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Q3504296 Filosofia
No parágrafo 189 da Fenomenologia do Espírito, Hegel, ao tratar da consciência de si, escreve:

“(...) e uma consciência de si não é puramente para si, mas para um outro, isto é, como consciência essente, ou consciência na figura da coisidade. São essenciais ambos os momentos; porém como, de início, são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos são como duas figuras opostas da consciência: uma a consciência independente para a qual o ser-para-si é a essência; outra, a consciência dependente para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro”.
(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. A Fenomenologia do Espírito. Tradução de Paulo Meneses. Vozes: Petrópolis, 2014, p. 146 - 147)

Essa passagem da obra de Hegel diz respeito à dialética 
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Q3504294 Filosofia
Com o desenvolvimento, cada vez maior, de sistemas de inteligência artificial surgem questões éticas e políticas relevantes, que dizem respeito à possibilidade de IAs desenvolverem uma espécie de “racionalidade psicopática” que ameace grupos humanos específicos (minorias sociais ou grupos racializados) ou mesmo a espécie humana como um todo. Caso isso acontecesse, as leis da robótica propostas por Isaac Asimov poderiam não ser suficientes para uma internalização de princípios éticos em tais sistemas inteligentes, posto que esses sistemas careceriam de
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Q3504292 Filosofia
A ideia apresentada por John Locke de que seria legítimo que os súditos pudessem resistir a seu rei tem uma dimensão que a aproxima do pensamento de Platão, especialmente no que diz respeito à figura do “tirano”, caracterizada na República. Sob esse aspecto, para Locke, a tirania é o emprego que o soberano faz de seu poder político a fim de 
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Q3504291 Filosofia
Considere o fragmento a seguir.

“Uma vez que as ideias dominantes são separadas dos indivíduos dominantes e, sobretudo, das relações que brotam de uma fase dada do modo de produção - e disso resulta o fato de que em toda a história o aspecto dominante é sempre o pensamento.”

(MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemã. Tradução de Marcelo Backes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007. p. 73).

No fragmento, a noção de que “o aspecto dominante é sempre o pensamento” indica que, para Marx e Engels, a ideologia atua
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Q3504290 Filosofia
Considere o fragmento a seguir.

“Indubitavelmente, quando lograssem introduzir na consciência dos felizes sua própria miséria, toda a miséria, de modo que estes um dia começassem a se envergonhar da sua felicidade, e dissessem talvez uns aos outros: é uma vergonha ser feliz!”

(NIETZSCHE, Friedrich. Genealogia da Moral. Tradução de Paulo Cézar de Souza. São Paulo: Companhia de Bolso, 2018, pg. 105)

Nesse fragmento, Nietzsche faz referência aos
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Q3504289 Filosofia
Ao abordar, em sua obra “A Condição Humana”, o surgimento da Cidade Estado clássica e apontar para a distinção entre o que é próprio (idion) e o que é comum (koinon), Hannah Arendt indica que o homem antigo recebera, nesse momento, uma “segunda vida” que tem relação com a noção de 
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Q3504288 Filosofia
No período medieval, a ética escolástica foi marcada
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Q3504287 Filosofia
A ética da responsabilidade desenvolvida pelo pensador alemão Hans Jonas fundamenta-se, mais especificamente, na formulação do imperativo categórico:
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Q3504286 Filosofia
Ao caracterizar um novo campo ético que incorpore também a discussão acerca de fatos biológicos, Van R. Potter propõe a criação de uma disciplina que leve em conta uma ética 
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Q3482336 Filosofia
Sobre a história do pensamento geográfico e os fundamentos que contribuíram para a constituição da Geografia como ciência, analise as afirmativas a seguir:

I. A filosofia foi essencial na formação do pensamento geográfico, oferecendo um embasamento conceitual para as ciências, por meio da reflexão abstrata e geral sobre o conhecimento.

II. A consolidação da geografia como disciplina científica se deu a partir do século XVIII, quando houve um aumento na quantidade de conhecimento e no número de instrumentos técnicos disponíveis.

III. As teorias geográficas são independentes das demais áreas do saber e não utilizam conceitos emprestados de outras ciências.

IV. Os pensadores pré-socráticos, principalmente das escolas Jônica, Itálica e Eleata, influenciaram a base filosófica da geografia ao proporem reflexões sobre a natureza.

Estão CORRETAS:
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Q3453573 Filosofia
Ética na Administração Pública: Filósofo da Grécia Antiga, que foi precursor do estudo aprofundado da Ética. Escolha nas alternativas a que se refere ao filósofo expoente desse estudo.
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Q3440102 Filosofia
     O espanto é a disposição fundamental que nos leva ao filosofar. [...] Por isso, o filósofo é, de certa forma, um ser estranho aos outros homens: eles se integram no mundo como algo evidente e não se preocupam com ele, enquanto o filósofo rompe com a evidência do mundo e começa a questioná-lo.

REALE, Giovanni; ANTISERI, Dario. História da filosofia: Antiguidade e Idade Média. 5. ed. São Paulo: Paulus, 2003. p. 16

A partir do excerto, avalie as afirmações a seguir e assinale a opção correta que melhor distingue senso comum de filosofia:
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Q3440101 Filosofia
    Sócrates caracterizou seu método como maiêutica, que significa literalmente a arte de fazer o parto, uma analogia com o ofício de sua mãe, que era parteira. Ele também se considerava um parteiro, mas de ideias. O papel do filósofo, portanto, não é transmitir um saber pronto e acabado, mas fazer com que outro indivíduo, seu interlocutor, através da dialética, da discussão no diálogo, dê à luz suas próprias ideias (Teeteto, 149a-150c).

MARCONDES, Danilo. Iniciação à história da filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein. Rio de Janeiro: Zahar, 2002. p. 47.

A partir da passagem acima, avalie os itens abaixo em verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) O método socrático da maiêutica tem como objetivo principal a exposição do conhecimento acumulado pelo filósofo, que deve ser transmitido aos discípulos.
( ) A maiêutica é uma metáfora para explicar que o conhecimento verdadeiro nasce do próprio interlocutor, com auxílio do diálogo.
( ) A mãe de Sócrates era parteira, assim se compara seu papel de filósofo ao de alguém que auxilia no nascimento de ideias.
( ) O diálogo e a discussão são ferramentas essenciais no método socrático, pois permitem ao interlocutor desenvolver o próprio pensamento.

A opção que representa corretamente a sequência das afirmações é:
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Q3440100 Filosofia
Na obra de Marilena Chaui, Convite à filosofia, nos deparamos com a comparação entre mito e filosofia. Veja os dois textos a seguir:

Texto I
   O mito pretendia narrar como as coisas eram ou tinham sido no passado imemorial, longínquo e fabuloso, voltando-se para o que era antes que tudo existisse tal como existe no presente. A Filosofia, ao contrário, se preocupa em explicar como e por que, no passado, no presente e no futuro (isto é, na totalidade do tempo), as coisas são como são.

Texto II
   O mito narrava a origem por meio de genealogias e rivalidades ou alianças entre forças divinas sobrenaturais e personalizadas, enquanto a Filosofia, ao contrário, explica a produção natural das coisas por elementos naturais primordiais [...] por meio de causas naturais e impessoais [...].

CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 13. ed. São Paulo: Ática, 2004. p. 36.

Comparando os dois textos é possível afirmar que
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Q3440099 Filosofia
    A Filosofia é, pois, o sistema de todo o conhecimento filosófico [...]. Até então não é possível aprender qualquer filosofia; pois onde esta se encontra, quem a possui e segundo quais características se pode reconhecê-la? Só é possível aprender a filosofar, ou seja, exercitar o talento da razão, fazendo-a seguir os seus princípios universais em certas tentativas filosóficas já existentes [...].

KANT, Immanuel. Crítica da razão pura. 3. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores). p. 407-408.

A partir do excerto acima é correto afirmar que
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Q3440098 Filosofia
    No Prefácio dos “Princípios da Filosofia do Direito”, Hegel afirma que “o que é racional é real e o que é real é racional”, procurando constatar que a racionalidade do sujeito deva ser a mesma racionalidade do mundo. Tal afirmação visa, entre outras coisas, superar a dicotomia sujeito e objeto.

HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Princípios da filosofia do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

Da mesma forma, partindo da afirmação hegeliana, pode-se dizer que é possível superar outra dicotomia, qual seja: a separação entre mundo virtual e mundo real.
Ao compreender a afirmação de Hegel, comparando com a dicotomia real x virtual, pode-se dizer que
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Q3440097 Filosofia
Leia os dois textos abaixo:

Texto I
   Se considerasse somente a força e o efeito que dela resulta, diria: quando um povo é obrigado a obedecer e o faz, age acertadamente; assim que pode sacudir esse jugo e o faz, age melhor ainda, porque, recuperando a liberdade pelo mesmo direito por que lha [sic] arrebataram, ou tem ele o direito de retomá-la ou não o tinham de subtraí-la. A ordem social, porém, é um direito sagrado que serve de base para todos os outros. Tal direito, no entanto, não se origina da natureza: funda-se, portanto, em convenções.
ROUSSEAU, Jean-Jacques. Do contrato social. São Paulo: Nova Cultural, 1999. (Coleção Os Pensadores). p. 53-54.

Texto II
    Para bem compreender o poder político e derivá-lo de sua origem, devemos considerar em que estado todos os homens se acham naturalmente, sendo este um estado de perfeita liberdade para ordenar-lhes as ações e regular-lhes as posses e as pessoas conforme acharem conveniente, dentro dos limites da lei da natureza, sem pedir permissão ou depender da vontade de qualquer outro homem.

(LOCKE, John. Segundo tratado sobre o governo. 3. Ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983. [Coleção os Pensadores]. p. 35.)

Com base nos textos apresentados e nos fundamentos teóricos de seus autores, assinale a alternativa correta. 
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Q3440096 Filosofia
Sobre origem das ideias e princípios de causalidade, temos a seguinte afirmação:

Partindo dessa concepção da origem das ideias e do conhecimento, Hume, o mais radical dos empiristas, chegará a negar validade universal ao princípio de causalidade e à noção de necessidade a ele associada. A causalidade não seria, assim, uma propriedade do real, mas simplesmente o resultado de nossa forma habitual de perceber fenômenos, relacionando-os como causa e efeito, a partir de sua repetição constante.

MARCONDES, Danilo. O empirismo inglês. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 120-121.

Avalie as afirmações abaixo e julgue se elas são Verdadeiras (V) ou Falsas (F) em relação ao que se afirma no trecho.

( ) Podemos definir uma causa como um objeto seguido de outro de tal forma que todos os objetos semelhantes ao primeiro são seguidos de objetos semelhantes ao segundo.
( ) Objetos semelhantes sempre se encontram em conexão com outros objetos semelhantes.
( ) Um objeto seguido de outro, e cuja aparição sempre conduz o pensamento à ideia desse outro objeto.
( ) A relação de causa e efeito é obtida e fundamentada racionalmente sem relação direta com a experiência

A sequência correta está descrita em:
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Q3440095 Filosofia
    O estudo das condições a priori do conhecimento foi denominado por Kant “transcendental”, que nada tem a ver com o “transcendente”, mas com aquelas condições que, de parte do sujeito, contribuem constitutivamente para a possibilidade da experiência. A demonstração da necessidade a priori para a experiência ocupou o centro da Crítica da razão pura sob o nome de “Dedução transcendental das categorias”

ROHDEN, Valério. O criticismo kantiano. In: REZENDE, Antonio (Org.). Curso de Filosofia: para professores e estudantes dos cursos de ensino médio e de graduação. Rio de Janeiro: Zahar, 1986. p. 131.

Com base nesse trecho, assinale a alternativa correta.
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Q3440094 Filosofia
Leia a estrofe da música Admirável chip novo, da cantora baiana Pitty:

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga

Tenha, more, gaste, viva
Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça

Use, seja, ouça, diga

Não, senhor, sim, senhor
Não, senhor, sim, senhor

PITTY. Admirável chip novo. [S.l.]: Deckdisc, 2003. 1 CD (3 min 38 s), estéreo. Faixa do álbum Admirável Chip Novo.

As frases no imperativo indicam
Alternativas
Respostas
821: A
822: D
823: C
824: A
825: D
826: B
827: D
828: C
829: B
830: B
831: C
832: B
833: C
834: B
835: C
836: B
837: C
838: B
839: D
840: B