Foram encontradas 3.859 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Acerca de sistemas de televisão analógica e digital, julgue o item subsequente.
O codificador de vídeo H.262/MPEG-2 Part 2 é baseado na
transformada wavelet.
Julgue o item a seguir, acerca das técnicas de codificação de imagem.
O RLE (run-length encoding) é uma técnica de compressão de
imagens que introduz pequenos erros na imagem codificada,
mas atinge altas taxas de compressão.
Nos sistemas UMTS de terceira geração, a camada física UTRA (UMTS Terrestrial Radio Access) utiliza sempre canais com 5 MHz de largura de banda com duplexação FDD (frequency division duplexing).
Em uma única portadora GSM, podem ser multiplexados os sinais de voz de até 16 usuários diferentes.
Considere um sinal de voz com largura de banda igual a 3,2 kHz digitalizado por um esquema PCM (pulse code modulation), com uma taxa de amostragem 25% maior que a taxa de amostragem de Nyquist. Considerando, ainda, que se disponha de um canal de transmissão digital com taxa de 128 kbps, será possível quantizar o sinal com 16 bits por amostra.
Sinais de telefonia digital são usualmente multiplexados em sistemas SDH (synchronous digital hierarchy). A unidade básica desses sistemas é o E1, que corresponde a 24 canais de 64 kbps, dos quais dois canais são utilizados para sinalização e 22 canais são disponibilizados para tráfego de voz.
Uma vez que a faixa de frequências audíveis do ouvido humano vai de aproximadamente 20 Hz a 20 kHz, é necessário amostrar um sinal de voz à taxa de 40 kHz ou mais para garantir uma boa qualidade de voz.
Codificadores paramétricos, como LPC, CELP, VSELP, ACELP e QCELP, operam utilizando um modelo média móvel do trato vocal. Esses codificadores tentam extrair os parâmetros desse modelo do espectro de frequência do sinal de voz.
No codificador de forma de onda APCM (adaptative pulse code modulation), ou modulação por código de pulsos adaptativo, o passo de quantização varia com o tempo, de modo a acompanhar as variações de amplitude do sinal de voz.
O DPCM (differential pulse code modulation), ou modulação por código de pulsos diferencial, é um codificador de forma de onda que explora a significativa correlação entre amostras sucessivas do sinal de voz, uma vez que este é bastante redundante.
A complexidade computacional da FFT de um sinal com N = 2n amostras, em que n > 0 é um número inteiro, é N/n vezes menor que a de sua DFT.
Embora a DFT forneça resultados ligeiramente mais precisos que a FFT, esta última é mais utilizada devido ao considerável ganho de tempo de processamento.
Se um sinal tem N < k . 2n amostras, em que k ≠ 2 é um número primo e n > 0 é um número inteiro, então a complexidade computacional do cálculo da DFT desse sinal pode ser reduzida utilizando-se a FFT em combinação com outros algoritmos rápidos.
O algoritmo mais comumente utilizado para calcular a FFT de um sinal com N = 2n amostras, em que n > 0 é um número inteiro, reduz a complexidade computacional desse cálculo, fazendo a decomposição do sinal em blocos cada vez menores, com 2m amostras, em que m < n é um número inteiro.
Se, em vez do conversor analógico/digital de 6 bits, fosse utilizado um conversor de 8 bits com a mesma faixa dinâmica, a relação sinal/ruído de quantização SQNR (signal-to-quantization-noise ratio) aumentaria em aproximadamente 12 dB.
Um canal com multipercurso classificado como não plano, também chamado de canal duplamente dispersivo, é não seletivo quanto à frequência e ao tempo.
No múltiplo acesso por divisão de frequência (FDMA), utilizado em transmissões via satélite, cada usuário ocupa o espectro total do canal por um breve intervalo de tempo.
Uma das vantagens da utilização da banda C para comunicações por satélite é que ela usa frequências diferentes das utilizadas nos sistemas de micro-ondas terrestres. Contudo, um dos maiores problemas verificados nessa faixa de frequência é a forte atenuação ocorrida em função das chuvas, o que encarece os transponders utilizados nos satélites.