Questões de Concurso

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Q4217715 Engenharia Ambiental e Sanitária
O transporte e a dispersão de poluentes atmosféricos são fortemente influenciados pelo perfil térmico da troposfera. Tendo isso em vista, assinale a alternativa que descreve corretamente o comportamento físico da atmosfera durante uma inversão térmica e seu impacto na dispersão de poluentes.
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Q4217713 Meio Ambiente
Considere que um analista em engenharia ambiental e sanitária do MPGO precisa delimitar, em ambiente SIG, as Áreas de Preservação Permanente (APPs) marginais de uma bacia hidrográfica para instruir um laudo pericial. O profissional possui a rede de drenagem vetorizada em linhas e deve aplicar os limites métricos fixados na legislação vigente. Qual operação de geoprocessamento deve ser executada sobre o vetor dos cursos d’água para gerar o polígono com a largura legal dessas APPs? 
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Q4217710 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para instruir o inquérito civil instaurado e subsidiar a elaboração de um parecer técnico, um analista realizou a amostragem do material e solicitou ensaios laboratoriais de caracterização, os quais apresentaram os seguintes resultados:
• o resíduo não consta nos anexos A e B da ABNT NBR 10.004:2004;
• ausência de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade;
• concentrações inferiores ao máximo permitido nos ensaios de lixiviação da referida norma;
• concentrações de cloretos, sulfatos e ferro superiores aos padrões de potabilidade de água da referida norma.
Considerando essas informações, é correto afirmar que o material pertence à 
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Q4217709 Engenharia Ambiental e Sanitária
A implementação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) no ambiente corporativo e industrial visa dotar as organizações de uma estrutura conceitual e operacional para a proteção do meio ambiente, respondendo às mudanças das condições ambientais em equilíbrio com as necessidades socioeconômicas. À luz dos referenciais normativos, qual é o objetivo primordial que justifica a manutenção de um SGA estruturado? 
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Q4217708 Engenharia Ambiental e Sanitária
O Ciclo PDCA, do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), é o motor metodológico que assegura a melhoria contínua do desempenho ambiental da organização. No fechamento do primeiro ciclo operacional, a diretoria foca seus esforços nos requisitos associados à etapa “Check” (Verificar). Qual das seguintes atividades retrata com precisão o escopo e o propósito dessa fase específica do ciclo?
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Q4217707 Engenharia Ambiental e Sanitária
Na implantação de atividades econômicas e projetos de engenharia, o órgão ambiental pode condicionar a licença à apresentação do Estudo de Impacto Ambiental e de seu respectivo Relatório (EIA/RIMA). Do ponto de vista da legislação e da engenharia ambiental, qual fator deflagra a obrigatoriedade da elaboração desse estudo?
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Q4217706 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em um procedimento que acompanha o licenciamento ambiental prévio de uma planta metalúrgica, um analista ambiental avalia o Estudo de Impacto Ambiental (EIA). A operação da futura instalação resultará no aumento nas concentrações de materiais particulados e óxidos de nitrogênio (NOx). Para subsidiar uma recomendação técnica da Promotoria, o analista deve apontar
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Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Engenheiro Agrônomo |
Q4216553 Meio Ambiente
A Agronomia e as Ciências Ambientais dialogam diretamente na busca por sistemas produtivos sustentáveis, conciliando produtividade agrícola e preservação dos recursos naturais. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: UNILAB Prova: IDECAN - 2026 - UNILAB - Administrador |
Q4216267 Meio Ambiente
A adoção de práticas sustentáveis na gestão de recursos públicos representa uma diretriz contemporânea da administração pública. Sob essa perspectiva, a sustentabilidade na gestão de materiais implica:
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Q4215657 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em análises de qualidade de água e efl uentes, a Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) e a Demanda Química de Oxigênio (DQO) são parâmetros fundamentais para avaliar o potencial poluidor. Sobre suas diferenças conceituais, marque a alternativa correta.
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Q4210886 Engenharia Ambiental e Sanitária
A construção civil figura entre as atividades que mais geram resíduos sólidos, sendo responsável por parcela significativa dos resíduos produzidos no país. Por esse motivo, a adequada gestão dos Resíduos Sólidos da Construção Civil (RSCC) deve iniciar ainda no canteiro de obras, por meio de correta segregação, acondicionamento, transporte e destinação final, contribuindo para a redução de desperdícios, a preservação ambiental, a organização do canteiro e o reaproveitamento de materiais recicláveis. Nesse contexto, de acordo com a classificação estabelecida pela Resolução CONAMA nº 307/02, assinale a alternativa que apresenta um exemplo de resíduo Classe A. 
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Q4210865 Engenharia Ambiental e Sanitária
De acordo com a NBR que trata do projeto de redes coletoras de esgoto sanitário, o recobrimento de um coletor de esgoto assentado no leito de uma via de tráfego, via de regra, NÃO deve ser inferior a: 
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Q4209963 Engenharia Ambiental e Sanitária
Sobre os resíduos sólidos de serviços de saúde, é incorreto afirmar que 
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Q4209678 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
De acordo com a argumentação desenvolvida no texto, o principal problema associado à obsolescência programada, na contemporaneidade, consiste:
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Q4209675 Meio Ambiente
O custo invisível da obsolescência programada

    Três anos atrás, durante o Ironman, prova de triatlo realizada em Fortaleza, o organizador do evento olhou para o meu tênis e perguntou quanto tempo havia que eu o usava. Respondi que era praticamente novo; tinha cerca de um ano. Ele não hesitou: “Troque. O amortecedor já foi”. Mais tarde, em São Paulo, comprei uma bicicleta elétrica. Em menos de um ano, o painel queimou e ela parou de funcionar. Perguntei na loja se aquilo era obsolescência programada. O atendente não entendeu o termo. Traduzi: tempo de vida. O mecânico sorriu.
    Um tênis com prazo oculto. Uma bicicleta elétrica, símbolo da modernidade sustentável, interrompida por uma peça pequena, decisiva e substituível. O futuro, ao que parece, também foi programado para durar pouco — embora às vezes tenhamos que admitir, como o filósofo francês, nascido na Argélia, Louis Althusser (1918-1990), que “o futuro dura muito tempo” (título do seu desconcertante relato autobiográfico publicado postumamente, em 1992).
   Quando estudei a sociedade industrial na universidade, sobretudo a partir de outro pensador francês, Raymond Aron (1905-1983), uma questão central era como a indústria superou a produção artesanal. Precisava demonstrar superioridade: era mais rápida, mais barata, mais durável. Mas quando ela dominou a forma de produzir, precisou também dominar a arte de fazer substituir. A durabilidade tornou-se obstáculo. O método fashion foi incorporado a quase tudo. Objetos cotidianos passaram a viver sob o império de uma vida útil cada vez mais curta.
    Durante décadas, a obsolescência programada foi tratada como crítica clássica ao capitalismo de consumo. Hoje, porém, precisa voltar ao centro do debate por outra razão: suas consequências urbanas e climáticas. Tudo desemboca nas cidades. Os produtos entram, circulam, são consumidos e descartados nelas. A cidade tornou-se o grande território de recepção daquilo que a economia produz em massa e abandona em velocidade crescente. O problema já não é o consumidor que troca antes do esperado o que comprou. É o efeito sistêmico de bilhões de trocas aceleradas sobre infraestrutura, aterros, cadeias de reciclagem, logística reversa e financiamento municipal.
    A crise climática e a crise dos resíduos estão mais ligadas do que parece. A produção incessante pressiona recursos e emissões; a compressão do tempo de vida dos objetos inunda as cidades de rejeitos, plástico, sucata eletrônica e passivos materiais. A ironia é objetiva: enquanto as cidades enfrentam enchentes e calor extremo, precisam administrar a montanha crescente de restos da economia contemporânea.
    Já nos anos 1970, a equação I = PAT – ou seja, o impacto ambiental está relacionado à população, à afluência (consumo médio por pessoa) e à tecnologia – acendia um alarme para o tema. O que não se percebeu foi que a variável tecnologia não atuaria como vetor de eficiência e sim como acelerador do descarte. A inovação que deveria reduzir o impacto por unidade passou a multiplicar as unidades e a encurtar seu tempo de vida.
    Não se trata de denunciar moralmente a obsolescência. Trata-se de perguntar quem paga seus custos urbanos. Taxas de lixo já recaem sobre cidadãos. No entanto, isso basta? Com eventos extremos mais frequentes e pressão crescente sobre serviços urbanos, o arranjo é cada vez mais insustentável.
    Há uma direção concreta. Se o ciclo de vida dos produtos gera custos que recaem sobre as cidades, a responsabilidade estendida do produtor precisa alimentar fundos urbanos de adaptação climática. Vincular carga fiscal à vida útil declarada criaria incentivo real à durabilidade e receita proporcional ao passivo que cada cadeia produtiva transfere ao território. Não é panaceia. Contudo, é o tipo de mecanismo que nomeia o custo onde ele nasce e o cobra de quem o produz.
    A obsolescência programada não produz apenas objetos descartáveis. Produz cidades que pagam com enchentes, aterros esgotados e orçamentos corroídos ao preço de um modelo que nunca foi desenhado para durar.

(Por: Elcio Batista. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/o-custo-invisivel-da-obsolescencia-programada/. Acesso em: junho de 2026.)
No encerramento do artigo, o autor apresenta uma alternativa prática para lidar com o problema da obsolescência programada. Segundo o texto, é correto afirmar que essa medida consiste em:
Alternativas
Q4209348 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em uma escola municipal, o auxiliar recebe a orientação de higienizar os vasos sanitários dos banheiros de uso coletivo. Diante do acúmulo de sujidade e do risco de contaminação nesses locais, ele deve escolher o produto de limpeza mais indicado para essa finalidade específica. Considerando as características técnicas dos produtos de limpeza, assinale a alternativa que apresenta o produto adequado para a desinfecção de vasos sanitários: 
Alternativas
Q4209339 Engenharia Ambiental e Sanitária
Uma prefeitura implantou a coleta seletiva em suas repartições e distribuiu lixeiras coloridas para orientar o descarte correto dos resíduos pelos servidores. O auxiliar de serviços gerais ficou responsável por recolher e encaminhar os materiais conforme o padrão de cores adotado no país. De acordo com a padronização de cores para a coleta seletiva, assinale a alternativa que indica corretamente a cor destinada ao descarte de papel:
Alternativas
Q4209338 Meio Ambiente
Em uma campanha interna de responsabilidade socioambiental, um órgão público orienta seus servidores a adotarem atitudes sustentáveis no dia a dia de trabalho. O auxiliar de serviços gerais participa da campanha adotando hábitos que contribuem para a preservação ambiental. Assinale a alternativa que apresenta uma atitude sustentável no ambiente de trabalho:
Alternativas
Q4209293 Meio Ambiente
Em novembro 2025, aconteceu em Belém, capital do Pará, a 30ª Conferência das Partes (COP30). A Conferência foi criada pela Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (CQNUMC) como órgão responsável por tomar as decisões necessárias para implementar compromissos assumidos pelos países no combate à mudança do clima.
Sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas, analise as assertivas a seguir.
I- Apoluição causada pelos automóveis a combustão, a contaminação dos rios e oceanos e o desmatamento estão entre as principais atividades humanas que afetam o clima.
II- O derretimento de geleiras e o aumento do nível do mar são exemplos de consequências globais da emissão de Gases do Efeito Estufa (GEEs).
III- As políticas ambientais e climáticas fazem parte da agenda ideológica de países estrangeiros que objetivam impedir o desenvolvimento do Brasil.
IV- As atividades humanas não afetam o aumento dos níveis dos oceanos, pois o aumento da temperatura global é um fenômeno estritamente natural.
É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4207526 Meio Ambiente
Nos últimos anos, intensificaram-se as discussões sobre mudanças climáticas, desmatamento e preservação ambiental no Brasil. Em 2025 e 2026, eventos climáticos extremos, como secas prolongadas, enchentes e ondas de calor, impactaram diversas regiões do país, evidenciando a urgência de políticas ambientais efetivas.

Identifique a alternativa correta sobre práticas sustentáveis e preservação ambiental.
Alternativas
Respostas
121: B
122: E
123: B
124: B
125: C
126: E
127: C
128: B
129: A
130: C
131: D
132: C
133: B
134: C
135: C
136: D
137: A
138: A
139: E
140: D