Questões de Concurso
Foram encontradas 475 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto
Fora de foco
Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
Pode‐se deduzir da leitura do texto que os que combatem as experiências com animais em laboratórios apoiam‐se, entre outros, no seguinte argumento:
Texto
Fora de foco
Deve‐se ao desenvolvimento de remédios e terapias, a partir de experimentos científicos em laboratórios com o uso de animais, parcela considerável do exponencial aumento da expectativa e da qualidade de vida em todo o mundo. É extensa a lista de doenças que, tidas como incuráveis até o início do século passado e que levavam à morte prematura ou provocavam sequelas irreversíveis, hoje podem ser combatidas com quase absoluta perspectiva de cura.
Embora, por óbvio, o homem ainda seja vítima de diversos tipos de moléstias para as quais a medicina ainda não encontrou lenitivos, a descoberta em alta escala de novos medicamentos, particularmente no último século, legou à Humanidade doses substanciais de fármacos, de tal forma que se tornou impensável viver sem eles à disposição em hospitais, clínicas e farmácias.
A legítima busca do homem por descobertas que o desassombrem do fantasma de doenças que podem ser combatidas com remédios e, em última instância, pelo aumento da expectativa de vida está na base da discussão sobre o emprego de animais em experimentos científicos. Usá‐los ou não é um falso dilema, a começar pelo fato de que, se não todos, mas grande parte daqueles que combatem o emprego de cobaias em laboratórios em algum momento já se beneficiou da prescrição de medicamentos que não teriam sido desenvolvidos sem os experimentos nas salas de pesquisa.
É inegável que a opção pelo emprego de animais no desenvolvimento de fármacos implica uma discussão ética. Mas a questão não é se o homem deve ou não recorrer a cobaias; cientistas de todo o mundo, inclusive de países com pesquisas e indústria farmacêutica mais avançadas que o Brasil, são unânimes em considerar que a ciência ainda não pode prescindir totalmente dos testes com organismos vivos, em razão da impossibilidade de se reproduzir em laboratório toda a complexidade das cadeias de células. A discussão que cabe é em relação à escala do uso de animais, ou seja, até que ponto eles podem ser substituídos por meios de pesquisas artificiais, e que protocolo seguir para que, a eles recorrendo, lhes seja garantido o pressuposto da redução (ou mesmo eliminação) do sofrimento físico.
(O Globo, 21/11/2013)
O texto acima foi produzido num momento em que se discutia a validade ou não da utilização de animais em pesquisas.
Nesse caso, os dois primeiros parágrafos do texto têm a seguinte função
Segundo a Resolução Normativa 414/2010 da ANEEL, a distribuidora deve restabelecer o fornecimento de energia elétrica em
Segundo a Resolução Normativa 414/2010 da ANEEL, a tensão de fornecimento para a unidade consumidora será secundária em rede aérea, quando a carga instalada na unidade consumidora for igual ou inferior a:
A sinalização de segurança, apresentada na NR 10, objetiva o atendimento, dentre outras, da seguinte situação:
De acordo com a NR 10, o trabalhador que atua em instalações elétricas será considerado legalmente habilitado quando
Acerca da instalação de equipamentos de informática, julgue o item seguinte.
Para se verificar o dimensionamento dos condutores pelo
princípio da máxima capacidade de condução de corrente,
deve-se conhecer a tensão de alimentação, o número de
condutores carregados por eletroduto e a potência dos
equipamentos a serem instalados.
Quais as unidades que representam, respectivamente, as grandezas condutância, força eletromotriz, frequência, indutância e intensidade de corrente?
A torre de resfriamento é responsável por reduzir a temperatura da água de circulação, de modo que ela entre novamente no circuito de resfriamento do condensador.
Sobre esse componente, conclui-se que o(a)Os parâmetros de desempenho da turbina a gás dizem respeito à sua operação no ponto de projeto e fora do ponto do projeto.
Na operação no ponto de projeto, a eficiênciaSistemas de lubrificação são amplamente empregados em equipamentos industriais, automotivos, dentre outros, com características e usos específicos para cada tipo de aplicação.
O principal propósito do sistema de lubrificação em turbinas a vapor éOs gases provenientes da queima de combustível em usinas termelétricas de ciclo combinado podem ser usados na geração de vapor em uma caldeira de recuperação.
Uma das características de uma caldeira de recuperação de calor com dispositivo de queima suplementar é a(o)O controle, na arquitetura SDCD (Sistema Digital de Controle Distribuído), não se concentra em um dispositivo central, distribuindo-se entre as estações remotas. A estação central é tão somente um dispositivo facilitador para a continuidade da operação, proporcionando maiores recursos para estabelecer interface entre o operador e o processo.
Assim, pode-se considerar como sendo uma desvantagem de um SDCD a(o)O CGI.BR, em parceria com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.BR), deve fiscalizar o conteúdo disponibilizado em um domínio na Internet.

As curvas representadas nas figuras I e II acima caracterizam a
variação do conjugado de carga, C, e da potência elétrica, P,
requerida por cargas, em função da velocidade angular w, em
porcentagem da velocidade nominal, no eixo de um motor de
indução trifásico. Com base nessas informações, julgue os itens
subsequentes.