Questões de Concurso

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Q4008516 História
“Assim como estiveram à frente de fazendas e outras atividades agrícolas, as mulheres também dirigiam engenhos. Quando fez sua Descrição do Distrito dos Campos Goiatacaz, em 1785, Couto Reis recenseou 124 engenhos, dos quais dez pertenciam a mulheres. Para além destas senhoras de engenho, o cartógrafo identificou inúmeras lavradoras, como Dorothea Barreta, Raimunda Rodriguez, Rosa Maria, Úrsula Campelo e Maria Almeida, envolvidas no cultivo de cana”.
PRIORE, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume I: colônia. Rio de Janeiro: LeYa, 2016. p.83.
Considerando o trabalho sistemático em torno da exploração do açúcar, é CORRETO afirmar que:
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Q4008515 História
“O curral era o cenário para toda essa atividade: 'Em cada fazenda', explicava o ouvidor Durão, no século XVIII, 'deve haver pelo menos três currais que tomam diversos nomes conforme o serviço que prestam. Chama curral de vaquejada àquele em que se recebe o gado que tem de se vendido, onde se tira o leite e onde se faz o rol de porteiras; curral de apartar e em que se recebe todo o gado indistintamente para ao depois ser distribuído pelas diferentes acomodações; curral de benefi cio, onde se recolhem os garrotes para serem ferrados e para se fazer as partilhas dos vaqueiros.' Tais fazendas se formavam com facilidade. Uma casa rústica coberta de folhas de carnaúba abrigava homens, mulheres e crianças. Num curral tosco se introduziam, em geral, oito vacas e um touro. As reses passavam por um período de adaptação aos pastos. Era a 'formação dos cascos'. Nessa fase eram necessários de dez a doze homens para o manejo: vaqueiros gabaritados e outros, os cabras, menos hábeis.”
PRIORE, Mary del. Histórias da gente brasileira: volume I: colônia. Rio de Janeiro: LeYa, 2016. p.143-144
Considerando esse processo histórico, a expansão territorial da pecuária na Colônia Portuguesa caracterizou-se principalmente por:
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Q4008514 História

“Sob seus diversos nomes e com suas aparências multiformes, o Diabo – Satã e seus demônios – é seguramente uma das fi guras mais importantes do universo do ocidente medieval: encarnação do mal, oponente das forças celestes, tentador dos justos, inspirador dos ímpios e dos pecadores, verdugo dos condenados, ele é onipresente e seu terrível poder se faz sentir em todos os aspectos da vida e das representações mentais medievais.”


GOFF, Jacques Le; SCHMITT, Jean-Claude. Dicionário analítico do Ocidente Medieval. São Paulo: Unesp, 2017. 748 p. 2 v.


Sobre a sociedade medieval e o domínio do pensamento cristão, é CORRETO afirmar que: 

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Q4008512 História
“A incompreensão do presente nasce fatalmente da ignorância do passado. Mas talvez não seja menos vão esgotar-se em compreender o passado se nada se sabe do presente.”
BLOCH, Marc. Apologia da História ou oficio do historiador. São Paulo: Zahar, 1989.
A reflexão de Marc Bloch evidencia o caráter relacional do conhecimento histórico, que articula passado e presente por meio da análise crítica das fontes e das interpretações. Considerando a construção do conhecimento histórico e as habilidades desenvolvidas pela disciplina de História, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4008510 História
No estudo da Antiguidade Oriental, as civilizações do Antigo Oriente Próximo são analisadas a partir de suas estruturas políticas, econômicas, sociais e culturais. Sobre esses povos, assinale a alternativa CORRETA: 
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Q4001697 Atualidades
Atualmente, museus europeus e americanos estão sob pressão constante para a devolução de artefatos para países da África, Ásia e América Latina. Sobre o contexto histórico, ético e as práticas envolvidas nesse processo de restituição, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q4000872 História
O governo de Getúlio Vargas congregava diferentes projetos para o país que se contrapunham à política então vigente, voltada para os interesses oligárquicos. A crise política abriu espaço para a defesa de um Estado centralizador e intervencionista, capaz de promover o desenvolvimento por meio da diversificação econômica e da industrialização. Uma das principais medidas foi o Código Florestal, que pode ser entendido como parte do esforço do Estado em busca da modernização da produção e do controle e ordenamento do próprio território. Além do interesse em regulamentar o uso dos recursos considerados essenciais ou estratégicos, a aprovação deste código também refletiu os debates relacionados às questões ambientais das primeiras décadas do século XX. A atenção dedicada ao tema resultou, em grande parte, da intensificação do processo de desflorestamento, consequência da prática das queimadas para plantação de cafezais, da construção de ferrovias e das transformações decorrentes da expansão da urbanização e do incremento da industrialização no país.

Adaptado de CAMARGO, Angélica. Conselho Florestal Federal. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, 2025.

Com base no trecho, assinale a opção que apresenta a postura do governo Vargas em relação à natureza.
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Q4000871 História
A definição etimológica de História Contemporânea indica que a compreensão de uma época não se refere simplesmente ao entendimento de um passado distante, mas a uma compreensão que vem de uma experiência da qual ele participa como todos os outros indivíduos. Contudo, na França, a expressão “História Contemporânea” possui outra significação. No último terço do século XIX, nós consideramos que a data inaugural da História Contemporânea foi a Revolução Francesa. Entretanto a palavra “contemporâneo” significa “ao mesmo tempo” e isso designa certa percepção ideológica da História, que se baseia em uma ideia simples, pois a civilização, o universo espaço-tempo no qual nós vivemos na França nasceu com a Revolução Francesa. Evidentemente essa afirmação não é falsa, mas também não é verdade.

Adaptado de AREND, Silvia; Fábio Macedo. “Sobre a história do tempo presente: entrevista com o historiador Henry Rousso”, Tempo e Argumento, vol. 1, n. 1, p. 202.

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o autor considera que a História Contemporânea 
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Q4000869 História
Essa perspectiva não tem nada a ver com história local. Os historiadores que trabalham segundo essa abordagem se debruçam, reduzindo a escala, sobre problemas muito gerais. Contudo, são frequentemente acusados de desvalorizar outras abordagens, mas a questão é outra. Por vezes nos deparamos com problemas que não conseguimos explicar; por isso, buscamos mudar a escala para verificar se nos confrontamos com outras realidades e com questões diferentes. Na verdade, pretendemos exatamente a generalização.
Adaptado de LEVI, Giovanni. O pequeno, o grande e o pequeno, Revista Brasileira de História, v. 37, nº 74, 2017, pp. 169-170.

Com base na leitura do trecho, assinale a opção que apresenta corretamente a abordagem historiográfica descrita. 
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Q4000867 História
Memória e história, longe de serem sinônimos, aparecem em oposição fundamental. A memória é vida, aberta à dialética entre lembrar e esquecer, vulnerável à manipulação e à apropriação. A história, por sua vez, é a reconstrução, sempre problemática e incompleta, daquilo que já não existe. A memória é um fenômeno sempre atual; a história, por ser uma produção intelectual e secular, exige análise e crítica.

Adaptado de NORA, Pierre. Between Memory and History: Les Lieux de Mémoire, Representations, No. 26, 1989, p. 8

Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a distinção estabelecida pelo autor entre memória e história.
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Q4000861 História
Leia o trecho a seguir.

Eu, Sabina da Cruz, achando-me incomodada de saúde, delibero meu testamento. Declaro que sou católica, e professo a Religião de Jesus Cristo, pois que desde que vim de minha terra de África, onde nasci, chegando nesta Capital há muitos anos fui batizada na fé da qual tenho sempre vivido, e desejo morrer. Declaro que sendo escrava do Senhor Manoel Gonçalves da Cruz, já falecido, de seu poder me libertei há muitos anos dando-lhe dois escravos por minha liberdade. Declaro que os bens que possuo consistem nos escravos Lino Gege, Maria Luiza Nagô, Antônio da mesma Nação, Mauricia e Francisca crioulas, cujos escravos os possuo desembargados. Deixo a minha afilhada, filha do meu Senhor Manoel Gonçalves da Cruz duas voltas de cordão de ouro para seu ornato. Meu testamenteiro me mandará celebrar uma capela de Missas pela minha alma, e fará repartir com os pobres a quantia de vinte mil reis.

Adaptado de DAMIÃO, Erika. “O que deixei: testamento de Sabina da Cruz, “a denunciante” da Revolta dos Malês”, Revista de fontes, v. 12, n. 22, 2025, p. 60.

Com base na leitura do testamento, assinale a opção que identifica corretamente aspectos da vida das pessoas escravizadas no Brasil presentes no documento.
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Q4000858 História
I. As Leis da Natureza permitiram aos primeiros pensadores do Iluminismo demolir as pretensões mal fundamentadas do preconceito humano. As ideias do passado tornaram-se inadequadas. A obscuridade dos tempos antigos, que misturava necessidades sociais e realidade natural, significados e mecanismos, signos e coisas, deu lugar a uma aurora luminosa que separava claramente a causalidade material da imaginação humana. As ciências naturais finalmente definiram o que era a Natureza, e cada nova disciplina científica que surgia era percebida como uma revolução que libertava o conhecimento de seu passado pré-científico, de seu “Antigo Regime”.

Adaptado de LATOUR, Bruno. We have never been modern. Cambridge: Harvard University Press, 1993, p. 35.

II. Para muitos estudiosos do Iluminismo, parece haver uma ruptura radical. Nessa interpretação, o foco central é o suposto culto do Iluminismo à ciência, à razão e à universalidade, bem como a uma forma de poder/conhecimento baseada no controle tanto do mundo físico quanto do social. No entanto, quando se começa a questionar o que realmente estava implícito por trás desse motor de mudança cultural e social, abrem-se caminhos para reavaliar o chamado “projeto do Iluminismo”. Questiono a noção de um projeto iluminista unificado, orientado e impulsionado por uma linguagem da natureza baseada na filosofia natural mecanicista, que reduzia a natureza a um mecanismo e os seres humanos a máquinas ou autômatos.

Adaptado de REILL, Peter. Vitalizing nature in the enlightenment. Berkeley: University of California Press, 2005, p. 3.

Com base na leitura dos trechos, assinale a opção que descreve corretamente a interpretação dos autores sobre o Iluminismo. 
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Q4000856 História
Leia os trechos a seguir.

I. Se os índios do Brasil são agora mais guerreiros e mais maldosos, é porque nenhuma necessidade têm das coisas dos cristãos, e têm as casas cheias de ferramentas, pois os cristãos andam de lugar em lugar enchendo-lhes de tudo o que desejam. E o índio, que em outros tempos não era ninguém e que sempre morria de fome por não ter sequer uma ferramenta para abrir uma roça, agora dispõe de quantas ferramentas quiser. Comem e bebem continuamente e passam a frequentar as aldeias bebendo vinho, organizando guerras e praticando muitos males.

Adaptado de Pedro Correia a Simão Rodrigues, 10/ 3/ 1553 citado por MONTEIRO, John. Negros da terra, São Paulo: Cia das Indias, 1994, p. 31.

II. Por aqui se vê que os maiores impedimentos nascem dos próprios portugueses. O primeiro é a falta de zelo pela salvação dos indígenas, pois os consideram selvagens. O que mais os espanta e os faz fugir dos portugueses e, por consequência, das igrejas, são as tiranias a que são submetidos: obrigados a servir como escravos, separados de suas famílias e vendidos. Por isso, muitos fogem para o mato e, quando não encontram outra saída, preferem entregar-se aos inimigos a voltar ao domínio dos portugueses.

Adaptado de ANCHIETA, José de. Informação do Brasil e de suas capitanias, 1584, p. 342.

Com base na leitura dos trechos, assinale a opção que interpreta corretamente as visões sobre o contato entre portugueses e indígenas no Brasil colonial.
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Q4000854 História
Leia o trecho a seguir.

Cuzco foi outra Roma, e assim pode-se comparar uma com a outra, pois se assemelham nas coisas mais nobres que tiveram. A primeira e principal, por terem sido fundadas por seus primeiros reis. E, nos tantos e tão excelentes varões que geraram e criaram com sua boa doutrina militar. Nisso Roma levou vantagem sobre o Cuzco, não por tê-los formado melhores, mas por ter sido mais afortunada ao alcançar as letras e, por meio delas, eternizar seus filhos.

Adaptado de GARCILASO, Inca. Comentarios reales. 1609. México, DF: Porrúa, 2000. p. 290

Com base no trecho, é correto afirmar que a comparação estabelecida entre Cuzco e Roma tem a função de
Alternativas
Q4000853 História
Leia os trechos a seguir.

I. Quando espanhóis e portugueses chegaram à América, os nativos lhes preparavam chocolate, uma bebida feita com cacau, temperada com especiarias simples e misturada com papas de milho. Essa combinação conferia à bebida um aspecto rústico e um gosto selvagem. Os espanhóis, julgandose mais industriosos que os selvagens, procuraram corrigir o mau gosto dessa bebida, acrescentando à pasta de cacau aromas do Oriente e especiarias da Espanha.

Adaptado de LAVEDÁN, A. Tratado de los usos, abusos, propiedades y virtudes del tabaco, café, té y chocolate. Madrid: Almarabu, 1991, pp. 214-215.
II. Os europeus que haviam bebido chocolate no Novo Mundo, não apenas adquiriram o gosto pela bebida espessa, como também passaram a consumi-la da mesma forma como vinha sendo consumido há muito tempo na Mesoamérica. Os espanhóis assimilaram o universo do cacau e procuraram manter, mesmo na Europa, as sensações sensoriais que acompanhavam o consumo do chocolate. Na Espanha e na Hispano-América, o apreço dos europeus pelo chocolate não reforçava uma hierarquia que colocasse os colonizadores europeus acima dos indígenas. Ao contrário, esse gosto chamava atenção para as falhas do projeto civilizador.

Adaptado de NORTON, Marcy. Chocolate para el imperio: la interiorización europea de la estética mesoamericana. Revista de Estudios Sociales, n. 29, 2008, pp. 57-63.

Com base nos trechos, assinale a opção que interpreta corretamente as dinâmicas do contato entre europeus e indígenas a partir do consumo do chocolate.
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Q4000851 História
Leia o trecho a seguir.

Uma sociedade que tanto valor dava às fórmulas e aos gestos, precisava de ritos para repelir os medos e estabelecer ligações com as forças sobrenaturais: precisava dos sacramentos e, por consequência, dos monges. Nesse tempo, o indivíduo não contava, perdia-se no seio de um grupo onde as iniciativas de cada um se fundiam em responsabilidade comuns. Todo o povo cristão se sentia solidário perante o mal e perante Deus, maculado pelo crime deste ou daquele dos seus membros, purificado pelas abstinências de alguns. Esses agentes de redenção coletiva eram os monges. O mosteiro intervinha como um órgão de compensação espiritual. Esta função justificava sua decoração, ornamentos e arquitetura.

Adaptado de DUBY, Georges. O tempo das catedrais. A arte e a sociedade, 980-1420. Lisboa: Editorial Estampa, 1979, pp. 67-68.

Com base no trecho, assinale a opção que interpreta corretamente a relação entre a dimensão religiosa e a organização social medieval.
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Q4000153 História
A consolidação histórica do esporte adaptado e dos Jogos Paralímpicos ao longo do século XX esteve diretamente relacionada a mudanças sociais, médicas e educacionais no entendimento sobre a pessoa com deficiência.

A respeito desse processo evolutivo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4000152 História
Os Jogos Olímpicos da Antiguidade e os Jogos Olímpicos da Era Moderna apresentam diferenças históricas e simbólicas importantes.
Considerando o processo de ressignificação e evolução do evento ao longo do tempo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4000151 História
Durante o século XIX, a Educação Física passou por um processo de institucionalização no Brasil, fortemente influenciado por reformas educacionais e por debates pedagógicos que buscavam integrá-la aos objetivos formativos da escola.
Nesse contexto, avalie as afirmativas a seguir.

I. A reforma Couto Ferraz, de 1851, é considerada o marco inicial da Educação Física escolar no Brasil, culminando, em 1854, na obrigatoriedade da ginástica no ensino primário e da dança no ensino secundário.
II. Leôncio de Carvalho, por meio do Decreto nº 7247, de 1879, propôs a reforma de diferentes níveis de ensino, primário e secundário no município da Corte e superior em todo o Império.
III. Rui Barbosa apresentou uma reforma que recomendou a obrigatoriedade da ginástica para ambos os sexos e sua inclusão como matéria de estudo nos programas escolares.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3997801 História
Leia o trecho a seguir a respeito do tempo histórico.

Experiência e expectativa são duas categorias adequadas para nos ocuparmos com o tempo histórico, pois elas entrelaçam passado e futuro. São adequadas também para se tentar descobrir o tempo histórico, pois, enriquecidas em seu conteúdo, elas dirigem as ações concretas no movimento social e político.

Adaptado de Reinhart Koselleck. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto: PUC-Rio, 2006, p. 308.

Com base nessa perspectiva teórica, assinale a afirmativa que interpreta corretamente a concepção de tempo histórico.
Alternativas
Respostas
181: C
182: B
183: A
184: B
185: C
186: A
187: B
188: E
189: E
190: D
191: B
192: B
193: A
194: E
195: A
196: E
197: C
198: D
199: E
200: B