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A ação do professor em sua prática didática e pedagógica pressupõe o domínio de saberes e competências que interagem com os conteúdos formais, fatores que devem ser contextualizados na sala de aula e os informais, que compõem os aspectos culturais e sociais próprios de cada indivíduo. Nessa perspectiva, é papel do docente propiciar situações de aprendizagem que não se limitem em reproduzir os conteúdos previamente definidos nos livros didáticos e, sim, proporcionar ao estudante circunstâncias que colaborem para o seu desenvolvimento humano, social, cultural, científico e tecnológico, para que este tenha condições de enfrentar os desafios do cotidiano. Entre os componentes curriculares trabalhados na educação básica, a geografia proporciona ao educando o contato e a construção de saberes necessários para assimilar as exigências do mundo contemporâneo, auxiliando a entender as relações humanas e os fenômenos sociais que ocorrem no espaço. Considerando essa demanda, o docente deve estar atento para os seguintes aspectos: o quê ensinar; para quem irá ensinar; e como irá ensinar.
(PEREIRA, E. C. de M. et.al. 2023, págs. 8-9.)
Com base no fragmento do texto e em relação aos procedimentos didático-pedagógicos em geografia na atualidade, assinale a afirmativa INCORRETA.
Leia o fragmento de texto a seguir.
O papel particular dos mapas, como imagens ligadas a contextos históricos precisos, quase não se sobressai do discurso geográfico no qual eles estão inseridos. Os mapas serão considerados como parte integrante da família mais abrangente das imagens carregadas de um juízo de valor, deixando de ser percebidos essencialmente como levantamentos inertes de paisagens morfológicas ou como reflexos passivos do mundo dos objetos. Eles são considerados imagens que contribuem para o diálogo num mundo socialmente construído. Nós distinguimos assim a leitura dos mapas dos cânones da crítica cartográfica tradicional e de seu rosário de oposições binárias entre mapas “verdadeiros e falsos”, “exatos e inexatos”, “objetivos e subjetivos”, “literais e simbólicos”, baseados na “integridade científica”, ou marcados por uma “deformação ideológica”. Os mapas nunca são imagens isentas de juízo de valor e, salvo no sentido euclidiano mais estrito, eles não são por eles mesmos nem verdadeiros nem falsos. Pela seletividade de seu conteúdo e por seus símbolos e estilos de representação, os mapas são um meio de imaginar, articular e estruturar o mundo dos homens.
(Disponível em: http://confins.revues.org/ Acesso em: setembro de 2024.)
Nesse fragmento de texto, o historiador da cartografia Brian Harley destaca que os mapas correspondem a: