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Considere o texto a seguir.
O horizonte geográfico de uma criança expande à medida que ela cresce, mas não necessariamente passo a passo em direção à escala maior. Seu interesse e conhecimento se fixam primeiro na pequena comunidade local, depois na cidade, saltando o bairro; e da cidade seu interesse pode pular para a nação, e para lugares estrangeiros, saltando a região.
TUAN, Yi-Fu. Espaço e Lugar: a perspectiva da experiência. Tradução Lívia Oliveira. Londrina: Eduel, 2013. p.45.
Tomando-se por base o texto, o horizonte geográfico de uma criança tem como ancoragem o conceito de
Considere o texto a seguir.
Todos os anos, no dia 8 de julho, aproximadamente às 11h15 UTC (Tempo Universal Coordenado), ocorre um fascinante evento geográfico em que aproximadamente 99% da população da Terra experimenta a luz do dia ou o crepúsculo, com apenas pequenas regiões como a Austrália, a Nova Zelândia, partes do Sudeste Asiático e a Antártida em completa escuridão, devido à inclinação da Terra que alinha o Sol para iluminar a maioria dos continentes habitados simultaneamente por volta do solstício de verão.
Disponível em: https://www.timeanddate.com/news/astronomy/99-percent-sunlight. Acesso em: 8 jan. 2026. Adaptado.
Haja vista que o Tempo Universal Coordenado (UTC) é o padrão de tempo mundial que serve como referência para todos os outros fusos horários, no próximo dia 8 de julho de 2026, aproximadamente às 11h, na capital do Brasil, Brasília (15° 47’ S e 47° 56’ W), os relógios estarão marcando
O geógrafo brasileiro Milton Santos (1926–2001) completaria cem anos em 2026. Ao longo de sua trajetória intelectual e a partir de suas obras mais relevantes, o autor desenvolveu uma profunda reflexão sobre o conceito de espaço geográfico, contribuindo de forma decisiva para o avanço da ciência geográfica e para a compreensão dos processos socioespaciais.
A corrente do pensamento geográfico associada às contribuições teóricas de Milton Santos é classificada como Geografia
Considere o texto a seguir.
É uma noção muito utilizada no Brasil, mas não tem sentido em outras realidades, como nos afluentes subúrbios norte-americanos, por exemplo. Ela é frequentemente confundida com a noção de exclusão ou aparece como sinônimo de pobreza. [...] Como o Estado não investe suficientemente em habitações sociais (nem nas infraestruturas e equipamentos urbanos) e como a população pobre em boa parte não consegue participar desses programas devido à irregularidade de seus vencimentos, ela vai habitar nos espaços onde são permitidos usos que nas áreas centrais são proibidos, pois dependem de licenças municipais.
VASCONCELOS, Pedro de Almeida; CORRÊA, Roberto Lobato; PINTAUDI, Silvana Maria. A cidade contemporânea: segregação espacial. São Paulo: Contexto, 2013. p.31. Adaptado.
Com base no texto e nos processos socioespaciais urbanos, o autor descreve o processo de
O limite continental brasileiro caracteriza-se por grande diversidade de ecossistemas e por acentuada heterogeneidade nos padrões de povoamento, que vão de áreas pouco habitadas a localidades densamente povoadas, com diferentes níveis de integração econômica e social com o restante do país e com os vizinhos sul-americanos. Essa diversidade expressa dinâmicas territoriais complexas e está diretamente associada a um processo histórico e geográfico no qual a fronteira foi concebida pelo Estado, desde o período colonial, não apenas como limite político-administrativo, mas como faixa de fronteira estratégica, dotada de especificidades que a distinguem do restante do território nacional e que articulam, de forma central, preocupações com soberania, organização espacial e segurança do Estado brasileiro.
Considerando-se os aspectos históricos, legais e geográficos, qual o significado contemporâneo da faixa de fronteira brasileira?
Considere o texto a seguir.
A materialidade grotesca da Internet
Longe de habitar um espaço neutro e etéreo, a comunicação global exige intensa infraestrutura: data centers (já há 196 no país), estações e cabos submarinos.
A ideia de que a internet habita um “éter” leve, imaterial e suspenso em nuvens é uma construção mítica amplamente difundida pelo discurso tecnológico hegemônico. Longe dessa fantasia de fluidez e pureza, o funcionamento da rede depende de uma infraestrutura pesada, altamente material e profundamente territorializada.”
Disponível em: https://outraspalavras.net/tecnologiaemdisputa /a-materialidade-grotesca-da-internet/. Acesso em: 6 jan. 2026.
Com base no texto “A materialidade grotesca da Internet”, qual é a lógica territorial dos data centers no Brasil?