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Q2498166 Serviço Social
Considerando o processo de renovação do Serviço Social no Brasil, iniciado na década de 1960 e caracterizado pelo desenvolvimento de diferentes concepções da profissão, qual alternativa corresponde ao suporte metodológico apontado por Netto (2005), como sendo inspiração para a perspectiva da “reatualização do conservadorismo”? 
Alternativas
Q2498165 Serviço Social
No que se refere às políticas sociais, os avanços produzidos foram alavancados pelos movimentos sociais em um contexto marcado pela tensão entre as conquistas constitucionais asseguradas pelo forte movimento social da redemocratização e a contrarreforma neoliberal. Qual marco político deu início às discussões sobre a dimensão política da profissão que trouxeram os movimentos sociais para o interior do Serviço Social? 
Alternativas
Q2498163 Serviço Social
O Serviço Social, na década de 1990, é confrontado com um conjunto de transformações societárias e desafiado a compreender e intervir nas novas configurações e manifestações da “questão social”. Na Política de Saúde, qual opção contempla algumas das demandas que o projeto de Reforma Sanitária vem requisitando aos/às assistentes sociais, a partir deste período?
Alternativas
Q2498162 Serviço Social
De acordo com Iamamoto (2012), o Serviço Social tem na questão social a base de fundação como especialização do trabalho. Considerando que os/as assistentes sociais trabalham com as mais variadas expressões cotidianas, qual das alternativas apresenta um dos maiores desafios para os/as assistentes sociais, na atualidade? 
Alternativas
Q2498161 Serviço Social
De acordo com as legislações e normativas do Sistema Único de Saúde (SUS), que concebem a saúde de maneira mais ampla, o processo saúde-doença perpassa questões sociais, econômicas, culturais, dentre outros. A inserção de assistentes sociais no campo da saúde tem se realizado em todos os níveis de atenção, em contextos multiprofissionais e sua atuação compreende intervenções nos determinantes do processo saúde doença. Nesse sentido, de acordo com Mioto e Nogueira (2009), quais os elementos condicionantes da ação profissional do/a assistente social na saúde?
Alternativas
Q2407945 Serviço Social

De acordo com Barroco (2010), a possibilidade do ser social se objetivar como um ser ético tem como alicerce as seguintes capacidades humanas desenvolvidas pela práxis:

Alternativas
Q2407944 Serviço Social

No âmbito do controle social, os eventos que devem ser realizados periodicamente para discutir as políticas sociais de cada esfera e propor ação são:

Alternativas
Q2407941 Serviço Social

Na instituição Y, Rosa é a única assistente social na equipe multidisciplinar. Muito organizada, construiu, junto com seu estagiário de graduação, o plano de estágio em serviço social em consonância com o projeto pedagógico da faculdade e em conformidade com as perspectivas e possibilidades do espaço sócio-ocupacional. Ao sair de férias, Rosa decidiu limitar as intervenções do estagiário, durante o período em que estivesse afastada, às ações circunscritas a atribuições privativas do assistente social. De acordo com o que estabelece o código de ética do serviço social, tal postura:

Alternativas
Q2407937 Serviço Social

A legislação vigente da Política Nacional do Idoso define como competência dos conselhos nacional, estaduais e municipais do idoso a sua:

Alternativas
Q2407936 Serviço Social

A orientação e acompanhamento que o assistente social realiza junto às famílias que frequentam os espaços sócio-ocupacionais do serviço social interferem diretamente na formação de condutas e subjetividades desses sujeitos. Esse contexto situa a orientação e o acompanhamento no campo da ação:

Alternativas
Q2407935 Serviço Social

No âmbito do trabalho do(a) assistente social, o conjunto de recursos ou meios que permitem a operacionalização da ação profissional é definido como:

Alternativas
Q2407934 Serviço Social

As ações desencadeadas no cotidiano tendem a responder, fundamentalmente, às demandas momentâneas da reprodução social dos sujeitos. Tal aspecto define a característica do cotidiano denominada:

Alternativas
Q2407933 Serviço Social

O Movimento de Reconceituação do Serviço Social amplia o debate e a produção intelectual da categoria e tem como resultante desdobramentos de vertentes de análises. A emergência da linha de metodologia dialógica direcionada ao vivido humano é denominada vertente:

Alternativas
Q2407932 Serviço Social

Contemporaneamente, sob a hegemonia do capital financeiro, a manifestação da questão social é mais do que a expressão da pobreza, miséria e exclusão. Dessa forma, a radicalidade da alienação atestada sob o predomínio do capital fetiche é a:

Alternativas
Q2407930 Serviço Social

Dentre as abordagens metodológicas de trabalho social com famílias no âmbito do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família, destacadas no documento “Orientações Técnicas sobre o PAIF”, aquela na qual é absolutamente necessária a participação das pessoas implicadas nos problemas investigados e que demanda o envolvimento cooperativo entre os profissionais e os usuários que vivenciam a situação-problema para a resolução de uma questão é a metodologia denominada:

Alternativas
Q2407929 Serviço Social

De acordo com a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais, o serviço de acolhimento na modalidade abrigo institucional está classificado no nível de complexidade de serviços de Proteção Social:

Alternativas
Q2407928 Serviço Social

A Norma Operacional Básica (NOB/SUAS 2012) estabelece que universalidade, gratuidade, integralidade da proteção social, intersetorialidade e equidade compõem seu conjunto de:

Alternativas
Q2407914 Português

Texto l


A prata é pior do que o bronze?


Daqui a uma semana os Jogos Olímpicos de Inverno começam em Pequim. Cerca de 3.000 atletas disputarão a competição mais importante de suas vidas. Poucos serão campeões, a maioria não subirá no pódio, e isso faz parte do esporte.

Não sei se você já reparou que, na entrega de medalhas, o terceiro lugar geralmente está sorrindo, enquanto a expressão do segundo colocado às vezes é de decepção. Por que a prata é vista por muitos competidores como sendo pior do que o bronze? Há anos, especialistas tentam explicar essa questão.

A resposta pode estar na cara, literalmente. Uma das pesquisas mais relevantes foi publicada em 1995 no Journal of Personality and Social Psychology.

O professor de psicologia Thomas Gilovich e seus colegas gravaram a reação de medalhistas de prata e de bronze durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992 — quando os atletas descobriram suas colocações e na cerimônia de premiação. Depois, mostraram o vídeo a estudantes sem revelar as posições finais. A análise foi a de que, em geral, quem levou o bronze estava mais satisfeito.

Os pesquisadores também entrevistaram mais de cem medalhistas em uma competição amadora nos Estados Unidos e pediram que eles qualificassem a própria performance. Os que ficaram em terceiro pareciam mais felizes e aliviados por estarem no pódio, enquanto os vice-campeões se sentiam derrotados porque se compararam aos primeiros colocados. A sensação era a de que não ganharam a prata, mas, sim, perderam o ouro.

Outra pesquisa de 2006 na mesma publicação analisou a expressão facial de medalhistas de ouro, prata e bronze e dos que terminaram em quinto lugar na competição olímpica de judô em Atenas - 2004. Os terceiros colocados tinham um sorriso mais espontâneo, o que significa usar músculos da face que deixam os olhos apertados e geram os "pés-de-galinha". A reação dos medalhistas de prata, segundo aos autores, mostrou que eles estavam apenas sendo educados, não felizes. O famoso sorriso amarelo.

Um estudo feito pela London School of Economics após os Jogos Paraolímpicos de Londres de 2012 revelou resultados parecidos. Respostas emocionais influenciadas pelo que poderia ter acontecido, não pelo que de fato ocorreu. A margem da performance também era relevante: psicologicamente, ganhar a prata por pouco, em vez do bronze, seria menos decepcionante.

É possível ter empatia em situações cotidianas. Há quem fique feliz com o aumento de salário, mas talvez se desanime ao saber que o colega de escritório ganhou um ainda maior. Quem quer perder cinco quilos e emagrece seis comemora, mas, se a ideia era perder dez quilos e são cinco a menos na balança, a sensação pode ser de derrota.

Muitas vezes, O ser humano se diminui quando se compara, ou quando pensa no que poderia ter feito. Todos, em uma escala maior ou menor, já passaram por isso.

Em competições que envolvem disputa de terceiro lugar, o medalhista de bronze vem de uma vitória, enquanto o de prata, de uma derrota. No esporte, há várias formas de lidar com um segundo lugar. Alguns atletas transformam a decepção em combustível para treinar mais duro e tentar vencer na próxima. Outros reconhecem e apreciam o tamanho do feito que conquistaram após anos de dedicação. Mais uma lição que os Jogos Olímpicos nos ensinam sobre as emoções humanas.


Marina lIzidro

(Folha de São Paulo, 29 de janeiro de 2022)

“Os pesquisadores também entrevistaram mais de um medalhista em uma competição amadora nos Estados Unidos” (5º parágrafo)


No trecho, o verbo pode ser classificado, quanto à sua transitividade, como:

Alternativas
Q2407909 Português

Texto l


A prata é pior do que o bronze?


Daqui a uma semana os Jogos Olímpicos de Inverno começam em Pequim. Cerca de 3.000 atletas disputarão a competição mais importante de suas vidas. Poucos serão campeões, a maioria não subirá no pódio, e isso faz parte do esporte.

Não sei se você já reparou que, na entrega de medalhas, o terceiro lugar geralmente está sorrindo, enquanto a expressão do segundo colocado às vezes é de decepção. Por que a prata é vista por muitos competidores como sendo pior do que o bronze? Há anos, especialistas tentam explicar essa questão.

A resposta pode estar na cara, literalmente. Uma das pesquisas mais relevantes foi publicada em 1995 no Journal of Personality and Social Psychology.

O professor de psicologia Thomas Gilovich e seus colegas gravaram a reação de medalhistas de prata e de bronze durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992 — quando os atletas descobriram suas colocações e na cerimônia de premiação. Depois, mostraram o vídeo a estudantes sem revelar as posições finais. A análise foi a de que, em geral, quem levou o bronze estava mais satisfeito.

Os pesquisadores também entrevistaram mais de cem medalhistas em uma competição amadora nos Estados Unidos e pediram que eles qualificassem a própria performance. Os que ficaram em terceiro pareciam mais felizes e aliviados por estarem no pódio, enquanto os vice-campeões se sentiam derrotados porque se compararam aos primeiros colocados. A sensação era a de que não ganharam a prata, mas, sim, perderam o ouro.

Outra pesquisa de 2006 na mesma publicação analisou a expressão facial de medalhistas de ouro, prata e bronze e dos que terminaram em quinto lugar na competição olímpica de judô em Atenas - 2004. Os terceiros colocados tinham um sorriso mais espontâneo, o que significa usar músculos da face que deixam os olhos apertados e geram os "pés-de-galinha". A reação dos medalhistas de prata, segundo aos autores, mostrou que eles estavam apenas sendo educados, não felizes. O famoso sorriso amarelo.

Um estudo feito pela London School of Economics após os Jogos Paraolímpicos de Londres de 2012 revelou resultados parecidos. Respostas emocionais influenciadas pelo que poderia ter acontecido, não pelo que de fato ocorreu. A margem da performance também era relevante: psicologicamente, ganhar a prata por pouco, em vez do bronze, seria menos decepcionante.

É possível ter empatia em situações cotidianas. Há quem fique feliz com o aumento de salário, mas talvez se desanime ao saber que o colega de escritório ganhou um ainda maior. Quem quer perder cinco quilos e emagrece seis comemora, mas, se a ideia era perder dez quilos e são cinco a menos na balança, a sensação pode ser de derrota.

Muitas vezes, O ser humano se diminui quando se compara, ou quando pensa no que poderia ter feito. Todos, em uma escala maior ou menor, já passaram por isso.

Em competições que envolvem disputa de terceiro lugar, o medalhista de bronze vem de uma vitória, enquanto o de prata, de uma derrota. No esporte, há várias formas de lidar com um segundo lugar. Alguns atletas transformam a decepção em combustível para treinar mais duro e tentar vencer na próxima. Outros reconhecem e apreciam o tamanho do feito que conquistaram após anos de dedicação. Mais uma lição que os Jogos Olímpicos nos ensinam sobre as emoções humanas.


Marina lIzidro

(Folha de São Paulo, 29 de janeiro de 2022)

A pergunta formulada no título está relacionada à seguinte reflexão apresentada no texto:

Alternativas
Q2407906 Português

Texto l


A prata é pior do que o bronze?


Daqui a uma semana os Jogos Olímpicos de Inverno começam em Pequim. Cerca de 3.000 atletas disputarão a competição mais importante de suas vidas. Poucos serão campeões, a maioria não subirá no pódio, e isso faz parte do esporte.

Não sei se você já reparou que, na entrega de medalhas, o terceiro lugar geralmente está sorrindo, enquanto a expressão do segundo colocado às vezes é de decepção. Por que a prata é vista por muitos competidores como sendo pior do que o bronze? Há anos, especialistas tentam explicar essa questão.

A resposta pode estar na cara, literalmente. Uma das pesquisas mais relevantes foi publicada em 1995 no Journal of Personality and Social Psychology.

O professor de psicologia Thomas Gilovich e seus colegas gravaram a reação de medalhistas de prata e de bronze durante os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992 — quando os atletas descobriram suas colocações e na cerimônia de premiação. Depois, mostraram o vídeo a estudantes sem revelar as posições finais. A análise foi a de que, em geral, quem levou o bronze estava mais satisfeito.

Os pesquisadores também entrevistaram mais de cem medalhistas em uma competição amadora nos Estados Unidos e pediram que eles qualificassem a própria performance. Os que ficaram em terceiro pareciam mais felizes e aliviados por estarem no pódio, enquanto os vice-campeões se sentiam derrotados porque se compararam aos primeiros colocados. A sensação era a de que não ganharam a prata, mas, sim, perderam o ouro.

Outra pesquisa de 2006 na mesma publicação analisou a expressão facial de medalhistas de ouro, prata e bronze e dos que terminaram em quinto lugar na competição olímpica de judô em Atenas - 2004. Os terceiros colocados tinham um sorriso mais espontâneo, o que significa usar músculos da face que deixam os olhos apertados e geram os "pés-de-galinha". A reação dos medalhistas de prata, segundo aos autores, mostrou que eles estavam apenas sendo educados, não felizes. O famoso sorriso amarelo.

Um estudo feito pela London School of Economics após os Jogos Paraolímpicos de Londres de 2012 revelou resultados parecidos. Respostas emocionais influenciadas pelo que poderia ter acontecido, não pelo que de fato ocorreu. A margem da performance também era relevante: psicologicamente, ganhar a prata por pouco, em vez do bronze, seria menos decepcionante.

É possível ter empatia em situações cotidianas. Há quem fique feliz com o aumento de salário, mas talvez se desanime ao saber que o colega de escritório ganhou um ainda maior. Quem quer perder cinco quilos e emagrece seis comemora, mas, se a ideia era perder dez quilos e são cinco a menos na balança, a sensação pode ser de derrota.

Muitas vezes, O ser humano se diminui quando se compara, ou quando pensa no que poderia ter feito. Todos, em uma escala maior ou menor, já passaram por isso.

Em competições que envolvem disputa de terceiro lugar, o medalhista de bronze vem de uma vitória, enquanto o de prata, de uma derrota. No esporte, há várias formas de lidar com um segundo lugar. Alguns atletas transformam a decepção em combustível para treinar mais duro e tentar vencer na próxima. Outros reconhecem e apreciam o tamanho do feito que conquistaram após anos de dedicação. Mais uma lição que os Jogos Olímpicos nos ensinam sobre as emoções humanas.


Marina lIzidro

(Folha de São Paulo, 29 de janeiro de 2022)

O tema central do texto se refere ao seguinte aspecto:

Alternativas
Respostas
18721: C
18722: B
18723: A
18724: D
18725: D
18726: B
18727: D
18728: A
18729: D
18730: C
18731: A
18732: B
18733: B
18734: A
18735: C
18736: D
18737: C
18738: A
18739: B
18740: A