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Q3869901 Medicina
Lesão cutânea única, eritematosa, com bordas infiltradas e perda de sensibilidade térmica, em área exposta, em paciente de área endêmica, sugere:
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Q3869899 Medicina
No tratamento inicial da hipertensão arterial em adulto de baixo risco, a medida com maior impacto na redução pressórica é:
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Q3869897 Medicina
O achado que mais sugere insuficiência cardíaca esquerda na anamnese é:
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Q3869825 Medicina
Em idoso frágil com polifarmácia, o uso crônico de benzodiazepínico de longa ação está classicamente associado à/ao:
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Q3869723 Medicina
No seguimento pós-cirúrgico de pacientes submetidos à cirurgia bariátrica tipo bypass gástrico em Y de Roux, a deficiência nutricional que requer suplementação vitalícia devido à exclusão do duodeno e jejuno proximal (sítio primário de absorção) é a deficiência de: 
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Q3869721 Medicina
No hiperparatireoidismo primário, a hipercalcemia resulta de hipersecreção autônoma de paratormônio (PTH). O órgão-alvo onde o PTH age aumentando a reabsorção tubular de cálcio e inibindo a reabsorção de fosfato, contribuindo para hipercalcemia e hipofosfatemia, é: 
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Q3869459 Medicina
Paciente de 58 anos procura atendimento médico com queixa de tontura rotatória há 3 dias. Refere que os sintomas iniciaram ao virar-se na cama pela manhã, com sensação de que o ambiente girava ao seu redor. Os episódios duram cerca de 15 a 30 segundos, são desencadeados por mudanças de posição da cabeça (deitar, levantar, virar-se na cama) e melhoram quando ele permanece imóvel. Nega cefaleia, perda auditiva, zumbido, plenitude auricular ou sintomas neurológicos focais. Relata náusea durante os episódios, sem vômitos. Nega trauma craniano recente. Ao exame físico: marcha sem alterações, ausência de nistagmo espontâneo em posição neutra, ausência de sinais neurológicos focais, otoscopia normal bilateralmente. Foi realizada manobra de Dix-Hallpike à direita, que reproduziu a vertigem com nistagmo rotatório batendo para cima e para a direita, com latência de 3 segundos e duração de 20 segundos, fatigando com repetições.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial adequada para esse caso são:  
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Q3869457 Medicina
Homem de 42 anos, hígido, procura consulta pré-viagem para avaliação vacinal. Planeja viajar para a região amazônica do Peru em 45 dias, onde permanecerá por 3 semanas realizando ecoturismo em áreas de floresta. Nega comorbidades e uso de medicações contínuas. Relata esquema vacinal completo na infância, porém sem reforços recentes. Na caderneta: última dose de dT há 12 anos, esquema completo de hepatite B há 15 anos, ausência de registro de febre amarela e de reforço recente da Covid-19. Exame físico normal.
Com base nas recomendações atuais da OMS, CDC e Ministério da Saúde (2024-2025), a conduta mais adequada é:  
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Q3869456 Medicina
Mulher de 75 anos, previamente independente, procura o ambulatório referindo fraqueza progressiva há um ano. Relata que até o ano passado conseguia fazer caminhadas no bairro e realizar atividades domésticas sem dificuldade, mas progressivamente vem apresentando dificuldade para subir escadas, levantar-se da cadeira sem apoio e carregar sacolas de compras. Alimenta-se com dieta pobre em proteínas (ingesta estimada de 0,6 g/kg/dia) e evita exposição solar por medo de câncer de pele. Nega perda ponderal recente, doenças crônicas ou uso contínuo de medicamentos. Ao exame físico: lúcida, orientada, eupneica, sem edemas ou sinais de desnutrição. Força de preensão palmar (dinamometria) = 14 kg (ponto de corte para mulheres < 16 kg), velocidade de marcha = 0,6 m/s (ponto de corte < 0,8 m/s), teste de sentar e levantar 5 vezes =18 segundos (valor de referência < 15 s). IMC = 22 kg/m², circunferência da panturrilha = 31 cm. Hemograma, função renal, hepática e tireoidiana normais. Dosagem sérica de 25-hidroxivitamina D = 18 ng/mL.
Com base nos critérios diagnósticos do Grupo Europeu de Trabalho sobre Sarcopenia em Pessoas Idosas (European Working Group on Sarcopenia in Older People – 2019) e nas recomendações clínicas mais atuais, o diagnóstico e a conduta mais adequados são:  
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Q3869451 Medicina
Mulher de 28 anos, sem comorbidades, apresenta episódios recorrentes de cefaleia pulsátil hemicraniana, acompanhada de fenômenos visuais cintilantes e parestesia em membro superior direito, com duração média de 40 minutos. No episódio atual, há 5 dias, desenvolveu turvação visual bilateral e dificuldade para nomear objetos, seguidas de cefaleia intensa e náuseas. Refere que os sintomas visuais e da fala persistem parcialmente até o momento. O exame neurológico mostra discreta anomia e lentificação da leitura.
Considerando o quadro clínico e os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta imediata indicada são:  
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Q3869447 Medicina
Mulher de 63 anos foi investigada por osteopenia e níveis séricos de cálcio no limite superior da normalidade. Apresentava deficiência de vitamina D, tratada com suplementação adequada e ajuste dietético. Após normalização da vitamina D e manutenção da ingestão adequada de cálcio, observou-se persistência da elevação do paratormônio (PTH).
Com base no quadro descrito, o(s) exame(s) fundamental(is) para esclarecer o diagnóstico e a conduta mais apropriada são:   
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Q3869441 Medicina
Mulher de 62 anos, com diagnóstico de adenocarcinoma gástrico avançado em cuidados paliativos domiciliares, é trazida ao pronto-socorro por familiares devido a quadro de confusão mental progressiva há cinco dias. Familiares relatam que a paciente vem apresentando náuseas persistentes e vômitos frequentes nas últimas três semanas, com piora após tentativas de alimentação, tendo perdido aproximadamente 8 kg nesse período. Relata inapetência acentuada e consegue ingerir apenas pequenas quantidades de líquidos. Possui gastrostomia para drenagem que tem drenado volumes de 800 a 1200 mL diariamente. Não recebe nutrição enteral ou parenteral. Nega uso de bebidas alcoólicas. Nas últimas 48 horas, apresentou desorientação progressiva, inicialmente temporal e posteriormente também espacial, com dificuldade para reconhecer familiares.
Ao exame físico: paciente confusa, desorientada no tempo e espaço, Glasgow 13 (abertura ocular espontânea, resposta verbal confusa, obediência a comandos), emagrecida com perda acentuada de massa muscular, desidratada com mucosas secas, pressão arterial 96 x 58 mmHg, frequência cardíaca 102 bpm, frequência respiratória 18 incursões por minuto, temperatura axilar 36,4 °C.
Exame neurológico: pupilas isocóricas e fotorreagentes mas com resposta lentificada, nistagmo horizontal bilateral evocado pelo olhar lateral, oftalmoparesia do músculo reto lateral bilateral mais acentuada à direita, paciente acamada sem condições de deambulação, incoordenação de membros superiores à prova índex-nariz bilateralmente, reflexos patelares e aquileus diminuídos simetricamente, sensibilidade tátil preservada, mas com hipoestesia distal em membros inferiores.
Exames laboratoriais:
• hemoglobina 9,2 g/dL (VR: 12-16 g/dL)
• volume corpuscular médio 102 fL (VR: 80-100 fL)
• leucócitos 6.800/mm³ sem desvio
• plaquetas 165.000/mm³
Função renal:
• ureia 52 mg/dL (VR: 10-50 mg/dL)
• creatinina 1,2 mg/dL (VR: 0,7-1,2 mg/dL)
Eletrólitos:
• sódio 132 mEq/L
• potássio 3,2 mEq/L
• cloreto 96 mEq/L
• magnésio 1,4 mEq/L (VR: 1,5-2,5 mEq/L)
Glicemia 88 mg/dL.
Albumina sérica 2,4 g/dL (VR: 3,5-5,0 g/dL).
Gasometria venosa: pH 7,38, bicarbonato 22 mEq/L.
Tomografia computadorizada de crânio sem contraste realizada na emergência não evidencia lesões agudas, hemorragias ou efeito de massa.
Eletrocardiograma: taquicardia sinusal, frequência cardíaca 102 bpm, sem outras alterações agudas.
O tratamento inicial apropriado para a condição neurológica que acomete essa paciente é: 

 
Alternativas
Q3869439 Medicina
Homem de 38 anos é trazido ao pronto-socorro por familiares com história de ter participado de evento social há aproximadamente 18 horas, no qual consumiu bebida alcoólica destilada de procedência desconhecida. Familiares relatam que o paciente retornou para casa apresentando quadro de embriaguez habitual, tendo dormido normalmente durante a noite. Acordou pela manhã queixando-se de cefaleia intensa, náuseas e dor abdominal difusa, sintomas que inicialmente foram atribuídos a ressaca alcoólica. Ao longo do dia, apresentou piora progressiva do estado geral, com vômitos repetidos, confusão mental e queixas de visão turva com dificuldade para enxergar. Ao exame físico na admissão: paciente confuso, Glasgow 13 (abertura ocular espontânea, resposta verbal confusa, obediência a comandos), desidratado, mucosas secas, pressão arterial 98 x 62 mmHg, frequência cardíaca 118 bpm, frequência respiratória 28 incursões por minuto profundas e regulares (padrão de Kussmaul), temperatura axilar 36,2 °C, saturação periférica de oxigênio 98% em ar ambiente; pupilas isocóricas e fotorreagentes, com midríase bilateral discreta; abdômen difusamente doloroso à palpação sem sinais de irritação peritoneal. Exame neurológico com reflexos tendinosos profundos globalmente diminuídos. 
Exames laboratoriais iniciais:
• hemograma com hemoglobina 14,2 g/dL
• leucócitos 11.800/mm³ com 78% de neutrófilos
• plaquetas 198.000/mm³  
Função renal:
• ureia 58 mg/dL (VR: 10-50 mg/dL)
• creatinina 1,8 mg/dL (VR: 0,7-1,2 mg/dL)
Eletrólitos:
• sódio 138 mEq/L
• potássio 4,2 mEq/L
• cloreto 98 mEq/L
Glicemia 168 mg/dL.
Função hepática:
• transaminase glutâmico-oxalacética 78 UI/L
• transaminase glutâmico-pirúvica 82 UI/L
• bilirrubinas totais 0,9 mg/dL
Amilase sérica 420 UI/L (VR: até 100 UI/L).
Osmolaridade sérica medida 348 mOsm/kg (VR: 280-295 mOsm/kg).
Gasometria arterial: pH 7,18, PaCO2 18 mmHg, PaO2 102 mmHg, bicarbonato 6,8 mEq/L, excesso de bases menos 20 mEq/L, lactato 2,8 mmol/L (VR: 0,5-2,2 mmol/L).
Eletrocardiograma com taquicardia sinusal sem outras alterações agudas.
A conduta apropriada para o manejo desse paciente é:  
Alternativas
Q3869438 Medicina
Homem de 52 anos em acompanhamento oncológico por adenocarcinoma de cólon estadio IIIB tratado com ressecção cirúrgica há 18 meses e quimioterapia adjuvante concluída há 12 meses, atualmente em remissão com marcadores tumorais normais e tomografia de controle recente sem evidências de recidiva tumoral ou metástases. Durante o tratamento quimioterápico, iniciou uso de morfina de liberação prolongada para controle de dor abdominal relacionada ao procedimento cirúrgico e toxicidade gastrointestinal da quimioterapia. Após conclusão da quimioterapia, manteve uso de morfina para controle de dor abdominal crônica relacionada a aderências pós-operatórias, com dose estável de 30 mg a cada 12 horas por quatro meses. Nas últimas 16 semanas, apresentou escalada progressiva da dose de morfina, atualmente em 240 mg a cada 12 horas, sem obtenção de analgesia satisfatória. Retorna ao ambulatório referindo piora paradoxal da dor abdominal apesar dos aumentos sequenciais de dose nas últimas consultas, descrevendo a dor atual como difusa, mal definida, com irradiação para região lombar bilateral e membros inferiores, diferentemente da dor localizada original. Relata que pequenos estímulos táteis na parede abdominal desencadeiam desconforto desproporcional. Refere também redução da frequência evacuatória, passando de evacuações diárias para evacuações a cada dois a três dias com fezes endurecidas, mas sem parada completa de eliminação de flatos ou fezes. Nega náuseas, vômitos, distensão abdominal progressiva, febre, perda ponderal recente ou outros sintomas sistêmicos. Ao exame físico: IMC 24 kg/m², lúcido e orientado, pressão arterial 118 x 76 mmHg, frequência cardíaca 72 bpm, eupneico. Abdômen globoso, ruídos hidroaéreos presentes e normais, timpânico à percussão, indolor à palpação superficial mas com hiperalgesia tátil difusa à palpação mais profunda sem defesa ou sinais de irritação peritoneal, sem massas ou visceromegalias palpáveis. Exame neurológico dos membros inferiores com sensibilidade preservada mas com resposta exagerada a estímulos dolorosos leves. Exames laboratoriais recentes: hemograma completo normal, função renal e hepática normais, eletrólitos normais, antígeno carcinoembrionário 2,8 ng/mL (VR: menor que 5,0 ng/mL). Radiografia simples de abdômen com distribuição gasosa normal, presença de fezes em cólon descendente e sigmoide sem dilatação de alças e ausência de níveis hidroaéreos.
A conduta apropriada para o manejo dessa condição é: 
Alternativas
Q3869436 Medicina
Homem de 58 anos, com diabetes mellitus tipo 2 diagnosticado há oito anos, em uso regular de metformina 850 mg três vezes ao dia e glimepirida 4 mg por dia, procura consulta de rotina trazendo resultados de exames solicitados na consulta anterior, há três meses. Refere aderência adequada ao tratamento medicamentoso e relata que realiza automonitorização glicêmica capilar diariamente, em jejum e pré-prandial, com valores habitualmente entre 110 e 140 mg/dL. Nega episódios de hipoglicemia, alterações visuais ou sintomas de neuropatia. Ao exame físico, apresenta IMC 28 kg/m² e pressão arterial de 128 x 82 mmHg, sem outras alterações significativas.
Exames laboratoriais atuais:
• hemoglobina glicada 9,2% (VR: menor que 5,7%)
• glicemia de jejum 128 mg/dL (VR: 70-99 mg/dL)
• hemoglobina 10,8 g/dL (VR: 13-17 g/dL)  
• volume corpuscular médio 108 fL (VR: 80-100 fL)
• leucócitos 5.200/mm³
• plaquetas 180.000/mm³
Exames de três meses atrás:
• hemoglobina glicada 8,8%
• glicemia de jejum 132 mg/dL
• hemoglobina 11,2 g/dL
• volume corpuscular médio 106 fL
• creatinina 0,9 mg/dL
• taxa de filtração glomerular estimada 88 mL/min/1,73m².
A explicação mais provável para a discordância entre os valores da hemoglobina glicada e as glicemias capilares, de jejum e pré-prandiais descritos é:  
Alternativas
Q3869428 Medicina
Homem de 55 anos, obeso (IMC 32 kg/m²), retorna à consulta após seis meses de tratamento anti-hipertensivo otimizado. Relata boa aderência ao esquema medicamentoso e está em uso regular de losartana 100 mg por dia, anlodipino 10 mg por dia e clortalidona 25 mg por dia. Nega uso de anti-inflamatórios não esteroidais ou outras medicações. Adotou medidas não medicamentosas, incluindo dieta hipossódica e prática de exercícios físicos três vezes por semana. Nega sintomas. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 152 x 96 mmHg (média de três medidas realizadas com técnica correta), frequência cardíaca de 76 bpm e ausência de outras alterações. 
Considerando a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025 e a suspeita de hipertensão arterial resistente, a conduta inicial adequada é: 
Alternativas
Q3868893 Medicina
O reconhecimento precoce do tipo de envenenamento ofídico é vital para a administração do soro antiofídico específico. Analise as afirmativas a seguir:
I.O acidente botrópico caracteriza-se por ação local intensa (dor, edema e equimose) e alteração da coagulação sanguínea.
II.O acidente crotálico manifesta-se predominantemente por sinais neurotóxicos, como ptose palpebral (fácies miastênica), e risco de insuficiência renal aguda por mioglobinúria.
III.O uso de torniquete no membro picado é a conduta inicial recomendada para retardar a absorção sistêmica do veneno elapídico.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3868892 Medicina
O manejo da sepse e do choque séptico foi atualizado pelo consenso Sepsis-3, introduzindo novos critérios diagnósticos. Analise as afirmativas a seguir:
I.A sepse é definida como uma disfunção orgânica ameaçadora à vida, causada por uma resposta desregulada do hospedeiro à infecção.
II.O escore qSOFA (quick SOFA) utiliza a frequência respiratória, o nível de consciência e a pressão arterial sistólica para triagem à beira do leito.
III.O choque séptico é caracterizado pela necessidade de vasopressores para manter a pressão arterial média acima de 65 mmHg e lactato superior a 2 mmol/L após ressuscitação volêmica.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3868727 Medicina
Em acne inflamatória moderada a grave em adulto jovem, o mecanismo de ação principal da isotretinoína oral é:
Alternativas
Q3868325 Medicina
A respiração envolve os sistemas nervoso, cardiovascular, musculoesquelético e respiratório. As causas da insuficiência respiratória podem vir de qualquer um desses sistemas e podem ser agrupadas com base nas condições subjacentes, como distúrbios pulmonares e das vias aéreas, insuficiência da bomba respiratória, insuficiência do centro respiratório e falha da demanda metabólica.

Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma causa de insuficiência respiratória:
Alternativas
Respostas
1121: E
1122: D
1123: D
1124: B
1125: C
1126: B
1127: B
1128: C
1129: B
1130: E
1131: A
1132: D
1133: C
1134: C
1135: B
1136: C
1137: B
1138: D
1139: E
1140: D