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Julgue o seguinte item, relativos a antenas e propagação.
Considere a projeção de um enlace de micro-ondas com
alcance de 4 km em um ambiente suburbano com obstáculos de
altura máxima de 15 m na faixa de frequência de 3 GHz.
Considere, ainda, que o transmissor e o receptor sejam
colocados no topo de torres com 30 m de altura. Nessa
situação, não haverá nenhum obstáculo na primeira zona de
Fresnel.
Julgue o seguinte item, relativos a antenas e propagação.
Transmissões de satélite comumente empregam as bandas C e
Ku do espectro eletromagnético, sendo a banda C a de menor
atenuação em condições climáticas adversas, como chuva
forte, embora apresente restrições de potência, devido a
possível interferência com sistemas de micro-ondas terrestres.
Julgue o seguinte item, relativos a antenas e propagação.
Uma operadora de banda larga sem fio que tenha à disposição
espectro em duas faixas diferentes, de 900 MHz e 1,8 GHz,
deverá escolher, preferencialmente, a frequência de 900 MHz
caso seu objetivo principal seja maximizar sua área de
cobertura.
Julgue o seguinte item, relativos a antenas e propagação.
A EIRP (equivalent isotropically radiated power) de um
sistema de comunicações sem fio com sinal de potência de
20 W, que utilize uma antena diretiva com ganho de 15 dBi,
será igual a 28 dBm.
Acerca de sistemas de televisão analógica e digital, julgue o item subsequente.
O padrão PAL-M, utilizado no sistema analógico brasileiro,
elimina vários problemas referentes à reprodução de cor
observados no padrão NTSC, utilizado nos Estados Unidos da
América.
Acerca de sistemas de televisão analógica e digital, julgue o item subsequente.
No codificador de vídeo H.264/MPEG-4 AVC, 16 é o número
máximo de vetores de movimento associados a um
macrobloco, o que ocorre quando se usa um macrobloco do
tipo I (intra) construído com 16 partições de 4 × 4 símbolos.
Acerca de sistemas de televisão analógica e digital, julgue o item subsequente.
O codificador de vídeo H.262/MPEG-2 Part 2 é baseado na
transformada wavelet.
Julgue o item a seguir, acerca das técnicas de codificação de imagem.
O RLE (run-length encoding) é uma técnica de compressão de
imagens que introduz pequenos erros na imagem codificada,
mas atinge altas taxas de compressão.
Nos sistemas UMTS de terceira geração, a camada física UTRA (UMTS Terrestrial Radio Access) utiliza sempre canais com 5 MHz de largura de banda com duplexação FDD (frequency division duplexing).
Em uma única portadora GSM, podem ser multiplexados os sinais de voz de até 16 usuários diferentes.
Considere um sinal de voz com largura de banda igual a 3,2 kHz digitalizado por um esquema PCM (pulse code modulation), com uma taxa de amostragem 25% maior que a taxa de amostragem de Nyquist. Considerando, ainda, que se disponha de um canal de transmissão digital com taxa de 128 kbps, será possível quantizar o sinal com 16 bits por amostra.
Sinais de telefonia digital são usualmente multiplexados em sistemas SDH (synchronous digital hierarchy). A unidade básica desses sistemas é o E1, que corresponde a 24 canais de 64 kbps, dos quais dois canais são utilizados para sinalização e 22 canais são disponibilizados para tráfego de voz.
Transmissões de satélite comumente empregam as bandas C e Ku do espectro eletromagnético, sendo a banda C a de menor atenuação em condições climáticas adversas, como chuva forte, embora apresente restrições de potência, devido a possível interferência com sistemas de micro-ondas terrestres.
Uma vez que a faixa de frequências audíveis do ouvido humano vai de aproximadamente 20 Hz a 20 kHz, é necessário amostrar um sinal de voz à taxa de 40 kHz ou mais para garantir uma boa qualidade de voz.
Codificadores paramétricos, como LPC, CELP, VSELP, ACELP e QCELP, operam utilizando um modelo média móvel do trato vocal. Esses codificadores tentam extrair os parâmetros desse modelo do espectro de frequência do sinal de voz.
No codificador de forma de onda APCM (adaptative pulse code modulation), ou modulação por código de pulsos adaptativo, o passo de quantização varia com o tempo, de modo a acompanhar as variações de amplitude do sinal de voz.
O DPCM (differential pulse code modulation), ou modulação por código de pulsos diferencial, é um codificador de forma de onda que explora a significativa correlação entre amostras sucessivas do sinal de voz, uma vez que este é bastante redundante.
A complexidade computacional da FFT de um sinal com N = 2n amostras, em que n > 0 é um número inteiro, é N/n vezes menor que a de sua DFT.
Embora a DFT forneça resultados ligeiramente mais precisos que a FFT, esta última é mais utilizada devido ao considerável ganho de tempo de processamento.