Questões de Concurso

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Q3104833 Psicologia
No que concerne aos transtornos mentais, julgue o item seguinte. 
O diagnóstico de transtorno de personalidade antissocial só poderá ser dado a indivíduos maiores de 18 anos. 
Alternativas
Q3104832 Psicologia
No que concerne aos transtornos mentais, julgue o item seguinte. 
Em crianças, solidão e baixo rendimento escolar podem compor sintomas associados ao transtorno de personalidade esquizoide, que pode ser diagnosticado em indivíduos menores de 18 anos. 
Alternativas
Q3104831 Psicologia
No que concerne aos transtornos mentais, julgue o item seguinte. 
O transtorno de personalidade, diferentemente dos traços de personalidade, consiste em padrões persistentes de experiência interna e acentuado comportamento desviante, destoante das expectativas da cultura na qual o indivíduo se insere. 
Alternativas
Q3104830 Psicologia
No que concerne aos transtornos mentais, julgue o item seguinte. 
O transtorno de ansiedade de separação tem início necessariamente na infância ou na adolescência. 
Alternativas
Q3104829 Psicologia
No que concerne aos transtornos mentais, julgue o item seguinte. 
Em casos de transtorno de personalidade borderline, é possível o diagnóstico de outro(s) transtorno(s) de personalidade associado(s). 
Alternativas
Q3104828 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Quadros de emaciação são comuns em casos como o de Lívia. 
Alternativas
Q3104825 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda no que se refere ao caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item subsequente, considerando as contribuições da psicopatologia. 
Lívia apresenta comportamentos autoavaliativos influenciados pelo peso corporal, ideação suicida e comportamentos autolesivos, todos critérios diagnósticos de bulimia nervosa. 
Alternativas
Q3104822 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item que se segue, relativos à avaliação psicológica e a teorias psicoterápicas. 
Para a detecção de possíveis doenças mentais, o médico da unidade básica de saúde que inicialmente atendeu Lívia e sua mãe poderia fazer uso de uma das seguintes três estratégias, as quais são indicadas para a realização de diagnóstico clínico: entrevistas padronizadas, escalas rápidas de rastreamento e escalas psicométricas. 
Alternativas
Q3104821 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item que se segue, relativos à avaliação psicológica e a teorias psicoterápicas. 
De acordo com as contribuições de Moreno, caso Lívia seja encaminhada para o ambulatório de psicologia, em atendimento individual, as fases do processo diagnóstico e terapêutico deverão considerar o desenvolvimento e a qualidade do ego e do superego, assim como o estudo de mecanismos de defesa prevalecentes e do percurso pulsional no estabelecimento das relações objetais. 
Alternativas
Q3104819 Psicologia

    Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 



Ainda considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue o item que se segue, relativos à avaliação psicológica e a teorias psicoterápicas. 
Caso Lívia seja atendida por um psicólogo em ambulatório individual, é adequado que o profissional se utilize da entrevista semiestruturada, seguindo um roteiro padronizado na avaliação de um possível diagnóstico. 
Alternativas
Q3104816 Psicologia

        Lívia, 14 anos de idade, teve uma perda ponderal considerável nos últimos meses. Estranhando o comportamento da filha, a genitora decidiu levá-la para receber atenção profissional na rede pública de saúde, em seu território. Chegando lá, a equipe multidisciplinar, composta por médico e psicólogo, iniciou a entrevista com mãe e filha presentes. A mãe relatou o seguinte:


         “Nos últimos 4 meses, Lívia tem comido bem menos. Como trabalho muito e a crio sozinha, não sei muito bem como começou. Passei a estranhar quando ela começou a não comer a marmita que sempre deixo pronta para ela e passou a não pedir para eu fazer as comidinhas e sobremesas que pedia aos finais de semana. Ficou mais quieta e mais fraca. Até achei que tinha relação com o período menstrual, pois ela tem um fluxo intenso e fica mais na dela quando está naqueles dias. Quando perguntei, ela me contou não tinha nada a ver com isso e que a menstruação não vinha havia mais de dois meses. Passamos logo no postinho e ela fez um teste de gravidez. Fez três vezes pra termos certeza. Mas não era menino não.” [sic].


     E continuou:

    

    “Passou a ficar irritadiça quando eu perguntava sobre sua alimentação ou oferecia as coisas que antes ela gostava de comer. Ficou mais calada, quieta e passou a ficar mais tempo no quarto. Com muito jeito, depois de alguns dias, ela conseguiu se abrir comigo. Comentou que nunca gostou de seu corpo, que sempre se achou gorda demais, que o nariz é ‘grande e de batata’, que tem vontade de morrer só de pensar em engordar. Revelou para mim que tem contado as calorias de tudo o que come e que a cabeça falta explodir, porque os pensamentos não param. Meu coração quase não aguentou, doutor. Mas o que quase acabou comigo foi encontrar umas marcas no braço dela. Depois de muito esforço meu, ela confessou que tem tido pensamentos muito ruins e tem perdido a vontade de tudo, inclusive de viver. Minhas pernas falharam na hora. Pensei que fosse ter um ataque. Nunca tinha visto minha filha assim. Estou disposta a largar tudo para cuidar dela e ela sabe disso. Falava que não precisava de tratamento nenhum e que a única coisa da qual gostaria de se livrar é do medo de engordar. Mas, depois que fizemos os exames na unidade básica de saúde, o médico disse que precisaríamos buscar ajuda psicológica também, pois o quadro dela não melhoraria se não cuidássemos da sua saúde mental. Aí ela amoleceu e aceitou vir hoje.” [sic]. 


Considerando o caso clínico apresentado no texto 17A1, julgue os itens a seguir. 

Por se tratar de uma avaliação inicial multidisciplinar que já contempla a escuta de um psicólogo, é vedada a participação ou intervenção de outro psicólogo na prestação de serviços psicológicos no atendimento ou na proposta de trabalho multidisciplinar com Lívia e sua família. 
Alternativas
Q3103635 Psicologia
Segundo os estudos de Jean Piaget, renomado psicólogo do desenvolvimento, a interação da criança com os objetos do conhecimento desempenha um papel crucial no desenvolvimento de sua inteligência. Piaget destaca que nesse processo, a criança experimenta duas formas distintas de experiência. Ao vivenciar essas duas formas de experiência, a criança amplia seu repertório de conhecimentos e desenvolve sua inteligência de maneira progressiva. A interação ativa com os objetos do conhecimento proporciona à criança oportunidades valiosas de aprendizado e crescimento, fundamentais para seu desenvolvimento cognitivo e emocional.

Assinale a alternativa que apresente essas formas de experiência:
Alternativas
Q3103631 Psicologia
Jean Piaget, renomado psicólogo suíço, destacou em seus estudos o conceito de maturação biológica como um dos principais pilares do desenvolvimento cognitivo das crianças. Segundo Piaget (1969, 1975, 2007), a maturação biológica, a experiência com os objetos, a transmissão social e a equilibração são fatores imprescindíveis para explicar o desenvolvimento da inteligência como uma sucessão de estágios. A maturação biológica, primeiro fator do desenvolvimento, refere-se:
Alternativas
Q3103482 Psicologia
Um estudante de 8 anos com TDAH foi submetido à avaliação neuropsicológica utilizando a Escala Wechlser (WISC-IV). Qual dos seguintes índices é mais provável que represente seu melhor desempenho?
Alternativas
Q3103481 Psicologia
A avaliação psicológica é um processo técnico e científico que requer metodologias específicas. Assim, avalie as proposições:

I. A avaliação psicológica deve considerar os condicionantes históricos e sociais e seus efeitos no psiquismo.
II. A testagem psicológica é sinônimo de avaliação psicológica.
III. A avaliação psicológica pode ser realizada sem planejamento prévio.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3103479 Psicologia
A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e sua importância no cuidado em liberdade. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

1.(_) A RAPS foi criada em 2001, momento em que a saúde mental passou a integrar os programas de atenção à saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).
2.(_) Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) são unidades públicas de saúde que oferecem atendimento clínico diário.
3.(_) A RAPS inclui serviços como CAPS, Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) e Centros de Convivência e Cultura.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Alternativas
Q3103478 Psicologia
Ana, uma paciente de 28 anos, frequentemente expressa suas emoções de maneira exagerada e superficial, mudando rapidamente de um estado emociona para outro. Ela também tende a confiar excessivamente em figuras de autoridade, acreditando que elas podem resolver todos os seus problemas. Qual abordagem terapêutica é mais indicada para Ana?
Alternativas
Q3103477 Psicologia
O Centro de Referência de Assistência Social-CRAS é uma unidade pública estatal descentralizada da política de assistência social, responsável pela organização e oferta de serviços da proteção social básica do SUAS. Em um município hipotético, o CRAS deve lidar com uma alta incidência de violência doméstica. Qual das seguintes ações é a mais adequada para o CRAS implementar para enfrentar essa situação?
Alternativas
Q3103476 Psicologia
Existem algumas tangências que diferenciam a psicanálise da psicoterapia psicanalítica. Sobre os critérios de diferenciação entre psicanálise e psicoterapia psicanalítica, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

1.(_) A frequência das sessões é um critério extrínseco utilizado para diferenciar psicanálise de psicoterapia psicanalítica.
2.(_) A centralidade da transferência é um fator intrínseco que diferencia as duas abordagens.
3.(_) A duração da sessão é um fator intrínseco que diferencia psicanálise de psicoterapia psicanalítica.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Alternativas
Q3103475 Psicologia
Considere um ambiente de trabalho onde um funcionário, João, está apresentando sintomas de exaustão emocional, distanciamento mental do trabalho e redução de eficácia. Ele também relatou sentir-se constantemente humilhado por seu supervisor, que faz comentários depreciativos sobre seu desempenho. Qual das alternativas abaixo melhor descreve a situação de João?
Alternativas
Respostas
12681: C
12682: C
12683: C
12684: E
12685: C
12686: C
12687: E
12688: E
12689: E
12690: C
12691: E
12692: B
12693: A
12694: C
12695: B
12696: B
12697: A
12698: B
12699: A
12700: C