Questões de Concurso

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Q3659637 Medicina

Mulher de 22 anos procura avaliação para tratamento de cefaleia. O primeiro episódio iniciou-se aos 16 anos, porém a frequência aumentou para 1 a 2 episódios mensais no último ano. As cefaleias não são precedidas por aura. Caracteristicamente, são bilaterais, de caráter pulsátil e tão intensa que a obriga a se ausentar do trabalho. A dor é exacerbada por ruído intenso e atividade física. Cada episódio dura até o anoitecer; ela desperta na manhã seguinte sem dor ou náusea, apta para retornar às suas atividades. Faz uso de paracetamol no início da dor, sem benefício. Nega o uso de outras medicações, incluindo contraceptivos orais e não há antecedentes mórbidos. Sinais vitais e exame neurológico não apresentam alterações.


Qual é o próximo passo mais adequado no manejo dessas cefaleias?

Alternativas
Q3659087 Medicina
Marina, 40 anos, comparece à Unidade Básica de Saúde para acompanhamento de hanseniase. Ela apresenta lesões foveolares, que apresentam bordos internos bem definidos, delimitando um área central de pele aparentemente poupada, enquanto os bordos externos são espraiados, infiltrados e imprecisos. Essas características de lesões são características de qual forma clínica da hanseniase? 
Alternativas
Q3659078 Medicina
Em pacientes com diabetes, o controle glicémico deve ser individualizado de acordo com a situação clinica. De acordo com a diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2024, qual é a meta da glicemia de jejum e pré prandial de um paciente idoso comprometido (frágil)? 
Alternativas
Q3657964 Medicina

A infecção do trato urinário (ITU) é definida pela presença de germe patogênico único no sistema urinário associada a processo inflamatório sintomático.



A identificação e contagem de bactérias pela urocultura de jato médio confirma o diagnóstico de ITU com:

Alternativas
Q3657961 Medicina

O tratamento da Infecção Latente pelo Mycobacterium tuberculosis (ILTB) é uma das principais estratégias para a eliminação da tuberculose (TB) como problema de saúde pública no Brasil.



Assinale a alternativa correta sobre o tratamento ILTB.

Alternativas
Q3657960 Medicina

O uso racional de antibióticos em pediatria está relacionado diretamente à morbidade e mortalidade das doenças.



Sobre os antibióticos, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3657957 Medicina

O tratamento da asma em crianças envolve uma combinação de medicamentos, educação sobre a doença e medidas para evitar gatilhos.



Nas crises agudas, a droga de escolha inicial para reverter a broncoconstrição é o (a):

Alternativas
Q3657955 Medicina

Assinale a alternativa correta sobre a bronquiolite viral aguda (BVA).

Alternativas
Q3657874 Medicina

A Atenção Primária à Saúde (APS) é o nível de atenção essencial na prevenção e no controle do diabete melito tipo 2 (DM2) e recomenda que todos os indivíduos assintomáticos, sem diagnóstico de DM2, e com idade igual ou acima de 45 anos, mesmo sem fator de risco, realizem rastreamento para DM2 com: 

Alternativas
Q3657873 Medicina

O controle glicêmico do diabete melito tipo 2 (DM2) deve ser individualizado no idoso saudável 60+ com poucas comorbidades crônicas, estado funcional e cognitivo preservado.



Nestes casos a meta glicêmica a ser atingida é de:

Alternativas
Q3657872 Medicina

Assinale a alternativa que indica, respectivamente, doença infecciosa do trato geniturinária, comum na Atenção Primária à Saúde (APS), que geralmente afeta a bexiga ou a uretra, principalmente em mulheres com sintomas como disúria, e polaciúria, e tem como diagnóstico inicial e seu principal agente etiológico.

Alternativas
Q3657871 Medicina

Conforme o calendário nacional de vacinação ano 2025 - ciclo de vida do idoso (a partir de 60 anos de idade) - a vacina de rotina para Vacina hepatite B (recombinante) HB deve ser aplicada:

Alternativas
Q3657870 Medicina

A reação anafilática é sempre uma condição de emergência e o Serviço Móvel de Urgência deve ser acionado imediatamente. O objetivo do tratamento é a manutenção da oxigenação e a perfusão de órgãos vitais.



A droga de escolha que deve ser imediatamente administrada é a:

Alternativas
Q3657869 Medicina
Em relação à classificação da demanda espontânea na atenção básica, a necessidade de intervenção da equipe no mesmo momento, obrigatoriamente com a presença do médico, exemplificado por parada cardiorrespiratória ou uma dificuldade respiratória grave, caracteriza o:
Alternativas
Q3657868 Medicina

A gota é uma doença inflamatória aguda que acomete sobretudo as articulações e ocorre a deposição de cristais nos tecidos, principalmente nas articulações.



A gota é uma forma de artrite que:

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Q3657866 Medicina

A infecção respiratória aguda é uma das principais causas de consulta médica na Atenção Primária à Saúde (APS) e a pneumonia adquirida em comunidade (PAC) contraída no convívio social, fora do ambiente hospitalar, ou que se manifesta em até 48 horas após a internação hospitalar, frequentemente é causada pela(o):

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Q3657865 Medicina

O envelhecimento da população brasileira impactou e trouxe mudanças no perfil demográfico e epidemiológico em todo País.



Na Atenção Primária à Saúde (APS), a causa mais comum de demência em que o idoso é caracterizado com a perda da memória e declínio cognitivo progressivo é a(o):

Alternativas
Q3657861 Medicina

A Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, é a Lei Orgânica da Saúde, que regulamenta as ações e serviços de saúde em todo o território nacional.



Sobre os conceitos e normativas contidos nessa lei, é correto afirmar:

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Q3657501 Patologia

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.


No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

O avanço da tecnologia trouxe novas formas de consumo que, embora apresentem aparência de modernidade e praticidade, podem esconder sérios riscos à saúde pública. No caso dos dispositivos eletrônicos para fumar, a preocupação não está apenas no hábito em si, mas também em aspectos relacionados à sua composição e regulamentação. Diante disso, qual conclusão reflete as implicações destacadas no texto?
Alternativas
Q3657500 Patologia

Por Que o Câncer de Pulmão Deixou de Ser Apenas "Coisa de Fumante"


O câncer de pulmão, tradicionalmente associado ao tabagismo, tem apresentado um perfil de pacientes em transformação nas últimas décadas. Hoje, a doença afeta mais mulheres, pessoas mais jovens e também aquelas que nunca fumaram, revelando novos fatores de risco que ultrapassam o hábito de fumar o cigarro comum. Entre eles, destacam-se o uso crescente de cigarros eletrônicos e a exposição à poluição.


Os dispositivos eletrônicos, cada vez mais comuns especialmente entre jovens, liberam aerossóis com múltiplas substâncias potencialmente tóxicas. Estudos recentes identificaram, inclusive, níveis elevados de metais pesados e outras toxinas em dispositivos descartáveis, o que preocupa especialistas e órgãos de vigilância sanitária, dada a falta de padronização e controle desses produtos, cuja venda é proibida no Brasil.


Outro fator que ajuda a explicar o surgimento do câncer de pulmão em não fumantes é a poluição atmosférica, sobretudo as partículas finas e poluentes provenientes do tráfego de veículos automotores. Pesquisas europeias mostraram uma associação consistente entre a exposição crônica a esses poluentes e o aumento da incidência de câncer de pulmão, efeito que também é observado entre pessoas que nunca fumaram, tema abordado em artigo publicado neste espaço em 2023.


Do ponto de vista clínico e de saúde pública, compreender esse novo perfil do câncer de pulmão leva a duas prioridades: a necessidade de ampliar as políticas de controle do tabaco para incluir dispositivos eletrônicos, com regulamentações e fiscalizações mais rigorosas, e a integração da qualidade do ar e da exposição ocupacional nas estratégias de prevenção, por meio do monitoramento ambiental e de ações para reduzir emissões em áreas urbanas. Essas iniciativas têm o potencial de proteger populações inteiras e reduzir a carga da doença a médio prazo.


Apesar da mudança no perfil epidemiológico, vale destacar que o câncer de pulmão ainda é, em grande parte, evitável. A combinação entre tabagismo tradicional, novos produtos eletrônicos e poluição do ar explica a evolução da doença, reforçando a urgência de ações coordenadas para frear essa tendência e proteger as gerações futuras.


Em escala global, o câncer de pulmão segue com índices alarmantes. Estimativas mais recentes indicam que esse número já chegou a 2,5 milhões de novos casos anuais, um avanço que evidencia a magnitude do problema no mundo.


No Brasil, as projeções do Instituto Nacional de Câncer (INCA) para este ano apontam para mais de 32 mil novos diagnósticos. A distribuição por sexo e região revela desigualdades importantes e reforça a necessidade de tratar a doença como uma prioridade estratégica de saúde pública, para um dos tumores mais incidentes no país.


https://forbes.com.br/forbessaude/2025/08/por-que-o-cancer-de-pulmao -deixou-de-ser-apenas-coisa-de-fumante/

A evolução do perfil de pacientes com câncer de pulmão tem revelado a importância de fatores ambientais além do tabagismo. Estudos recentes ampliam a compreensão sobre elementos externos que podem favorecer o desenvolvimento da doença, atingindo inclusive indivíduos que jamais tiveram contato direto com o cigarro. Considerando essa perspectiva, qual interpretação se mostra alinhada ao trecho apresentado? 
Alternativas
Respostas
8901: E
8902: C
8903: B
8904: D
8905: B
8906: C
8907: E
8908: B
8909: E
8910: D
8911: C
8912: A
8913: D
8914: B
8915: A
8916: E
8917: C
8918: E
8919: C
8920: B