim.

Também quero desistir da roupa nova que lhe pedi e dos sapatos. A minha roupa velha ainda está muito boa, e a mamãe vai fazer os remendos nos rasgões. E sapato sempre pode dar problema: às vezes ficam apertados, às vezes caem do pé. Prefiro continuar com meus tênis e o meu chinelo de dedo.

Ou seja: nada de Natal, Papai Noel. Para mim, nada de Natal. Agora, se o senhor for mesmo bonzinho e quiser nos dar algum presente, arranje um emprego para o meu pai. Ele ficará muito grato e nós também. Desejo ao senhor um Feliz Natal e um próspero Ano Novo.



Retirado de: http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1912200502.htm

A partir da leitura do texto, é possível afirmar que

Alternativas
Q2715279 Edificações

Em geral, a alvenaria recebe três camadas de acabamento. São elas:

Alternativas
Respostas
4041: C
4042: C
4043: D
4044: A
4045: B
4046: C
4047: A
4048: D
4049: B
4050: A
4051: B
4052: A
4053: D
4054: B
4055: C
4056: A
4057: D
4058: C
4059: C
4060: A