Foram encontradas 17.182 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3884534 Arquitetura
O SketchUp é amplamente utilizado nas fases de concepção e estudo volumétrico devido à sua interface intuitiva. Para manter a organização e a facilidade de edição em modelos complexos, o uso correto de agrupamentos é essencial. Assinale a alternativa correta sobre a diferença entre "Grupos" e "Componentes" no SketchUp.
Alternativas
Q3884533 Arquitetura
A representação das fachadas (ou elevações) busca transmitir a aparência externa da edificação, suas proporções, materiais de acabamento e a relação dos cheios e vazios, sem a interferência de cortes na estrutura principal. Considerando os aspectos técnicos da elaboração de fachadas, analise as afirmativas a seguir.

I.As fachadas devem ser representadas em projeção ortogonal, sem linhas de cota de dimensão (cotas de algarismo), exceto cotas de níveis gerais ou de altura total, focando na representação de texturas e planos.

II.Deve-se representar em linha tracejada toda a estrutura interna da edificação, como pilares e vigas que estão atrás da alvenaria externa, para demonstrar o sistema construtivo na fachada.

III.É recomendável o uso de diferentes espessuras de traço para sugerir profundidade, utilizando traços mais grossos para os planos mais próximos do observador e traços mais finos para os planos recuados.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3884532 Arquitetura
Para garantir a correta execução de áreas molhadas e evitar patologias futuras relacionadas à infiltração, o arquiteto deve elaborar detalhamentos construtivos específicos para impermeabilização de banheiros e cozinhas. Ao desenhar o detalhe do encontro entre a parede e o piso (rodapé) em uma área de box de chuveiro, assinale a alternativa correta sobre a especificação técnica.
Alternativas
Q3884531 Arquitetura
O software Revit opera sob o conceito BIM (Building Information Modeling), em que a modelagem é paramétrica e integrada. Diferente do CAD tradicional, os elementos no Revit possuem inteligência e relação construtiva. Sobre as características fundamentais do Revit, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3884530 Arquitetura
Os cortes são elementos gráficos fundamentais para a compreensão da volumetria interna e das relações verticais da edificação, devendo apresentar informações que não são visíveis em planta baixa, como pés-direitos e estruturas de cobertura. Acerca das diretrizes para a elaboração e representação de cortes em projetos arquitetônicos, registre (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__)Os cortes devem indicar obrigatoriamente as cotas verticais, níveis dos pavimentos, altura de peitoris, vergas, pés-direitos e a estrutura do telhado, diferenciando os elementos seccionados dos elementos em vista.

(__)É permitido omitir a representação do perfil natural do terreno nos cortes, devendo-se desenhar apenas a linha do piso acabado da edificação como uma linha reta contínua infinita.

(__)Nos cortes, as linhas de eixo e as indicações de cortes transversais ou longitudinais devem corresponder exatamente ao que foi indicado na planta baixa, mantendo a coerência do projeto.

(__)A representação de mobiliário fixo e equipamentos sanitários nos cortes é proibida pela norma técnica, pois esses elementos devem constar exclusivamente nas plantas baixas e de layout.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q3884526 Arquitetura
O aproveitamento da luz natural reduz o consumo de energia elétrica e melhora o bem-estar dos usuários. No entanto, a incidência direta de luz solar sobre superfícies de trabalho pode causar ofuscamento e ganho térmico excessivo. Para controlar a luz natural em um grande escritório de planta profunda ("open plan"), qual estratégia arquitetônica é mais eficiente para redistribuir a luz para o fundo da sala? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3884525 Arquitetura
A Norma de Desempenho (ABNT NBR 15575) estabelece requisitos para os sistemas que compõem edificações habitacionais, influenciando diretamente a especificação de materiais pelo arquiteto para garantir a Vida Útil de Projeto (VUP). Acerca da especificação de pisos cerâmicos considerando a resistência à abrasão e ao tráfego, registre (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__)Para áreas de tráfego intenso e acesso direto à rua, como halls de entrada de edifícios, deve-se especificar placas cerâmicas com alto índice PEI (Porcelain Enamel Institute) ou preferencialmente Porcelanato Técnico (toda massa), devido à sua alta resistência ao desgaste superficial.

(__)O índice PEI 1 é recomendado para pisos de cozinhas industriais e garagens, pois indica a máxima resistência possível à abrasão superficial e ao ataque químico.

(__)A classe de resistência ao escorregamento (coeficiente de atrito) é um parâmetro irrelevante para a especificação de pisos em áreas molhadas como banheiros e áreas de serviço, focando-se apenas na estética.

(__)O porcelanato polido (brilhante) é altamente recomendado para rampas externas descobertas devido à sua superfície lisa que facilita o escoamento da água da chuva e a limpeza.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q3884524 Arquitetura
O projeto arquitetônico eficiente deve responder adequadamente à trajetória solar para minimizar o ganho térmico no verão e maximizá-lo no inverno (em climas temperados) ou controlar a insolação excessiva nos trópicos. Considerando uma edificação localizada em uma cidade brasileira na latitude 23°S (Trópico de Capricórnio), assinale a alternativa correta sobre as estratégias de proteção solar (brises).
Alternativas
Q3884503 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó."

Considerando o texto-base, é correto afirmar que o reaparecimento do cobogó na arquitetura contemporânea está relacionado principalmente:
Alternativas
Q3884502 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor."

De acordo com o texto-base, a comparação feita pelo autor entre a caixa-d'água de Olinda e os prédios modernos de cidades como Recife indica que:
Alternativas
Q3881659 Arquitetura
Embora alguns programas CAD tenham se transformado para combinar suas funcionalidades com as dos programas BIM, eles são essencialmente distintos.

Assinale a afirmativa correta a respeito da diferenciação dos programas CAD e dos programas BIM.
Alternativas
Q3881658 Arquitetura
Anastilose é uma técnica de preservação de edificações históricas norteada por
Alternativas
Q3881656 Arquitetura
A Carta de Veneza (1964) revisa os princípios estabelecidos pela Carta de Atenas (1931), introduzindo distinções importantes entre conservação e restauração.

A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que
Alternativas
Q3881655 Arquitetura
O Parque Mangal das Garças está situado às margens do Rio Guamá, próximo ao centro histórico de Belém do Pará, no bairro Cidade Velha. Trata-se de uma área de cerca de 40.000 m² que, antes da transformação, era um terreno degradado, com extensa área de “aningal” (vegetação típica de pântanos/ribeirinha). Foi inaugurado em 2005. A proposta para o Mangal das Garças não foi “eliminar” o aningal, mas preservar e valorizar a vegetação existente, integrando-a ao desenho do parque. As palafitas e passarelas foram previstas para “flutuar” sobre o aningal, sem destruí-lo.

O paisagista responsável pelo projeto foi
Alternativas
Q3881654 Arquitetura
Um legado importante de Roberto Burle Marx para a conservação de parques e jardins no Brasil é
Alternativas
Q3881653 Arquitetura
A concepção de “cidade esponja” (sponge city) é uma proposta de projeto urbano-paisagístico que repensa a cidade no sentido da gestão sustentável da água. Ela foi desenvolvida na China para enfrentar os problemas de enchentes decorrentes da impermeabilização excessiva do solo urbano. A proposta foi formalizada e difundida pelo arquiteto-paisagista e planejador urbano chinês Kongjian Yu.

Um fundamento relativo ao conceito de “cidade esponja” é oferecer 
Alternativas
Q3881652 Arquitetura

Abaixo estão listados grupos de patologias nas madeiras.


Assinale a opção que apresenta exemplos corretos da respectiva classificação.

Alternativas
Q3881651 Arquitetura
Uma rachadura na alvenaria que pode representar risco estrutural pode ser identificada quando
Alternativas
Q3881650 Arquitetura
Quando uma edificação apresenta infiltração que vem do solo, entre outras, a seguinte medida deve ser adotada:
Alternativas
Q3881646 Arquitetura
A Norma Regulamentadora (NR-8 – Edificações) estabelece requisitos que devem ser atendidos nas edificações para garantir segurança e conforto aos trabalhadores.

Um desses requisitos está corretamente apresentado na seguinte afirmativa:
Alternativas
Respostas
261: A
262: B
263: D
264: A
265: A
266: C
267: D
268: A
269: D
270: D
271: E
272: D
273: A
274: B
275: A
276: C
277: B
278: E
279: B
280: D