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Um patrimônio cultural refere-se a qualquer aspecto do legado cultural de uma sociedade que é considerado valioso e digno de preservação para as gerações futuras.
Sua importância é refletida na identidade, nos valores e na história de uma comunidade, região ou nação.
Um dos patrimônios culturais do município de Montividiu é:
Constituindo um dos símbolos estaduais, a bandeira do Estado de Goiás é composta por listras que alternam entre o verde e o azul. No seu canto superior esquerdo, encontram-se cinco grandes estrelas, que simbolizam
“(...) Afinal, aqui falamos de muitos brasis em um Brasil; de realidades tão distintas que vão de um norte ameríndio até um sul com feição germânica; de uma Bahia africana a uma região sudeste mestiçada por muitas etnias e emigrações. A diferença se manifesta em modelos econômicos e culturais, nos perfis populacionais ou prognósticos diferenciados de vida. Enfim, por detrás de trópicos se esconde, mais uma vez, uma grande diversidade, difícil de ordenar.”
Assinale a alternativa INCORRETA:
O excerto acima faz referência ao escravo de ganho, assinale a afirmativa INCORRETA sobre essa função:
Leia o texto a seguir e utilize-o para responder as questão.
“Sem que seja necessário entrarmos em minúcias mais extensas, vê-se que o código das Doze Tábuas já se afasta muito do direito primitivo. A legislação romana se transforma como o governo e estado social. Pouco a pouco e quase à cada geração, produzirá alguma nova mudança. À medida que as classes inferiores fizerem um progresso na ordem política, uma nova modificação será introduzida nas regras do direito. (...) Uma revolução análoga ocorreu no direito ateniense. Sabe-se que dois códigos de leis foram redigidos em Atenas, separados por um período de trinta anos, o primeiro de Drácon, o segundo por Sólon. O de Drácon foi escrito no auge da luta das duas classes, e quando os eupátridas não estavam ainda derrotados. Sólon redigiu o seu no próprio momento em que a classe inferior o conquistou.”
Leia o texto a seguir e utilize-o para responder as questão.
“Sem que seja necessário entrarmos em minúcias mais extensas, vê-se que o código das Doze Tábuas já se afasta muito do direito primitivo. A legislação romana se transforma como o governo e estado social. Pouco a pouco e quase à cada geração, produzirá alguma nova mudança. À medida que as classes inferiores fizerem um progresso na ordem política, uma nova modificação será introduzida nas regras do direito. (...) Uma revolução análoga ocorreu no direito ateniense. Sabe-se que dois códigos de leis foram redigidos em Atenas, separados por um período de trinta anos, o primeiro de Drácon, o segundo por Sólon. O de Drácon foi escrito no auge da luta das duas classes, e quando os eupátridas não estavam ainda derrotados. Sólon redigiu o seu no próprio momento em que a classe inferior o conquistou.”
Leia o texto a seguir e utilize-o para responder as questão.
“Sem que seja necessário entrarmos em minúcias mais extensas, vê-se que o código das Doze Tábuas já se afasta muito do direito primitivo. A legislação romana se transforma como o governo e estado social. Pouco a pouco e quase à cada geração, produzirá alguma nova mudança. À medida que as classes inferiores fizerem um progresso na ordem política, uma nova modificação será introduzida nas regras do direito. (...) Uma revolução análoga ocorreu no direito ateniense. Sabe-se que dois códigos de leis foram redigidos em Atenas, separados por um período de trinta anos, o primeiro de Drácon, o segundo por Sólon. O de Drácon foi escrito no auge da luta das duas classes, e quando os eupátridas não estavam ainda derrotados. Sólon redigiu o seu no próprio momento em que a classe inferior o conquistou.”
Segundo Jacques Le Goff, em seu livro História e Memória, de alguma forma, todo documento é uma mentira, já que é o resultado de uma “montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram(...).”
De acordo com o autor podemos afirmar que:
Objetos são portadores de informações sobre costumes, técnicas, condições econômicas, ritos e crenças de nossos antepassados. Essas informações ou mensagens são obtidas mediante uma “leitura” dos objetos, transformandoos em “documentos”. A questão essencial é: como transformar os objetos em fonte de conhecimento histórico?
O trecho aborda que tipo de investigação histórica:
Além de ter esse caráter lúdico, de se caracterizar como uma ocasião para se brincar e festejar, a capoeira também era considerada uma forma de resistência contra roubos cotidianos, disputas de poder entre escravos e libertos, bem como de oposição ao sistema escravista. O viajante Rugendas descreveu essa manifestação no século XIX:
“Os negros têm ainda um outro folguedo guerreiro, muito mais violento, a ‘capoeira’: dois campeões se precipitam um contra o outro, procurando dar com a cabeça no peito do adversário que desejam derrubar. Evita-se o ataque com saltos de lado e paradas igualmente hábeis; mas lançando-se um contra o outro mais ou menos como bodes, acontece-lhes chocarem-se fortemente cabeça contra cabeça, o que faz com que a brincadeira não rara degenere em briga e que as facas entram em jogo ensanguentando-a.”
“O documento não é qualquer coisa que fica por conta do passado, é um produto da sociedade que o fabricou segundo as relações de forças que aí detinham o poder.”
A afirmação de Le Goff nos remete a uma característica importante do ofício do historiador, que é: