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As questões de número 01 a 08 referem-se ao texto reproduzido abaixo.
A entrevista clínica não é uma conversa como outra qualquer!
Celmo Celeno Porto
Entende-se qualquer entrevista como uma técnica de trabalho, durante a qual duas pessoas, em concordância formal ou implícita, encontram -se para uma conversa, cuja característica principal é estar relacionada com os objetivos de ambos.
É tão especial a entrevista clínica que ela tem nome diferente – anamnese. O papel de uma dessas pessoas – no caso, o médico ou o estudante de medicina – é coletar informações, enquanto o da outra – o paciente – é de fornecê-las. Diferentemente de outras entrevistas, no caso da médica, o objetivo não fica restrito a obter informações. Outro objetivo é estabelecer um bom relacionamento entre o médico e o paciente, condição fundamental para uma boa prática médica.
Há muitas maneiras de se fazer uma entrevista; melhor dizendo, há diferentes técnicas, mas em todas devem ser destacadas a arte do relacionamento e o processo comunicacional. Primeiramente, deve ficar claro que uma entrevista médica não é uma conversa como qualquer outra! Além da capacidade de dialogar – falar e ouvir, mais ouvir do que falar –, o médico precisa saber ler nas entrelinhas, observar gestos, para compreender todos os significados contidos nas respostas.
Roteiros são úteis, mas é necessário saber usá-los com a flexibilidade exigida pelas peculiaridades de cada paciente. Raciocínio clínico é a técnica e a arte de organizar os dados que vão surgindo, alguns significativos por si mesmos, outros a exigir novas indagações, que vão tornando compreensível o relato do paciente.
Não se nasce sabendo fazer uma entrevista médica. O que se aprende espontaneamente é conversar. Entrevistar um paciente exige conhecimentos específicos e intenso treinamento, tal como o aprendizado de qualquer habilidade. Os estudantes, às vezes, confundem ser "bom de conversa" com saber realizar uma anamnese. Facilidade para entabular uma conversação pode até ajudar, mas não é tudo.
Uma questão relevante, mas nem sempre considerada, é o registro dos dados obtidos durante a entrevista. Anotações, do próprio punho, das informações mais importantes é a maneira habitual. Contudo, cresce cada vez mais a utilização de computadores. A gravação de entrevistas, que esteve em moda há alguns anos, praticamente está abolida na prática médica, tornando-se restrita a alguns tipos de pesquisa. Não é proibido "digitar" as informações obtidas na anamnese; no entanto, a atenção exagerada ao computador é nociva. Não foram poucos os pacientes que me disseram ter abandonado um médico porque "ele tinha sua atenção inteiramente voltada para o computador".
Não há necessidade de descrição minuciosa de todas as informações, a não ser na fase em que o estudante está fazendo seu treinamento inicial. É conveniente registrar reações imprevistas, informações não verbais, gestos ou expressões faciais. Basta uma palavra ou uma frase, como "olhos lacrimejaram", "expressão de espanto", "gestos de impaciência", para registrar uma informação, sem necessidade de descrevê-la, fato que pode se revelar um dos mais importantes de uma entrevista. Ao final da anamnese, é interessante que se faça para o paciente um resumo das informações obtidas, criando oportunidade para correções ou acréscimos.
Portanto, fazer entrevista é uma arte que se aprimora com o tempo e à medida que se ganha experiência, mas ela só floresce verdadeiramente quando há um verdadeiro interesse em estabelecer uma boa comunicação com paciente.
Em uma entrevista clínica, parte das regras sociais de etiqueta não é aplicada. A conversa é centrada no paciente e, por isso, além de outros motivos, é considerada uma relação assimétrica, com características próprias: ausência de intimidade – uma condição que é essencial –, objetivos específicos, limite de tempo, locais preestabelecidos. Além disso, a frequência dos encontros é muito variável, podendo restringir-se a uma única vez ou repetidas vezes ao longo dos anos.
O primeiro encontro tem um significado especial e dele pode depender o sucesso ou o fracasso de um tratamento. O primeiro olhar, as primeiras palavras, os primeiros gestos podem ser decisivos na relação do médico com o paciente. Tanto pode ser uma ponte entre eles, por meio da qual vão transitar informações e emoções, como um muro que obstrui completamente a comunicação entre um e outro. Essa é uma das características mais evidentes de uma medicina de má qualidade.
Por fim, é essencial saber considerar a entrevista como principal elemento que estabelece o relacionamento entre duas pessoas. O sucesso de uma entrevista depende justamente da qualidade do relacionamento que o médico é capaz de estabelecer com o paciente. Em outras palavras: o que precisa ser compartilhado é o sentimento de compreensão e confiança mútua.
Disponível em: <http://www.rmmg.org>. Acesso em: 21 dez. 2017. [Adaptado]
As questões de número 01 a 08 referem-se ao texto reproduzido abaixo.
A entrevista clínica não é uma conversa como outra qualquer!
Celmo Celeno Porto
Entende-se qualquer entrevista como uma técnica de trabalho, durante a qual duas pessoas, em concordância formal ou implícita, encontram -se para uma conversa, cuja característica principal é estar relacionada com os objetivos de ambos.
É tão especial a entrevista clínica que ela tem nome diferente – anamnese. O papel de uma dessas pessoas – no caso, o médico ou o estudante de medicina – é coletar informações, enquanto o da outra – o paciente – é de fornecê-las. Diferentemente de outras entrevistas, no caso da médica, o objetivo não fica restrito a obter informações. Outro objetivo é estabelecer um bom relacionamento entre o médico e o paciente, condição fundamental para uma boa prática médica.
Há muitas maneiras de se fazer uma entrevista; melhor dizendo, há diferentes técnicas, mas em todas devem ser destacadas a arte do relacionamento e o processo comunicacional. Primeiramente, deve ficar claro que uma entrevista médica não é uma conversa como qualquer outra! Além da capacidade de dialogar – falar e ouvir, mais ouvir do que falar –, o médico precisa saber ler nas entrelinhas, observar gestos, para compreender todos os significados contidos nas respostas.
Roteiros são úteis, mas é necessário saber usá-los com a flexibilidade exigida pelas peculiaridades de cada paciente. Raciocínio clínico é a técnica e a arte de organizar os dados que vão surgindo, alguns significativos por si mesmos, outros a exigir novas indagações, que vão tornando compreensível o relato do paciente.
Não se nasce sabendo fazer uma entrevista médica. O que se aprende espontaneamente é conversar. Entrevistar um paciente exige conhecimentos específicos e intenso treinamento, tal como o aprendizado de qualquer habilidade. Os estudantes, às vezes, confundem ser "bom de conversa" com saber realizar uma anamnese. Facilidade para entabular uma conversação pode até ajudar, mas não é tudo.
Uma questão relevante, mas nem sempre considerada, é o registro dos dados obtidos durante a entrevista. Anotações, do próprio punho, das informações mais importantes é a maneira habitual. Contudo, cresce cada vez mais a utilização de computadores. A gravação de entrevistas, que esteve em moda há alguns anos, praticamente está abolida na prática médica, tornando-se restrita a alguns tipos de pesquisa. Não é proibido "digitar" as informações obtidas na anamnese; no entanto, a atenção exagerada ao computador é nociva. Não foram poucos os pacientes que me disseram ter abandonado um médico porque "ele tinha sua atenção inteiramente voltada para o computador".
Não há necessidade de descrição minuciosa de todas as informações, a não ser na fase em que o estudante está fazendo seu treinamento inicial. É conveniente registrar reações imprevistas, informações não verbais, gestos ou expressões faciais. Basta uma palavra ou uma frase, como "olhos lacrimejaram", "expressão de espanto", "gestos de impaciência", para registrar uma informação, sem necessidade de descrevê-la, fato que pode se revelar um dos mais importantes de uma entrevista. Ao final da anamnese, é interessante que se faça para o paciente um resumo das informações obtidas, criando oportunidade para correções ou acréscimos.
Portanto, fazer entrevista é uma arte que se aprimora com o tempo e à medida que se ganha experiência, mas ela só floresce verdadeiramente quando há um verdadeiro interesse em estabelecer uma boa comunicação com paciente.
Em uma entrevista clínica, parte das regras sociais de etiqueta não é aplicada. A conversa é centrada no paciente e, por isso, além de outros motivos, é considerada uma relação assimétrica, com características próprias: ausência de intimidade – uma condição que é essencial –, objetivos específicos, limite de tempo, locais preestabelecidos. Além disso, a frequência dos encontros é muito variável, podendo restringir-se a uma única vez ou repetidas vezes ao longo dos anos.
O primeiro encontro tem um significado especial e dele pode depender o sucesso ou o fracasso de um tratamento. O primeiro olhar, as primeiras palavras, os primeiros gestos podem ser decisivos na relação do médico com o paciente. Tanto pode ser uma ponte entre eles, por meio da qual vão transitar informações e emoções, como um muro que obstrui completamente a comunicação entre um e outro. Essa é uma das características mais evidentes de uma medicina de má qualidade.
Por fim, é essencial saber considerar a entrevista como principal elemento que estabelece o relacionamento entre duas pessoas. O sucesso de uma entrevista depende justamente da qualidade do relacionamento que o médico é capaz de estabelecer com o paciente. Em outras palavras: o que precisa ser compartilhado é o sentimento de compreensão e confiança mútua.
Disponível em: <http://www.rmmg.org>. Acesso em: 21 dez. 2017. [Adaptado]
As questões de número 01 a 08 referem-se ao texto reproduzido abaixo.
A entrevista clínica não é uma conversa como outra qualquer!
Celmo Celeno Porto
Entende-se qualquer entrevista como uma técnica de trabalho, durante a qual duas pessoas, em concordância formal ou implícita, encontram -se para uma conversa, cuja característica principal é estar relacionada com os objetivos de ambos.
É tão especial a entrevista clínica que ela tem nome diferente – anamnese. O papel de uma dessas pessoas – no caso, o médico ou o estudante de medicina – é coletar informações, enquanto o da outra – o paciente – é de fornecê-las. Diferentemente de outras entrevistas, no caso da médica, o objetivo não fica restrito a obter informações. Outro objetivo é estabelecer um bom relacionamento entre o médico e o paciente, condição fundamental para uma boa prática médica.
Há muitas maneiras de se fazer uma entrevista; melhor dizendo, há diferentes técnicas, mas em todas devem ser destacadas a arte do relacionamento e o processo comunicacional. Primeiramente, deve ficar claro que uma entrevista médica não é uma conversa como qualquer outra! Além da capacidade de dialogar – falar e ouvir, mais ouvir do que falar –, o médico precisa saber ler nas entrelinhas, observar gestos, para compreender todos os significados contidos nas respostas.
Roteiros são úteis, mas é necessário saber usá-los com a flexibilidade exigida pelas peculiaridades de cada paciente. Raciocínio clínico é a técnica e a arte de organizar os dados que vão surgindo, alguns significativos por si mesmos, outros a exigir novas indagações, que vão tornando compreensível o relato do paciente.
Não se nasce sabendo fazer uma entrevista médica. O que se aprende espontaneamente é conversar. Entrevistar um paciente exige conhecimentos específicos e intenso treinamento, tal como o aprendizado de qualquer habilidade. Os estudantes, às vezes, confundem ser "bom de conversa" com saber realizar uma anamnese. Facilidade para entabular uma conversação pode até ajudar, mas não é tudo.
Uma questão relevante, mas nem sempre considerada, é o registro dos dados obtidos durante a entrevista. Anotações, do próprio punho, das informações mais importantes é a maneira habitual. Contudo, cresce cada vez mais a utilização de computadores. A gravação de entrevistas, que esteve em moda há alguns anos, praticamente está abolida na prática médica, tornando-se restrita a alguns tipos de pesquisa. Não é proibido "digitar" as informações obtidas na anamnese; no entanto, a atenção exagerada ao computador é nociva. Não foram poucos os pacientes que me disseram ter abandonado um médico porque "ele tinha sua atenção inteiramente voltada para o computador".
Não há necessidade de descrição minuciosa de todas as informações, a não ser na fase em que o estudante está fazendo seu treinamento inicial. É conveniente registrar reações imprevistas, informações não verbais, gestos ou expressões faciais. Basta uma palavra ou uma frase, como "olhos lacrimejaram", "expressão de espanto", "gestos de impaciência", para registrar uma informação, sem necessidade de descrevê-la, fato que pode se revelar um dos mais importantes de uma entrevista. Ao final da anamnese, é interessante que se faça para o paciente um resumo das informações obtidas, criando oportunidade para correções ou acréscimos.
Portanto, fazer entrevista é uma arte que se aprimora com o tempo e à medida que se ganha experiência, mas ela só floresce verdadeiramente quando há um verdadeiro interesse em estabelecer uma boa comunicação com paciente.
Em uma entrevista clínica, parte das regras sociais de etiqueta não é aplicada. A conversa é centrada no paciente e, por isso, além de outros motivos, é considerada uma relação assimétrica, com características próprias: ausência de intimidade – uma condição que é essencial –, objetivos específicos, limite de tempo, locais preestabelecidos. Além disso, a frequência dos encontros é muito variável, podendo restringir-se a uma única vez ou repetidas vezes ao longo dos anos.
O primeiro encontro tem um significado especial e dele pode depender o sucesso ou o fracasso de um tratamento. O primeiro olhar, as primeiras palavras, os primeiros gestos podem ser decisivos na relação do médico com o paciente. Tanto pode ser uma ponte entre eles, por meio da qual vão transitar informações e emoções, como um muro que obstrui completamente a comunicação entre um e outro. Essa é uma das características mais evidentes de uma medicina de má qualidade.
Por fim, é essencial saber considerar a entrevista como principal elemento que estabelece o relacionamento entre duas pessoas. O sucesso de uma entrevista depende justamente da qualidade do relacionamento que o médico é capaz de estabelecer com o paciente. Em outras palavras: o que precisa ser compartilhado é o sentimento de compreensão e confiança mútua.
Disponível em: <http://www.rmmg.org>. Acesso em: 21 dez. 2017. [Adaptado]
A Paralisia Cerebral (PC) é definida como resultado de uma lesão ou mau desenvolvimento do cérebro, de caráter não progressivo, existindo desde a infância. Na avaliação de uma criança de 4 anos com PC, por lesão localizada em área piramidal (córtex), foram observados os seguintes sintomas quanto ao comportamento motor global: tônus aumentado, mobilidade reduzida, e respiração superficial com diminuição da expansão da caixa torácica. Durante oferta de alimentos por via oral, o paciente apresentou perda de líquido e alimento por pobre vedamento labial e controle de língua, dificuldades com diferentes consistências e posturas compensatórias durante a deglutição.
Qual é o tipo de PC apresentada por esse paciente?
Na avaliação de linguagem oral e escrita, o fonoaudiólogo analisa as relações dinâmicas entre os processos da linguagem, a integração de aspectos comportamentais e os meios comunicativos. Para isso, é fundamental o conhecimento dos subsistemas da linguagem, que são:
O ato mastigatório pode ser dividido em três fases: fase de abertura da boca, fase de fechamento da boca e fase oclusal, nas quais há movimento mandibular por ação dos músculos da mastigação. Quanto à correlação dos músculos da mastigação e suas funções, verifique as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
1-Temporal anterior, masseter, pterigóideo medial e esfenomandibular são os músculos levantadores da mandíbula.
2-Milo-hióideo é o principal músculo abaixador da mandíbula.
3-Pterigóideo lateral e supra-hióideos são os músculos abaixadores da mandíbula.
As dificuldades comunicativas observadas em crianças com Distúrbios do Espectro do Autismo (DEA) vão desde o atraso no desenvolvimento da linguagem, até dificuldades funcionais no seu uso. A fim de facilitar o processo de comunicação, o fonoaudiólogo pode orientar professores de escolas regulares com inclusão de alunos com DEA. Assinale uma orientação condizente com o caso.
Os testes comportamentais usados na Avaliação do Processamento Auditivo (Central) diferenciam-se por avaliar mecanismos e habilidades auditivas distintas.
Assinale os testes que avaliam a habilidade auditiva de resolução temporal.
Após Acidente Vascular Cerebral, JBC, paciente de 65 anos, apresenta discurso fluente e abundante, fala logorréica e jargonofásica com grande presença de neologismos. As tarefas de denominação e repetição oral estão bastante prejudicadas. Há redução na expressão gráfica e a compreensão gráfica parece tão comprometida quanto a compreensão oral.
Qual é o tipo de Afasia Cortical apresentada por JBC?
Segundo Frith (1990), a criança passa por três fases no processo de aquisição de leitura e escrita. Ao avançar por essas fases, a criança torna-se capaz de usar novas estratégias para a leitura e escrita. Verifique se as afirmativas relativas a esse assunto são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que as responde corretamente.
( ) Na primeira fase, a Logográfica, desenvolve-se primeiro a leitura e depois a escrita.
( ) Na escrita logográfica, a criança adquire um vocabulário visual das palavras, sendo afetada pela ordem em que as letras aparecem na palavra, com exceção da letra inicial.
( ) A segunda fase, a Ortográfica, tem início quando a criança assimila as correspondências entre os grafemas e os fonemas.
( ) Na leitura ortográfica, a criança lê reconhecendo as unidades morfêmicas.
( ) A terceira fase é a chamada Alfabética.
( ) Na escrita alfabética, a criança é capaz de ter acesso à representação fonológica das palavras.
Segundo a hierarquização da assistência prestada na rede pública de saúde, descrita por Elias (2005), um fonoaudiólogo que trabalha em um hospital de referência em tratamento de queimaduras está inserido em qual nível de complexidade assistencial?
A Síndrome de Down é uma patologia de origem genética resultante da trissomia do cromossomo 21. Muitos autores relatam falta de sincronia entre o desenvolvimento cognitivo e o de linguagem nesses indivíduos. Quanto à linguagem em crianças com Síndrome de Down é INCORRETO afirmar que:
A traqueostomia tem como objetivo a manutenção da respiração, e é necessária em casos de obstrução de vias aéreas superiores, necessidade de ventilação mecânica prolongada, remoção de secreções traqueobrônquicas, proteção da via aérea contra aspiração, entre outros. As principais desvantagens do uso da traqueostomia podem ser observadas nas afirmações abaixo, EXCETO em:
Segundo Kemp (1978), Emissões Otoacústicas (EOA) podem ser definidas como a liberação de energia sonora na cóclea, de forma espontânea ou evocada, que se propaga na orelha média até alcançar o meato acústico externo. Quanto às EOA é INCORRETO afirmar que:
A musculatura intrínseca da laringe tem relação direta com a função fonatória. Dentre esses músculos, qual apresenta forma de leque e é abdutor das pregas vocais?
Nódulo vocal é considerado a lesão mais comum em crianças, que podem chegar a afonia. A conduta de eleição nesse caso é:
Em avaliação foi observado que JPO, sexo masculino, 65 anos, apresenta tremor de repouso, rigidez muscular, bradicinesia e alteração dos reflexos de manutenção de postura. Em oferta de cerca de 10 ml de alimento líquido engrossado, verificou-se tremor dos órgãos fonoarticulatórios, tempo de deglutição lentificado, festinação da língua e atraso do reflexo de deglutição.
Qual é o quadro neurovegetativo apresentado por esse paciente?
Síndrome caracterizada por atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, alterações faciais e hipotonia, somados a transtornos psiquiátricos e comportamentais, como a hiperfagia. A disfagia orofaríngea é identificada pela presença de hipotonia orofacial e sialorreia excessiva.
Os dados descritos referem-se a Síndrome de:
A orelha média tem importante papel na transmissão do fluxo de energia sonora vindo da orelha externa, rumo aos líquidos presentes na orelha interna, sem que haja perda ou alteração de suas características físicas. Quanto à impedância acústica da orelha média, é INCORRETO afirmar que:
YSL, 8 anos, foi levada pela mãe para avaliação fonoaudiológica com a queixa de "dificuldade para acompanhar sua turma escolar". Na prova de Leitura de Palavras, leu /´t a f i/ para a palavra "táxi". Qual rota de leitura foi usada por essa criança?