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Analise as afirmativas abaixo a respeito da fisioterapia aquática (FA) como recurso fisioterapêutico na Doença de Parkinson(DP).
1. A água é um meio diferente que possibilita o atendimento individual e em grupo, diminui a ação da gravidade, permitindo exercícios tridimensionais, sem risco de quedas, porém não permite a realização de exercícios com os dois membros superiores e inferiores ao mesmo tempo.
2. A FA como recurso fisioterapêutico no tratamento da DP tem como objetivos principais a melhora do equilíbrio, da instabilidade postural e do risco de queda.
3. A FA apresenta resultados sobre os aspectos que envolvem a qualidade de vida na DP podendo estar relacionada às propriedades físicas e ao aquecimento da água, que desempenham um papel importante na melhoria e na manutenção da amplitude de movimento das articulações, na redução da tensão muscular e da dor.
4. O tratamento fisioterapêutico na água está associado à atividade prazerosa de relaxamento, num ambiente agradável e de fácil socialização.
5. A instabilidade postural é um sinal da DP tratado com FA e com baixo impacto na qualidade de vida desses pacientes.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
De acordo com os conceitos da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) na classificação de estruturas do corpo é utilizado como primeiro qaulificador um qualificador comum com escala negativa, o qual serve para indicar a extensão ou magnitude de uma deficiência.
Assinale a alternativa que apresenta o qualificador utilizado para classificar uma deficiência completa (total…) que acomete 96-100% de uma estrutura.
Analise as afirmativas abaixo conforme a Recomendação Brasileira de Fisioterapia na Fibrose Cística (2019).
1. Recomenda-se que os regimes de tratamento fisioterapêutico nos pacientes com fibrose cística (FC) sejam flexíveis, individualizados e personalizados, o que contribui para adesão ao tratamento.
2. Recomenda-se que, em pacientes assintomáticos, o estímulo motor e a atividade física sejam introduzidos e orientados, desde o diagnóstico, conforme a idade.
3. Recomenda-se que as técnicas para remoção de secreções das vias aéreas sejam indicadas e utilizadas de acordo com a sintomatologia de cada paciente. O fisioterapeuta deve ajustar a terapia e orientá-la aos pais/cuidadores, de acordo com a idade e gravidade da doença, de preferência, de forma lúdica e educativa.
4. Recomenda-se iniciar as terapias de remoção de secreções de vias aéreas em pacientes assintomáticos, desde o diagnóstico, conforme a idade.
5. Recomenda-se que os regimes de tratamento fisioterapêutico em grupo nos pacientes com fibrose cística (FC) sejam adotados desde o diagnóstico assintomático, o que contribui para adesão ao tratamento.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Na hanseníase as alterações de incapacidades e deformidades nos membros superiores surgem de lesões nos três principais nervos: o ulnar, o mediano e o radial.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao assunto.
1. Geralmente o comprometimento inicia-se pelo nervo ulnar, seguido pelo nervo mediano e pelo nervo radial.
2. O esgotamento do poder de tração dos tendões extensores, ao nível das articulações metacarpofalangeanas, impede que as articulações mais distais se estendam, quadro denominado de garra radial.
3. A atrofia do primeiro espaço interósseo é um dos sinais de comprometimento motor do nervo mediano.
4. A lesão do nervo ulnar provoca a paresia e/ ou paralisia da musculatura intrínseca da mão, que leva à hiperextensão das articulações metacarpofalangeanas do segundo ao quinto dedos, com flexão das interfalangeanas.
5. Na lesão inicial, a garra se apresenta nos quarto e quinto dedos; na lesão avançada, atinge também os segundo e terceiro dedos.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Os indicadores de saúde são medidas-síntese que contêm informação relevante sobre determinados atributos e dimensões do estado de saúde,
Por exemplo, o número absoluto de casos novos confirmados de sarampo (código B05 da CID-10), na população residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado, é a:
Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica
A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.
O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.
O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.
De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.
O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.
Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.
http://www.leiaja.com/noticias
Assinale a alternativa que está de acordo com a norma culta.
Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica
A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.
O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.
O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.
De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.
O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.
Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.
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Assinale a alternativa correta.
Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica
A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.
O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.
O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.
De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.
O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.
Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.
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Assinale a alternativa correta sobre palavras extraídas do texto
Pesquisa revela que maioria dos brasileiros se automedica
A automedicação é um hábito comum a 77% dos brasileiros, segundo uma pesquisa realizada pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF). Quase metade da população, ou seja, 47% faz uso de medicamentos sem prescrição médica ao menos uma vez por mês e 25% o faz todos os dias ou pelo menos uma vez por semana.
O estudo aponta que as mulheres são a parcela da população que mais usa medicamento por conta própria, com registro de 53%. Familiares e amigos são os principais influenciadores na escolha dos medicamentos usados sem prescrição e representam cerca de 25%.
O uso de medicamentos sem a avaliação de um profissional de saúde pode trazer consequências, como sensibilização do organismo, surgimento de alergias e irritações, desordens fisiológicas metabólicas e hormonais e redução do efeito de fármacos importantes como antibióticos, criando a resistência bacteriana.
De acordo com o farmacêutico Rafael Ferreira, a automedicação pode ainda retardar ou mascarar a detecção de patologias mais severas. “Ao aliviar sintomas como a dor, o usuário pode camuflar uma doença mais séria. As dores no corpo ou na cabeça, irritações na pele, acidez estomacal, constipação ou até mesmo intestino solto podem ser alguns dos sintomas iniciais de muitas doenças graves. Ao camuflar os primeiros sinais, a pessoa faz com que a patologia seja diagnosticada tardiamente e em estados mais severos”, alerta.
O hábito de usar diversos medicamentos ao mesmo tempo e sem prescrição também pode fazer com que o tratamento não tenha o resultado esperado. “Misturar medicamentos faz com que eles interajam entre si, podendo causar alteração no seu efeito protetor, ou seja, um antibiótico pode ser neutralizado e não conseguir combater as bactérias e com isso levar a um agravo da doença”, explica o farmacêutico. “O uso de fármacos de forma inapropriada também pode comprometer algumas intervenções clínicas, por exemplo, o uso errôneo de ácido acetilsalicílico, um analgésico muito comum, pode favorecer processos de sangramentos e atrapalhar intervenções invasivas”, acrescenta.
Segundo Ferreira, o hábito que os brasileiros têm de se automedicar é antigo e também pode ser explicado pelas propagandas, que elevam o consumo. “Antigamente, existia uma problemática com o atendimento médico, que era muito demorado e a medicação era escassa, então esse costume vem de outras gerações, que procuravam por soluções imediatas para os problemas”, afirma. “A evolução populacional e o conhecimento medicamentoso fizeram desnecessário esse tipo de hábito, que deve cair no abandono para o bem da população. Por isso é importante conscientizar as pessoas que medicamentos são somente indicados para tratamento de doenças e não para banalidades, pois o tratamento errado de hoje e sem orientação pode se transformar na doença de amanhã”, pondera.
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Avalie as afirmativas feitas de acordo com o texto.
1. Todas as propagandas sobre o tema elevam o hábito de automedicar-se.
2. A ingesta de qualquer medicamento deve prescindir de uma prescrição médica.
3. O farmacêutico ouvido na pesquisa afirma que a interação entre medicamentos é fatal e sempre acontece com a mistura de fármacos.
4. O texto cita duas causas evidentes para o hábito de automedicar-se.
5. A automedicação deve ser combatida pela conscientização da população.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A intensidade média espacial descreve a quantidade de energia que passa através da área de radiação efetiva do cabeçote do ultrassom. Quando 20 watts estiverem sendo emitidos por cabeçote transdutor com ERA de 5 cm², a intensidade média espacial será de:
Os neurônios de segunda ordem fazem sinapse com os neurônios de ordens superiores por meio de uma estrutura. Tal estrutura é o:
Na ventilação mecânica teremos alterações significativas da pré-carga do ventrículo esquerdo devido à:
Sinergias são movimentos estereotipados que podem estar presentes em portadores de lesões neurológicas, desencadeando componentes de flexão, tais como:
O reflexo de retirada é um exemplo básico de transmissão de estímulo do tipo:
Caracteriza-se por uma deformidade em que o bulbo e a ponte são reduzidos em tamanho, ocorrendo herniação do cerebelo para dentro do canal espinhal. A referida malformação é denominada de:
No processamento de informações, o conjunto de atividades neurais são distribuídas por diferentes funções, como atencionais e subatencionais. No modo controlado tem-se os seguintes processos:
Tipo de nível em que ocorre estimulação elétrica produzindo dor em sua aplicação sendo causada pela ativação das fibras C, é definido como:
Durante a aplicação do ultrassom com uma intensidade alta, em que ocorre oscilação vigorosa e, subsequentemente, rompimento de bolhas, denomina-se cavitação do tipo:
A utilização do Tens na modulação da explosão, em que as frequências de pulso são interrompidas em intervalos regulares é do tipo:
O movimento da coluna cervical em que o occipúcio roda entre 2º a 3º graus sobre o atlas com flexão contralateral apresentando tensão em sua amplitude máxima, é do tipo: