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“O nosso sertanejo disfarça, esconde, mistifica sua culinária quando tem visitas. Crê ficar desonrado servindo coalhada com carne de sol, costelas de carneiro com pirão de leite, paçoca com bananas, milho cozido, feijão verde, o mugunzá que o africano ensinou e a carne moquecada que ele aprendeu com o indígena. Nada mais antipatriótico e desumano que esta modéstia criminosa”.
Fonte: CASCUDO, Luís da Câmara. Viajando o sertão. 4ª ed. São Paulo: Global, 2009, p.39.
A partir da leitura do fragmento acima e dos diferentes contextos históricos que marcaram a colonização portuguesa do Brasil, assim como os períodos posteriores, é correto afirmar que o autor identifica, a partir da culinária sertaneja e suas características:
(...) Quantos eram e de onde vinham os africanos? É inútil buscar informações sobre a presença africana entre os escravos de Santa Catarina na historiografia. Graças a Oswaldo Cabral, Walter Piazza e Fernando Henrique Cardoso, a escravidão africana em Santa Catarina é vista como diferente daquela de outras regiões do país, por causa de um supostamente distinto “sentido da colonização”. Para esses autores, a ocupação efetiva da ilha de Santa Catarina e do litoral adjacente em meados do século XVIII, por política expressa da Coroa portuguesa, que implicou na fortificação da Ilha e na vinda de casais açorianos como colonos, ter-se-ia resumido a interesses militares estratégicos. Partindo desse distinto “sentido da colonização”, tais autores mostraram a escravidão na ilha e no litoral adjacente sempre como menos importante do que aquela das regiões agroexportadoras. Não tendo esse território sido explorado para produção voltada à exportação, os “poucos” escravos teriam servido como apoio à produção de alimentos para o abastecimento, e sido elementos de distinção social, predominantemente domésticos e urbanos.
Fonte: MAMIGONIAN, Beatriz. Africanos em Santa Catarina: Escravidão e identidade étnica (1750-1850), p.570. In: FRAGOSO, João; FLORENTINO, Manolo; JUCÁ, Antônio Carlos e CAMPOS, Adriana (Orgs.). Nas rotas do Império: eixos mercantis, tráfico e relações sociais no mundo português. Vitória: EDUFES, 2014.
A partir da análise do texto e considerando o debate historiográfico apresentado pela autora, podemos concluir que:
Fonte: http://portal.iphan.gov.br/ (último acesso: 18/10/24 às 10 horas).
Considerando o contexto histórico que marcou o início da 1ª República no Brasil, é correto afirmar que a troca de nome da cidade ocorreu em virtude da (o):
Uma característica marcante da geologia catarinense é a presença de __________, formações rochosas resultantes da solidificação do magma no interior da crosta terrestre, que afloram em diversas regiões do estado, como na Serra Geral.
( ) A cidade do Rio de Janeiro passou por um decrescimento populacional ao longo do século XIX.
( ) A capital brasileira, por volta de 1900, era a cidade mais populosa do país, e com avançadas condições de higiene.
( ) As reformas urbanas da época expulsaram uma parte da população do centro para as encostas dos morros.
A sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo, é:
Os primeiros povos que viveram em Minas Gerais eram ____________ e sempre que o recurso acabava se mudavam. Diversos grupos andaram pela região de Lagoa Santa e _________________. Nesses locais, encontram-se muitos _______ arqueológicos.
As palavras que completam corretamente as lacunas do fragmento de texto apresentado são, na ordem:
Em Minas Gerais, pode-se encontrar três biomas brasileiros: Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, além de algumas áreas com ocorrência de campos rupestres, muito comum em áreas de altitudes elevadas. O portal do IBGE informa que os biomas do município de Datas (MG) são o Cerrado e a Mata Atlântica. Sobre os biomas de Datas (MG), analise as afirmativas a seguir:
I- A Mata Atlântica é o bioma brasileiro presente em três os estados do país (Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro), seja de forma parcial, seja de forma integral. São estados que têm, em seu território, áreas cobertas pela mata, espalhadas por diversos municípios.
II- A área abrangida pelo bioma Cerrado localiza-se na região de clima subtropical sazonal. Esse tipo de clima apresenta duas estações bem-definidas: verões chuvosos e invernos secos. O período de seca começa no mês de maio e finaliza-se no mês de setembro.
III- O bioma Cerrado possui fitofisionomias que se diversificam de acordo com as características das regiões abrangidas. A existência dessas fitofisionomias deve-se ao fato de que esse bioma, além de muito extenso, limita-se com diversos outros. A vegetação varia das formas campestres às formações florestais densas.
IV- A) No bioma Cerrado, é possível encontrar solos como o latossolo e o solo podzólico ou argiloso: latossolo – solo ácido com coloração avermelhada e pobre em nutrientes; podzólico – solo que apresenta coloração mais escura em tons avermelhados e suscetível a processos erosivos.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
A afirmação acima está:
A lacuna acima é corretamente preenchida por:
Este artista é morador de Datas (MG), e “tem a madeira como matéria-prima e especializou na produção de pombas do divino espírito santo, tendo como diferencial a elaboração de uma técnica apurada em entalhe que possibilita o encaixe das penas também esculpidas na madeira. A descoberta deste método veio da sua partilha, persistência, e a reflexão advinda do seu processo de criação, que ressalta um ciclo potente que não perde de vista em processos de aprendizagem e no nosso viver”. Para a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no dia 29/11/2015, o artista declarou, em entrevista, que “o artesanato muitas vezes te convida a achar a perfeição, será só mesmo por amor que um trabalho poderá sair bem-feito, além da persistência, do esforço e da rotina”.
Disponível em: https://www.ufmg.br/proex/cpinfo/saberesplurais/artista/[...]. Acesso em: 10 out. 2024.
O artista local a que o texto se refere é: